Mortes pelo terremoto na Turquia e Síria já passam de 20 mil

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O terremoto de magnitude 7,8 que atingiu a região central da Turquia e o noroeste da Síria nesta segunda (6 de fevereiro) já acumula mais de 20 mil mortos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o número pode chegar a 40 mil. Pela contagem, este foi o evento dessa natureza mais mortal dos últimos 80 anos, superando outro tremor em território turco em 1999, que teve 17 mil mortos.  Centenas de milhares de pessoas nos dois países estão desabrigadas no meio do inverno. Muitas se acamparam em abrigos improvisados em estacionamentos de supermercados, mesquitas, beira da estreada ou entre as ruínas, muitas vezes desesperadas por comida, água ou aquecimento. Cerca de 40% dos prédios da cidade turca de Kahramanmaras, epicentro do tremor, estão danificados, segundo um relatório preliminar da Universidade Bogazici, da Turquia. Autoridades turcas dizem que cerca de 13,5 milhões de pessoas foram afetadas na região que se espalha por cerca de 450 km de Adana, no oeste, para Diyarbakir, no leste. Na Síria, pessoas foram mortas até Hama, no sul, a 250 kms do epicentro. A Grécia enviou milhares de tendas, camas e cobertores nesta quinta-feira para ajudar os desabrigados pelo terremoto, em um ato de solidariedade com o vizinho que é um aliado da Otan, mas também um inimigo histórico.

Lula manda Dilma Rousseff ocupar cargo na China

Lula e Dilma

Por indicação do presidente Lula, a ex-presidente Dilma Rousseff deve deixar o Brasil para ocupar um cargo em Xangai, a 18 mil quilômetros de distância, na China. Dima deverá ocupar a presidência do Novo Banco de Desenvolvimento (New Development Bank), chamado de Banco dos Brics. Crido em 2014, durante a 6ª Cúpula dos Brics, o banco tem o objetivo de mobilizar recursos para projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nesses países. O grupo de países que integra o conselho do banco é formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Indicado por Bolsonaro em 2020, o atual presidente do banco é o diplomata e economista Marcos Troyjo. Sabedor de sua condição política, Troyjo já acertou sua saída do cargo neste mês. Os demais membros do bloco já deram o aval para a substituição. Com a decisão de Lula, Dilma deverá deixar o Brasil e morar em Xangai até 2025.

Yglésio apresenta lei que protege competições femininas no Maranhão

Yglesio Transgenero

O deputado estadual Yglésio Moyses (PSB) apresentou projeto de lei na Assembleia Legislativa que pretende proteger as competições femininas no estado. De acordo com lei, o sexo biológico será o critério para definição do gênero dos esportistas em competições esportivas profissionais no Maranhão. Na justificativa, Yglésio sustenta a “preocupação com a proteção física das pessoas biologicamente definidas como mulheres” em práticas esportivas. FATOS  Nos últimos anos a entrada de homens biológicos em competições femininas tem causado um desequilíbrio visível nas competições. Atualmente a melhor jogadora da Superliga feminina de vôlei é uma atleta trans. Antes Rodrigo, e já atleta profissional, Tifanny realizou a transição aos 30 anos. Para sair do anonimato da competição masculina e transformar-se em estrela no feminino. Nos jogos Olímpicos de Tóquio, a seleção feminina do Canadá ganhou o primeiro ouro na competição com participação decisiva de oura atleta transgênero, a meio-campista Quinn. No ano passado, a nadadora transgênero Lia Thomas conquistou títulos da NCAA em todos os esportes da tradicional liga universitária americana. Thomas competiu por três anos na equipe masculina antes de passar pelo processo de transição e disputar com mulheres. Assim como Tiffany, era uma atleta mediana na liga masculina antes de tornar-se estrela entre as mulheres.  Durante o das 500 jardas livre, as outras competidoras se recusaram a se juntar à campeã no momento da foto das medalhistas e ocuparam, juntas, o terceiro lugar. No MMA, a atleta Alana McLaughlin é outro exemplo de como as competidoras transgênero podem causar desequilíbrio nas competições. Ex-soldado das forças especiais norte-americanas e veterana de guerra do Afeganistão, Alana estreou no MMA em 2021 contra Celine Provost. McLaughlin venceu no 2º round em uma luta fácil. Desde então, provavelmente por receio do estrago que a atleta trans possa causar em outras mulheres no octógono, ela não foi mais convocada para lutas. PROJETO O projeto de Yglésio deve passar por comissões técnicas da Casa antes de ser votado em plenário. O parlamentar argumenta no projeto que pretende evitar a integração de pessoas do sexo biológico masculino em equipes femininas, provocando com isso o desequilíbrio e injustiça no resultado das competições. Situação já comprovada pelo histórico da entrada de atletas transgênero nas competições.   “Nesta senda, tendo como preocupação a proteção física das pessoas biologicamente definidas como mulheres em práticas esportivas, já que elas são dotadas de capacidades físicas mais comedidas do que as pessoas transexuais, principalmente no que se refere à velocidade e à força física, o sexo biológico deve ser o critério definidor do gênero em competições”, diz o documento.

