Wellington do Curso promove debate sobre cultura e turismo

Wellington Debate

SÃO LUÍS, 29 de julho de 2024 – O pré-candidato a prefeito de São Luís, Wellington do Curso (Novo), anunciou em suas redes sociais, nesta segunda (29), um novo debate sobre cultura, turismo e patrimônio histórico como vetores econômicos para a capital maranhense. O evento está agendado para a próxima terça (30), às 19 horas, no Restaurante do Marlon, localizado no Centro Histórico de São Luís. Wellington destacou que o propósito do debate é discutir temas fundamentais para o desenvolvimento da cidade, contando com a participação de especialistas e da população. “Dando continuidade aos nossos debates, estaremos na próxima terça-feira, dia 30, a partir das 19h, ouvindo especialistas, técnicos e a população para discutir a cultura, o turismo e o patrimônio histórico como vetores econômicos da nossa capital. Nosso objetivo é encontrar as melhores propostas e ações para fazer São Luís avançar. Sabemos que a nossa cidade pode melhorar e estamos nos preparando para isso!”, afirmou Wellington do Curso.

Lei obriga pagamento antecipado de cachês a artistas de SLZ

SLZ cachê

SÃO LUÍS, 04 de junho de 2024 – Na última segunda (3), a Câmara Municipal de São Luís derrubou o veto ao Projeto de Lei n° 0010/2024, de autoria da vereadora Silvana Noely, que agora obriga o Município a pagar antecipadamente metade do cachê dos artistas locais. O projeto, transformado em lei, visa garantir que os artistas de São Luís recebam 50% do pagamento antes da realização do evento e o restante até o quinto dia útil após a apresentação ou conclusão do processo de contratação. De acordo com o artigo 1º da nova lei, o Poder Executivo Municipal está agora obrigado a adotar este padrão de pagamento para todos os eventos oficiais da Prefeitura, incluindo concursos, desfiles, shows, festividades como São João, Carnaval, Natal, entre outros. Esta medida busca equiparar o tratamento dos artistas locais ao dos artistas nacionais, que já recebem seus cachês antecipadamente. A lei entra em vigor na data de sua publicação, que deve ocorrer ainda esta semana, garantindo que as contratações de artistas locais para o São João deste ano já sejam abrangidas pela nova legislação. Embora o chamamento público para o São João já tenha sido finalizado, a lei regulamenta o pagamento e não as contratações, permitindo sua aplicação imediata para as próximas festividades. Há a possibilidade de que a Prefeitura de São Luís conteste a lei judicialmente, alegando inconstitucionalidade.

Abandono atinge centros culturais do MA além do Odylo Costa

Cultura MA

MARANHÃO, 12 de abril de 2024 – A situação de abandono do Centro de Criatividade Odylo Costa Filho, recentemente destacada, revelou um padrão de descaso com importantes centros culturais em São Luís. Além do Odylo, locais como o Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho e o Centro de Artes Cênicas do Maranhão (Cacem) também sofrem com abandono, necessitando de reparos urgentes para retomar suas atividades culturais. A Casa do Maranhão e o antigo prédio da Defensoria Pública Estadual também estão abandonados e serão convertidos em hotéis. Artistas e educadores demonstram tristeza e indignação com a situação, clamando por uma resposta do governo estadual.

Afinal de contas, de que se trata ser mulher?

