Felipe Neto condena uso de fake news contra Bolsonaro

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O influenciador Felipe Neto criticou a postura do deputado federal André Janones (Avante) após o parlamentar pregar o uso de notícias falsas contra o presidente Jair Bolsonaro (PL). Os dois entraram em uma discussão nas redes sociais após Janones ter pedido a seus seguidores que compartilhassem informações falsas sobre o piso da enfermagem. Felipe Neto afirmou que “não existe ‘fakenews do bem’” e que todo conteúdo desinformativo deve ser combatido. Em resposta, Janones argumenta que influenciador continue, então, “combatendo o fascismo com flores” e, se enveredar por esse caminho, avalia que vai acabar seguindo por um caminho em que estará “no porão de uma ditadura”. Ao passo que Neto rebate remetendo às ameaças e aos ataques que sofreu de apoiadores bolsonaristas nos últimos anos, alegando que não passou por tudo isso para que o parlamentar fosse ensiná-lo sobre o que é o fascismo.

Jornalista usa mãe morta e ex-esposas para atacar Bolsonaro em entrevista

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A jornalista Amanda Klein acusou de corrupção a mãe falecida do presidente Jair Bolsonaro durante sabatina realizada na Jovem Pan n manhã desta terça (06 de setembro). Além de Olinda Bonturi Bolsonaro, Klein ainda acusou duas ex-esposas do presidente de integrar um esquema de corrupção. Em sua defesa, Bolsonaro pediu respeito pela memória de sua mãe e afirmou que as duas ex-esposas já estão casadas e que não possui relação com elas. As acusações contra o presidente são baseadas em uma reportagem que catalogou todas as compras de imóveis, por qualquer pessoa com o sobrenome Bolsonaro, realizadas em todo o Brasil nos últimos 32 anos. O levantamento identificou dezenas de pessoas e 107 patrimônios que variam entre compra, venda e/ou herança. Todas as movimentações de todos os parentes do presidente são retratadas como oriundos de um esquema de corrupção que envolve a mãe morta de Jair Bolsonaro e ex-esposas. Klein também aderiu à narrativa que tenta transformar “moeda corrente” em dinheiro vivo, já desmentida amplamente por vários profissionais da área de cartórios do Brasil após a publicação da matéria do Uol que fundamentou as acusações da jornalista da Jovem Pan. Em um momento de revolta, Bolsonaro pediu à jornalista que deixasse sua mãe de fora da entrevista e que dirigisse seus ataques diretamente a ele. O clima de constrangimento entre os demais jornalistas, após os ataques contra a mãe falecida do presidente, era visível entre os demais jornalistas.

Campanha de Lahesio Bonfim cresce na região norte do Maranhão

lAHESIO bONFIM

O candidato ao governo do Maranhão, Lahesio Bonfim (PSC), foi recebido com festa na região norte do Maranhão. No domingo (05), o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes caminhou pelas ruas dos municípios de Miranda do Norte, Santa Rita, Bacabeira e Rosário, ao lado do candidato a vice – governador, Dr. Gutemberg, dos candidatos a deputado estadual, Wellington do Curso e Junior Vieira, e candidata a deputada Federal, Sirlan Souza, lideranças locais e populares das regiões. O candidato do PSC participou pela manhã de carreatas nos municípios de Miranda do Norte e Santa Rita. Lahesio Bonfim visitou as casas dos moradores das regiões e foi surpreendido por uma multidão que o abordou para conversar e tirar fotos. “Fico muito feliz quando converso com cada morador, quando vejo nos olhos do nosso povo a esperança, a força. Isso me dá força para continuar. A gente vai fazer uma verdadeira mudança neste estado. Porque o nosso povo não pode mais esperar”, disse Lahesio Bonfim. A cidade de Bacabeira recebeu o ex- prefeito de São Pedro dos Crentes no período da tarde. Lahesio participou de uma caminhada que teve início na Praça Central, às 15h00, em frente ao Viaduto, na BR 135. A carreata da esperança em Rosário marcou a passagem de Lahesio Bonfim pela região norte do Maranhão. Na oportunidade, o candidato da coligação “Coragem para Mudar o Maranhão”reforçou que pretende atuar de forma inovadora no governo do estado. “Gestão: essa é a resposta para o nosso estado. Temos a coragem e a experiência para dirigir o Maranhão para novos caminhos. Vamos transformar a economia, a saúde, o turismo. O Maranhão não pode ser o estado mais pobre do Brasil”, explicou.

