Maranhão lidera desmatamento no Cerrado pelo 2º ano seguido

MARANHÃO, 15 de maio de 2025 – O Maranhão manteve-se em 2024 como o estado que mais desmata o Cerrado, bioma que concentrou 52,5% de toda a perda de vegetação nativa do Brasil no último ano. Apesar de uma redução de 34,3% na área desmatada em relação a 2023, o estado devastou 218.298 hectares – o equivalente a dois campos de futebol por hora –, segundo o Relatório Anual do Desmatamento (RAD) do MapBiomas, a ser divulgado nesta quinta (15). Destaques do relatório Velocidade da destruição Enquanto a Amazônia perdeu 7 árvores por segundo em 2024, o Cerrado teve ritmo mais acelerado: 1.786 hectares/dia. O pico ocorreu em 21 de junho, com 3.542 hectares devastados em 24 horas.
Brasil tem desempenho abaixo da média global em eficácia

BRASIL, 28 de abril de 2025 – O Banco Mundial divulgou dados que revelam, mais uma vez, o esforço do Brasil para se manter fora do topo dos rankings globais. Segundo o relatório de 2023 sobre eficácia do governo, o país registrou pontuação de -0,27, em uma escala que vai de -2,5 a +2,5, onde quanto maior o índice, melhor a qualidade da gestão pública. Com esse resultado, o Brasil conseguiu superar menos da metade dos países avaliados, ficando abaixo da média global. O estudo avalia a capacidade dos governos de prestarem serviços públicos eficientes, elaborarem políticas de qualidade e manterem a administração pública imune a pressões políticas – uma tarefa que, para alguns, parece desnecessariamente complexa. De acordo com os critérios do Banco Mundial, o Brasil permanece em situação classificada como ruim no cenário internacional. A distância em relação aos países mais bem avaliados continua expressiva, e o ritmo de evolução mostra que pressa, definitivamente, não é o forte da atual administração. O relatório alerta que o mau desempenho é um sinal claro da necessidade de reformas profundas para melhorar a eficiência dos serviços públicos e restaurar a credibilidade das políticas governamentais.
Maranhão fica em penúltimo no ranking nacional de ciclovias

MARANHÃO, 17 de abril de 2025 – Dados do Censo 2022 mostram que estruturas cicloviárias seguem raridade urbana no país; Santa Catarina avança, enquanto Maranhão e Amazonas mantêm a tradição de ficar no retrovisor da mobilidade urbana. Menos de 2% da população urbana do Brasil mora em ruas com alguma forma de estrutura para ciclistas. É o que revela a mais nova publicação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com dados do Censo Demográfico de 2022. Em termos absolutos, são cerca de 3,3 milhões de moradores com acesso a ciclovias, ciclorrotas ou ciclofaixas nas vias onde residem, em um país com mais de 200 milhões de habitantes. Mais da metade dos municípios brasileiros — exatamente 3.012 dos 5.570 — sequer contam com qualquer sinalização voltada para bicicletas. Isso inclui tanto cidades pequenas quanto médias e grandes. O estudo considera apenas áreas urbanizadas e leva em conta qualquer tipo de sinalização para ciclistas, daquelas faixas pintadas de última hora para um “domingo no parque” até ciclovias estruturadas. Joinville (11,2%), Jaraguá do Sul (9,8%), Itajaí-Balneário Camboriú (7,2%), Florianópolis (7,1%) e Blumenau (6,8%) lideram o ranking nacional entre as chamadas concentrações urbanas — áreas com mais de 100 mil habitantes. No topo da lista entre os municípios está Balneário Camboriú, onde 14% da população mora em ruas com algum tipo de estrutura cicloviária. São Paulo, a maior metrópole do país, registra 3,7% de seus moradores com acesso direto a essas estruturas — uma média que, embora superior à nacional, ainda parece tímida para uma cidade que enfrenta congestionamentos históricos.
Maranhão ocupa a penúltima posição em ranking de inovação

