Governo Lula anuncia salário-mínimo para 2024 sem aumento real

Lula

O governo brasileiro anunciou recentemente sua proposta de salário-mínimo para 2024, que não prevê aumento real em relação ao valor atual. A proposta, que agora precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional, prevê um valor de R$ 1.389 por mês, o que representa apenas a correção da inflação do período. Durante as eleições de 2022, Lula afirmou que seu programa de governo incluiria a valorização do salário-mínimo para que ele atinja 50% do salário médio nacional. Ele também defendeu a criação de um fundo de estabilização salarial para garantir a estabilidade dos salários a longo prazo. Além disso, Lula propôs a criação de um programa de renda básica universal para garantir um salário mínimo para todos. A proposta tem sido criticada por sindicatos, movimentos sociais e partidos de oposição, que argumentam que o salário-mínimo já está defasado em relação ao custo de vida e às necessidades básicas da população. Segundo dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o salário mínimo ideal para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 5.518,00 em julho deste ano. A proposta também reacendeu o debate sobre a necessidade de uma reforma tributária que permita uma distribuição mais justa da carga tributária e uma maior capacidade de investimento público. Muitos defendem que é necessário mudar o modelo atual, que sobrecarrega os mais pobres e beneficia os mais ricos, para garantir uma política econômica mais inclusiva e sustentável. Em resumo, a proposta de salário-mínimo sem aumento real para 2024 tem gerado polêmica e reacendido debates importantes sobre a distribuição de renda, a política econômica e a necessidade de reformas estruturais no Brasil. Resta aguardar as discussões e os desdobramentos na esfera política e econômica para saber qual será o desfecho dessa questão.

PT barrou nomeação de esposa de Duarte Jr para ministério de Dino

SENACON

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), sofreu uma derrota na indicação da presidência da Secretaria Nacional do Consumidor (SENACON). A intenção do ex-governador era indicar para a esposa do deputado federal Duarte Jr (PSB), a advogada Karen Barros. A indicação foi vetada pelo PT e Dino teve que engolir a condução de Wadih Damous para o cargo. Ocorre que a SENACON é u órgão do Ministério da Justiça e Segurança Pública comandado por Dino. O maranhense acreditava no começo da gestão que teria o poder absoluto sobre a pasta. Daí a razão da indicação de Karen Barros para o cargo. Ainda em dezembro, antes da posse, aliados de Dino e Duarte Jr davam a nomeação como certa. Contudo, a indicação foi barrada pelo PT. O indeferimento da nomeação da esposa de Duarte Jr foi uma de emparedar Flávio Dino ainda no começo da gestão. As nomeações no início do mandato deram a entender que o ex-governador do maranhão pretendia fazer do ministério uma filial tardia de sua gestão no estado, o que desagradou vários petistas. Antes da indicação da mulher de Duarte Jr, Dino já havia conduzido outros ex-membros do seu governo para a esfera federal. Considerado um político problemático por conta das declarações bisonhas, Wadih Damous é respeitado no PT que não queria locá-lo em lugar de destaque na Esplanada dos Ministérios, mas que não chamasse muito a atenção. Daí a ida para a SENACON. Wadih já chegou a defender o fechamento do STF e militou contra o uso de crucifixos em órgãos públicos. O descarte de Karen Barros, além de evidenciar os limites da influência de Dino no governo, também revela o desprestígio do deputado federal Duarte Jr no governo Lula.

