Yglésio Moyses anuncia apoio a Lahésio Bonfim para o Senado

MARANHÃO, 1º de julho de 2026 — O deputado estadual Yglésio Moyses anunciou, por meio das redes sociais, apoio à pré-candidatura de Lahésio Bonfim ao Senado Federal. O anúncio foi feito em um vídeo divulgado nesta terça (1º) e também reforça a projeção de Yglésio como pré-candidato a deputado federal nas eleições de 2026. Durante a gravação, os dois políticos defenderam a união do grupo sob o lema de que o Maranhão “tem jeito sim”. Segundo Yglésio, o estado vive um momento em que as lideranças precisam somar forças com quem, segundo ele, tem coragem para enfrentar injustiças. “Chega de censura disfarçada de ‘combate à desinformação’. Chega de decisões que atropelam o Congresso e calam quem pensa diferente. Chega de bandido solto e cidadão de bem refém do medo! O Maranhão não aguenta mais discursos vazios. É hora de coragem pra dizer o óbvio e enfrentar quem quer calar o povo”, publicou. Ao justificar o apoio, Yglésio destacou a força política de Lahésio Bonfim e lembrou que quase um milhão de maranhenses apoiaram o projeto liderado pelo ex-prefeito nas últimas eleições. Lahésio Bonfim agradeceu a declaração de apoio e afirmou que a parceria busca representar os valores da população no Congresso Nacional. “Nós unimos forças para fazer com que a força de quem produz, a força da família, a força da liberdade tenha voz onde eles mais precisam: no Congresso Nacional”, declarou.
Iracema Vale anuncia pré-candidatura à Câmara Federal

MARANHÃO, 1º de julho de 2026 — A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale, confirmou nesta terça-feira (1º), durante sessão plenária da Casa, que será candidata à Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Com isso, a parlamentar deixa de lado as especulações sobre uma candidatura ao Senado, à vice-governadoria ou até mesmo à reeleição para a Assembleia. Iracema chega à pré-campanha com um dos maiores capitais eleitorais do estado. Em 2022, ela foi eleita deputada estadual com mais de 104 mil votos, tornando-se a parlamentar mais votada do Maranhão. Também entrou para a história como a primeira mulher a comandar a Assembleia Legislativa em dois séculos de existência da Casa. A trajetória política de Iracema foi construída no interior do Maranhão, onde foi vereadora e exerceu cargos no Executivo municipal antes de chegar à Assembleia Legislativa. O anúncio foi feito durante pronunciamento na sessão desta terça (1º), na Assembleia Legislativa.
Internet passa TV aberta em verba publicitária no Brasil

BRASÍLIA, 1º de julho de 2026 — A internet recebeu mais dinheiro de propaganda do que a TV aberta pela primeira vez no Brasil. Isso aconteceu no primeiro trimestre de 2026. Os dados são do Fórum de Autorregulação do Mercado Publicitário (Cenp). A publicidade digital movimentou R$ 2,14 bilhões. O valor é 24,3% maior que o do mesmo período de 2025. A TV aberta, por sua vez, recebeu R$ 1,75 bilhão. Portanto, a internet ficou com 38,3% de toda a verba publicitária do país. A TV aberta ficou com 31,3%. Os anunciantes gastaram R$ 5,58 bilhões no total. Esse montante é 18,3% maior que o dos primeiros meses de 2025. Enquanto a internet cresceu bastante, a TV aberta caiu 0,25% na comparação anual. Essa mudança já era esperada. Em 2023, a internet tinha 33,9% do mercado contra 46,3% da TV. Em 2024, a internet subiu para 36,3% e a TV caiu para 42,4%. Já em 2025, os dois ficaram quase empatados: 36,5% para a internet e 37,1% para a TV. Agora, em 2026, a internet assumiu a liderança de vez. Dentro da publicidade digital, os anúncios em display (banners e peças gráficas) foram os maiores: R$ 1,24 bilhão, ou 58% do total. Além disso, os anúncios em vídeo tiveram o maior crescimento. Eles saltaram 82% em relação a 2025, passando de R$ 124,2 milhões para R$ 226 milhões. Esse formato já representa 10,6% de toda a publicidade digital. As redes sociais também pesaram: ficaram com 24,8% dos investimentos da internet no período.
Brasil paga US$ 3 mi a escritório que atua em caso de Moraes

