Diretoria do Twitter se manifesta contra censura de empresário pelo STF

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O Twitter Brasil encaminhou documento oficial ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em que aponta censura no bloqueio de contas determinado por ele na operação contra empresários, que teriam defendido um golpe de estado em um grupo de WhatsApp.  Na petição, o Twitter entende que “o bloqueio integral da conta @lucianohang assim como em relação a conta @lucianohang_hang, como demonstrado em outras oportunidades, poderia violar dispositivos constitucionais e a própria legislação infraconstitucional relativa a matéria”. Segundo a plataforma, a medida pode ser caracterizada como “censura de conteúdo lícito existente nos milhares de twitters postado pelo usuário, e também de censura prévia de conteúdo futuro lícito, não necessariamente vinculado ao objeto do inquérito em curso”. O empresário Luciano Hang teve suas contas do Facebook, Instagram, Tiktok, Twitter e Youtube bloqueadas após decisão do ministro Alexandre de Moraes no dia 23 agosto. Desde então, o empresário segue sem acesso as redes sociais. Moraes também pediu o bloqueio da conta do empresário José Khoury no Instagram. Os advogados reforçaram na petição que “a liberdade de expressão não comporta controle prévio”. “O direito à privacidade e intimidade só pode ser violado quando há algum indício de prática de algum crime, e as mensagens obtidas no grupo não demostram qualquer tipo de ato antidemocrático”, explicou a defesa de Hang.

Imprensa esconde prisão de vereador que mandou matar bolsonarista

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A imprensa nacional evita noticiar a prisão do vereador lulista Jean Charles Alexandre nesta semana. Investigações da polícia confirmam que ele ordenou a morte de Marcello Leite Fernandes, em Ibotirama, na Bahia. O crime aconteceu em julho. Marcello usava uma camisa de Bolsonaro e estava em seu carro quando foi abordado por dois motociclistas que o executaram. Além da prisão do vereador, foram cumpridos ainda seis mandados de busca e apreensão. Segundo a Polícia Civil, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) trabalha com diversas linhas de investigação, a principal delas, é a de que o crime foi motivado por política. Foram apreendidos documentos que devem auxiliar a apuração sobre as circunstâncias do crime. “Gostaríamos de destacar a participação popular. Durante a apuração, pessoas noticiaram, de maneira informal, fatos que nos ajudaram”, destacou o delegado responsável pela ação. O crime ocorreu no dia 21 de julho na rodovia BA-160, na cidade de Ibotirama. Dois homens em uma moto pararam ao lado do automóvel da vítima e um deles atirou contra Marcello. Imagens de câmeras de segurança registraram a execução.

Juiz manda invadir e destruir material em comitê de Lahesio Bonfim

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O comitê do candidato Lahesio Bonfim (PSC) em Imperatriz foi alvo de operação da Justiça Eleitoral na manhã deste sábado (10 de setembro). A ação, considerada arbitrária pela assessoria jurídica da campanha, invadiu o comitê e destruiu material de campanha do candidato. “Por conta de algumas placas fora do padrão, o juiz ordenou busca do material e destruição. Isso é totalmente afrontoso à legislação eleitoral. Isso é um ato claro de perseguição”, disse a assessoria. O destacamento de policiais e agentes da Justiça Eleitoral chegou ao comitê, localizado na avenida Pedro Neiva de Santana, por volta das 10h da manhã. Segundo os trabalhadores que estavam no local, a abordagem foi agressiva. “Já chegaram pegando as coisas e preparando para serem cortadas e rasgadas”, disse um dos presentes. Vídeos gravados mostram o momento em que vários materiais de campanha do candidato Lahesio Bonfim são destruídos com estiletes pelos agentes da Justiça Eleitoral. “Não se tem notícia de uma ação em que o material de campanha é destruído”, disse a assessoria jurídica da campanha. A ação truculenta teve como justificativa o tamanho do material usado por Bonfim. Segundo a coordenação da campanha, o comitê já havia sido notificada dias antes. As peças foram readequadas e a coordenação acreditou que o problema estava resolvido. Ocorre que o juiz eleitoral decidiu pela ida da polícia até o local e destruir o material poucas horas depois. A medida não encontra amparo da legislação segundo a assessoria do candidato. “O material já havia sido readequado e colocado dentro do comitê. Mesmo que continuasse a acreditar em desvios, o juiz deveria representar o Tribunal Regional Eleitoral e aplicar de multa. A ordem de destruir o material foi abusiva”, disse a assessoria. Em suas redes sociais, Lahesio lamentou a invasão do comitê e a destruição do material. “Destruíram nosso comitê, mas não vão destruir nossa esperança. Vamos continuar firmes na campanha”, disse. A coordenação da campanha acredita que a volta aos trabalhos no comitê na segunda maior cidade do Maranhão leve dois dias.   Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dr. Lahesio Bonfim (@lahesiobonfimoficial)

