Juíza manda prender ex-vereador Ribeiro Neto por dívida de pensão

Ribeiro Neto

MARANHÃO, 1º de setembro de 2026 — A 2ª Vara de Família de São Luís decretou nesta terça (1º) a prisão civil de Ribeiro Neto, suplente de deputado federal e ex-vereador. A medida foi tomada por dívida de pensão alimentícia. O débito atualizado é de R$ 21.311,69, e o mandado prevê 60 dias de prisão após o cumprimento. A juíza Lícia Cristina Ferraz Ribeiro de Oliveira mandou prender e recolher Ribeiro Neto a uma unidade prisional. Segundo a decisão, ele só poderá ser solto com o pagamento efetivo da dívida, somado às parcelas que vencerem durante o processo. Além disso, cumprir a prisão não elimina a obrigação de pagar. O valor informado no mandado já considera um pagamento parcial de R$ 3.242. A magistrada também determinou o protesto da decisão judicial e o envio de cópias do processo ao Ministério Público do Maranhão. O órgão deverá verificar eventual prática do crime previsto no artigo 244 do Código Penal.

Esposa de Moraes tinha 2º contrato com empresa de Vorcaro

Moraes Master

BRASÍLIA, 1º de setembro de 2026 — Além do contrato já conhecido de aproximadamente R$ 131 milhões com o Banco Master, o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), firmou um segundo contrato de R$ 50 milhões com uma outra empresa de Daniel Vorcaro, segundo relatório da Polícia Federal. O segundo contrato é “datado de 12/05/2025 e foi firmado entre o escritório BARCI DE MORAES e a empresa VIKING PARTICIPAÇÕES LTDA”, que tem Vorcaro como sócio. O arquivo com o contrato sigiloso foi localizado em trocas de mensagens entre Vorcaro e o advogado Leonardo Palhares, que trabalhava para o então banqueiro. Os diálogos estão em um relatório enviado pela Polícia Federal (PF) ao Supremo Tribunal Federal (STF), que teve o sigilo retirado pelo ministro André Mendonça. O material também foi enviado para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). O documento, segundo o arquivo localizado pela PF, era para “prestação de serviços e de honorários advocatícios”, incluindo consultoria nas áreas administrativa, tributária e trabalhistas, atuação em inquéritos civis e criminais do Ministério Público e “consultoria estratégica e atuação jurídica em processos judiciais em todas as instâncias do Poder Judiciário”. O pagamento de até R$ 50 milhões líquidos (descontados os impostos) deveria ser realizado em 36 meses por meio de transferência bancária da Viking para o escritório de advocacia ou “mediante dação em pagamento – de bens imóveis, móveis ou serviços”. Ou seja, era possível que o escritório de Viviane recebesse bens como pagamento. Continue lendo…

Vorcaro perguntou a Moraes se deveria fugir 2 dias antes da prisão

Moraes Vorcaro

BRASÍLIA, 1º de setembro de 2026 — O banqueiro Daniel Vorcaro perguntou ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes se deveria deixar o Brasil 2 dias antes de ser preso pela PF (Polícia Federal), em novembro de 2025. A conversa foi revelada pelos jornalistas Felipe de Paula, Fausto Macedo e Aguirre Talento, do jornal O Estado de S. Paulo, nesta terça (1º). As mensagens constam de investigação da PF sobre o Banco Master. Em 15 de novembro de 2025, Vorcaro perguntou a Moraes: “Acha que segunda já tenho que estar fora?”. Segundo o jornal, a mensagem fazia referência à possibilidade de deixar o país diante do avanço da Operação Compliance Zero. Dois dias depois, em 17 de novembro, o fundador do Banco Master foi preso pela PF no Aeroporto Internacional de São Paulo, quando se preparava para embarcar em um jato particular. O destino inicial era Malta e, posteriormente, Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Na ocasião, investigadores afirmaram que havia suspeita de tentativa de fuga. Segundo o Estadão, mensagens extraídas do celular de Vorcaro indicam que o banqueiro e Moraes conversaram sobre o avanço das investigações e possíveis medidas contra o fundador do Master nos dias que antecederam a operação. O jornal afirma, com base na avaliação de investigadores, que os diálogos sugerem que Moraes teria compartilhado informações sensíveis sobre a investigação, incluindo possíveis datas e horários de diligências da PF. As mensagens recuperadas, no entanto, não permitem conhecer todas as respostas do ministro. Não é possível saber, porém, o teor das respostas de Moraes a Vorcaro em parte das conversas. Na véspera da prisão, em 16 de novembro, Vorcaro perguntou: “Você acha que existe alguma chance disso acontecer amanhã de manhã?”. Naquele momento, a ordem de prisão preventiva ainda não havia sido assinada pelo juiz Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal. A decisão foi assinada às 15h29 de 17 de novembro, horas antes da prisão de Vorcaro. O conteúdo veio a público depois que o ministro André Mendonça, relator do caso no STF, derrubou nesta 3ª feira (1º.set.2026) o sigilo da ação que reúne as mensagens trocadas entre Vorcaro e Moraes. PEDIDOS A MORAES As conversas divulgadas mostram que Vorcaro fez sucessivas perguntas a Moraes sobre possíveis medidas relacionadas à investigação. Em 15 de novembro, depois de receber uma mensagem do ministro cujo conteúdo não foi recuperado, o banqueiro respondeu: “Que loucura, bem na semana que estou resolvendo tudo”. Vorcaro estava naquele período negociando a venda do Banco Master para um consórcio formado pela Fictor Holding Financeira e investidores dos Emirados Árabes Unidos. A operação não avançou depois da prisão do banqueiro e da liquidação do Master pelo Banco Central em 18 de novembro. Na mesma conversa, Vorcaro perguntou: “Aquele mesmo juiz Ricardo? E o (Gabriel) Galípolo (presidente do Banco Central) tá sabendo? Conseguimos fazer algo?”. Já no dia da prisão, às 17h26, perguntou a Moraes se havia “alguma novidade” e acrescentou: “Conseguiu ter notícia ou bloquear?”.

