São Luís fica fora de ranking de cidades mais perigosas do mundo

Cidades Violentas

CIDADE DO MÉXICO, 10 de setembro de 2023 – O jornal britânico Daily Mail recentemente publicou um novo ranking das cidades mais violentas do mundo, listando aquelas com as maiores taxas de homicídios por população. A capital São Luís, que já chegou a figurar na 21ª posição em um levantamento semelhante divulgado em meados de 2016, não aparece na lista desta vez. A pesquisa revela que o México lidera com 15 cidades no ranking, seguido pelo Brasil, com dez cidades, e os Estados Unidos, com seis cidades presentes. Os dados também revelam que a maioria das cidades mais violentas do mundo está agrupada no Hemisfério Ocidental. Essas cidades estão espalhadas pela América do Sul, América Central e Estados Unidos, dominando o cenário da violência global. O topo da lista é ocupado por cidades mexicanas, com nove das dez primeiras posições. Colima, no México, lidera o ranking, superando cidades como Tijuana, Nova Orleans, Cidade do Cabo, Kingston, Porto Príncipe e Cali, que também figuram entre as mais violentas. Outras 13 cidades pertencem à América do Sul e quatro estão localizadas na África, todas na África do Sul: Cidade do Cabo, Durban, Port Elizabeth e Joanesburgo. No ranking anterior de 2016, São Luís estava na 21ª posição e era a sexta cidade brasileira com a maior taxa de homicídios por 100 mil habitantes em 2015, com uma média de 53,05 homicídios por 100 mil habitantes. Naquela lista, 21 cidades eram brasileiras, e a capital venezuelana, Caracas, liderava com uma taxa de 119,87 homicídios por 100 mil habitantes. À época, o ranking foi divulgado pelo Conselho Cidadão para a Segurança Pública e a Justiça Penal e levou em consideração o número de homicídios por 100 mil habitantes em cidades com população igual ou superior a 300 mil pessoas.

Ataques contra escolas aumentam 300% no primeiro ano de Lula

Ataques contra escolas

BRASIL, 20 de junho de 2023 – Apesar de toda a verborragia do ministro da Justiça Flávio Dino, que tenta relacionar ataques contra escolas e internet, há em um curso um fenômeno incômodo para o atual Governo Federal: o aumento no número de ataques contra escola na gestão do presidente Lula já atingiu em 5 meses 60% do número total de ataques na gestão de Jair Bolsonaro. Enquanto no primeiro ano de Bolsonaro foi registrado apenas um ataque, com Lula já são três faltando ainda 7 meses para o fim do ano. Um aumento real de 300%. Nos quatro anos de governo do ex-presidente Jair Bolsonaro foram registrados cinco ataques. Suzano (2019), Saudades (2021), Barreiras (2022), Sobral (2022) e Aracruz (2022). No governo Lula já são três ataques em menos de apenas meses: São Paulo, Blumenau e agora Cambé. A RAZÃO DO AUMENTO DE ATAQUES CONTRA ESCOLAS Ao longo dos meses o ministro Flávio Dino tem feito um esforço enorme para ligar os ataques ao que ele chama de profusão do discurso de ódio na internet. Acontece que a internet continuar a mesma do governo passado quando foi registrada uma média de 1.3 ataques por ano. No primeiro ano da atual gestão, que ainda tem 7 meses para terminar, essa média já chegou a 3 ataques e pode aumentar mais. Por sua trajetória política, caso fosse Flávio Dino opositor ao atual governo, é provável que ele culpasse a gestão Lula pelos ataques. IMPUNIDADE Frequentemente aliados e entusiastas do atual governo costumam culpar a garantia do direito à posse de armas como responsável pelo aumento no número de ataques. Contudo, a retomada de políticas que facilitem o acesso a armamento por civis foi iniciada na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na atual gestão, ainda durante o governo de transição, Flávio Dino fez questão de anunciar em várias ocasiões que o acesso seria dificultado. A comparação entre os ataques durante toda a gestão de Bolsonaro com apenas os cinco primeiros meses de Lula mostra uma ruptura entre o discurso de Flávio Dino e arealidade. Por outro lado, policiais e especialistas em segurança pública já percebem um aumento nos números da criminalidade. Opositores do atual governo culpam a crescente sensação de impunidade, supostamente trazida com o novo governo, como justificativa para o aumento do número de crimes contra a pessoa.

