Cidades do MA fora da lista das mais violentas do mundo

MARANHÃO, 02 de junho de 2025 – Cidades maranhenses ficaram de fora da lista das 50 mais violentas do mundo, conforme levantamento de 2024 da ONG mexicana Conselho Cidadão para a Segurança Pública e a Justiça Penal, divulgado no final de maio. A ausência de municípios maranhenses também foi destacada no último Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Entre as 50 cidades listadas, oito são brasileiras — seis delas capitais do Norte e Nordeste. Feira de Santana (BA) lidera no Brasil, ocupando a 22ª colocação global. Porto Príncipe, no Haiti, lidera o ranking mundial. O secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, atribui os resultados à atuação conjunta das forças policiais e aos investimentos realizados na gestão do governador Carlos Brandão.
Marajá do Sena e Peritoró figuram entre as piores em ranking

MARANHÃO, 30 de maio de 2025 – Ranking do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) revelou as cidades brasileiras com melhor e pior qualidade de vida. O estudo avaliou os 5.570 municípios com base no Índice de Progresso Social (IPS), destacando desigualdades regionais. Marajá do Sena e Peritoró, ambos no Maranhão, aparecem entre os 20 piores municípios do país. Marajá do Sena ocupa a 18ª colocação com índice de 44,92. Peritoró está em 19º, com 45,18 pontos. Os dois municípios fazem parte da Amazônia Legal e compartilham o fim da lista com cidades da região Norte, revelando contrastes sociais e econômicos entre as regiões do Brasil. As cidades com os melhores índices de qualidade de vida concentram-se nas regiões Sul e Sudeste. O estado de São Paulo abriga 11 dos 20 melhores municípios. Gavião Peixoto (SP) lidera o ranking com 73,26 pontos, seguido de Gabriel Monteiro (SP) e Jundiaí (SP). Estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal também apresentam cidades entre as mais bem avaliadas. O estado do Pará lidera negativamente com 12 dos 20 piores municípios. A contradição chama atenção, já que o estado será sede da Conferência do Clima (COP30) ainda este ano. Além do Pará, também aparecem na lista de piores colocados municípios dos estados de Roraima, Acre, Maranhão e Mato Grosso do Sul. Uiramutã (RR) tem o pior índice do país: 37,59 pontos.
Ranking aponta os políticos do MA com mais força online

MARANHÃO, 23 de maio de 2025 – A influência digital de políticos maranhenses foi foco de um levantamento realizado pela agência catarinense BN3, especializada em marketing digital. A análise ranqueou os 30 líderes políticos com maior engajamento no Instagram entre 1º de janeiro e 19 de maio de 2025, considerando exclusivamente políticos com mandato — com uma exceção: o ex-prefeito Lahesio Bonfim, nome recorrente na corrida ao governo estadual de 2026. O resultado foi apresentado em São Luís durante palestra do especialista em marketing político Guga Fleury. A pesquisa contabilizou o chamado “engajamento orgânico bruto” — somatório de curtidas, comentários e compartilhamentos espontâneos — e revelou uma radiografia atual da presença digital dos parlamentares. Com expressivos 4.456.533 engajamentos e 80.963 novos seguidores no período, o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, ocupa a primeira colocação. Em seguida, o deputado estadual Ricardo Arruda figura como o segundo político mais influente nas redes, acumulando 2.574.530 interações — desempenho que o posiciona como uma das vozes digitais mais ativas do Maranhão. O governador Carlos Brandão aparece logo depois, com 2.459.429 interações e mais de 71 mil novos seguidores, mantendo forte presença mesmo fora do calendário eleitoral — um indicador que reforça a atenção ao ambiente digital por parte do Executivo estadual. FIGURAS TRADICIONAIS E NOVAS LIDERANÇAS Entre os 30 nomes da lista, chamam atenção políticos que investem sistematicamente em comunicação digital, como os deputados Duarte Jr., Dr. Yglésio e Carlos Lula. Nomes veteranos, como Márcio Jerry, Eliziane Gama, Othelino Neto e Weverton, dividem espaço com novos rostos que ganham fôlego nas redes, como a deputada Daniella, Mical Damasceno e Junior Cascaria.
Maranhão lidera desmatamento no Cerrado pelo 2º ano seguido

MARANHÃO, 15 de maio de 2025 – O Maranhão manteve-se em 2024 como o estado que mais desmata o Cerrado, bioma que concentrou 52,5% de toda a perda de vegetação nativa do Brasil no último ano. Apesar de uma redução de 34,3% na área desmatada em relação a 2023, o estado devastou 218.298 hectares – o equivalente a dois campos de futebol por hora –, segundo o Relatório Anual do Desmatamento (RAD) do MapBiomas, a ser divulgado nesta quinta (15). Destaques do relatório Velocidade da destruição Enquanto a Amazônia perdeu 7 árvores por segundo em 2024, o Cerrado teve ritmo mais acelerado: 1.786 hectares/dia. O pico ocorreu em 21 de junho, com 3.542 hectares devastados em 24 horas.
Brasil tem desempenho abaixo da média global em eficácia