Lula libera corte de até R$ 16 bilhões em saúde e educação

Lula tesoura

BRASÍLIA, 1º de setembro de 2026 — O presidente Lula sancionou a lei complementar 235 na quinta (27). A medida permite cortar até R$ 16,6 bilhões da saúde e educação em 2027. O Congresso aprovou o texto em apenas um dia, em 12 de agosto. O governo quer equilibrar as contas públicas. Isso acontece depois do aumento recorde da dívida federal em 2026. Por isso, o corte abre espaço no Orçamento do ano que vem. Desse total, R$ 7,7 bilhões saem do orçamento das duas áreas. Desse valor, R$ 4,7 bilhões vêm do piso constitucional da saúde. Além disso, R$ 3 bilhões de verba extra foram antecipados de 2027 para 2026. O projeto foi proposto pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS). Ele queria amenizar efeitos do conflito entre EUA e Irã, como reduzir impostos sobre combustíveis. Mas a deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO) incluiu o dispositivo que afeta saúde e educação. Ela negociou com o ministro do Planejamento, Bruno Moretti. O governo diz que a mudança é legal e necessária. A lei não altera o percentual mínimo de 15% da receita para saúde. Porém, ela muda a base de cálculo. Exclui receitas da venda de petróleo enquanto houver déficit. Isso reduz o valor destinado à saúde. Também permite usar recursos extras dentro do piso obrigatório, liberando verba para outras despesas. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirma que o projeto não prejudica as áreas. Ele justificou a exclusão do petróleo pela volatilidade da receita. Ele também explicou que o programa Pé-de-Meia agora integra o piso da educação, mudando o método de contabilização.

TRE-MA barra inclusão de irmão de Rildo Amaral na chapa do PV

Rildo Amaral

MARANHÃO, 1º de setembro de 2026 — O TRE-MA negou o pedido de Flamarion Amaral, irmão de Rildo Amaral, e Jacimar Jovencio para entrar na chapa de deputado estadual da Federação Brasil da Esperança. Os dois são filiados ao PV e queriam ocupar vagas que ainda estavam abertas. A decisão foi tomada pelo juiz Neian Milhomem Cruz, após parecer do Ministério Público Eleitoral. Os dois pediam que a federação, formada por PT, PCdoB e PV, analisasse em até 72 horas a inclusão dos nomes na lista de candidatos. Eles também queriam suspender uma decisão da federação tomada em 4 de agosto e reservar duas vagas na chapa. O juiz, porém, destacou que o PV decidiu em convenção, no dia 1º de agosto, não lançar candidatos a deputado estadual. Segundo a decisão, Flamarion discordou dessa escolha durante a convenção e registrou sua posição em ata. Mesmo assim, o magistrado afirmou que a definição de candidaturas faz parte da autonomia dos partidos. O juiz também disse que a Justiça Eleitoral só deve intervir em disputas internas quando houver ilegalidade clara. Além disso, afirmou que a existência de vagas não garante candidatura automática. Para concorrer, é necessária uma indicação válida do partido.