Em um mundo em que o sentimento pelas coisas e a opinião sobre as coisas transcende a necessidade de saber o que são as coisas, é cada dia mais difícil estabelecer-se de forma segura na realidade. Situações de grande magnitude, que deveriam ser evidentes por si sós, passam a abrir espaço para debates e preferências subjetivas. Disse G.K. Chesterton certa vez “Chegará o dia em que teremos que provar ao mundo que a grama é verde”. Talvez eu não precise pegar em armas nas próximas linhas, mas com certeza irei despertar a vontade de alguns de usar algum tipo de arma contra mim. Vamos lá, o mundo é dos bravos. Acredito que vocês, pelo menos os mais ávidos pelos mínimos critérios, defendem a tese de que algo único precisa ter características únicas. O que faz algo ser algo é sua identidade. Parece meio óbvio, certo? E é! Se todas as coisas no universo fossem pequenos círculos verdes com raio de 12 centímetros feitas especificamente pelo mesmo tipo de plástico, tudo seria uma grande repetição e não existiria realidade. Daí não só a beleza da diferença, mas sua necessidade. Estamos conversados? Pois bem, sigamos. Mesmo que a mulher seja algo que povoa este mundo nos últimos 2 milhões de anos, o dia 8 de março tem suas origens em um espaço de tempo, e em um certo tipo de mulher, limitado. A simbologia do dia 8 de março, que é alastrada a todas as mulheres de todos os tempos, tem suas origens em fenômenos sindicalistas do século XX. A homenagem trata-se de um tributo a trabalhadoras vítimas de um incêndio nos EUA em março de 1911. Isso me intriga.  Será que dois milhões de anos de existência podem ser resumidos a um evento histórico de cunho político? Será que o ser mulher, a identidade da mulher, aquilo que a faz diferente das outras trilhões de bilhões de coisas é o sofrimento no ambiente de trabalho e a discriminação? Ser mulher é sofrimento e opressão pós-Revolução Industrial? 

Marcos Duailibe deixa Secretaria de Cultura de SLZ após três anos

Duailibe Secult

SÃO LUÍS, 31 de janeiro de 2024 – O multiartista Marcos Duailibe não ocupa mais o cargo de secretário municipal de Cultura de São Luís. O ato de exoneração já foi formalizado e publicado em uma edição extra do Diário Oficial. A decisão de substituição gerou reconhecimento pelos colegas de Duailibe, que foram parabenizaram pelo trabalho realizado durante seus 3 anos e 1 mês à frente da Secretaria de Cultura (SECULT). A nomeação de Duailibe para o cargo ocorreu em virtude de sua destacada atuação na cultura local, sendo compositor em diversas manifestações culturais, incluindo escolas de samba, blocos tradicionais, blocos organizados e blocos afro, além de participação em grupos de bumba meu boi. Em seu lugar, assumirá interinamente o subprefeito do Centro Histórico, Maurício Itapary.

Deputados aprovam lei que obriga população a assistir filmes brasileiros

SÃO LUÍS, 26 de outubro – Partindo-se do pressuposto que bons filmes não precisam de auxílio para serem admirados e assistidos, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que confirma a ruindade do cinema brasileiro. O Projeto de Lei 3696/23, aprovado nesta quinta (26), determina a reinstituição de uma cota obrigatória para exibição de filmes brasileiros em canais de TV por assinatura até o ano de 2038. Ocorre que o cinema brasileiro é um cruzamento absurdo entre delírio e realidade. Delírio de grandeza e uma realidade de fracasso. Cineastas brasileiros produzem filmes ao longo das últimas décadas que a população simplesmente despreza. Segundo os envolvidos, a responsabilidade pelo oceano de fracasso não é da qualidade ruim das produções, mas da “ignorância” do público e da concorrência desleal com Hollywood. Até antes da Netflix, vá lá. Ainda se podia entrar em dúvida sobre a falta de sensibilidade da população e do “imperialismo cultural”. Contudo, a enxurrada de produções espanholas, alemãs, argentinas, suecas e coreanas com milhões e milhões de visualizações e mostraram que não eram apenas as produções hollywoodianas melhores que as do Brasil. O resto do mundo também… A Lei 3696/23 é um escárnio. Além de sacramentar a incapacidade de atrair público por mérito, também escancara a natureza de um estado canalha que força o sucesso de seus escolhidos por via de lei! Como se não bastassem os bilhões que saem dos bolsos dos brasileiros para custear filmes que ele não quer assistir via Lei Rouanet, agora também será retirado do brasileiro o direito de não assistir a lixo! Não basta pagar por porcaria e sustentar os porcos, é preciso comer seu esterco. Oh, o Brasil… A lei traz, em si mesma, algumas nuances que reforçam a autoconsciência do erro. Emenda proposta pelo deputado Marcos Soares (União-RJ), e aceita pelo relator, deputado José Guimarães (PT-CE), estipula que canais de menor porte, especificamente aqueles com menos de 150 mil assinantes, fiquem livres de passar o lixo nacional. A preocupação de Marcos Soares é pertinente. A baixa audiência tende a sumir caso canais menores sejam obrigados a veicular porcaria em suas programações. No fundo, é uma espécie de “emenda Robin Hood”. Tira audiência dos grandes obrigando-os a veicular lixo e a repassa aos pequenos que estão liberados do sacrifício. É a política de “redistribuição de audiência”. Oh, o Brasil… A infame lei ainda se refere à prorrogação da cota para distribuição de vídeo doméstico produzido no Brasil como VHS e DVD. Acreditem: a lei prevê cota para a distribuição dessas mídias até 2043. A lei vai para o Senado. o presidente Rodrigo Pacheco poderia resolver a questão de forma simples. Bastava inserir na lei uma proposta que obrigasse políticos brasileiros a assistirem 4 filmes nacionais por semana. Concordo que o castigo é árduo. Entre as torturas que o inferno reserva aos grandes pecadores que lá passarão a eternidade, assistir aos filmes da Xuxa deve estar nos primeiros lugares. O cinema brasileiro é um lixo e nossos políticos querem nos obrigar a fingir que não.

