Mariana parte pra cima de Moraes e reforça apoio a Sidônio

Mariana Carvalho

IMPERATRIZ, 02 de setembro de 2026 — A candidata a deputada federal Mariana Carvalho criticou Alexandre de Moraes nesta terça (1º) e reforçou seu apoio a Sidônio Gonçalves para o Senado pelo Maranhão. Segundo ela, informações divulgadas sobre contratos envolvendo a esposa do ministro do STF e o Banco Master reforçam seus questionamentos sobre a atuação de Moraes. Mariana também citou a relação atribuída ao ministro com Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master. Para a candidata, o caso exige uma resposta nas urnas. Então, ela defendeu a renovação do Senado Federal como forma de enfrentar o que classificou como abusos de autoridade e interferências indevidas. “A casa caiu para Alexandre de Moraes. Hoje ficou comprovada a clara interferência que ele teve em contratos da sua esposa com o Banco Master e também a sua relação com Vorcaro. É esse que assaltou milhares de brasileiros e a gente não pode ver isso e achar que é normal. E é por isso que este ano nós precisamos dar uma clara resposta, renovando o Senado Federal, por conta desses abusos de autoridade, dessas claras interferências, porque nós não podemos aceitar um Senado que não vai corresponder e que não vai combater essas injustiças”, afirmou. Além disso, Mariana afirmou que apoia Sidônio Gonçalves na disputa pelo Senado no Maranhão. Segundo ela, o candidato foi o único a declarar de forma clara que assinaria um pedido de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal, como Alexandre de Moraes. Por isso, Mariana disse que o posicionamento sobre ministros do STF deve servir como critério para a escolha de senador. A candidata afirmou que o próximo senador precisa ter coragem para enfrentar o que considera abusos cometidos por integrantes da Corte que não receberam votos da população. “E aqui no Maranhão, eu estou do lado de Sidônio Gonçalves, porque foi o único candidato a senador que disse claramente que vai assinar o impeachment de ministros como Alexandre de Moraes. Então, para que você também escolha corretamente a nossa régua nessa eleição para senador, precisa-se alguém que tenha coragem de combater os abusos desses ministros que se acham donos do país, mesmo sem ter tido um voto”, concluiu. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Mariana ✨ (@marianacarvalho.ma)

PF aponta proximidade entre Daniel Vorcaro e PGR Paulo Gonet

Vorcaro Gonet

BRASÍLIA, 1º de setembro de 2026 — Mensagens recuperadas pela Polícia Federal (PF) do celular de Daniel Vorcaro indicam proximidade entre o banqueiro e o procurador-geral da República, Paulo Gonet. O advogado Ciro Soares aparece como principal interlocutor entre os dois. Ele foi um dos advogados que impetraram habeas corpus no STJ para tentar reverter a primeira decisão que autorizou a prisão preventiva de Vorcaro. O relatório também registra o custeio total de despesas de uma viagem a Londres de Pedro Gonet, filho do PGR. ENTENDA O CASO As informações constam de um relatório da PF tornado público nesta terça (1º), após decisão do ministro André Mendonça. O documento foi produzido a partir de dados extraídos de um dos celulares de Vorcaro, apreendido durante a Operação Compliance Zero. Deflagrada em novembro de 2025, a operação investiga suspeitas de fraudes em operações de cessão de carteiras de crédito entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB). Segundo a PF, as operações investigadas somariam cerca de R$ 12 bilhões e teriam sido lideradas por Vorcaro, que foi preso na operação e voltou a ser alvo de medidas cautelares em desdobramentos posteriores. Veja a linha do tempo que revela a proximidade entre Gonet e Vorcaro, de acordo com o relatório da PF: Ciro Soares enviou foto com Gonet a Vorcaro e disse ‘Liga aqui. Ele quer falar com vc’. — Foto: Reprodução