Judiciário atrasa júri de esquerdistas que explodiram cabeça de repórter

IMAGEM DESTACADA

RIO DE JANEIRO, 05 de junho de 2023 – Os assassinos do cinegrafista Santiago Andrade, que cruelmente tiraram sua vida ao atingi-lo com um rojão durante os tumultos provocados pelo grupo esquerdista black bloc, em fevereiro de 2014, ainda aguardam julgamento em liberdade. A situação é um reflexo perturbador da impunidade que persiste no sistema judicial brasileiro. O repórter cinematográfico Santiago Ilídio Andrade cobria uma das manifestações que ocorreram em todo o país em 2014 quando foi brutalmente atingido na cabeça por um rojão disparado por esquerdistas. Ele agonizou por três dias antes de sucumbir aos ferimentos. As imagens revelaram claramente que os responsáveis pelo disparo que tirou a vida do repórter foram identificados como Caio Silva de Souza e Fábio Raposo. No entanto, quase 10 anos se passaram desde a morte de Santiago, e os dois esquerdistas ainda aguardam o desfecho do julgamento em liberdade. Os dois são acusados de homicídio doloso qualificado e explosão contra o repórter cinematográfico da TV Bandeirantes. Raposo foi preso no mesmo dia em que Santiago foi declarado com morte cerebral. Já Caio Silva de Souza, depois de fugir da polícia do Rio de Janeiro, foi encontrado na Bahia em 12 de fevereiro, após uma tentativa de escapar de ônibus. Os assassinos ficaram detidos apenas até 2015, quando foram soltos graças a um habeas corpus. Em tempos em que velhinhas conservadoras são mantidas presas, deputados, influencers e jornalistas são cassados por sua opinião política, não deixa de ser revoltante o fato de que dois esquerdistas gozem de ampla liberdade e clemência do Judiciário após matarem brutalmente um inocente.

Facções começam a executar jovens dentro de ônibus em São Luís

Wemerson Matheus Ferreira Fonseca

O adolescente Wemerson Matheus Ferreira Fonseca, de apenas 17 anos, foi morto na noite desta sexta (7 de abril) por supostamente morar em um bairro de criminosos rivais de seus assassinos.  Executado por membros de uma facção criminosa durante o assalto a um ônibus, a vítima comemorava aniversário no mesmo dia em que foi morto. O crime, pelo menos teoricamente, deveria ligar o alerta nas autoridades e políticos locais. A banalização do assassinato por facções já é prática comum em outros estados e, aparentemente, começa a ser importada para o Maranhão. No Rio de Janeiro, por exemplo, já são comuns assassinatos de pessoas que moram em “bairros errados” (localidades dominadas por facções rivais). E também já é rotina o assassinato de pessoas que entram por engano em algumas comunidades. As investigações da polícia apontam que o crime aconteceu após um grupo assaltantes entrarem em um coletivo do bairro Santa Bárbara, por volta das 21h.  após cerca de cinco de suspeitos terem entrado no ônibus e anunciado o assalto. Durante o arrastão contra os passageiros, os criminosos implicaram com Wemerson e começaram a interrogá-lo. Segundo as investigações, antes que o adolescente pudesse responder, ele foi executado pelos marginais que fugiram do local. “Num determinado momento se aproximaram da vítima e passaram a interrogá-la perguntando de onde ela era. Imaginando que a vítima fosse de uma outra área, dominada por uma facção rival e a vítima parece que não teria respondido nada, talvez por um momento de choque, e eles efetuaram dois disparos. Um disparo atingiu fatalmente a vítima”, disse o delegado responsável pelo caso. Wemerson voltava de uma festa de comemoração do seu aniversário quando foi executado pelos assassinos. O caso será investigado pela Superintendência de Homicídios de Proteção à Pessoa (SHPP), situada na capital. Ao contrário dos boatos envolvendo ataques que nunca aconteceram adolescentes em escolas de classe alta de São Luís, o assassinato de Wemerson Matheus Ferreira Fonseca não causou comoção social até agora. Talvez pelo assassinato de garotos que moram “no lugar errado” ser mais comum e afetar apenas jovens de periferia, as autoridades e políticos não vejam necessidade para alarde. O fato é que a execução de Wemerson por criminosos com motivação banal é indiscutivelmente mais grave do que traquinagens de filhinhos mimados da alta sociedade de São Luís. Só que em uma sociedade incapaz de perceber a realidade e a gravidade das coisas, um caso cai no esquecimento enquanto o outro gera pânico.