Moraes editou contrato de R$ 131 milhões da esposa com Vorcaro

moraes VORCARO

BRASÍLIA, 1º de setembro de 2026 — O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes foi responsável por editar a última versão do contrato de R$ 131 milhões em serviços advocatícios firmado entre o escritório da sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, conforme metadados do documento extraído do celular de Vorcaro, de uma investigação obtida pelo Estadão. Procurado, o ministro Alexandre de Moraes não se manifestou. A defesa do banqueiro também não se pronunciou sobre a revelação. O escritório Barci de Moraes confirmou que o ministro Alexandre de Moraes acessou e editou o contrato. Segundo o escritório, o setor de compliance pediu ao ministro informações sobre eventuais impedimentos legais à contratação pelo Banco Master da banca da Viviane Moraes. (leia a íntegra da nota abaixo). O envio do contrato, como mostrou o Estadão em julho, partiu do celular pessoal de Viviane para o banqueiro em 11 de janeiro de 2024, às 17h23. Na ocasião, ela escreveu: “Prezado Daniel, boa tarde. Conforme conversamos, estou enviando minuta de contrato de prestação de serviços para sua análise. Estou à disposição para qualquer esclarecimento. Abraço. Viviane Barci de Moraes”. Quatro dias após a remessa do rascunho por Viviane, o banqueiro devolveu o documento à mulher do ministro pelo WhatsApp, com marcas de revisão, segundo a investigação. “Boa noite! Segue o documento preenchido. Foi incluída apenas a cláusula I.3. Por favor, nos indique se está adequada. Caso estejam de acordo, combinamos a assinatura! Um abraço”, escreveu Vorcaro em 15 de janeiro de 2024, às 21h22. Esses trechos da interlocução entre Viviane e Vorcaro foram extraídos do celular do banqueiro, apreendido em novembro de 2025 na primeira fase da Operação Compliance Zero. A versão do contrato, devolvida por Vorcaro a Viviane, de acordo com os metadados do arquivo, foi aberta e modificada no sistema Office 365 utilizado pelo ministro do STF. O perfil que alterou o documento, segundo os metadados do contrato, é intitulado “Ministro Alexandre de Moraes”. Os dados do arquivo foram examinados a partir das informações armazenadas no próprio contrato. Na aba “Propriedades” de documentos atrelados ao Office 365, sistema da Microsoft utilizado para abrir e editar arquivos, ficam registrados dados técnicos e descritivos, como autor, título e informações sobre datas e horários em que alterações foram realizadas no documento. O armazenamento desses registros no arquivo do contrato permitiu a identificação da edição atribuída ao ministro às 23h04 de 15 de janeiro de 2024, cerca de 1 hora e 40 minutos após a devolução do documento por Vorcaro a Viviane. Na versão analisada, Guilherme de Toledo Benazzi, administrador do escritório Barci de Moraes, aparece como “autor” do documento. O contrato entre Vorcaro e o escritório da mulher do ministro do STF previa o pagamento de pró-labore em 36 parcelas mensais e sucessivas de R$ 3 milhões líquidos cada, totalizando R$ 108 milhões. A 11ª cláusula do acordo deixa expresso que o valor das parcelas é livre de impostos, com valor bruto de R$ 3.646.529,77 por parcela, a serem depositados até o quinto dia útil de cada mês. Em valores brutos, Vorcaro iria desembolsar R$ 131.274.351,72 para honrar o contrato firmado com o Barci de Moraes. Os pagamentos foram interrompidos após a prisão do banqueiro, em 17 de novembro de 2025, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, durante a primeira fase da Operação Compliance Zero. Ele estava na iminência de embarcar para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A declaração de Imposto de Renda do Master, enviada em abril à CPI do Crime Organizado, do Senado, revelou que o escritório de Viviane recebeu da instituição financeira R$ 80.223.653,84 entre 2024 e 2025. À época, o escritório declarou que “não confirma essas informações incorretas e vazadas ilicitamente, lembrando que todos os dados fiscais são sigilosos”. Segundo os documentos obtidos pela CPI, o Master fez 22 pagamentos de R$ 3.646.529,72, entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, quando o Banco Central decretou a liquidação do banco de Vorcaro. ‘Envelope lacrado e confidencial’ Antes da edição e revisão do contrato atribuída a Moraes, as modificações feitas pela equipe jurídica de Daniel Vorcaro foram conduzidas por Leonardo Palhares, advogado do banqueiro e alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, em março deste ano, sob suspeita de pagar propina aos diretores do Banco Central Paulo Sérgio Neves de Souza e Belinne Santana – ambos negam ilícitos. Em 17 de janeiro de 2024, Viviane de Moraes retornou ao banqueiro a versão final do contrato, mantendo o prazo acordado de 36 parcelas mensais e sucessivas, no valor fixo de R$ 3 milhões líquidos cada. “Bom dia! Segue a minuta do contrato. Abraço”, escreveu às 10h09 “Vivi Moraes”, nome do contato salvo no celular do banqueiro. A resposta de Vorcaro à mulher do ministro foi enviada cinco dias depois, em 22 de janeiro, e acompanhada de um questionamento sobre a forma de assinatura do contrato no valor de R$ 131 milhões brutos. “Oi, tudo bem? Como podemos proceder na assinatura? Prefere eletronicamente ou mando as vias físicas assinadas?”, escreveu Vorcaro, às 11h09. No dia seguinte, 23 de janeiro, às 7h54, Viviane informou que estava fora do Brasil e pediu que as vias físicas assinadas fossem enviadas para Guilherme Benazzi, administrador do escritório e autor original do documento, segundo os metadados do arquivo analisado. “Bom dia, tudo bem. Espero que esteja bem, também. Estou fora do Brasil essa semana, mas pode enviar as vias físicas assinadas para o Guilherme Benazzi (administrador do escritório), que assinará e devolverá a sua via.” A mulher do ministro revelou preocupação com eventual vazamento do negócio e pediu ao banqueiro. “Por favor, mande em um envelope lacrado e confidencial. Obrigada.” Às 11h17, Vorcaro respondeu: “Oi, tudo bem? Combinado, farei isso! Pode me passar o endereço?”. “Rua Campos Bicudo, 98, Itaim Bibi”, informou Viviane. O contrato foi assinado por Vorcaro no mesmo dia, 23 de janeiro, às 15h15. A versão com as assinaturas do controlador do Banco Master foi enviada ao banqueiro por Fabiano Zettel – homem de confiança de Vorcaro, casado

