Ferryboats notificados sobre trânsito livre de ambulâncias

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MARANHÃO, 15 de junho de 2026 — As empresas concessionárias responsáveis pela operação do sistema de ferryboats foram notificadas para cumprir integralmente as determinações da Portaria nº 83, publicada em 14 de maio. A medida tem como objetivo garantir que ambulâncias e demais veículos de emergência médica tenham prioridade e circulação sem obstáculos durante as travessias. Além da notificação, o governo anunciou o reforço das ações de fiscalização nos terminais para verificar o cumprimento das normas e evitar situações que possam comprometer o transporte de pacientes. A Portaria nº 83 estabelece prioridade absoluta para ambulâncias nos procedimentos de embarque e desembarque, independentemente do horário ou do fluxo de passageiros e veículos nos terminais. A norma também determina a isenção total de tarifas para os veículos utilizados no transporte de pacientes e proíbe a adoção de medidas burocráticas ou operacionais que possam causar atrasos durante as viagens. Segundo comunicado oficial, a garantia de acesso rápido aos serviços de saúde deve ser tratada como prioridade em razão da necessidade de atendimento imediato em situações de urgência. O descumprimento das determinações poderá resultar na aplicação de sanções e penalidades às empresas responsáveis pela operação do serviço, conforme prevê a regulamentação vigente.

Estatais gastaram mais de R$ 1 bilhão com patrocínios em 2025

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BRASÍLIA, 15 de junho de 2026 — As principais estatais federais assinaram R$ 1,6 bilhão em novos contratos de patrocínio em 2025. O valor representa um crescimento de 50% em relação a 2024, já corrigido pela inflação. O levantamento foi feito pelo jornal Folha de S.Paulo com base nos portais de transparência das empresas. A Caixa Econômica Federal liderou a expansão. O banco acrescentou R$ 277 milhões em novos contratos. Já o BNDES teve o maior avanço proporcional: multiplicou por 15 os patrocínios firmados no ano anterior. Os dados consideram apenas contratos novos, não os valores já pagos. Parte dos acordos prevê parcelas ao longo de vários anos. Entre as maiores estatais, a Caixa contratou R$ 650 milhões. Em seguida vem a Petrobras, com R$ 525 milhões. Depois aparecem Banco do Brasil (R$ 289 milhões) e BNDES (R$ 99 milhões). Os maiores contratos foram para o esporte. A Caixa assinou R$ 160 milhões com o Comitê Paralímpico Brasileiro, R$ 90 milhões com o atletismo e R$ 80 milhões com a ginástica. O BNDES fechou R$ 60 milhões com o judô. O contrato paralímpico de R$ 160 milhões foi anunciado em São Paulo com a presença do presidente Lula. Os recursos cobrem o ciclo de preparação para os Jogos Paralímpicos de 2025 a 2028. Além do esporte, as estatais mantiveram aportes em eventos culturais, como festas de São João apoiadas pela Caixa. O governo Lula afirmou que as decisões são das próprias empresas. O Planalto disse que a Secom tem papel institucional e normativo, sem ingerência. A Caixa explicou que a alta veio de contratos plurianuais. Os valores são registrados inteiros na assinatura, mas o pagamento é parcelado. O banco afirmou que os patrocínios seguem planejamento e limites orçamentários. O BNDES informou que retomou os patrocínios em 2023 após pausa de 2020 a 2022. O banco quis recuperar seu protagonismo no desenvolvimento econômico e social. Os números de 2025, segundo a instituição, voltaram aos patamares de antes da paralisação. A Petrobras disse que os patrocínios fazem parte de uma estratégia de fortalecimento da marca. Desde 2023, a empresa redimensionou sua carteira de projetos. O Banco do Brasil sustentou que a expansão reflete a continuidade da estratégia de marca. A instituição afirmou que as decisões seguem critérios técnicos e mercadológicos para gerar valor.