Nordeste lidera ranking de violência política no Brasil

violencia politica

Responsável pela eleição do presidente Lula nas eleições de 2022, a região Nordeste lidera o ranking de violência política no país. Os dados são do Observatório da Violência Política e Eleitoral, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Segundo o estudo, o Nordeste responde por 33,7% de todos os casos registrados analisados pelo estudo. O Sudeste fica em segundo, Norte em terceiro, Sul em quarto e Centro-oeste em último lugar. O Estado da Bahia é o mais violento da região Nordeste, ficando atrás apenas do Rio de Janeiro. A violência política é caracterizada por intimidação, agressão, homicídios, atentados, homicídios de familiares e atentado contra familiares. De acordo com o estudo, os principais alvos da violência política são lideranças em cargos locais. O estudo ainda mostra que o número cresce com as movimentações em torno das pré-campanhas para as eleições eia o relatório 2022 completo aqui

Governado pela esquerda, Nordeste é uma das regiões mais violentas do mundo

violencia

Um levantamento das global mostra que, 50 cidades mais perigosas do mundo, 10 são brasileiras e 9 estão no Nordeste. Os dados dizem respeito ao ano de 2022. O país com o maior número de cidades entre as mais violentas é o México, que tem 17 municípios no ranking. Em segundo lugar, graças ao Nordeste, está o Brasil. Ironia da vida, o ministro da Justiça e Segurança Pública é um ex-governador maranhense, o comunista Flávio Dino. O estudo leva em consideração o número de mortes a cada 100 mil habitantes. No Brasil, a campeã é a cidade nordestina de Mossoró, no Rio Grande do Norte. A taxa de homicídios é quase o dobro da média nacional e alcança 63,21, ocupando a 11ª posição na lista mundial. Historicamente governada por esquerdistas, como o ex-governador maranhense e atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), além de ser a região mais pobre da federação, os números também revelam que o Nordeste é a mais violenta também. Possivelmente ainda ocupa o primeiro lugar em índices de analfabetismo. Os dados são de um ranking anual elaborado pela ONG mexicana Conselho Cidadão para a Segurança Pública e a Justiça Penal. O estudo foi produzido com base em dados oficiais ou de fontes alternativas, como ONGs. VIOLÊNCIA GENERALIZADA Segundo dados do Observatório da Violência Política e Eleitoral, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), o Nordeste também é a região que concentra a maioria dos casos de violência política no país. Os números mostram que houve um aumento de 23% nos casos de violência política na região nos últimos anos. Segundo o levantamento, a região mais atingida foi o Nordeste, com 33,7%, a frente do Sudeste, Norte , Sul e, por fim, Centro-oeste. O Estado da Bahia, principal responsável pela vitória do presidente Lula nas eleições do ano passado, é o mais violento da região Nordeste. Estas são as cidades brasileiras mais perigosas e suas respectivas posições no ranking global: Mossoró — Rio Grande do Norte (11); Salvador — Bahia (19); Manaus — Amazonas (21); Feira de Santana — Bahia (22); Vitória da Conquista — Bahia (26); Natal — Rio Grande do Norte (28); Fortaleza — Ceará (31); Recife — Pernambuco (35); Maceió — Alagoas (36); Teresina – Piauí (40).

