Donald Trump é eleito com a maior votação de um republicano

ESTADOS UNIDOS, 07 de novembro de 2024 – Donald Trump, agora presidente eleito dos Estados Unidos, retorna à Casa Branca com a maior votação popular para um republicano nas últimas duas décadas. Nesta quarta (6), com a maioria dos Estados apurados, Trump recebeu 51% dos votos populares, enquanto Kamala Harris conquistou 47,5%. Esse desempenho representa um avanço em relação à eleição de oito anos atrás, quando Trump conquistou 46% dos votos populares. O novo resultado é o melhor para um republicano desde George W. Bush, que em 2004 superou o democrata John Kerry com 50,7% dos votos. No sistema eleitoral americano, no entanto, o total de votos populares não garante a vitória, sendo necessário o mínimo de 270 delegados no Colégio Eleitoral.
Republicanos conquistam maioria no Senado dos Estados Unidos

ESTADOS UNIDOS, 06 de novembro de 2024 – O Partido Republicano obteve maioria no Senado dos Estados Unidos nas eleições realizadas nesta terça (5), retomando o controle da Casa, que estava com os democratas desde 2020. Nesta eleição, 34 senadores foram escolhidos, representando um terço das cem cadeiras do Senado. Antes do pleito, o Senado contava com 51 democratas e 49 republicanos, mas os democratas perderam cadeiras estratégicas na Virgínia Ocidental e em Ohio. Com a nova maioria, os republicanos terão o poder de definir as pautas e decisões do Senado, influenciando diretamente as diretrizes da futura administração presidencial.
Kamala Harris mente sobre trabalho no McDonald’s nas eleições de 2024

EUA, 21 de outubro de 2024 – A vice-presidente e candidata do partido democrata Presidência dos EUA, Kamala Harris, mentiu sobre ter trabalhado no McDonald’s durante um verão na faculdade, em 1983. Indícios apontam para uma tentativa de enganar o eleitorado e gerar identificação com trabalhadores comuns. No entanto, a campanha de Harris não apresentou evidências que comprovem o fato, e várias inconsistências surgiram na história. FALTA DE REGISTROS Alegando que trabalhou no McDonald’s na Avenida Central, em Alameda, Califórnia, Harris disse ter ocupado a função no verão de 1983, quando estava no segundo ano da Howard University. No entanto, ela não apresentou provas do emprego. Já a sede corporativa do McDonald’s afirmou não possuir registros de todos os funcionários daquela época. Uma investigação conduzida pelo jornal Washington Free Beacon revelou que Harris não listou o suposto trabalho no McDonald’s em um pedido de emprego preenchido em 1987 para o cargo de escriturária no escritório do promotor distrital do condado de Alameda. No formulário, foi solicitado que ela mencionasse todas as experiências de trabalho dos dez anos anteriores, mas o emprego na rede de fast food não foi incluído.
Projeto pode impedir ministros do STF de entrarem nos EUA

ESTADOS UNIDOS, 18 de setembro de 2024 – Deputados republicanos María Elvira Salazar e Darrell Issa propuseram um projeto de lei que visa negar vistos a autoridades estrangeiras que violarem os direitos da Primeira Emenda de cidadãos americanos, incluindo ministros do STF do Brasil, como Alexandre de Moraes. A deputada María Salazar, presidente da Subcomissão do Hemisfério Ocidental, criticou o ministro Alexandre de Moraes em discurso no Congresso americano, alegando que ele lidera um “ataque internacional à liberdade de expressão” contra figuras como Elon Musk. O projeto, intitulado “No Censors on Our Shores” (Sem Censuras em Nossas Costas), impede que autoridades estrangeiras que suprimam os direitos da Primeira Emenda de americanos entrem nos Estados Unidos. A medida prevê também a deportação dessas autoridades caso já estejam em solo americano.
EUA veem vitória da oposição na Venezuela e pedem transição

ESTADOS UNIDOS, 02 de agosto de 2024 – A pressão sobre Nicolás Maduro ganhou força, nesta quinta (1º), depois que os Estados Unidos reconheceram a vitória da oposição na Venezuela no último domingo (28), e o Brasil assumiu a custódia da Embaixada da Argentina em Caracas. “Dada a esmagadora evidência, está claro para os Estados Unidos e, mais importante, para o povo venezuelano, que Edmundo González Urrutia ganhou a maioria dos votos nas eleições presidenciais da Venezuela em 28 de julho”, disse o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, em um comunicado. “Além disso, os EUA rejeitam as alegações infundadas de Maduro contra os líderes da oposição. As ameaças de Maduro e de seus representantes de prender líderes da oposição (…) são uma tentativa antidemocrática de reprimir a participação política e manter o poder.” Blinken também cobrou o início das tratativas para a mudança de governo. “Nós saudamos Edmundo González Urrutia por sua campanha bem-sucedida. Agora, é hora de os partidos da Venezuela começarem as discussões sobre uma transição pacífica e respeitosa, em concordância com a lei eleitoral e os desejos do povo venezuelano.”
Exército compra 12 helicópteros Black Hawk dos EUA por R$ 5,2 bi