Aliado de Lula abre o jogo e defende uso de fake news contra Bolsonaro

JANONES E LULA

Nesta segunda-feira (5), o deputado federal André Janones (Avante-MG) usou o Twitter para disseminar a informação falsa de que o partido do presidente Bolsonaro estaria por trás da suspensão da lei do piso salarial dos enfermeiros. Admitindo não ter certeza da informação, o deputado chegou a pedir para que os seguidores viralizassem a fake news. “Mamadeira de piroca se combate com outra mamadeira de piroca! Printem isso e viralizem pelo zap! Vou fazer live também. Façam chegar em TODO o Brasil! Olho por olho, dente por dente!”, disse o parlamentar ao defender o uso da mentira contra Bolsonaro. A lei do piso salarial, sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro no início de agosto, foi suspensa pelo ministro do STF, Luis Roberto Barroso, no último domingo, a pedido da Confederação Nacional da Saúde (CNSaúde) e de outras entidades que alegam inconstitucionalidade da lei. “Quem julga é o Xandão!” Mês passado, Janones acusou o empresário catarinense, Luciano Hang, de matar a própria mãe. Em seguida, debochou de um possível processo, pois quem o julgaria seria o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes.  “Luciano, pode vir com o processinho mas lembra que eu tenho foro privilegiado, tá? Quem julga é o Xandão!”, escreveu o parlamentar, no Twitter. Dias antes de o ministro Alexandre de Moraes ordenar busca e apreensão contra empresários por supostas conversas “antidemocráticas” em um grupo fechado de WhatsApp, o deputado Janones insinuou ter conhecimento prévio de uma medida judicial que seria tomada contra Hang.  Rachadinha Mês passado, Fabrício Ferreira, ex-assessor de Janones, acusou o parlamentar de forçar seus assessores a darem parte de seus salários, prática chamada de “rachadinha”. O ex-assessor afirmou em entrevista para a Jovem Pan: “Um dos assessores que estavam falando comigo citou que ganhava em torno de 9 mil e era obrigado a passar 60% do salário para o deputado”. Voto impresso O nome de Janones ficou nacionalmente conhecido através das redes sociais, em 2018, quando atuou temporariamente como porta-voz dos caminhoneiros durante uma greve da categoria. Após revelados os interesses políticos do então advogado, os caminhoneiros dispensaram o apoio de Janones. Apesar da grande repercussão da greve dos caminhoneiros, foi durante a votação da PEC do voto impresso, em agosto de 2021, que o deputado ganhou fama. Na ocasião, o ex-petista fez questão de imprimir o comprovante da votação para provar que votou contra o voto impresso.   “Minha assessoria de plenário me presenteou com o meu voto impresso. Não dá nem tempo de se alegrar, vamos agora pra barrar o distritão”, disse Janones no Twitter.  “Semana que vem ele vai organizar uma carreata para protestar contra a poluição causada pelos automóveis”, comentou um perfil no Twitter.

Casa do ex-ministro Sergio Moro é alvo de busca e apreensão

Sergio Moro

A residência do ex-ministro Sérgio Moro foi alvo de busca e apreensão pela Justiça Eleitoral cumpriu na manhã deste sábado (3 de setembro). Os mandatos exigiam a busca e apreensão de materiais de campanha na casa de Moro. Por mais estapafúrdia que pareça, a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná tomou como base ação do PT de que diversos materiais impressos da campanha de Moro estão colocando o nome dos suplentes em tamanho irregular. Isso mesmo: a casa de Sérgio Moro foi invadida e vasculhada por agentes da Justiça Eleitoral por causa do tamanho da letra que ele usa em sua campanha.   O advogado que representa o PT, Luiz Eduardo Peccinin, afirmou também à Justiça que as redes sociais de Moro têm publicado propaganda irregular. O petista cita o artigo 36 da lei eleitoral que diz que na propaganda dos candidatos a cargo majoritário “deverão constar, também, os nomes dos candidatos a vice ou a suplentes de senador, de modo claro e legível, em tamanho não inferior a 30% (trinta por cento) do nome do titular.” “Em breve observação olho nu, já se nota que Moro, ao que parece, tenta esconder o nome de seus suplentes, Luis Felipe Cunha e Ricardo Guerra, expondo em sua marca de campanha o nome de seus companheiros de chapa em tamanho muito inferior àquele exigido pela legislação eleitoral, longe de dar ao eleitor essa informação ‘de modo claro e legível’, como exige norma”, argumenta Peccinin no processo. A Justiça determinou também a exclusão de todos os vídeos do canal de Sérgio Moro do YouTube, inclusive aqueles com críticas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de dezenas de links nas páginas sociais de sua campanha. Procurada, a assessoria de Moro disse que “a busca e apreensão se refere tão somente à, supostamente, os nomes dos suplentes não terem o tamanho de 30% do nome do titular”. “Todavia, isso não corresponde com a verdade. Os nomes estão de acordo com as regras exigidas, sendo assim, a equipe jurídica pedirá a reconsideração da decisão”, diz em nota. O apartamento de Sergio Moro foi o local da busca e apreensão porque o endereço foi indicado no registro da campanha dele ao Senado. “No local, nada foi apreendido”, afirma a assessoria de Moro.