Candidato a deputado federal do PT acusado de praticar assaltos em São Luís

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Durante o mês der outubro câmeras de videomonitoramento no Olho D’Água identificaram um veículo Ford Ka participando de vários assaltos nas redondezas da avenida Mário Andreazza. A Polícia Militar agiu rápido e destacou uma viatura para fazer a ronda do local. No início da tarde de ontem (14 de outubro), os policiais identificaram e abordaram um carro com as mesmas características no lugar onde os assaltos aconteciam. Entre os integrantes, estava Carlos Augusto Alves Pereira Filho, o Gugu do PT. Suspeito de integrar grupo que praticou os assaltos, ele foi candidato a deputado federal pelo Coletivo Lula Presidente nas eleições deste ano. A ocorrência foi registrada no Centro Integrado de Operações de Segurança (CIOPS) com o código M5316623. Além de Gugu do PT, ocupavam o veículo em atividade suspeita outros três homens. Yago Araújo Bezerra, Luis Henrique Bacelar Nogueira e Mateus Santos da Luz. A abordagem foi realizada por volta das 13h nas proximidades do Colégio Literato. Durante a revista do veículo foram encontrados entorpecentes e pertences pessoais. Mesmo com as características do veículo batendo com a descrição do automóvel que estava praticando os assaltos, não foram encontradas armas e nem objetos suspeitos de serem produto de assalto na ocasião. Um dos policiais desconfia que o grupo poderia estar iniciando a possível atividade criminosa quando fora abordada pela viatura. Os ocupantes foram levados então ao 7º Distrito Policial do Turu para averiguação da autoridade policial. Apesar das fortes suspeitas de que se tratavam dos mesmos flagrados pelas câmeras de videomonitoramento praticando assaltos ao longo do mês, a autoridade policial teve que liberá-los por não se tratar de prisão em flagrante. CANDIDATO E COMISSIONADO Gugu do PT foi candidato nas eleições deste ano no Coletivo Lula Presidente (1311) com outros quatro petistas. Em suas redes sociais, o petista se apresenta como funcionário da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular (SEDIHOP). Tradicional cabide de emprego membros do PT na gestão do ex-governador Flávio Dino.

Autoridades protegem identidade de professor que estuprava meninos em Bacabeiras

Minha Imag Princ BRANCA

Um professor de dança foi preso nesta sexta (26 de agosto) na cidade de Bacabeira acusado de vários crimes contra crianças. Ele abordava garotos passando-se por mulher, assediava e depois, por meio de chantagem, as estuprava. Apesar do vasto material comprobatório, que inclui vídeos, a identidade do criminoso é guardada sob sigilo pelas autoridades. Investigações revelam que o criminoso preso hoje fazia parte de uma grande quadrilha voltada para a exploração sexual de crianças. O professor se beneficiava do acesso às escolas onde as vítimas estudavam e as escolhia. Desencadeada hoje, a operação “Arco Íris”, realizada pela Polícia Civil do Maranhão, visava desarticular o grupo criminoso. A operação foi coordenada pela delegacia da cidade. Além de assediarem, chantagearem e estuprarem os meninos. O grupo ainda gravava, armazenava os estupros dos menores de idade e depois divulgado. Após serem escolhidas, as vítimas eram abordadas por meio de aplicativo de mensagem. Os estupradores seduziam as crianças e as convenciam mandar fotos nuas. De posse do material, começava a chantagem. O professor exigia que as vítimas tivessem relação sexual com ele, caso contrário, as imagens seriam divulgadas na internet. O professor foi preso nesta sexta, durante um cumprimento de mandado de prisão e de busca e apreensão. Com ele, a polícia apreendeu celulares em que havia várias imagens íntimas de crianças e adolescentes, que moram no interior do Maranhão, como também em outros Estados.

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