Dias Toffoli libera campanha de Renan Santos nas redes sociais

Renan santos

BRASÍLIA, 1º de setembro de 2026 — O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça (1º) a liberação da propaganda eleitoral do candidato à Presidência Renan Santos, do partido Missão, nas redes sociais. A decisão também autoriza o repasse de recursos de campanha e a participação em debates na TV, rádio e podcasts. A campanha de Renan havia sido suspensa porque ele não registrou todos os seus perfis nas redes no Divulgacand, plataforma oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A legislação exige que os candidatos informem todos os endereços eletrônicos usados durante a campanha. Renan informou inicialmente apenas dois perfis, mas omitiu outros 16. Por isso, a Justiça determinou a suspensão. Segundo a regra do TSE, os perfis registrados oficialmente ficam fora dos sistemas de recomendação das plataformas, o que garante isonomia entre os candidatos. Toffoli, no entanto, recuou da restrição e determinou a liberação imediata da campanha. Ele determinou que os provedores de aplicação restabeleçam o funcionamento dos perfis já registrados no Divulgacand. A decisão mantém a ordem de exclusão das recomendações algorítmicas e a guarda dos registros de acesso. O ministro afirmou que a decisão anterior buscava garantir isonomia e o direito dos eleitores. Ele destacou que a omissão de perfis não é apenas uma falha formal, mas pode permitir o uso de algoritmos opacos, fora do controle da Justiça Eleitoral. O partido Missão alegou boa-fé e disse que os perfis foram criados depois para a campanha. Toffoli, porém, salientou que é obrigação legal informar todos os endereços usados. A decisão foi comunicada à Procuradoria-Geral Eleitoral, que tem 24 horas para se manifestar. O ministro também determinou que os perfis sejam restabelecidos, sob pena de multa de R$ 10 mil por hora por perfil.

Falta de quórum trava votação de vetos na Câmara de São Luís

Câmara SLZ

SÃO LUÍS, 1º de setembro de 2026 — A Câmara Municipal de São Luís encerrou nesta terça (1º) uma sessão extraordinária sem votar 13 vetos da Prefeitura. A reunião foi convocada para analisar os projetos, mas apenas nove vereadores compareceram. Sem quórum suficiente, a votação não pôde ocorrer. Os vetos atingem propostas de diferentes áreas, como saúde, educação, inclusão social, segurança, cultura e ocupação urbana. Entre elas está a criação de uma política municipal para proteger pacientes eletrodependentes, que precisam de equipamentos para tratamento ou manutenção da vida. Além disso, os vereadores analisariam projetos voltados às pessoas com deficiência. Um deles cria uma cartilha digital com informações sobre políticas públicas municipais. Outro prevê apoio às famílias de recém-nascidos diagnosticados com deficiência. Na educação, a pauta incluía a capacitação de profissionais da rede municipal para orientar alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Também havia uma proposta sobre a atuação de psicólogos e assistentes sociais nas escolas da capital. Outros vetos tratam da ocupação social de imóveis ociosos no Centro Histórico, instalação de fraldários em praças e parques e incentivo a batalhas culturais. A Câmara ainda não informou uma nova data para analisar os 13 vetos.