Câmara promove audiência sobre Lei de Zoneamento em São Luís

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SÃO LUÍS, 15 de junho de 2026 — A Câmara Municipal de São Luís realiza nesta segunda (15), às 17h, uma audiência pública para discutir o Projeto de Lei nº 0077/2026, que trata do Zoneamento, Uso e Ocupação do Solo da capital maranhense. A proposta, considerada uma das principais ferramentas de planejamento urbano do município, já foi aprovada em primeira discussão pelos vereadores no último dia 3 de junho. A audiência tem como objetivo ampliar o debate com a sociedade e garantir maior transparência na construção das políticas urbanas. O projeto estabelece diretrizes para a organização do território municipal e influencia diretamente o desenvolvimento da cidade nos próximos anos. A proposta aborda regras que orientam a ocupação dos espaços urbanos e impactam áreas estratégicas para o crescimento de São Luís. Entre os temas relacionados ao projeto estão a mobilidade urbana, a habitação e o desenvolvimento sustentável e ordenado da capital. O texto também está alinhado às diretrizes previstas no Estatuto da Cidade e na Constituição Federal, que definem princípios para o ordenamento territorial e o planejamento urbano dos municípios brasileiros. O encontro será aberto à participação da população, especialistas, representantes de entidades e integrantes do poder público. Durante a audiência, os participantes poderão apresentar sugestões, observações e questionamentos sobre o projeto antes da apreciação definitiva em plenário. A audiência pública será realizada na Unidade de Educação Básica (UEB) Major Augusto Mochel, localizada no bairro Maracanã, em São Luís.

Vorcaro citou Moraes do STF em delação rejeitada pela PF

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BRASÍLIA, 15 de junho de 2026 — O fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, propôs à Polícia Federal um acordo de delação premiada mencionando o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A proposta incluía contratos milionários com o escritório de advocacia de Viviane Barci, mulher do magistrado. Um desses contratos valia R$ 129 milhões. Vorcaro admitiu que o objetivo era se aproximar do ministro. Além disso, outra proposta de contrato de R$ 50 milhões também foi citada. O banqueiro disse que nenhuma vantagem foi pedida ou dada em troca. A Polícia Federal, no entanto, entendeu que os dados entregues não atendiam às regras da lei para fechar um acordo de delação premiada. A proposta foi recusada e não seguiu para a etapa de homologação.

Yglésio defende recomposição urgente da direita no Maranhão

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MARANHÃO, 15 de junho de 2026 — Pré-candidato a deputado federal pelo PRD, Dr. Yglésio afirma que a saída de Lahesio Bonfim confirma o esvaziamento de uma candidatura que vinha em declínio e defende articulação para garantir palanque competitivo a Flávio Bolsonaro no estado. A saída de Lahesio Bonfim da disputa pelo Governo do Maranhão reacendeu o debate sobre os rumos da direita no estado. Para o médico, advogado, deputado estadual e pré-candidato a deputado federal pelo PRD, Dr. Yglésio, a decisão não chega a surpreender, porque a pré-candidatura de Lahesio já vinha apresentando sinais claros de desgaste. Segundo Dr. Yglésio, o declínio de Lahesio era resultado direto da falta de posicionamento político firme, da ausência de uma estratégia clara para o campo conservador e da dificuldade de dialogar com os diferentes grupos da direita maranhense. “A saída de Lahesio não criou a confusão. Ela apenas confirmou um processo de esvaziamento que já vinha acontecendo. A candidatura dele vinha em declínio constante, principalmente pela falta de posicionamento. A direita precisa de liderança, clareza, coragem e capacidade de articulação”, afirmou Dr. Yglésio. Para o pré-candidato, a decisão de Lahesio abre uma lacuna importante no campo conservador, especialmente no debate sobre a construção de uma candidatura majoritária capaz de representar a direita e oferecer um palanque forte para Flávio Bolsonaro no Maranhão. “Agora há uma lacuna evidente. E essa lacuna precisa ser recomposta com urgência. O eleitor conservador do Maranhão não pode ficar sem rumo, sem projeto e sem palanque. É preciso construir uma alternativa que una o campo, dialogue com os municípios e represente de verdade a direita no estado”, declarou. Dr. Yglésio também revelou que houve diálogo com o ex-senador Roberto Rocha, que avalia a possibilidade de entrar na disputa pelo Governo do Estado diante do novo cenário. “Conversamos hoje com o ex-senador Roberto Rocha, que está avaliando com responsabilidade essa possibilidade. O momento exige grandeza, diálogo e senso de missão. A prioridade deve ser aglutinar o campo conservador e garantir uma candidatura com densidade política para defender nossas bandeiras e dar sustentação a Flávio Bolsonaro no Maranhão”, destacou. O deputado avaliou que a direita maranhense precisa evitar a fragmentação e construir uma frente com coerência programática, foco em segurança pública, liberdade econômica, defesa da família, combate à pobreza e enfrentamento ao crime organizado. “Não basta lançar um nome por lançar. O Maranhão precisa de alguém com capacidade de enfrentar o sistema, mas também com preparo para governar, montar equipe, dialogar com lideranças e apresentar soluções reais para os problemas do povo”, completou. Enquanto acompanha as articulações majoritárias, Dr. Yglésio afirmou que sua pré-campanha a deputado federal segue em ritmo acelerado em todo o estado. Filiado ao PRD, ele é apontado como um dos nomes mais competitivos da legenda para a eleição proporcional de 2026. “Nossa pré-campanha segue em ritmo acelerado. Estamos percorrendo o Maranhão, conversando com lideranças, fortalecendo nossa base e ampliando o diálogo com o eleitor de direita, conservador e independente. Dentro do PRD, sou hoje um dos favoritos para a disputa de deputado federal, e vamos trabalhar com muita intensidade para construir uma candidatura forte, limpa e competitiva”, disse. Dr. Yglésio ressaltou que sua atuação política seguirá voltada à defesa de pautas conservadoras, ao fortalecimento da direita e à construção de um projeto que represente o eleitor que se sente abandonado pela política tradicional. Para o pré-candidato, a direita maranhense segue viva, forte e exigente, mas precisa de lideranças com firmeza, posicionamento e coragem para ocupar o espaço deixado pela indefinição no campo majoritário.

