
BRASIL, 08 de julho de 2026 — A CBF decidiu manter Carlo Ancelotti como técnico da Seleção Brasileira. A confirmação aconteceu depois da eliminação do Brasil na Copa do Mundo de 2026. A equipe caiu nas oitavas de final.
Essa foi a pior campanha do país desde 1990. Além disso, o time teve recordes negativos de posse de bola e de distância percorrida entre os 48 participantes do torneio.
Mesmo com o mau resultado, a CBF aprovou um aumento de 20% no salário do treinador. Ancelotti recebia R$ 5 milhões por mês.
Agora, ele vai ganhar R$ 6 milhões mensais. O novo contrato vale até 2030. Por ano, o valor total chega a R$ 72 milhões. Até a próxima Copa, o acordo soma R$ 288 milhões. O torneio será em Portugal, Espanha, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.
O presidente da CBF, Samir Xaud, assinou o acordo. O contrato tem multa de € 1 milhão (cerca de R$ 6 milhões) se a CBF demitir o técnico. Se Ancelotti pedir demissão, ele paga o equivalente a um mês de salário. A Cbf não informou o valor exato da multa para demissão por parte da entidade.
O contrato também prevê bônus por título mundial. Seriam € 5 milhões (R$ 30 milhões) se o Brasil vencesse em 2026. Porém, com a eliminação, esse valor não será pago agora. O bônus continua valendo para o ciclo até 2030.
Ancelotti é o técnico mais bem pago da Copa de 2026, segundo o portal OneFootball. Ele recebe € 8,2 milhões por ano (R$ 48 milhões). Thomas Tuchel, da Inglaterra, é o segundo, com € 5,9 milhões anuais.
Mauricio Pochettino (EUA) e Julian Nagelsmann (Alemanha) completam a lista dos quatro maiores salários entre os treinadores.