Vorcaro reclamou de parcelas não pagas a esposa de Moraes

Moraes Vorcaro

BRASÍLIA, 1º de setembro de 2026 — Mensagens extraídas do telefone celular do banqueiro Daniel Vorcaro mostram que ele demonstrou preocupação e reclamou com executivos do Banco Master sobre atrasos nos pagamentos ao escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Nas conversas, ele afirmou que se tratava do “contrato mais importante que temos” e pediu para não haver atrasos. “Esse Barci de Moraes por favor não deixe atrasar um dia, coloca no seu controle. É o pgto mais importante que temos”, orientou o banqueiro. Procurados, o ministro e a defesa de Vorcaro não se manifestaram. Firmado em janeiro de 2024, o contrato de R$ 131 milhões que previa a atuação do escritório comandado por Viviane junto ao Banco Central, à Receita Federal e ao Congresso, em defesa dos interesses do Banco Master, teve o pagamento atrasado pela equipe do banqueiro já no primeiro mês de vigência. De acordo com a 11.ª cláusula do contrato, os R$ 3 milhões líquidos deveriam ser quitados até o quinto dia útil de cada mês, o que não ocorreu em fevereiro. Nas conversas do seu celular, Vorcaro disparou cobranças para vários interlocutores e funcionários sobre os pagamentos. A primeira cobrança foi dirigida a Fabiano Zettel, alvo da Operação Compliance Zero e homem de confiança do ex-controlador do Master. Casado com Natalia Vorcaro, irmã do banqueiro, Zettel está preso desde março. Ele nega envolvimento nas fraudes. Em 8 de fevereiro de 2024, Vorcaro escolheu Zettel para a primeira cobrança sobre o atraso: “Me manda Barci de Moraes assinado? Quando era o primeiro pagamento?” Zettel encaminhou um arquivo com o contrato assinado. “Até o 5 dia útil”, respondeu. “Então já passou. Não foi feito?”, questionou Vorcaro. “Confirma com Ângelo se não foi pago”, seguiu o banqueiro, em referência a Ângelo Antônio Ribeiro da Silva, que era tesoureiro do Master e também é investigado pela Polícia Federal. No mesmo dia, Vorcaro perguntou a Ângelo. “Pagou aquele contrato 3mm?” “Este que o Fabiano me passou mais cedo… sim…”, respondeu o tesoureiro, enviando o comprovante de pagamento ao escritório Barci de Moraes no valor de R$ 3.422.268,14. Pouco mais de um mês depois, em 15 de março de 2024, às 15h07, o ex-ministro das Comunicações do governo Bolsonaro Fábio Faria – apontado como responsável pela aproximação entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro – procurou o banqueiro do Master para tratar dos pagamentos atrasados. Na sequência, Faria pediu a Vorcaro o contato do funcionário do Banco Master responsável por efetuar os repasses relativos ao contrato com o escritório Barci de Moraes. O banqueiro então enviou o contato de Ângelo. Faria respondeu: “Passei pra ele”. De acordo com investigadores, o número de Ângelo da Silva teria sido repassado por Faria ao próprio ministro. ‘Vamos ter problemas’ Imediatamente após a cobrança de Fábio Faria, Vorcaro cobrou Ângelo com oito mensagens seguidas ressaltando que o contrato com o Barci de Moraes é o “mais importante que temos”. “Angelo. Pqp. Não pagaram Barci de Moraes. Não to entendendo isso. Contrato mais importante que temos te pedi pra não falhar. Surreal. Vamos ter problemas”, advertiu o banqueiro. “Pagamento. ADV? Vou checar”, respondeu Ângelo. “Manda pagar agora”, ordenou Vorcaro ao tesoureiro do Master. ‘Pode pagar sempre, sem nota’ Minutos depois da cobrança de Vorcaro em conversa com Ângelo, o banqueiro diz a uma funcionária do Master, Romy Goerck Gentina Klenquen, superintendente de Back Office de Tesouraria, que o pagamento mensal de R$ 3 milhões para o Barci de Moraes não pode “atrasar um dia”. “Romy esse Barci de Moraes por favor não deixe atrasar um dia, coloca no seu controle. É o pgto mais importante que temos”, escreveu Vorcaro. “Pode deixar, estou fazendo direto por aqui. Neste instante”, respondeu Romy Goerck. “Mas todo mês acompanha isso pra mim. Pode pagar sempre, sem nota. Do jeito que for”, orientou o banqueiro. ‘Ninguém ter acesso’ Em abril de 2025, Vorcaro questionou o tesoureiro Ângelo Silva sobre onde estaria o contrato físico do escritório Barci de Moraes firmado com o Banco Master e deu ordens para que o documento não fosse compartilhado com ninguém. “Oi. Contrato Barci de Moraes. Ta onde? É algo que pessoal tem acesso”, questionou o banqueiro. “Tenho q ver… O q precisa”, retornou Ângelo. “Ninguém ter acesso. Vc pegar e não deixar ninguém ter acesso a isso!”, orientou Vorcaro. “Ok. Vou localizar amanhã”, escreveu o tesoureiro. ‘Não faz barci pix né’ Em outubro de 2025, um mês antes de ser preso pela Polícia Federal, Daniel Vorcaro recomendou em diálogos com o superintendente-executivo de tesouraria do Master, Alberto Felix de Oliveira Neto, que os pagamentos ao escritório Barci de Moraes não deveriam ser feitos via Pix. A conversa não explica o motivo dessa cautela. “Mas não faz barci pix ne? Fez?”, questionou Vorcaro. “Fez, não pode? Foi pix para os mesmos dados da ted”, explicou Alberto Felix. “Não é bom”, conclui Vorcaro. Até outubro de 2025, o escritório de Viviane recebeu do Banco Master R$ 80.223.653,84. O valor consta na declaração de Imposto de Renda da instituição financeira, enviada em abril à CPI do Crime Organizado, do Senado. 

Juíza manda prender ex-vereador Ribeiro Neto por dívida de pensão

Ribeiro Neto

MARANHÃO, 1º de setembro de 2026 — A 2ª Vara de Família de São Luís decretou nesta terça (1º) a prisão civil de Ribeiro Neto, suplente de deputado federal e ex-vereador. A medida foi tomada por dívida de pensão alimentícia. O débito atualizado é de R$ 21.311,69, e o mandado prevê 60 dias de prisão após o cumprimento. A juíza Lícia Cristina Ferraz Ribeiro de Oliveira mandou prender e recolher Ribeiro Neto a uma unidade prisional. Segundo a decisão, ele só poderá ser solto com o pagamento efetivo da dívida, somado às parcelas que vencerem durante o processo. Além disso, cumprir a prisão não elimina a obrigação de pagar. O valor informado no mandado já considera um pagamento parcial de R$ 3.242. A magistrada também determinou o protesto da decisão judicial e o envio de cópias do processo ao Ministério Público do Maranhão. O órgão deverá verificar eventual prática do crime previsto no artigo 244 do Código Penal.