Congresso vai manter autonomia do Banco Central, diz Arthur Lira

Arthur Lira

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), colocou-se contra uma possível proposta do governo Lula que revogue a autonomia do Banco Central (BC). Lira disse que a maioria dos parlamentares é contrária à revisão da regra.  “Tecnicamente o Banco Central independente foi o modelo escolhido pelo Congresso”, afirmou Lira. A lei que define mandatos não coincidentes do presidente e dos diretores do BC com o do presidente da República tem sido questionada pela bancada governista (Lei Complementar 179/21). O líder do Psol, deputado Guilherme Boulos (SP), e 11 deputados, apresentaram proposta neste sentido nesta semana (PLP 19/23). O presidente Lula (PT) tem manifestado quase que diariamente sua insatisfação contra a política monetária do Banco Central. Lula reclama da resistência de Campos Neto em rever a taxa de juros. Na verdade, a grande mágoa de Lula diz respeito ao fato do Governo Federal não ter mais controle sobre o Banco Central. A instituição seguiu uma tendência mundial e deixou de ser subalterna e tornou-se independente com Jair Bolsonaro. O fato é que as declarações de Lira devem frear o avanço de Lula contra a instituição.

Cachorro é nomeado para ocupar diretoria na OAB

Cachorro OAB

O cachorro Beethoven Fernandes Moreira foi nomeado Diretor Estadual da Coordenadoria Fiscal de Combate aos Maus-Tratos da Comissão de Direitos dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Minas Gerais. A portaria entrou em vigor no último dia 5 de fevereiro de 2023. No comunicado, que foi veiculado nas redes sociais da Comissão de Direitos dos Animais, é exaltado o fato de Beethoven ser “um animal não humano da raça Shih Tzu que perdeu um dos olhinhos por negligência de um pet shop”. Segundo a nota, Beethoven é o primeiro animal não humano no país a ser nomeado em uma Comissão da OAB. O animal é apresentado ainda como “filho bichológico” de Idamara Fernandes Oliveira. Segundo Fernanda São José, presidente da comissão, “atualmente, existem inúmeras pesquisas científicas comprovando que animais não humanos são seres sencientes assim como nós, animais humanos, e que estudos realizados demonstram que alguns animais possuem a maturidade e o discernimento de uma criança com 8 anos de idade”. Nas redes sociais da comissão, os internautas receberam a notícia da nomeação de um cachorro para uma diretoria da OAB com desdém. “Nada de novo !!! Calígula nomeou Incitatus, seu cavalo, como Senador e posteriormente Consul Romano. Porque um cachorro não pode ser membro de comissão?”, disse um. “Por isso que nossa classe de advogados e a OAB perde casa vez mais o respeito. Banalização total da instituição que deveria atuar de forma séria. Lamentável.”, afirmou outro internauta. Alguns dos comentários foram feitos por um perfil chamado @bethovem_monocular que representa o cachorro. O perfil agradeceu ao apoio de alguns pelo apoio incansável.

Preço da cesta básica aumenta no Nordeste no 1º mês de Lula

Lula Nordeste

O custo da cesta no Nordeste apresentou a maior alta na Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos em janeiro. Ainda segundo o levantamento, divulgado nesta semana, a Região Sul apresentou queda. O estudo é do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O fenômeno coincide com o primeiro mês do governo do presidente Lula (PT). O Nordste foi a região que garantiu a vitória do petista. As capitais nordestinas que registraram as maiores altas foram Recife (7,61%), João Pessoa (6,80%), Aracaju (6,57%) e Natal (6,47%). Por outro lado, as capitais da Região Sul do país apresentaram as maiores quedas, com Florianópolis na liderança (-1,11%), seguida por Porto Alegre (-1,08%) e Curitiba (-0,50%).

‘Não vamos nos curvar ao governo do PT por causa da tragédia de 8 de janeiro’, diz Sergio Moro