PSDB irá tentar enganar eleitor e dividir oposição novamente em 2026

Eduardo leite

O presidente nacional do PSDB e governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, aparenta ter esperança de que o partido volte a enganar o eleitorado posicionando-se como oposição ao PT. Além disso, Leite ainda acredita que vai poder ludibriar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o de Minas Gerais, Romeu Zema (NOVO). As intenções do governador foram deixadas claras durante participação no 38º Fórum da Liberdade, na noite desta quinta (13 de abril), Eduardo Leite confidenciou que espera que Tarcísio traia Jair Bolsonaro nas próximas eleições. Eduardo afirmou que “2026 não é um projeto pessoal, eu vou estar do lado do caminho que apontar para fora do PT e para fora do Bolsonaro”, disse.   As declarações do tucano no 38º Fórum da Liberdade, na noite desta quinta-feira (13). O governador reiterou diversas vezes que acredita em uma racha na oposição para a construção da famigerada “3ª Vi”. “Da minha parte não haverá divisão, quero estar junto com Zema, quero estar junto com Tarcísio”, disse em referência aos governadores de Minas Gerais e São Paulo, respectivamente. Assessório da esquerda nacional por décadas, o PSDB pavimentou o caminho para o aparelhamento do estado pela militância comunista. Para manter-se eleitoralmente viável, passou um longo período enganando o eleitorado que se recusava a votar no PT e apresentando-se como alternativa. A manobra é conhecida como “teatro das tesouras”, quando duas forças aparentam entrar em choque, quando na verdade fazem parte do mesmo mecanismo. Após as eleições de 2014, o partido foi desmascarado e entrou em um processo de decadência inédita na política nacional. O último candidato do partido disputou a eleição em 2018. Mesmo com a maior coligação e com mais recursos, Alckmin terminou em 4º com menos de 5% e encerrou o que, para muitos, foi a morte do PSDB. Nas eleições de 2022 o partido fez questão de apoiar Lula, que teve Alckmin como seu vice, contra Jair Bolsonaro. A opção por Lula, que era mostrado como principal adversário dos tucanos, contra Bolsonaro, garantiu a destruição das últimas dúvidas sobre o jogo de cena entre PT e PSDB.  Passadas as eleições e com a vitória de Lula, as declarações de Leite deixam claro que os tucanos tentar mostrar-se como oposição para o eleitorado mais uma vez. E, pior que isso, planejam confundir Romeu Zema e Tarcísio de Freitas com a ideia mixuruca de “3ª via”. Quem ainda consegue ser enganado pelo PSDB?

Enquanto Dino delira com nazistas, Tarcísio enfrenta traficantes de drogas

Minha Imag Princ BRANCA

Na mesma semana em que o ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), mostrou sua prioridade em combater grupos nazistas e controlar a internet, o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos), comunicou uma ação que deve causar muito prejuízo ao crime organizado e tráfico de drogas em São Paulo. As duas ações mostram visões antagônicas sobre a segurança pública no país. O PROBLEMA REAL Não é fantasia que o crime organizado e o tráfico de drogas vitimam dezenas de milhares de pessoas por ano no país. Facções criminosas promovem assassinatos, torturas, estupros, assaltos a banco e ataques diretos contra a sociedade. Em março, o crime organizado coordenou 300 ataques em apenas oito dias no Rio Grande do Norte. Mais de 50 cidades no estado foram alvo. Dados da Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte mostram que, pelo menos, 2 mil pessoas são mortas pelo tráfico todos os anos. A FANTASIA Apesar de ser o ministro da Justiça durante uma das crises promovidas pelo crime organizado da história recente do país, Flávio Dino decidiu enfrentar outros inimigos: proprietários de armas legalizadas, grupos neonazistas e as redes sociais. Uma das primeiras medidas de Dino foi o recadastramento de todas as armas legalizadas do país. Apesar da preocupação do ministro, não há razão para se acreditar que a posse de armas legalizadas tenha tido algum tipo de incidência sobre o aumento da criminalidade no país. Aliás, o número de homicídios sofreu uma queda entre 2019 e 2022, segundo dados do Mapa da Violência. Fato que torna infundado o alarde de Dino em relação aos proprietários de armas do país. Na semana passada, o ministro acionou a Polícia Federal para investigar grupos nazistas. Mesmo com o alarde feito pelo ministro, não há registros de crimes que justifiquem a criação de uma grande operação da Polícia Federal. Em sua última investida contra inimigos fantasiosos, Flávio Dino anunciou que pode banir do Brasil redes sociais que não cumprirem determinações de exclusão de conteúdo. AÇÃO REAL Enquanto Dino luta contra seus espantalhos, Tarcísio de Freitas deve criar uma espécie de “portal da transparência” para tentar fazer um cerco ao tráfico de drogas na maior cidade do país. A ferramenta irá disponibilizar dados sobre a famigerada Cracolândia, o maior ponto de venda de drogas à céu aberto do Brasil. A ação de Tarcísio é inédita e coloca a transparência de informação, pela primeira vez na história do país, à serviço do combate ao crime. De posse dos números, a sociedade terá acesso, pela primeira vez, a informações que podem ser utilizadas para identificar e exigir providências das autoridades. O site deve tornar público dados em relação a prisões, tipos de crimes cometidos nas redondezas do lugar. A iniciativa pretende detalhar a rua em que um crime ocorreu e o método empregado. Além disso, o portal deve mostrar quantas pessoas foram detidas diariamente e quantas foram soltas após passarem por audiência de custódia. Há a possibilidade de que o site ainda revele estatísticas sociais sobre os viciados que frequentam a Cracolância, como procedência, antecedentes, idade e gênero. O portal é parte de um pacote de ações promovido pelo atual governo paulista. Na terça (11 de abril), o governador inaugurou um HUB de Cuidados em Crack e Outras Drogas. A unidade funciona como um centro de triagem para dependentes químicos da cracolândia.