Guedes anuncia a “despedalada final” de erros fiscais na era petista

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou que o Governo Federal deve receber de volta R$ 90 bilhões que “emprestados” ao BNDES nos mandatos de Luís Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff (ambos do PT). Os recursos haviam sido usados para empréstimos a empresas que tinham entre seus donos Marcelo Odebrecht, Eike Batista e Joesley Batista. Era a chamada “política dos campeões nacionais”. A ação dos governos petistas consistia em injeções bilionárias de empréstimos do BNDES para empresas amigas dos governos petistas entre 2008 e 2014. O volume de recursos elevava o patamar das empresas e criava a impressão de que o Brasil passava por crescimento. Foi estabelecido um cronograma de devolução, mas o banco de fomento vinha “pedalando” a restituição dos valores aos cofres do Tesouro Nacional. A devolução destes recursos aos cofres públicos está sendo tratada como “a despedalada final” por Guedes. A negociação para a devolução dos recursos, que haviam sido injetados pelo Tesouro Nacional no banco estatal, foi intermediada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Com a devolução prevista, o Ministério da Economia prevê abater 1 ponto porcentual da dívida pública neste ano, fazendo com que ela feche 2022 ao redor de 77,6% do PIB. O valor corresponde ao patamar de endividamento encontrado pela atual equipe econômica quando assumiu a pasta, em janeiro de 2019. Além da questão econômica, o equacionamento dessa dívida tem também um valor político, uma vez que a crítica à gestão no BNDES na época dos campeões nacionais é parte do discurso de Jair Bolsonaro contra o PT. A administração do banco estatal resistia em fazer os pagamentos com o argumento de que, juridicamente, não poderia causar prejuízo à instituição, nem reduzir os parâmetros de segurança bancária de Basiléia, um acordo internacional que visa garantir solidez ao sistema financeiro. Por isso, Guedes recorreu à intermediação do TCU.

Governo de Flávio Dino recebeu R$ 33 milhões do orçamento secreto

Flavio Dino Orcamento SEcreto

Planilha orçamentária revela que a gestão do ex-governador Flávio Dino (PSB) recebeu R$ 33.444.878,22 do chamado Orçamento Secreto. Ironicamente, nas últimas semanas o ex-governador tem chamado o Orçamento Secreto de “roubalheira”. Segundo o jornalista Neto Ferreira, que trouxe a história à público, entre 2020 a 2022 o governo de Dino recebeu mais de R$ 30 milhões em recursos públicos via emenda do relator (código técnico RP-9), mais conhecida como “orçamento secreto”. O documento vazado por Ferreira mostra que a verba foi transferida para o governo de Flávio Dino por meio da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Fundo Nacional De Aviação Civil – Fnac; Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação; Fundo Nacional de Saúde; Ministério da Cidadania; Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos; Companhia de Desenvolvimento dos Vales Do São Francisco e do Parnaíba – Codevasf e Ministério do Desenvolvimento Regional para patrocinar ações da gestão de Flávio Dino. Especificamente, o dinheiro foi alocado nas pastas da Saúde, Educação, Mulher, Esporte, Direitos Humanos, Indústria e Comércio, além da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). A nota técnica diz ainda que chegaram a ser empenhados R$ 45.926.203,05 milhões pelos deputados e senadores para serem enviados ao governo dinista, porém desse montante foram pagos R$ 33.442.878,32 milhões. “Estamos vendo, aos olhos de todos, o maior desvio de dinheiro público da História brasileira. Este tal ‘orçamento secreto’ é o maior desvio de recursos federais da História brasileira. Nada chega perto disso”, disse Dino em uma entrevista. Nas redes sociais, também chegou a dizer que se fosse eleito para o Senado não iria usar o dinheiro da emenda do relator, já que considera o “orçamento secreto” como ilegal, inconstitucional e imoral.