BRASÍLIA, 19 de julho de 2024 – O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, autorizou nesta semana a aquisição de 12 helicópteros Black Hawk pelo Comando do Exército, sem “compensação tecnológica, industrial e comercial”. A decisão, publicada no Diário Oficial da União, era a última etapa necessária para o avanço do processo de compra junto ao Comando de Assistência à Segurança do Exército dos Estados Unidos. Em maio, o Departamento de Estado americano aprovou a “possível venda” dos helicópteros ao governo brasileiro, com um custo estimado de 950 milhões de dólares, equivalente a aproximadamente R$ 5,2 bilhões na cotação atual. A compra inclui, além das aeronaves, outros equipamentos e sistemas de apoio, fornecidos principalmente pelas empresas Sikorsky e Lockheed Martin. De acordo com a nota do Departamento de Estado americano publicada em 24 de maio, a venda proposta visa apoiar a política externa e os objetivos de segurança nacional dos Estados Unidos, melhorando a segurança de um importante parceiro regional e contribuindo para a estabilidade política e progresso econômico na América do Sul.
Extrema-esquerda tenta assassinar Donald Trump nos EUA

EUA, 14 de julho de 2024 – A campanha de ódio e desumanização de lideranças conservadoras tocada por políticos de esquerda, grande mídia e metacapitalistas resultou em mais uma tentativa de homicídio. Dessa vez o alvo foi o ex-presidente Donald Trump. Alvejado na cabeça por uma bala disparada por um franco-atirador de extrema-esquerda, Trump participava de um comício na Pensilvania. MILAGRE Não há outra palavra para descrever o evento desta tarde de sábado envolvendo Donald Trump. Todas as circunstâncias eram propícias ao terrorista de extrema-esquerda, Thomas Matthew Crooks. Além do tempo ameno e posição desguarnecida de Trump, o atirador ainda contou com a falha do Serviço Secreto em proteger o ex-presidente. O atirador teve minutos para se esgueirar por um telhado sem ser inc omodado pelas forças de segurança. Inexplicavelmente, segundos após realizar vários disparos, Matthew foi baleado. Pessoas entrevistadas após o incidente asseguram que avisaram a polícia e o próprio serviço secreto da movimentação estranha, sem que nada fosse feito até que ele realizasse os disparos. Outras duas pessoas não tiveram a mesma sorte que Donald Trump. Baleadas, uma morreu e outra ficou gravemente ferida. ÓDIO DE VERDADE Donaldo Trump é o sétimo presidente/ex-presidente a sofrer atentado na história dos EUA. Antes dele, haviam sido vítima Abraham Lincoln (morto em 1865), James Garfiled (morto em 1881), William McKinley (morto em 1901), Theodore Roosevelt (atacado em 1912), John Kennedy (morto em 1963), Ronald Reagan (atacado em 1981) e agora Trump, atacado em 2024. De todos estes, apenas Kennedy era membro do partido republicano. Ao longo da história, três presidente republicanos foram mortos em ataques e outros três sofreram atentados. Os números revelam que ser um presidente conservador nos EUA deixa o indivíduo em questão muito mais suscetível a um ataque do que se for da esquerda democrata. O fato revela a escalada da brutalidade de militantes de extrema-esquerda contra líderes conservadores. As próprias manchetes em sites de grandes meios no Brasil revelam o desprezo pela vida humana que vem alimentando atentados. Quase nenhum dos meios de comunicação noticiou o fato como ele foi: a tentativa de assassinato de Trump. Mesmo que uma análise fria em poucos minutos de toda a situação indicasse o que aconteceu, jornalistas preferiram usar condicionais e termos amenos. Quem sabe na esperança de ter seu fanatismo ideológico contemplado e a coisa se mostrasse como um “golpe”. Se a mídia de extrema esquerda tentava esconder o ocorrido, em pouco tempo explodiram relatos de jovens de extrema-esquerda lamentando o fato de que Trump não tivesse sido morto. Em um grupo de whatsapp, um interlocutor chegou a confidenciar que a morte de Trump deixaria o Dia Mundial do Rock (13 de julho) “mais épico. Publicamente, a maioria da extrema-esquerda, nas redações e redes sociais, irá segurar o estandarte da farsa. Contudo, no fundo, bem no fundo, o que todos queriam era que Thomas Matthew Crooks tivesse assassinado Trump. Este fato inegável e inquestionável fundamenta o que aconteceu ontem: a extrema-esquerda tentou assassinar Donald Trump nos EUA,
Militares de Imperatriz em simulação de combate nos EUA

IMPERATRIZ, 08 de julho de 2024 – A 23ª Brigada de Infantaria de Selva realizou a simulação do exercício Munduruku IX de 24 a 27 de junho, como parte do Programa de Adestramento Avançado. A atividade contou com mais de mil militares de Marabá, Itaituba, Tucuruí, no Pará, e Imperatriz, no Maranhão. O exercício preparou a tropa para o Exercício CORE 2024, junto ao Exército dos EUA, em Fort Johnson, em agosto.