Prefeitura trava emenda de R$ 500 mil para Hospital Veterinário

Hospital Veterinário

SÃO LUÍS, 1º de setembro de 2026 — A vereadora Concita Pinto (PSB) cobrou, nesta segunda (31), a liberação de uma emenda de R$ 500 mil para o Hospital Veterinário Municipal de São Luís. Segundo ela, o dinheiro deveria reforçar o atendimento da unidade, localizada na região do Itaqui-Bacanga. A parlamentar afirmou que destinou o recurso à Secretaria Municipal de Saúde. O valor deve ser usado na compra de medicamentos veterinários, insumos, materiais de consumo e outros itens necessários para consultas, procedimentos e cirurgias realizadas no hospital. Segundo Concita, porém, o recurso ainda não chegou à unidade. A vereadora disse que formalizou a emenda em 7 de agosto. Além disso, afirmou que o processo está parado desde 10 de agosto no gabinete da Secretaria Municipal de Assuntos Políticos. Na oportunidade, Concita pediu que a prefeita Esmênia Miranda (PSD) tome providências para liberar o dinheiro. A vereadora também lembrou que a emenda é impositiva e, portanto, deve ser executada, salvo nos casos de impedimento previstos em lei. Concita também pediu uma visita da Comissão de Saúde da Câmara ao hospital. Segundo ela, a unidade enfrenta falta de medicamentos e insumos, além de problemas no pagamento de funcionários. “Não é para a vereadora, é para os animais que estão precisando”, afirmou.

Iracema Vale busca consolidar liderança política em 2026

Iracema Vale

MARANHÃO, 1º de setembro de 2026 — Candidata a deputada federal pelo MDB em 2026, Iracema Vale tenta transformar sua votação histórica de 2022 em mais um degrau político. Depois de começar como vereadora, por dois mandatos e prefeita de Urbano Santos por outros dois, foi a candidata mais votada para a Assembleia Legislativa do Maranhão. Além disso, tornou-se a primeira mulher a comandar a Casa, posição que aumentou sua projeção no estado. Iracema Vale construiu sua trajetória com resultados, sem recorrer a discursos fáceis ou ao vitimismo. Na gestão municipal, investiu em escolas, estradas, agricultura familiar, emprego, renda, cultura e políticas para mulheres. O trabalho garantiu três prêmios de Prefeita Empreendedora, concedidos pelo Sebrae. Agora, a chegada à Câmara Federal pode consolidá-la como uma das principais lideranças políticas do Maranhão. “Minha trajetória na vida pública foi construída com trabalho, fé e compromisso com o Maranhão. Encarei cada desafio com coragem e tive a honra de chegar à Presidência da Assembleia Legislativa, tornando-me a primeira mulher a ocupar essa posição em 200 anos de história da Casa.” Segundo a deputada estadual, agora, o desafio será manter os votos conquistados e alcançar novas regiões. “Agora, um novo desafio se apresenta: levar essa experiência para Brasília e continuar defendendo os interesses e as necessidades dos maranhenses. Sigo com a mesma disposição de sempre: trabalhar, cuidar das pessoas e fazer o Maranhão avançar”, declarou. Iracema também enfrentará concorrência dentro do próprio MDB. A chapa reúne nomes experientes, como Cleber Verde, Hildo Rocha e Junior Lourenço, além de estreantes com forte potencial eleitoral, como Larissa DP, Vinicius Ferro e Dra. Gisele. “Sou Iracema Vale, enfermeira, mas é na política que me realizo, pois minha vocação é cuidar das pessoas”, concluiu. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Iracema Vale (@iracemavaleoficial)

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