Desvio de ônibus escolares por Brandão e Lula na campanha é investigado

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O uso de ônibus escolares por Carlos Brandão (PSB) nas eleições deste ano é alvo de investigação da Procuradoria Eleitoral. Os promotores apuram se o uso dos veículos estaduais e municipais na convenção do candidato promovida pelo governador foi ilegal. O caso está sob o comando do procurador eleitoral auxiliar, José Leite. A denúncia foi apresentada ao Ministério Público Eleitoral (MPE) pela coligação “Junto pelo Trabalho”, na qual relatou que os bens públicos foram usados para alavancar a candidatura do governador Carlos Brandão e do ex-gestor Flávio Dino, que disputa uma vaga para o Senado Federal. No dia 30 de julho o evento político da coligação governista, realizado no Parque João Paulo II, Itaqui Bacanga, contou com caravanas vindas do interior do Estado, e de diversos pontos da capital, que foram transportadas em dezenas de ônibus a serviço de escolas públicas estaduais e municipais, custeados com verba pública. Para José Leite, o caso pode configurar a conduta vedada prevista no artigo 73, inciso I, da Lei das Eleições, que versa que “são proibidas aos agentes públicos, servidores ou não, as seguintes condutas tendentes a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais: I – ceder ou usar, em benefício de candidato, partido político ou coligação, bens móveis ou imóveis pertencentes à administração direta ou indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, ressalvada a realização de convenção partidária”. Diante dos fatos, o procurador instaurou um Procedimento Preparatório Eleitoral para apurar a suposta utilização de veículos públicos ara o transporte de pessoas para a Convenção do PT, PC do B e PSB, em São Luís, em prol das candidaturas de Carlos Brandão e Flávio Dino. José Leite também solicitou à Assessoria de Pesquisa e Análise da Procuradoria da República no Maranhão informe, em 48 horas, os dados cadastrais de todos os veículos mencionados na denúncia.

Interior do Maranhão adere em peso a atos pró-Bolsonaro

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Vídeos mostram que, pelo menos, 50 cidades maranhenses integraram em comemoração ao 7 de setembro e em apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Assim como no resto do país, não foram registrados incidentes de violência ou perturbação. As maiores manifestações acontecerem em: Arame, Bacabal, Balsas, Barra do Corda, Barreirinhas, Bom Jardim, Caxias, Chapadinha, Codó, Formosa da Serra Negra, Governador Luiz Rocha, Igarapé Grande, Imperatriz, Lago da Pedra, Maracaçumé, Mirador, Mirinzal, Pedreiras, Pinheiro, Pio XII, Porto Franco, Santa Inês, Santo Antônio dos Lopes, São Domingos do Maranhão, São Luís, São Mateus, Timbiras, Turiaçu, Tutoia, Viana e Vitorino Freire. Na maioria das cidades os atos foram realizados por meio de carreatas, caso de São Luís. Na capital maranhense o comboio registrou mais de 15 quilômetros de extensão. Em Barra do Corda, por exemplo, além da carretara os manifestantes fizeram a opção por uma caminhada. A variedade de músicas de apoio ao presidente Jair Bolsonaro evidenciou a falta de um comando central nas manifestações. O caráter espontâneo foi destaque em todos os movimentos que enalteciam a falta de financiamento da classe política e do “aluguel da presença”. Veja alguns vídeos abaixo. Todos os vídeos podem ser acessados AQUI: Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por José Linhares Jr (@joselinharesjr) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por José Linhares Jr (@joselinharesjr) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por José Linhares Jr (@joselinharesjr) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por José Linhares Jr (@joselinharesjr)