Esposa de Moraes tinha 2º contrato com empresa de Vorcaro

Moraes Master

BRASÍLIA, 1º de setembro de 2026 — Além do contrato já conhecido de aproximadamente R$ 131 milhões com o Banco Master, o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), firmou um segundo contrato de R$ 50 milhões com uma outra empresa de Daniel Vorcaro, segundo relatório da Polícia Federal. O segundo contrato é “datado de 12/05/2025 e foi firmado entre o escritório BARCI DE MORAES e a empresa VIKING PARTICIPAÇÕES LTDA”, que tem Vorcaro como sócio. O arquivo com o contrato sigiloso foi localizado em trocas de mensagens entre Vorcaro e o advogado Leonardo Palhares, que trabalhava para o então banqueiro. Os diálogos estão em um relatório enviado pela Polícia Federal (PF) ao Supremo Tribunal Federal (STF), que teve o sigilo retirado pelo ministro André Mendonça. O material também foi enviado para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). O documento, segundo o arquivo localizado pela PF, era para “prestação de serviços e de honorários advocatícios”, incluindo consultoria nas áreas administrativa, tributária e trabalhistas, atuação em inquéritos civis e criminais do Ministério Público e “consultoria estratégica e atuação jurídica em processos judiciais em todas as instâncias do Poder Judiciário”. O pagamento de até R$ 50 milhões líquidos (descontados os impostos) deveria ser realizado em 36 meses por meio de transferência bancária da Viking para o escritório de advocacia ou “mediante dação em pagamento – de bens imóveis, móveis ou serviços”. Ou seja, era possível que o escritório de Viviane recebesse bens como pagamento. Continue lendo…

Vorcaro perguntou a Moraes se deveria fugir 2 dias antes da prisão

Moraes Vorcaro

BRASÍLIA, 1º de setembro de 2026 — O banqueiro Daniel Vorcaro perguntou ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes se deveria deixar o Brasil 2 dias antes de ser preso pela PF (Polícia Federal), em novembro de 2025. A conversa foi revelada pelos jornalistas Felipe de Paula, Fausto Macedo e Aguirre Talento, do jornal O Estado de S. Paulo, nesta terça (1º). As mensagens constam de investigação da PF sobre o Banco Master. Em 15 de novembro de 2025, Vorcaro perguntou a Moraes: “Acha que segunda já tenho que estar fora?”. Segundo o jornal, a mensagem fazia referência à possibilidade de deixar o país diante do avanço da Operação Compliance Zero. Dois dias depois, em 17 de novembro, o fundador do Banco Master foi preso pela PF no Aeroporto Internacional de São Paulo, quando se preparava para embarcar em um jato particular. O destino inicial era Malta e, posteriormente, Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Na ocasião, investigadores afirmaram que havia suspeita de tentativa de fuga. Segundo o Estadão, mensagens extraídas do celular de Vorcaro indicam que o banqueiro e Moraes conversaram sobre o avanço das investigações e possíveis medidas contra o fundador do Master nos dias que antecederam a operação. O jornal afirma, com base na avaliação de investigadores, que os diálogos sugerem que Moraes teria compartilhado informações sensíveis sobre a investigação, incluindo possíveis datas e horários de diligências da PF. As mensagens recuperadas, no entanto, não permitem conhecer todas as respostas do ministro. Não é possível saber, porém, o teor das respostas de Moraes a Vorcaro em parte das conversas. Na véspera da prisão, em 16 de novembro, Vorcaro perguntou: “Você acha que existe alguma chance disso acontecer amanhã de manhã?”. Naquele momento, a ordem de prisão preventiva ainda não havia sido assinada pelo juiz Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal. A decisão foi assinada às 15h29 de 17 de novembro, horas antes da prisão de Vorcaro. O conteúdo veio a público depois que o ministro André Mendonça, relator do caso no STF, derrubou nesta 3ª feira (1º.set.2026) o sigilo da ação que reúne as mensagens trocadas entre Vorcaro e Moraes. PEDIDOS A MORAES As conversas divulgadas mostram que Vorcaro fez sucessivas perguntas a Moraes sobre possíveis medidas relacionadas à investigação. Em 15 de novembro, depois de receber uma mensagem do ministro cujo conteúdo não foi recuperado, o banqueiro respondeu: “Que loucura, bem na semana que estou resolvendo tudo”. Vorcaro estava naquele período negociando a venda do Banco Master para um consórcio formado pela Fictor Holding Financeira e investidores dos Emirados Árabes Unidos. A operação não avançou depois da prisão do banqueiro e da liquidação do Master pelo Banco Central em 18 de novembro. Na mesma conversa, Vorcaro perguntou: “Aquele mesmo juiz Ricardo? E o (Gabriel) Galípolo (presidente do Banco Central) tá sabendo? Conseguimos fazer algo?”. Já no dia da prisão, às 17h26, perguntou a Moraes se havia “alguma novidade” e acrescentou: “Conseguiu ter notícia ou bloquear?”.

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