Após ser alvo de farsa judicial, Trump é aclamado pelo povo em evento do UFC

Pouco dias após o espetáculo judicial promovido pelo promotor militante comunista Alvin Bragg na justiça de Nova York, Donald Trump resolveu colocar à prova sua popularidade com o ovo dos EUA. O ex-presidente decidiu ao UFC 287 e foi ovacionado pelas milhares de pessoas presentes. A FARSA Trump responde a 34 acusações capitaneadas por Alvin Bragg, um dos maiores símbolos do uso do poder Judiciário para a perseguição de adversários políticos no mundo, por falsificar registros comerciais de acordo com o Artigo 175 da Lei Penal de Nova York. A suposta falsificação aconteceu após o também suposto pagamento da bagatela de US$ 130 mil dólares à ex-atriz pornô e prostituta Stormy Daniels, ainda em 2016, pouco antes das eleições em que o ex-presidente norte-americano foi eleito. Daniels teria recebido o dinheiro para não divulgar detalhes do programa que teve com Trump. Diante deste fato, o promotor esquerdista Alvin Bragg formulou as 34 acusações. O FATO Neste sábado (8 de abril), Donald Trump teve uma prova de que a militância de Alvin Bragg não teve efeito algum com seus eleitores e apoiadores. O ex-presidente foi ovacionado ao se sentar na primeira fila do UFC 287 na noite de sábado, ao lado de Mike Tyson e Dana White na Miami-Dade Arena. Trump é amigo pessoal do presidente do UFC e já participou de vários eventos organizados pela promoção de artes marciais mistas. Durante o evento, o lutador Jorge Masvidal elogiou a presença de Trump e o considerou “o melhor presidente dos EUA nos últimos anos”. A fala do lutador foi aplaudida por quase todos os presentes. Três dias antes de ser festejado no UFC, Trump participou da primeira audiência do espetáculo forjado para assassinar sua reputação. Ele se declarou inocente de 34 acusações criminais relacionadas ao envolvimento com Stormy Daniels.
Lula visita Maranhão e sobrevoa áreas atingidas pelas chuvas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu vistoriar pessoalmente algumas áreas do estado afetadas pelas chuvas neste domingo. (9 de abril). A visita do presidente foi anunciada em suas redes sociais. “O governo federal está trabalhando ao lado de prefeituras e do governo estadual para atender e auxiliar os atingidos”. Disse Lula no Twitter. O presidente foi recepcionado por deputados federais, prefeitos e pelo governador Carlos Brandão. Mais de 60 cidades maranhense estão em situação de emergência por conta das fortes chuvas que atingiram o interior do estado. Alto Alegre do Pindaré foi um dos municípios maranhenses quer ficou completamente isolado. Lula retorna a Brasília para participar das comemorações dos 100 dias de governo na segunda (10 de abril) e viaja para a China um dia depois.
Facções começam a executar jovens dentro de ônibus em São Luís

O adolescente Wemerson Matheus Ferreira Fonseca, de apenas 17 anos, foi morto na noite desta sexta (7 de abril) por supostamente morar em um bairro de criminosos rivais de seus assassinos. Executado por membros de uma facção criminosa durante o assalto a um ônibus, a vítima comemorava aniversário no mesmo dia em que foi morto. O crime, pelo menos teoricamente, deveria ligar o alerta nas autoridades e políticos locais. A banalização do assassinato por facções já é prática comum em outros estados e, aparentemente, começa a ser importada para o Maranhão. No Rio de Janeiro, por exemplo, já são comuns assassinatos de pessoas que moram em “bairros errados” (localidades dominadas por facções rivais). E também já é rotina o assassinato de pessoas que entram por engano em algumas comunidades. As investigações da polícia apontam que o crime aconteceu após um grupo assaltantes entrarem em um coletivo do bairro Santa Bárbara, por volta das 21h. após cerca de cinco de suspeitos terem entrado no ônibus e anunciado o assalto. Durante o arrastão contra os passageiros, os criminosos implicaram com Wemerson e começaram a interrogá-lo. Segundo as investigações, antes que o adolescente pudesse responder, ele foi executado pelos marginais que fugiram do local. “Num determinado momento se aproximaram da vítima e passaram a interrogá-la perguntando de onde ela era. Imaginando que a vítima fosse de uma outra área, dominada por uma facção rival e a vítima parece que não teria respondido nada, talvez por um momento de choque, e eles efetuaram dois disparos. Um disparo atingiu fatalmente a vítima”, disse o delegado responsável pelo caso. Wemerson voltava de uma festa de comemoração do seu aniversário quando foi executado pelos assassinos. O caso será investigado pela Superintendência de Homicídios de Proteção à Pessoa (SHPP), situada na capital. Ao contrário dos boatos envolvendo ataques que nunca aconteceram adolescentes em escolas de classe alta de São Luís, o assassinato de Wemerson Matheus Ferreira Fonseca não causou comoção social até agora. Talvez pelo assassinato de garotos que moram “no lugar errado” ser mais comum e afetar apenas jovens de periferia, as autoridades e políticos não vejam necessidade para alarde. O fato é que a execução de Wemerson por criminosos com motivação banal é indiscutivelmente mais grave do que traquinagens de filhinhos mimados da alta sociedade de São Luís. Só que em uma sociedade incapaz de perceber a realidade e a gravidade das coisas, um caso cai no esquecimento enquanto o outro gera pânico.
Braide entrega pescados a famílias carentes durante a Semana Santa