BRASÍLIA, 1º de julho de 2026 — O Brasil possui um contrato de quase US$ 3 milhões com o escritório Foley Hoag LLP, que representa o Estado em uma ação movida por Trump Media e Rumble contra o ministro Alexandre de Moraes nos EUA. A AGU, sob o governo Lula, argumentou que a ação envolve a República Federativa do Brasil e pediu o reconhecimento da imunidade de jurisdição O Brasil tem um contrato de US$ 2,9 milhões com o Foley Hoag LLP, que atua na ação movida por Trump Media e Rumble contra o ministro Alexandre de Moraes nos Estados Unidos. O escritório norte-americano atuou para impedir que o magistrado fosse julgado à revelia, no processo, na semana passada. Firmado em 25 de junho de 2019, durante a gestão do então advogado-geral da União (AGU), André Mendonça, o contrato foi celebrado inicialmente por R$ 9 milhões para representar os interesses da União perante tribunais dos EUA. A Oeste, a AGU informou que a ampliação mais recente do valor ocorreu em 29 de agosto de 2025, quando a quantia estimada passou de US$ 2,3 milhões para US$ 2,9 milhões, o equivalente a R$ 15,8 milhões pela cotação do Banco Central na data. Especialistas consultados pela reportagem dizem que, como o valor é fixado em dólares, seu equivalente em reais varia conforme o câmbio. O aumento foi formalizado seis meses depois de Trump Media e Rumble ajuizarem a ação contra Moraes, na qual acusam o ministro de expedir ordens sigilosas que violam a Constituição dos EUA. Os R$ 15 milhões representam o teto da negociação do Brasil com o escritório até junho de 2027, e não necessariamente o montante já gasto. A AGU também informou que a atuação do Foley Hoag LLP na ação sobre Moraes custou US$ 205 mil (pouco mais de R$ 1 milhão, na cotação atual). Desse total, US$ 200.496 já foram pagos, enquanto US$ 4.735,50 ainda estão pendentes de quitação. Sob Lula, a AGU decidiu intervir no processo ao sustentar que a ação não envolve apenas Moraes, mas a própria República Federativa do Brasil. Conforme o órgão, as decisões interpeladas foram proferidas pelo juiz no exercício de suas funções no Supremo Tribunal Federal (STF) e, por isso, não podem ser submetidas à revisão de tribunais estrangeiros. Dessa forma, o Foley Hoag LLP pediu o ingresso da União no processo e o reconhecimento da imunidade de jurisdição do Estado brasileiro. Em junho deste ano, a juíza Mary Scriven aceitou a intervenção do Brasil, suspendeu qualquer decretação de revelia e deixou para analisar posteriormente o pedido de extinção da ação apresentado pela AGU.
Wellington do Curso acusa Eliziane Gama de covardia

SÃO LUÍS, 1º de julho de 2026 — O deputado estadual Wellington do Curso fez duras críticas à senadora Eliziane Gama durante discurso na sessão plenária desta quarta (1º), na Assembleia Legislativa do Maranhão. Ele afirmou que a cassação de seu mandato nasceu “na casa da senadora” e classificou a atuação dela como um ato de covardia. Ao relembrar o processo que enfrentou por cerca de três anos e meio, Wellington disse que nunca esperava voltar à tribuna após ter o mandato cassado. “Foi uma covardia que nasceu na casa da senadora Eliziane Gama”, declarou. Em seguida, afirmou que a parlamentar “foi covarde com o amigo, com um aliado” e acrescentou: “Que Deus tenha piedade da sua alma, porque a senadora Eliziane Gama foi covarde com o professor e deputado Wellington do Curso.” O deputado também citou o ex-deputado Edson Araújo ao afirmar que a articulação da cassação ocorreu em conjunto com ele. Segundo Wellington, seu mandato foi conquistado “com o voto limpo e consciente” e não havia motivos para a perda do cargo. “Eu não fiz nada de errado. Não cometi crime”, afirmou. Além das críticas, Wellington atribuiu a reversão da decisão judicial à atuação de Deus, dos advogados e das orações. Ele lembrou que conseguiu reverter o placar desfavorável na Justiça e disse que sua trajetória política foi construída sem sobrenome político. “Quem me trouxe até aqui foi Deus”, declarou. Ele que é pré-candidato à reeleição, Wellington do Curso também agradeceu o apoio recebido e afirmou que continuará defendendo a população maranhense na Assembleia Legislativa.
Allan Garcês reafirma posições sobre pautas conservadoras