O que é uma mulher?

Pablo Vittar

“O que é uma mulher?” Essa pergunta se tornou a criptonita dos políticos descolados do Ocidente nos últimos anos. Repita essas cinco palavras e veja qualquer um deles tremer e se contorcer diante dos seus olhos, enquanto tenta desesperadamente não dar uma resposta clara e exata.   Chris Hipkins, o novo primeiro-ministro neozelandês, é o mais recente político a cair nessa armadilha. Em uma coletiva de imprensa, o jornalista Sean Plunket repetiu uma afirmação recente feita por Keir Starmer, líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, de que 99,9% das mulheres não têm pênis. “Como este governo define uma mulher?”, ele perguntou a Hipkins.  A pergunta impressionantemente simples deixou o primeiro-ministro sem palavras. “Eu… para ser sincero… Essa pergunta me pegou um pouco de surpresa”, respondeu ele. Depois de uma longa pausa, Hipkins deu a seguinte definição: “A biologia, o sexo, o gênero… As pessoas definem a si mesmas. As pessoas definem o próprio gênero”.   Quando insistiram na pergunta, ele deu a reveladora desculpa de que não estava esperando essa pergunta e, por isso, não tinha tido a oportunidade de “pré-formular” uma resposta.  O que está acontecendo? Por que um político dessa estatura não consegue responder uma pergunta de biologia de nível escolar?   Existem duas explicações possíveis. O mais provável é que Hipkins saiba exatamente o que é uma mulher, mas esteja assustado demais para dizer. Ele com certeza sabe que definir uma mulher como “indivíduo do sexo feminino”, a definição correta, é atrair acusações de transfobia. Isso pode levá-lo a ser incansavelmente caçado por extremistas da pauta trans e seus facilitadores na mídia.   Essas mulheres foram constrangidas, silenciadas e atacadas, por estarem dispostas a afirmar o que o novo primeiro-ministro da Nova Zelândia se recusou a dizer. Ou talvez Hipkins de fato acredite no culto de gênero. É possível que o primeiro-ministro da Nova Zelândia acredite genuinamente que o sexo biológico é uma irrelevância antiquada. Lógico, o que significaria que os direitos das mulheres baseados no sexo também são uma irrelevância.   A pergunta “o que é uma mulher” é especialmente pertinente na Nova Zelândia. Poucas semanas atrás, a militante pelos direitos das mulheres Kellie-Jay Keen (também conhecida como Posie Parker) foi agredida em um ato “Let Women Speak”, em Auckland. Ela foi atacada com sopa de tomate. E afirmou ter temido por sua vida, ao ser abordada por uma multidão de ativistas da pauta trans. Nessa mesma manifestação, uma idosa foi agredida. Essas mulheres foram constrangidas, silenciadas e atacadas, por estarem dispostas a afirmar o que o novo primeiro-ministro da Nova Zelândia se recusou a dizer: que as mulheres existem, e que seus direitos importam. Então, Hipkins é um covarde ou é membro do clube da ideologia de gênero? Seja como for, seus comentários ridículos não caem bem para os direitos das mulheres da Nova Zelândia.  Fraser Myers é editor assistente da Spiked e apresentador do podcast da Spiked.Ele está no Twitter: @FraserMyers