Justiça suspende despejo de famílias do Cajueiro em São Luís

JUSTIÇA CAJUEIRO

SÃO LUÍS, 13 de junho de 2026 — A Justiça suspendeu o despejo de dezenas de famílias da comunidade Cajueiro, na Vila Maranhão, em São Luís. A decisão liminar foi concedida pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) após ação da Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE/MA), que apontou falhas no processo que determinou a reintegração de posse da área. Segundo a Defensoria, a ação judicial tramita desde 2013. Inicialmente, a Vara Agrária de São Luís reconheceu o direito dos moradores de permanecer no local. No entanto, após recurso de uma empresa privada, a Quinta Câmara de Direito Privado do TJMA reformou a decisão e autorizou o despejo da comunidade. A DPE/MA argumenta que houve nulidade processual porque não foi intimada pessoalmente da decisão. Além disso, a comunicação do acórdão teria ocorrido apenas em nome da advogada de uma das rés, deixando outras famílias sem representação técnica adequada. Por isso, o defensor público José Augusto Gabina de Oliveira ingressou com uma Ação Rescisória. Ao analisar o pedido, o desembargador Raimundo José Barros de Sousa considerou o risco de danos sociais irreversíveis. A decisão determinou a suspensão imediata da reintegração de posse, a paralisação dos atos de execução e o cancelamento das medidas preparatórias para a desocupação. Com a liminar, as famílias poderão permanecer na área até o julgamento da ação. A Defensoria afirma que a comunidade vive no local há décadas e depende da área para moradia e subsistência.

Estados Unidos aprovam venda de 100 mísseis ao Brasil

mísseis EUA

BRASIL, 13 de junho de 2026 — O Departamento de Estado dos Estados Unidos aprovou a venda de 100 mísseis ao Brasil. O anúncio foi feito na quinta (11). O modelo é o Stinger FIM-92K. O negócio custa US$ 330 milhões. Esse valor equivale a R$ 1,6 bilhão. O governo brasileiro pediu a compra. Além dos mísseis, o pacote inclui outros equipamentos de defesa. O governo dos EUA diz que a venda ajuda o Brasil a proteger seu território. Também auxilia no combate ao narcoterrorismo dentro do país e na região. “Esta aquisição apoia os esforços de modernização da Defesa do Brasil, visando a fazer mais pela sua própria defesa ao proteger o espaço aéreo sul-americano de operações de tráfico ilícito”, informou o governo norte-americano.

Flávio Dino assume vaga de ministro substituto no TSE

Dino TSE

BRASÍLIA, 13 de junho de 2026 — O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, tomou posse como ministro substituto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na quinta (11) em Brasília. A cerimônia ocorreu antes do início da sessão plenária da Corte e não foi transmitida pelos canais oficiais da Justiça Eleitoral. A posse acontece dois dias após o ministro Dias Toffoli assumir como membro efetivo do TSE. Durante a cerimônia realizada na terça, Toffoli afirmou que atuará para garantir a soberania do voto e o respeito ao processo eleitoral brasileiro. O Tribunal Superior Eleitoral é composto por sete ministros titulares. Atualmente, três deles são oriundos do STF: Dias Toffoli, André Mendonça e Kassio Nunes Marques. Além disso, a Corte conta com dois ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Antonio Carlos Ferreira e Ricardo Villas Bôas Cueva. O tribunal também possui dois representantes da advocacia entre seus membros titulares: Floriano Peixoto de Azevedo e Estela Aranha. Já entre os ministros substitutos indicados pelo STF estão Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, que passam a integrar a estrutura responsável pelo julgamento de questões eleitorais em todo o país.

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