BRASIL, 28 de abril de 2025 – O Banco Mundial divulgou dados que revelam, mais uma vez, o esforço do Brasil para se manter fora do topo dos rankings globais. Segundo o relatório de 2023 sobre eficácia do governo, o país registrou pontuação de -0,27, em uma escala que vai de -2,5 a +2,5, onde quanto maior o índice, melhor a qualidade da gestão pública. Com esse resultado, o Brasil conseguiu superar menos da metade dos países avaliados, ficando abaixo da média global. O estudo avalia a capacidade dos governos de prestarem serviços públicos eficientes, elaborarem políticas de qualidade e manterem a administração pública imune a pressões políticas – uma tarefa que, para alguns, parece desnecessariamente complexa. De acordo com os critérios do Banco Mundial, o Brasil permanece em situação classificada como ruim no cenário internacional. A distância em relação aos países mais bem avaliados continua expressiva, e o ritmo de evolução mostra que pressa, definitivamente, não é o forte da atual administração. O relatório alerta que o mau desempenho é um sinal claro da necessidade de reformas profundas para melhorar a eficiência dos serviços públicos e restaurar a credibilidade das políticas governamentais.
Maranhão fica em penúltimo no ranking nacional de ciclovias

MARANHÃO, 17 de abril de 2025 – Dados do Censo 2022 mostram que estruturas cicloviárias seguem raridade urbana no país; Santa Catarina avança, enquanto Maranhão e Amazonas mantêm a tradição de ficar no retrovisor da mobilidade urbana. Menos de 2% da população urbana do Brasil mora em ruas com alguma forma de estrutura para ciclistas. É o que revela a mais nova publicação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com dados do Censo Demográfico de 2022. Em termos absolutos, são cerca de 3,3 milhões de moradores com acesso a ciclovias, ciclorrotas ou ciclofaixas nas vias onde residem, em um país com mais de 200 milhões de habitantes. Mais da metade dos municípios brasileiros — exatamente 3.012 dos 5.570 — sequer contam com qualquer sinalização voltada para bicicletas. Isso inclui tanto cidades pequenas quanto médias e grandes. O estudo considera apenas áreas urbanizadas e leva em conta qualquer tipo de sinalização para ciclistas, daquelas faixas pintadas de última hora para um “domingo no parque” até ciclovias estruturadas. Joinville (11,2%), Jaraguá do Sul (9,8%), Itajaí-Balneário Camboriú (7,2%), Florianópolis (7,1%) e Blumenau (6,8%) lideram o ranking nacional entre as chamadas concentrações urbanas — áreas com mais de 100 mil habitantes. No topo da lista entre os municípios está Balneário Camboriú, onde 14% da população mora em ruas com algum tipo de estrutura cicloviária. São Paulo, a maior metrópole do país, registra 3,7% de seus moradores com acesso direto a essas estruturas — uma média que, embora superior à nacional, ainda parece tímida para uma cidade que enfrenta congestionamentos históricos.
Maranhão ocupa a penúltima posição em ranking de inovação

MARANHÃO, 14 de janeiro de 2025 – O Maranhão está na penúltima colocação do ranking de inovação elaborado pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). O estudo revela que, entre 2014 e 2024, o estado caiu da 25ª para a 26ª posição, superando apenas o Acre. A pesquisa avaliou o desempenho dos estados brasileiros em uma escala de 0 a 1 ponto, com base na quantidade de empreendimentos e avanços tecnológicos. São Paulo permanece como o estado mais inovador do país, mantendo a liderança por pelo menos dez anos consecutivos. Seu índice evoluiu de 0,877 para 0,891 pontos no período analisado, consolidando-se no topo da classificação. Os estados do Sul e Sudeste dominam o ranking, ocupando as seis primeiras posições.
SLZ na 19ª posição em ranking de saneamento entre capitais

SÃO LUÍS, 17 de janeiro de 2025 – São Luís está em 19º lugar no ranking das capitais com os melhores indicadores de saneamento básico, segundo o Ranking de Competitividade dos Municípios 2024, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP Brasil). O levantamento utiliza dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), do governo federal, e considera critérios como cobertura de água, coleta de esgoto e destinação de resíduos. Curitiba (PR) lidera o ranking entre as capitais, enquanto Porto Velho (RO) ocupa a última posição. Brasília não foi incluída na análise. INDICADORES DO RANKING A pesquisa avaliou critérios como: Cobertura de abastecimento de água;Perdas na distribuição e faturamento de água;Cobertura de coleta e tratamento de esgoto;Coleta e destinação de resíduos domésticos.Os dados consideram metas estabelecidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento Básico (Lei nº 14.026/2020), que busca universalizar o acesso a serviços básicos no Brasil. Entretanto, o CLP alerta para a qualidade dos dados autodeclarados por prestadores de serviços. Entre as 26 capitais, as cinco primeiras posições são ocupadas por Curitiba (PR), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), João Pessoa (PB) e Vitória (ES). Por outro lado, as últimas posições incluem Macapá (AP), Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO). Palmas (TO) é a única capital do Norte entre as dez melhores, ocupando o 7º lugar. São Luís (MA) aparece na 19ª posição.