MARANHÃO, 1º de julho de 2026 — Allan Garcês voltou a defender pautas conservadoras ao explicar por que afirma não se identificar com lideranças de esquerda. Durante a declaração, ele reafirmou ser contrário ao aborto, à legalização das drogas e ao que chama de ideologia de gênero. “Como é que eu poderia seguir um líder de esquerda ou me tornar uma pessoa de esquerda, que defende a liberação das drogas, que eu sou contra, que defende ideologia de gênero, que eu combato?”, afirmou. Segundo Garcês, suas convicções pessoais e políticas são incompatíveis com essas pautas. Ele também criticou líderes de esquerda por defenderem a liberação das drogas. Ao abordar a identidade de gênero, Garcês afirmou que sua posição não está ligada a preconceito contra pessoas LGBTQIA+. “Não é preconceito. Eu não tenho preconceito com relação à identidade de gênero. Eu tenho pessoas na minha família”, disse. Na sequência, Allan Garcês criticou a inclusão de discussões sobre identidade de gênero na educação infantil. Segundo ele, crianças ainda não possuem maturidade para esse tipo de debate. “A questão é que tá querendo se impor uma ideologia de gênero para crianças. Você querer introduzir ideologia de gênero para criança de cinco, de seis anos? […] Não tem maturidade mental para isso”, afirmou. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por LEANE LAGO💙 PRÉ-CANDIDATA DEPUTADA ESTADUAL🇱🇷 #MeuMaranhão💙 (@leanelago.oficial)
CNPJs ganham letras a partir deste mês de julho

BRASIL, 1º de julho de 2026 — A Receita Federal começa a emitir novos CNPJs com letras e números a partir de julho. A mudança vale para empresas que forem abertas a partir dessa data. O órgão publicou a Instrução Normativa RFB nº 2.229/2024 para atualizar as regras. Os CNPJs já existentes continuam válidos. Eles não sofrem nenhuma alteração. O novo modelo mantém as 14 posições do formato atual. Ele segue o padrão AA.AAA.AAA/AAAA-DV. As 12 primeiras posições podem ter letras e números. Os dois últimos dígitos, que fazem a verificação, seguem apenas numéricos. As oito primeiras posições formam a raiz do CNPJ. As quatro seguintes indicam se é matriz ou filial. A Receita explicou que o cálculo do dígito verificador usa o algoritmo módulo 11. Esse algoritmo foi ajustado para ler caracteres alfanuméricos. As letras são atribuídas de forma aleatória. Elas não têm relação com o Estado ou com o tipo de empresa. Por isso, nem todo novo CNPJ terá letras. A escolha dos caracteres é aleatória. A transição para o novo formato será gradual. Cada setor da economia vai mudar em uma etapa diferente do cronograma. Os dois modelos, numérico e alfanumérico, vão coexistir por tempo indeterminado. A Receita afirma que a mudança foi necessária por causa do crescimento de empresas no país. O modelo atual está próximo de esgotar as combinações possíveis. O novo formato amplia bastante as opções de identificação. O órgão também nega que as letras sirvam para rastrear movimentações financeiras. Elas também não têm relação com inteligência artificial. Para ajudar na adaptação, a Receita disponibilizou o Simulador Nacional de CNPJ. A ferramenta é gratuita. Cada usuário pode gerar até mil CNPJs fictícios para testar seus sistemas. Não são usados dados reais nesse simulado.
STF deve avaliar novo processo contra Josimar Maranhãozinho

BRASÍLIA, 1º de julho de 2026 — O Supremo Tribunal Federal (STF) vai analisar mais um processo envolvendo o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL). A ação trata de um caso da época em que ele era prefeito de Maranhãozinho, no interior do Maranhão. O parlamentar já foi condenado pelo STF em outro processo relacionado a emendas parlamentares e também foi alvo de uma operação da Polícia Federal na última quinta (25). A denúncia foi apresentada em 2014 e aponta a suposta participação de Josimar em um esquema de extração ilegal de madeira na Reserva Indígena de Alto Turiaçu. O deputado responde por acusações de furto qualificado e associação criminosa relacionadas ao caso. O processo chegou ao Supremo após decisão do desembargador federal Marcos Augusto de Souza, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Ele determinou o envio da ação para que a Corte defina qual é o foro competente para julgar o deputado, em razão do cargo que ocupa atualmente.