Debate no Imirante foi o grande momento do início das eleições no Maranhão em 2022

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O debate realizado pelo portal Imirante na noite desta quinta (1º de setembro) entrou para a história não só das eleições de 2022, mas da transmissão de debates em todo o Maranhão. Com mais de 11 mil telespectadores simultâneos na hora do debate e próximo de bater 100 mil visualizações antes das primeiras 24 horas, a transmissão é a maior dessa natureza em todos os tempos. O debate foi mediado pelo jornalista Clóvis Cabalau, diretor do Núcleo de Política do Grupo Mirante. Com regras que garantiram fluidez no debate e qualidade técnica impecável, os candidatos tiveram cerca de 3 horas para debater ideias e apresentar propostas. Ficaram de fora do debate Edivaldo Holanda Jr (PSD), Frankle Lima (PCB) e Hertz Dias (PSTU). Edivaldo cumpria agenda no interior e os outros dois não participaram por regras do debate. O DEBATE Participaram do debate o governador Carlos Brandão (PSB), Lahesio Bonfim (PSC), Weverton Rocha (PDT), Simplício Araújo (Solidariedade), Joas Moraes (DC) e Enilton Rodrigues. No primeiro bloco, os candidatos respondiam a perguntas dos jornalistas do Grupo Mirante. Nos blocos posteriores, eles perguntavam a si mesmos com temas definidos e tema livre sobre plano de governo. No último bloco vieram as considerações finais. Durante todo o evento não foram registrados quaisquer problemas técnicos. Além disso, a condução do debate pelo mediador garantiu o profissionalismo necessário para que o eleitor pudesse ter mais facilidade para o eleitor pudesse ver as propostas. O DESEMPENHO DOS CANDIDATOS Carlos Brandão – Teve o pior desempenho no debate. Foi criticado e confrontado por todos os demais debatedores em menor ou maior medida. Não conseguiu defender a gestão de Flávio Dino e nem mostrar identidade própria. Saiu-se muito mal nos embates contra o ex-secretário Simplício Araújo. Carlos Brandão trocou palavras, confundiu-se em perguntas e demonstrou confusão em vários momentos. NOTA: 3 Lahesio Bonfim – Foi o primeiro dos três colocados nas pesquisas a participar ativamente do debate junto com Joas Moraes. Questionado sobre a previdência do estado, desperdiçou a chance de falar sobre os mais de R$ 1 bilhão sacados do Fundo Especial Pensão e Aposentadoria dos Servidores do Estado (FEPA) pelo ex-governador Flávio Dino, seu adversário. Exagerou nas ironias e galhofas. Não soube defender-se do senador Weverton Rocha. NOTA: 4 Weverton Rocha – Desde o começo deixou claro que iria optar pela iniciativa de buscar os embates com os demais candidatos. Escolheu o candidato Lahesio Bonfim, com quem disputa o segundo lugar nas pesquisas, para iniciar sua estratégia. A estratégia prejudicou a apresentação de propostas. Conseguiu constranger o ex-prefeito várias vezes. Quando instado sobre escândalos de corrupção, foi pouco convincente. Na última parte do debate escolher Carlos Brandão como alvo e conseguiu desestabilizar ainda mais o governador. NOTA: 7 Simplício Araújo – Surpreendeu pela assertividade contra Carlos Brandão, ex-colega de governo. Foi o único que conseguiu mesclar investidas contra adversários e apresentação de propostas. Foi pouco acionado em relação a ataques, o que facilitou seu desempenho em relação aos demais. NOTA: 9 Joas Moraes – O melhor com as palavras e na apresentação de propostas. Contudo, a falta de confrontos diretos com os demais e sua baixa popularidade o prejudicaram. NOTA: 8 Enilton Rodrigues – Refém de chavões da extrema esquerda, completamente desligado das questões locais e incapaz de incomodar os outros cinco candidatos, o representante do PSOL fez apenas figuração. NOTA: 0.

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