Baixaria permitida, baixaria proibida

Baixaria promovida por funkeiros, paradas LGBT e universidades públicas também deveriam chocar quem pede a prisão dos estudantes de medicina da Universidade de São Carlos. Em minha opinião, todos estão errados. Mas, por que setores da mídia, política e sociedade protegem uns e atacam outros?

Quase 48% das cidades não se cadastraram na Lei Paulo Gustavo

Ministério Cultura

BRASÍLIA, 26 de junho de 2023 – Quase metade dos municípios brasileiros ainda não realizaram o cadastro para receber os recursos da Lei Paulo Gustavo, que destina verbas para o setor cultural. Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Cultura nesta segunda (26), o prazo para inscrição de projetos vai até o dia 11 de julho, e um plano de ação é necessário para que os recursos sejam repassados. Durante uma transmissão ao vivo, a ministra Margareth Menezes, o secretário executivo da pasta, Márcio Tavares, e a primeira-dama, Janja da Silva, convocaram todos os municípios do país a se cadastrarem para receberem o apoio financeiro destinado às atividades culturais. Márcio Tavares ressaltou que os recursos já estão disponíveis para estados e municípios, e uma equipe está pronta para ajudar interessados na elaboração do plano de ação. Ele destacou que o financiamento é o maior da história e foi conquistado pela comunidade cultural de todos os lugares. O ministério criou o “plantão tira-dúvidas” para oferecer suporte online aos gestores públicos e agentes culturais na elaboração do plano. A ministra Margareth Menezes está percorrendo o Brasil em uma caravana para realizar oficinas sobre a Lei Paulo Gustavo. A ministra afirmou que, caso algum município não faça o cadastro, os recursos serão redirecionados para aqueles que se inscreveram. Até o momento, o Ministério da Cultura já liberou 85% dos recursos para os projetos aprovados, que estão em execução. “O pessoal tem que saber que tem que mandar, mas quem não mandar, nós vamos redirecionar a verba, vamos redistribuir pelo os que mandaram”, afirmou a ministra. A Lei Paulo Gustavo foi aprovada pela Câmara em 2022 com o objetivo de minimizar os impactos da pandemia da Covid-19 no setor cultural. Ela prevê o repasse de R$ 3,8 bilhões do Fundo Nacional de Cultura para projetos culturais em municípios, estados e Distrito Federal. Embora tenha sido inicialmente vetada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, o veto foi derrubado pelo Congresso Nacional, e a lei foi regulamentada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em junho. Os gestores locais são responsáveis por escolher os projetos que receberão os recursos, e é necessário estabelecer ações sociais em acordo com os governos locais como contrapartida. O ministério também exige a criação de um órgão gestor cultural para a implementação de um Sistema Nacional de Cultura nos estados e municípios.

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