Sergio MOro

O senador Sergio Moro concedeu entrevista à Jovem Pan em que afirmou, categoricamente, que o atos de vândalos acontecidos no último dia 8 de janeiro não irão melindrar a oposição. “A gente não pode utilizar esse episódio de 8 de janeiro para simplesmente desistir de fazer oposição ao governo do PT ou criminalizar qualquer espécie de oposição. Às vezes eu me preocupo muito que a gente observa uma tentativa de classificar todo mundo que se opõe ao governo do PT como de extrema-direita. Numa democracia, temos soluções democráticas. Não é porque houve essa tragédia do 8 de janeiro que vamos nos curvar ao governo do PT”, disse. Sérgio Moro reiterou que seu mandato irá ter como fundamento principal o combate à corrupção. “O governo do PT não tem mostrado projeto para o país. Meu objetivo não é acertar contas com o passado, é trabalhar para o futuro. Vou defender no Congresso Nacional a prisão em segunda instância, por mais que essa seja uma pauta difícil. Continuo defendendo o fim do foro privilegiado, acho que isso não se justifica numa República.” Sergio Moro ainda afirmou que a oposição deve se sobressair a figura de Jair Bolsonaro. “Acho que é muito cedo para fazer qualquer tipo de diagnóstico, a oposição não deve se pautar em cima de um indivíduo. O que a gente tem hoje no Senado é um grupo de parlamentares que se colocam claramente como oposição, uma oposição racional a esse governo. É o meu caso, não acredito nas pautas do PT, acredito em abertura da economia, combate à violência, proteger o cidadão, combater a corrupção”, pontuou. O desenvolvimento econômico não pode se basear nessa ideia de nós contra eles, rico contra pobres. A gente está vendo o que me preocupa muito: esses ataques do presidente da República ao regime de metas da inflação, ataques ao Banco Central. Isso nos leva para trás, o que nós temos que fazer é organizar um grupo coeso que não se renda ao fisiologismo para fazer essa oposição”, concluiu. Com informações da Jovem Pan.

A falha da surrada narrativa da fome, das desigualdades e da pobreza

pobreza

A ministra Marina Silva segue a passos largos seu líder messiânico, especialista na arte de ludibriar e de se apropriar de bens de terceiros. De modo algum estou aqui a escrever a tão propalada e moderna “fake news”.É fácil recorrer às mídias sociais e encontrar falas do ex-presidiário mencionando suas grandes façanhas no terreno da mentira, inclusive em nível internacional. Aliás, para esse “honesto presidente do povo”, a política se baseia, quase que exclusivamente, na mentira. Com efeito, a mentira andou soberba em shows por terras suíças. “Fake news”, das grossas, foi a utilizada por Marina Silva em Davos, ao afirmar que metade da população brasileira passa fome. Esquerdo, no sentido de sinistro! Ou ela mentiu factualmente, ou seu bando de asseclas rubros utilizou-se de uma prática estatística corriqueira no petismo: torturar os dados até que eles confessem o que se quer demonstrar. Ou ambos. Marina Silva é uma contumaz mensageira da tragédia, que não aponta saídas ou propõe soluções equivocadas para os problemas identificados por ela. Meu juízo a seu respeito vem de longa data. Essa senhora despeja, reiteradamente, os vícios da pobreza, alternando-se na narrativa da fome, das desigualdades, da miséria e da pobreza. Toda essa turma do amor discursa apelando para o lado negro do sentimentalismo, muito embora desconheçam e negligenciem conceitos basilares para propor soluções efetivas a pertinentes questões, tais como a pobreza. Eles arrotam o tema “desigualdade”, que, em verdade, é uma questão meramente comparativa. O grande problema é a pobreza, um conceito absoluto relacionado aos indivíduos. Toda essa turma de amorosos justiceiros sociais continuará protestando e se debatendo “ad aeternum” contra as desigualdades e a pobreza… não resolvendo-as. De fato, eles se opõem e/ou lançam mão de políticas públicas erradas na direção daquilo que reduz a pobreza: a geração de riqueza. Não se reduz a pobreza – muito menos as desigualdades – com decretos governamentais, com mais intervencionismo estatal. Pelo contrário, tal qual demonstra a história da humanidade, são os livres mercados, efetivamente, as pessoas e as empresas que criam riqueza, por meio da produção, do aumento da produtividade, dos investimentos tecnológicos, da destruição criativa, que atacam e reduzem a pobreza. Mesmo que bem-intencionadas, políticas públicas normalmente resultam no oposto daquilo que se intenciona. Poucas alcançam êxito na redução da pobreza e da fome. Meus impulsos morais virtuosos – aquilo que é raro de se identificar no seio vermelho – fazem-me olhar para o sofrimento de muitos, pensando em estratégias efetivas para sua mitigação. Nesse sentido, o que comprovadamente funciona para reduzir a pobreza é, sem dúvidas, tirar o governo da frente, deixando as pessoas e as empresas mais livres para empregar, produzir, inovar, e trazerem soluções inovadoras e úteis para a sociedade. Sinteticamente, mais liberdades individual e econômica, menos intervencionismo estatal. Não me considero vaidoso, mas hoje acordei meio empolado. Vou sugerir que Marina Silva e Fernando Haddad, o ministro-marxista da Fazenda, passem a inverter suas lógicas ilógicas por meio de atenta e meticulosa leitura: mais Mises, menos Marx!

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