Márcio Jerry é acusado de assédio na Câmara Federal

O deputado maranhense Márcio Jerry (PCdoB), está sendo acusado de assediar a também deputada Júlia Zanatta (PL-SC), na sessão de ontem da Comissão de Segurança da Câmara Federal. Jerry nega as acusações e afirma que o fato está sendo interpretado de forma incorreta para atingi-lo. Segundo informações veiculadas pelo deputado André Fernandes (PL-CE), Márcio Jerry “chegou por trás” da catarinense “e deu um cheiro no pescoço da parlamentar. “O deputado esquerdista Márcio Jerry, do PCdoB do Maranhão, aliado de Flávio Dino, chegou por trás da deputada Júlia Zanatta (PL/SC) e deu um cheiro no pescoço dela. As câmeras capturaram tudo. O assediador tem que ser responsabilizado urgente!” escreveu ele publicando as imagens. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Júlia Zanatta (@juliazanattasc) Por meio das redes sociais também, a deputada Júlia Zanatta se manifestou sobre o caso. Ela afirmou nunca ter dado liberdade e que nem sabia o nome de Márcio Jerry até o ocorrido. “Nunca dei liberdade para esse deputado e nem sabia qual era o nome dele, mas ele se sentiu livre para chegar por trás de mim. A sorte é que alguém pegou a cena absurda! Deputado do Partido Comunista do Brasil do estado do Maranhão, Márcio Jerry. Se fosse uma deputada de esquerda e um deputado de direita: já sabem né?” declarou. O parlamentar maranhense caracterizou a acusação como infame e disse que havia saído em defesa de outra deputada. “A senhora estava gritando com a deputada Lídice da Mata e eu apenas disse à senhora : “por favor, respeite a deputada que tem uma história na política brasileira e aqui no Congresso Nacional”, disse Jerry. 

Dino quer ligar eleitores de Bolsonaro a ataques em escolas e grupos nazistas

Ministro Flavio Dino

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), desencadeou uma campanha pública de associação dos ataques a escolas e grupos nazistas a eleitores e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Declarações públicas foram dadas nesta segunda (10 de abril), após a cerimônia em alusão aos 100 dias de governo do presidente Lula. “Estamos agora às voltas com essas ameaças relativas a escolas. Nós temos uma ligação entre uma coisa e outra. O ethos, o paradigma de organização do mundo que golpistas políticos e agressores de crianças, assassinos de crianças têm é o mesmo. É a mesma matriz de pensamento, a matriz da violência”, disse Flávio Dino. Apesar do uso de vocabulário incomum, o ministro Flávio Dino foi direito em afirmar que apoiadores e eleitores do presidente Jair Bolsonaro trazem em si a natureza do extremismo e da violência vista em escolas. No dia 6 de abril, o ministro já havia usado sua conta no Twitter para afirmar que agrupamentos nazistas e neonazistas é ampliado pela desregulação da liberdade e incentivo à posse de armas (ambas bandeiras do bolsonarismo). Ainda na segunda, Flávio Dino expos a intenção de responsabilizar o que ele chamou de pessoas que engendraram o “planejamento golpista” pelos ataques contra escolas. “A questão hoje remanescente é a responsabilização das pessoas que engendraram esse planejamento golpista durante meses e os ecos, as reverberações da violência que permanecem. Por exemplo, estamos agora às voltas com essas ameaças relativas a escolas. Nós temos uma ligação entre uma coisa e outra.” E prosseguiu: “Então, nós temos uma luta cotidiana, porque nesse aspecto o nível de destruição foi muito grande. E a resposta que nos cabe é a resposta da responsabilização. É dar punição para essas pessoas que violam a lei e, claro, dar prevenção, como nós estamos fazendo cotidianamente”.

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