O prefeito Eduardo Braide participou da entrega de pescados às comunidades e bairros de São Luís, nesta quinta-feira (6) da Semana Santa. A distribuição de peixe é uma ação do programa “Mesa Farta” da Prefeitura de São Luís, promovida por meio das secretarias da Criança e Assistência Social (Semcas) e Segurança Alimentar (Semsa), e que está garantindo uma Páscoa com segurança alimentar a milhares de famílias da Zona Urbana e Zona Rural da capital. “Essas entregas acontecem desde a última segunda-feira (3), e estão beneficiando mais de 200 mil famílias de São Luís. Esse é um trabalho da Prefeitura para garantir peixe na mesa da população nessa época tão especial. Que nossa população tenha uma feliz Páscoa!”, desejou o prefeito Eduardo Braide, em uma das entregas realizadas no bairro Cohatrac, nesta quinta-feira (6). A entrega de pescados durante a primeira semana de abril, ocorreu de forma simultânea em vários bairros da capital para as famílias cadastradas nos Centro de Referência e Assistência Social (CRAS) e famílias em situação de vulnerabilidade social, inscritas no CadÚnico. Foram mais de 200 toneladas de peixes das espécies palombeta e cavalinha, distribuídos em toda a capital. “Nosso objetivo é alcançar as pessoas que mais precisam e contribuir para que essas famílias tenham uma Semana Santa com garantia de alimento na mesa” enfatizou a secretária da Semsa, Nirvana Anchieta.
Anos após deixar o Maranhão, Makro anuncia saída do Brasil

Cerca de 3 anos após deixar o Maranhão, o grupo holandês Makro deve encerrar suas operações no Brasil. O grupo atuou no país por 50 anos de história e chegou a controlar dezenas de loja em todo o território nacional. O processo de encerramento definido com o repasse de 30 lojas para o Atacadão, por R$ 1,95 bilhão com a venda. Em 2020 a empresa já havia repassado sua unidade em São Luís ao Mineirão. O grupo contratou o Santander para vencer as últimas unidades. A rede Makro é administrada pelo grupo holandês SHV que desistiu de competir com outras redes atacadistas disponíveis no Brasil. Vale ressaltar que a matriz já deixou de atuar como varejista na Europa há mais de 20 anos e também está encerrando suas lojas na Ásia e na África.
Moradores criticam infraestrutura precária em São José de Ribamar

O prefeito de São José de Ribamar, Dr Julinho, tem recebido inúmeras críticas a um ano das eleições municipais. Desta vez os protestos pelas condições precárias da cidade partiram do presidente do Sindicato dos Usuários de Transporte Coletivo da cidade, Paulo Henrique da Silva. Ele gravou um vídeo em que chama a atenção para a falta de infraestrutura no bairro Parque Jair, um dos mais populares de São José de Ribamar. Apesar de segmentado ao Parque Jair no vídeo, o problema da infraestrutura em São José de Ribamar é considerado crônico em toda a cidade. No vídeo, Paulo Henrique ironiza a situação da cidade.
Juíza tira licença de 2 anos e recebe R$ 700 mil para entregar monografia ruim

