Juscelino deixa Ministério das Comunicações após denúncia

Juscelino saiu

BRASÍLIA, 08 de abril de 2025 –  O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, entregou seu pedido de demissão nesta terça (8), conforme confirmado por uma fonte do União Brasil. A carta foi enviada ao presidente Lula, que a recebeu após pousar em Honduras, por volta das 22h (horário de Brasília). A decisão ocorreu após a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciá-lo por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. As acusações contra Juscelino Filho estão relacionadas a um esquema de desvio de emendas parlamentares destinadas a obras de pavimentação em Vitorino Freire (MA). O município era administrado por Luanna Resende, irmã do ministro, quando as irregularidades teriam ocorrido.

PGR denuncia ministro Juscelino ao STF por suposto desvio

Juscelino ministro

BRASÍLIA, 08 de abril de 2025 –  A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, por suposto desvio de verbas públicas quando era deputado federal. A investigação se refere à destinação de emendas parlamentares para Vitorino Freire (MA), onde sua irmã, Luana Rezende, era prefeita. A defesa do ministro nega as acusações e afirma que ainda não foi notificada. O processo, revelado nesta terça (8) pelo portal UOL, está sob relatoria do ministro do STF, Flávio Dino, que deverá abrir prazo para a manifestação dos advogados. A denúncia sustenta que os recursos foram repassados à Codevasf, que realizou obras com empresas de fachada, segundo apuração da Polícia Federal. De acordo com a PGR, os recursos federais foram indicados por Juscelino Filho e executados pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba. O caso envolve obras de pavimentação realizadas em Vitorino Freire com o suposto uso de construtoras fantasmas, contratadas sem fiscalização adequada. DENÚNCIA PODE LEVAR À ABERTURA DE AÇÃO PENAL A denúncia é uma acusação formal do Ministério Público e representa um pedido para abertura de ação penal. O STF deverá decidir se aceita a denúncia, o que transformaria Juscelino Filho em réu no processo. Se a denúncia for aceita, o caso segue para a fase de coleta de provas e depoimentos. Em etapa posterior, os ministros do STF irão julgar se o acusado é culpado ou inocente. A análise inicial pode ocorrer na Primeira Turma ou no plenário da Corte.

Moraes segue PGR e arquiva pedido de prisão de Bolsonaro

Moraes Decisão

BRASÍLIA, 03 de abril de 2025 –  O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quarta (2) arquivar o pedido de prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão seguiu manifestação da Procuradoria Geral da República (PGR), que apontou ausência de elementos mínimos para abertura de investigação. A solicitação havia sido feita pela vereadora do Recife Liana Cirne (PT) e pelo funcionário de seu gabinete, Victor Pedrosa. No entanto, Moraes considerou que os autores da queixa-crime não tinham legitimidade para apresentar o pedido à Corte. PGR DEFENDEU O ARQUIVAMENTO Mais cedo, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, recomendou o arquivamento do caso. O regimento interno do STF estabelece que cabe à PGR decidir sobre a abertura de investigações criminais a partir de notícias-crime.

PGR rejeita pedido de Bolsonaro contra Dino e Zanin

PGR Recurso

BRASÍLIA, 15 de março de 2025 – A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se nesta quinta semana contra os recursos apresentados pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa solicitava o afastamento dos ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin do julgamento sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado. A PGR argumentou que os pedidos da defesa não atendem aos critérios legais para o impedimento dos magistrados. O parecer destaca que não há incompatibilidade com as normas estabelecidas no Código de Processo Civil (CPC) e no Código de Processo Penal (CPP), reforçando a legalidade da participação dos ministros no julgamento.

PGR reforça acusação contra Bolsonaro por tentativa de golpe

PGR Ação

PAÇO DO LUMIAR, 13 de março de 2025 – A Procuradoria-Geral da República (PGR) reiterou a solidez da denúncia contra Jair Bolsonaro e aliados, destacando que há provas suficientes para abertura de ação penal. A PGR defendeu a legalidade da acusação, alegando que a denúncia detalha a conduta individualizada de cada investigado. Segundo o procurador-geral da República, Paulo Gonet, a materialidade dos crimes imputados está comprovada, justificando o recebimento da denúncia e a continuidade do processo. A manifestação oficial da PGR assegura que todas as informações utilizadas foram obtidas com autorização da Polícia Federal e respeitam os princípios legais. O órgão também afirmou que não houve violação ao princípio acusatório. A denúncia inclui 16 nomes, entre ex-ministros, militares e assessores do governo Bolsonaro.