Milhares devem aderir às manifestações do 7 de setembro em São Luís

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O ato do 7 de setembro em 2021 em São Luís surpreendeu e entrou para a história como a maior manifestação popular da história do estado. Organizadores do evento acreditam que, agora em 2022, os atos devem ser ainda maiores e reunir mais de 40 mil pessoas. Com concentração marcada para as 8h da manhã na Avenida Daniel de La Touche, na Cohama, o terá como ponto de partida a loja da Havan. O esperado é que os participantes saiam em comboio por volta das 9h da manhã. A motocarreata deve seguir pela avenida Daniel de La Touche, Avenida Litorânea, Avenida dos Holandeses, Avenida Marechal Castelo Branco, Ponte do São Francisco e Praça Maria Aragão. Em 2021, o comboio se alastrou por cerca de 6 quilômetros, chegando até o Ipase. Quando os primeiros manifestantes chegaram na Praça Maria Aragão, ainda eram registradas saídas da Havan. A motocarreata de 2021 foi considerada a maior manifestação popular espontânea da história da capital. Sem ônibus alugados, ajuda de custo ou distribuição de combustível, os manifestantes conseguiram juntar mais de 30 mil pessoas no ato. A expectativa, neste ano, é de superar o número.

Felipe Neto condena uso de fake news contra Bolsonaro

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O influenciador Felipe Neto criticou a postura do deputado federal André Janones (Avante) após o parlamentar pregar o uso de notícias falsas contra o presidente Jair Bolsonaro (PL). Os dois entraram em uma discussão nas redes sociais após Janones ter pedido a seus seguidores que compartilhassem informações falsas sobre o piso da enfermagem. Felipe Neto afirmou que “não existe ‘fakenews do bem’” e que todo conteúdo desinformativo deve ser combatido. Em resposta, Janones argumenta que influenciador continue, então, “combatendo o fascismo com flores” e, se enveredar por esse caminho, avalia que vai acabar seguindo por um caminho em que estará “no porão de uma ditadura”. Ao passo que Neto rebate remetendo às ameaças e aos ataques que sofreu de apoiadores bolsonaristas nos últimos anos, alegando que não passou por tudo isso para que o parlamentar fosse ensiná-lo sobre o que é o fascismo.

Jornalista usa mãe morta e ex-esposas para atacar Bolsonaro em entrevista

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A jornalista Amanda Klein acusou de corrupção a mãe falecida do presidente Jair Bolsonaro durante sabatina realizada na Jovem Pan n manhã desta terça (06 de setembro). Além de Olinda Bonturi Bolsonaro, Klein ainda acusou duas ex-esposas do presidente de integrar um esquema de corrupção. Em sua defesa, Bolsonaro pediu respeito pela memória de sua mãe e afirmou que as duas ex-esposas já estão casadas e que não possui relação com elas. As acusações contra o presidente são baseadas em uma reportagem que catalogou todas as compras de imóveis, por qualquer pessoa com o sobrenome Bolsonaro, realizadas em todo o Brasil nos últimos 32 anos. O levantamento identificou dezenas de pessoas e 107 patrimônios que variam entre compra, venda e/ou herança. Todas as movimentações de todos os parentes do presidente são retratadas como oriundos de um esquema de corrupção que envolve a mãe morta de Jair Bolsonaro e ex-esposas. Klein também aderiu à narrativa que tenta transformar “moeda corrente” em dinheiro vivo, já desmentida amplamente por vários profissionais da área de cartórios do Brasil após a publicação da matéria do Uol que fundamentou as acusações da jornalista da Jovem Pan. Em um momento de revolta, Bolsonaro pediu à jornalista que deixasse sua mãe de fora da entrevista e que dirigisse seus ataques diretamente a ele. O clima de constrangimento entre os demais jornalistas, após os ataques contra a mãe falecida do presidente, era visível entre os demais jornalistas.

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