MARANHÃO, 14 de janeiro de 2025 – O Maranhão está na penúltima colocação do ranking de inovação elaborado pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). O estudo revela que, entre 2014 e 2024, o estado caiu da 25ª para a 26ª posição, superando apenas o Acre. A pesquisa avaliou o desempenho dos estados brasileiros em uma escala de 0 a 1 ponto, com base na quantidade de empreendimentos e avanços tecnológicos. São Paulo permanece como o estado mais inovador do país, mantendo a liderança por pelo menos dez anos consecutivos. Seu índice evoluiu de 0,877 para 0,891 pontos no período analisado, consolidando-se no topo da classificação. Os estados do Sul e Sudeste dominam o ranking, ocupando as seis primeiras posições.
SLZ na 19ª posição em ranking de saneamento entre capitais

SÃO LUÍS, 17 de janeiro de 2025 – São Luís está em 19º lugar no ranking das capitais com os melhores indicadores de saneamento básico, segundo o Ranking de Competitividade dos Municípios 2024, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP Brasil). O levantamento utiliza dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), do governo federal, e considera critérios como cobertura de água, coleta de esgoto e destinação de resíduos. Curitiba (PR) lidera o ranking entre as capitais, enquanto Porto Velho (RO) ocupa a última posição. Brasília não foi incluída na análise. INDICADORES DO RANKING A pesquisa avaliou critérios como: Cobertura de abastecimento de água;Perdas na distribuição e faturamento de água;Cobertura de coleta e tratamento de esgoto;Coleta e destinação de resíduos domésticos.Os dados consideram metas estabelecidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento Básico (Lei nº 14.026/2020), que busca universalizar o acesso a serviços básicos no Brasil. Entretanto, o CLP alerta para a qualidade dos dados autodeclarados por prestadores de serviços. Entre as 26 capitais, as cinco primeiras posições são ocupadas por Curitiba (PR), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), João Pessoa (PB) e Vitória (ES). Por outro lado, as últimas posições incluem Macapá (AP), Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO). Palmas (TO) é a única capital do Norte entre as dez melhores, ocupando o 7º lugar. São Luís (MA) aparece na 19ª posição.
Brasil perde posição no ranking das maiores economias

BRASIL, 04 de dezembro de 2024 – O Brasil recuou da nona para a décima posição no ranking das maiores economias do mundo em 2024, conforme dados do Fundo Monetário Internacional (FMI). O levantamento considera o Produto Interno Bruto (PIB) em dólar corrente, que sofreu impacto direto da alta do dólar frente ao real. A valorização do dólar reduziu o valor do PIB brasileiro em moeda americana, favorecendo a ultrapassagem do Canadá no ranking. Quando o dólar se fortalece em relação a moedas locais, o PIB em dólares desses países tende a diminuir. De acordo com o FMI, os Estados Unidos continuam liderando como a maior economia mundial, seguidos por China, Alemanha, Japão e Índia.
Câmara de SLZ obtém nota de 3,51 no quesito transparência

PINHEIRO, 26 de novembro de 2024 – A Câmara Municipal de São Luís (CMSL) obteve a 18ª posição no ranking de transparência divulgado nesta segunda (25) pelo Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA). A avaliação, referente ao segundo semestre de 2024, analisou os Portais de Transparência de 20 câmaras municipais e seis prefeituras. Com nota 3,51, o portal da CMSL foi classificado como de nível básico de transparência, ficando à frente apenas das câmaras de Amapá do Maranhão, que recebeu nota 2,17 (nível inicial), e Itaipava do Grajaú, com 3,29 (nível básico).
Brasil alcança 3ª maior taxa de juro real mundial

BRASIL, 07 de novembro de 2024 – Com a elevação da taxa Selic para 11,25% pelo Banco Central, o Brasil atinge a terceira maior taxa de juros reais do mundo, marcando 8,08%, conforme o relatório da MoneYou. Somente Turquia, com 15,18%, e Rússia, com 12,19%, superam o Brasil no ranking. Os juros reais refletem a taxa básica de juros descontada pela inflação e representam o impacto efetivo no poder de compra e no estímulo econômico. Esse cálculo leva em conta projeções de inflação e juros futuros, ambos decisivos para a política monetária do Banco Central.