PGR foca em investigação de Juscelino após caso Bolsonaro

Juscelino caso

BRASÍLIA, 06 de março de 2025 – A Procuradoria-Geral da República (PGR) deve concluir ainda neste semestre a análise do caso envolvendo o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, investigado por suposto desvio de recursos públicos. O inquérito, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), foi priorizado após a PGR finalizar a denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe. Juscelino foi indiciado em junho de 2024 pela Polícia Federal (PF) por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva. As suspeitas envolvem o desvio de emendas parlamentares destinadas à pavimentação de ruas em Vitorino Freire, no Maranhão, cidade administrada até o ano passado por sua irmã, Luanna Rezende. A defesa do ministro nega irregularidades e afirma que ele apenas indicou as emendas, sem interferir na execução das obras. No STF, o relator do caso é o ministro Flávio Dino, que encaminhou o inquérito à PGR em 2023.

PGR denuncia Bolsonaro por crimes não apontados pela PF

PGR Conflito

BRASÍLIA, 20 de fevereiro de 2025 – A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, incluindo crimes não sustentados pela Polícia Federal (PF) em seu relatório sobre a suposta tentativa de golpe de 2022. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, responsabiliza Bolsonaro por dano ao patrimônio da União e deterioração de bens tombados, com base nos atos de 8 de janeiro de 2023. A PGR sustenta que Bolsonaro teria aprovado um plano para assassinar o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A denúncia solicita a fixação de um valor mínimo para reparo dos danos causados pelos envolvidos, incluindo Bolsonaro. Entre as evidências apresentadas, estão mensagens de WhatsApp que, segundo a PGR, demonstrariam seu envolvimento. Um dos exemplos citados é uma mensagem de 2 de janeiro de 2023, enviada pelo major da Aeronáutica Maurício Pazini Brandão, mencionando uma ação aguardando implementação. O documento, porém, não apresenta resposta de Bolsonaro, que na época estava nos Estados Unidos.

PGR denuncia Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe

Bolsonaro PGR

BRASÍLIA, 19 de fevereiro de 2025 – O procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça (18), uma denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros 33 investigados. Eles são acusados de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e formação de organização criminosa. A acusação sustenta que Bolsonaro e seu ex-candidato a vice, General Braga Netto, lideraram um grupo que praticou atos contra a independência dos poderes e a ordem democrática. “Ambos aceitaram, estimularam e realizaram atos tipificados na legislação penal como atentados contra o Estado de Direito”, afirmou Gonet. A Primeira Turma do STF analisará a denúncia, composta por Alexandre de Moraes, relator do caso, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Os ministros avaliarão se há indícios suficientes de autoria e materialidade dos crimes. A expectativa dentro da PF é que a Corte aceite a denúncia até o fim de março, tornando os acusados réus. Caso a denúncia seja aceita, será aberta uma ação penal, na qual os réus poderão apresentar suas defesas. Ao final, o STF decidirá pela absolvição ou condenação, podendo definir penas cabíveis. Recursos ainda serão possíveis dentro da própria Corte. O ministro Alexandre de Moraes continuará como relator e condutor do caso. O ministro Gilmar Mendes, que não integra a Primeira Turma, afirmou que o STF deve concluir o julgamento até 2025 para evitar interferências nas eleições de 2026. ESTRUTURA E LIDERANÇA DA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA De acordo com a PGR, o “núcleo crucial” do grupo era composto por Bolsonaro, Braga Netto, Alexandre Ramagem, Anderson Torres, Augusto Heleno e Paulo Nogueira. O tenente-coronel Mauro Cid também integrava o grupo, mas com menor autonomia decisória. “Deles partiram as principais decisões e ações de impacto social narradas na denúncia”, afirma Gonet. A PGR alega que o grupo sabia da inexistência de fraudes eleitorais, mas usou essa narrativa para tentar justificar um golpe. A estrutura da organização teria hierarquia definida, com divisão de tarefas e influência de setores militares. “A responsabilidade pelos atos lesivos à ordem democrática recai sobre a organização criminosa liderada por Jair Messias Bolsonaro, baseada em um projeto autoritário de poder”, diz a denúncia. Segundo a PGR, os denunciados planejaram os atos de 8 de janeiro de 2023 para provocar uma intervenção das Forças Armadas e instaurar um Estado de Exceção. “A ação planejada resultou na destruição, inutilização e deterioração de patrimônio público, incluindo bens tombados”, destaca a denúncia. A PGR afirma que Bolsonaro foi informado sobre um suposto plano para assassinar autoridades, denominado “Punhal Verde Amarelo”. O plano teria sido elaborado dentro do Palácio do Planalto e previa ataques ao STF. “Cogitava-se o uso de armas bélicas contra o ministro Alexandre de Moraes e a morte por envenenamento de Luiz Inácio Lula da Silva”, aponta o documento. A estratégia incluía controle total sobre os Três Poderes e a criação de um gabinete central para coordenar a nova ordem política. “Um dos documentos se encerrava com a expressiva frase: ‘Lula não sobe a rampa’”, reforçou Gonet.

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