A CNN Brasil divulgou reportagem em que expõe a vida fácil da juíza titular da Vara do Trabalho (?) de Santa Inês (MA), Fernanda Franklin da Costa Ramos, em seu ofício de juíza. Com licença remunerada por dois anos, Fernanda recebeu R$ 722 mil para dedicar-se a uma dissertação de conclusão de mestrado considerada “ruim” pelos examinadores. Foram dois anos recebendo integralmente o salário de R$ 33 mil. Avaliações da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) apontam o trabalho da juíza licenciada como carente de elementos e sugeriram aprofundamento. Ressalte-se o fato de que a juíza teve DOIS ANOS para concluir o trabalho. “Sem meias palavras, o trabalho apresentado por Fernanda Franklin da Costa Ramos estava ruim e necessitava de tempo suficiente para que a pesquisadora implementasse as melhorias. Esta é toda a verdade dos fatos!” diz parecer sobre o desempenho de Fernanda. A CNN relatou a existência de documentação que reitera a qualidade ruim da dissertação de Fernanda Franklin. Eles são creditados ao Programa de Pós-Graduação em Direito e Instituições do Sistema de Justiça (PPGDIR). Em sua defesa, a juíza afirma que está sendo vítima de perseguição. Acontece que a UFMA, assim como toda universidade federal do Brasil, tem a cultura de proteger inúteis e constranger àqueles que se recusam a ser absorvidos por sua cultura esquerdista. O que, de certa forma, levanta dúvidas sobre a motivação das críticas em relação ao desempenho de Fernanda. A UFMA divulgou uma nota mentirosa em que afirma que “Nunca houve por parte de nenhum membro do Colegiado do PPGDIR o interesse em prejudicar qualquer mestrando que seja”. Quem já passou pela instituição sabe que a perseguição e a intenção de prejudicar alunos é tão comum entre professores quanto a doutrinação política nas salas de aula. A defesa afirma que “a necessidade de melhoria da dissertação do ponto de vista qualitativo e quantitativo carecem de fundamentação, primeiro porque o trabalho foi qualificado pelos professores doutores que compõem a banca e segundo que a versão final da dissertação ainda não foi avaliada pelos membros da banca”. QUEM VAI ARCAR COM O PREJUÍZO DE R$ 700 MIL? Ocorre que a UFMA resistiu à apresentação da dissertação da juíza licenciada. De acordo com as regras da magistratura brasileira, o privilégio de receber integralmente o salário a juízes que se afastam para “aperfeiçoarem-se profissionalmente” é legal e normalíssimo. Contudo, caso não conclua o curso no prazo requisitado, o juiz é obrigado a ressarcir os cofres públicos pelos salários. Aí reside o desespero da juíza licenciada: a UFMA estava recusando-se a avaliar a dissertação. Fernanda Franklin entrou com recurso exigindo a avaliação que deve acontecer ainda em abril. O advogado da juíza licenciada, César Pires Filho, disse à reportagem da CNN que o Mandado de Segurança para apresentar o trabalho foi impetrado “em face de ato ilegal praticado pelo presidente do colegiado e coordenador do Programa de Mestrado em Direito e Instituições do Sistema de Justiça (PPGDIR) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Paulo Roberto Barbosa Ramos”. E prosseguiu: “O mandado de segurança foi impetrado e motivado pelas violações da Coordenadoria e do Colegiado do Mestrado ao direito líquido e certo da magistrada em realizar a defesa pública final da dissertação no dia 02/03/2023, nos moldes da Portaria nº.27/2023, que já havia sido homologada pela instituição, culminando com a perseguição à discente com imposição de critérios inexistentes no Regimento Interno do PPGDIR e no Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação e consequente suspensão da Portaria mencionada”. Após dois anos de licença, a juíza volto às suas atividades em sua comarca e não pretende, segundo seu advogado, prorrogar a licença. Uma juíza que recebe salários astronômicos para estudar por dois anos contra um professor acusado de tratar o cargo como um bem pessoal. Privilégio financeiro do Judiciário versus privilégio estrutural do Ensino Público Superior: espero que os dois percam.
TCU revela que Dilma ainda não devolveu presentes que recebeu

A ex-presidente Dilma Rousseff ainda não entregou todos os itens que recebeu quando era a titular da Presidência da República. De acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU), os itens não devolvidos somam o valor de R$4,8 mil. As informações são do canal CNN. A petista teve o paradeiro de 144 itens questionado pela Justiça, que cobrou a devolução dos objetos. A administração da Presidência da República chegou a informar que quase todos os itens foram encontrados, menos seis. Somados, os valores dos objetos que não foram encontrados somam R$4.873. Em 2020, os ministros do TCU consideraram o valor baixo e decidiram por não cobrar da ex-presidente. Veja abaixo a lista dos itens que ainda não foram devolvidos: