Propaganda começa sexta (28) com apenas 3 dos 8 candidatos

propaganda candidatos

MARANHÃO, 24 de agosto de 2026 — A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão começa na sexta (28) no Maranhão. Dos oito candidatos ao governo, apenas Orleans Brandão, Felipe Camarão e Eduardo Braide terão programas no horário eleitoral. Os demais participarão somente das inserções diárias. Orleans Brandão, do MDB, terá o maior tempo, com 4 minutos e 1 segundo. Felipe Camarão, do PT, terá 3 minutos e 28 segundos. Já Eduardo Braide, do PSD, contará com 1 minuto e 30 segundos. Na estreia, a ordem será Camarão, Orleans e Braide. Roberto Rocha, candidato pelo PRTB, tentou garantir espaço no horário eleitoral. O partido acionou o Tribunal Regional Eleitoral e argumentou que deveria participar dos 10% do tempo dividido igualmente entre as legendas. O relator, desembargador Sebastião Bonfim, negou o pedido. Os primeiros programas devem focar na apresentação dos candidatos e em suas trajetórias pessoais e políticas. Felipe Camarão deve exibir um vídeo do presidente Lula pedindo votos para sua candidatura. Orleans Brandão deve destacar sua trajetória e ações do governo Brandão das quais participou como secretário de Estado. Eduardo Braide, por sua vez, deve apresentar principalmente ações realizadas durante sua gestão como prefeito de São Luís.

Governo Lula tem maior gasto com propaganda desde 2009

governo Lula

brasília, 27 de julho de 2026 — O governo Lula gastou R$ 255,3 milhões com publicidade institucional no primeiro semestre de 2026. Esse é o maior valor para este período desde 2009, quando a Secretaria de Comunicação Social (Secom) começou a fazer esse registro. O montante é 57% maior do que o gasto no mesmo período de 2025, já corrigido pela inflação. Além disso, esse número é 219% superior ao desembolsado em 2022, ano final do governo Jair Bolsonaro. Somando todo o atual mandato, o governo Lula já pagou cerca de R$ 1,1 bilhão em campanhas institucionais. Esse total supera os gastos das gestões de Bolsonaro, Temer e Dilma. A Secom explica que apenas 17,3% do valor pago neste ano corresponde a despesas de 2026. O restante se refere a contratos firmados em anos anteriores, que podem chegar a até cinco anos atrás. A Secom afirma que os investimentos têm como objetivo informar a população sobre políticas públicas e serviços do governo. O órgão garante que todas as despesas seguem as regras da lei. O partido PL, porém, entrou com um pedido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para suspender as campanhas. O partido alega que o governo está gastando demais. A Secom responde que cumpre integralmente a legislação eleitoral e as normas sobre publicidade oficial.

Lula dobra gasto de Bolsonaro em 2022 com propaganda

Lula propaganda

BRASÍLIA, 03 de julho de 2026 — O governo Lula (PT) ampliou despesas em propaganda no primeiro semestre deste ano, às vésperas do início da campanha do presidente à reeleição, e destinou mais que o dobro dos gastos do governo Jair Bolsonaro (PL) no mesmo período de 2022. A gestão petista já empenhou R$ 520 milhões para a ação do Orçamento que é usada principalmente para custear as campanhas publicitárias da Secom (Secretaria de Comunicação Social) de janeiro a junho, antes de o calendário eleitoral impor travas aos gastos com comunicação. No ano da última disputa à Presidência, Bolsonaro encaminhou R$ 213,5 milhões no período. Em anos eleitorais, a propaganda oficial fica concentrada principalmente no primeiro semestre porque a lei determina suspensão da publicidade institucional durante o período conhecido como defeso, que neste ano começa em 4 de julho. Ficam liberadas apenas exceções, como campanhas que a Justiça Eleitoral reconhece como de “grave e urgente necessidade pública”. A legislação também impõe limites de verba que os governos podem empenhar no primeiro semestre. A cifra é calculada a partir dos valores empenhados nos três anos anteriores com diversos tipos de ações de comunicação, incluindo a Secom. Na mesma ação do Orçamento que custeia propagandas, o governo também destinou cerca de R$ 7,6 milhões para contratar pesquisas de opinião. Em nota, o governo afirmou que segue os limites de despesas estabelecidos por lei. “Eventuais comparações entre exercícios distintos devem considerar as especificidades de cada período, as políticas públicas desenvolvidas, o planejamento anual de comunicação e as necessidades de campanhas de utilidade pública, não sendo adequada a comparação isolada de valores empenhados entre anos sem a devida contextualização”, disse a Secom. O levantamento feito pela Folha considera valores atualizados pela inflação e destinados à ação orçamentária de “comunicação institucional”, que é totalmente destinada para a Secom encomendar peças de propaganda sobre programas do governo. Foi contabilizado o valor empenhado, que representa a fatia do orçamento reservada oficialmente para pagar uma determinada despesa.

Propaganda política vai custar R$ 1 bilhão em 2026

propaganda eleitoral

BRASIL, 25 de junho de 2026 — As emissoras de rádio e TV no Brasil receberam R$ 5,2 bilhões na forma de isenção fiscal de 2014 a 2025 por terem cedido horários em suas programações para veicular comerciais eleitorais e partidários. Esse dinheiro foi bancado pelos pagadores de impostos e a cifra consta do DGT (Demonstrativo dos Gastos Tributários) da Receita Federal. O Fisco estima que a renúncia fiscal agora em 2026 seja de R$ 996 milhões em 2026. O valor é o maior em termos nominais desde 2014, quando o montante foi de R$ 852 milhões. Partidos e candidatos são proibidos de comprar espaços publicitários em emissoras de rádio e TV. De acordo com a Lei 9.504 de 1997 (Lei das Eleições) e a Lei 9.096 de 1995 (Lei dos Partidos Políticos), as emissoras são obrigadas a transmitir os conteúdos eleitorais e partidários. A cada 6 meses, cada partido político brasileiro recebe um tempo em todas as emissoras de rádio e TV do país para veicular suas mensagens –essa é a propaganda partidária. Em anos eleitorais, no 2º semestre, não há propaganda partidária, mas propaganda eleitoral. Diferentemente do que se costuma dizer, não existe “horário eleitoral gratuito”. É tudo bancado com o dinheiro dos pagadores de impostos. Já houve várias mudanças nas normas que regulam propagada política. Atualmente, a propaganda eleitoral, voltada à promoção de candidatos, é permitida a partir de 16 de agosto do ano da eleição. O tempo é distribuído de forma mista: 10% são divididos igualmente entre todas as legendas e 90% proporcionalmente ao tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados. A Justiça Eleitoral faz o cálculo do tempo que cabe a cada agremiação. O Decreto 7.791 de 2012 definiu como se dá a compensação fiscal às emissoras. A fórmula em vigor determina que o cálculo deve ser feito com base no valor de fato faturado com publicidade comercial regular nos mesmos horários cedidos. As emissoras então informam quanto deixaram de ganhar por causa da veiculação das propagandas políticas. O dinheiro que as rádios e TVs deixam de ganhar com publicidade é então informado à Receita Federal. O valor é deduzido do lucro líquido para efeito de determinação do lucro real no recolhimento do IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica). Ou seja, é um dinheiro que deixa de ser arrecadado e que poderia ter sido usado para outras demandas públicas. Na prática, o governo sempre tentará ter mais dinheiro dos pagadores de impostos para compensar o que foi entregue para os partidos terem propaganda política. Se o valor que o rádio ou a TV tem direito a deduzir for maior do que o imposto devido no período, a diferença resulta no chamado Saldo Negativo de IRPJ, um crédito que a empresa pode usar para abater outros tributos federais ou pedir restituição à Receita Federal. O mecanismo que banca a propaganda política reduz a arrecadação do IRPJ e a capacidade de investimento do governo em políticas públicas. Já para as emissoras, a compensação tributária funciona como uma garantia de receita para cobrir o tempo de programação cedido às legendas. Continue lendo…

Lula torrou R$ 80 milhões em propaganda pelo fim da 6×1

Lula 6x1

BRASÍLIA, 30 de maio de 2026 — O governo Lula investiu R$ 80 milhões em campanhas publicitárias a favor do fim da escala de trabalho 6×1. Esse valor representa o dobro do gasto com a divulgação da ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda. As informações foram publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) coordena a campanha. Ela começou em maio com o slogan “Mais tempo para viver. Sem perder salário”. As peças foram veiculadas em televisão, rádio, internet, jornais e cinemas. O presidente Lula intensificou recentemente o discurso em defesa do fim da escala 6×1. O tema dialoga com trabalhadores de baixa renda e com parte do eleitorado tradicional do PT. O governo tenta associar a proposta à melhoria da qualidade de vida e à ampliação de direitos trabalhistas. Em uma das peças, o governo afirma que a proposta devolve ao trabalhador o direito ao descanso. A campanha também relembra conquistas históricas da legislação trabalhista. Além disso, afirma que a redução da jornada pode melhorar a produtividade e a qualidade do trabalho. A Câmara dos Deputados aprovou nesta semana a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera a jornada de trabalho. O texto segue agora para análise do Senado Federal. Dessa forma, a proposta ainda depende de votação na casa revisora para avançar. Os gastos do governo federal com publicidade chegaram a cerca de R$ 1,5 bilhão em 2025. Esse é o maior valor desde 2017, conforme dados oficiais. O Orçamento de 2026, no entanto, prevê redução nos gastos com publicidade federal. A estimativa é de aproximadamente R$ 1,45 bilhão. RECORDES DE INVESTIMENTO Na internet, as despesas do governo com publicidade somaram cerca de R$ 130 milhões neste ano. O dado é de um levantamento do portal Núcleo Jornalismo. Esse valor representa o maior patamar desde o início da divulgação da série histórica. Além disso, quase triplica os R$ 42 milhões registrados em 2024. Em 2023, primeiro ano do terceiro mandato de Lula, os gastos digitais ficaram em R$ 47 milhões. Parte da verba total é destinada à produção de peças publicitárias, como vídeos e banners. A maior parcela, porém, financia a compra de espaços em veículos de comunicação, redes sociais e outras plataformas. Campanhas com maior orçamento garantem mais inserções e alcance na divulgação. O valor investido influencia diretamente a capilaridade da mensagem governamental.

Governo Lula aumenta gastos em 360% com propaganda online

Lula tráfego

BRASÍLIA, 7 de outubro de 2025 – O governo Lula elevou em 360% os gastos com impulsionamento de publicações nas redes sociais no último mês, somando R$ 8,4 milhões, uma média de R$ 283 mil por dia. Segundo levantamento da GloboNews com dados da Meta, empresa que controla Facebook e Instagram, o principal tema impulsionado foi o projeto que amplia a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, aprovado na quarta (1º). Para efeito de comparação, nos 60 dias anteriores, haviam sido desembolsados R$ 4,7 milhões, média de R$ 77 mil diários. Segundo a reportagem do G1, o perfil do Governo Federal é atualmente o maior contratante de serviços de impulsionamento político nas plataformas da Meta.

MP aciona Bernardo do Mearim por publicidade irregular

Prefeito Ministério

BERNARDO DO MEARIM, 16 de julho de 2025 – O Ministério Público do Maranhão (MPMA) ajuizou Ação Civil Pública com pedido de tutela para impedir que a Prefeitura de Bernardo do Mearim utilize eventos culturais como forma de promoção pessoal do prefeito Arlindo de Moura Xavier Junior e de outras autoridades. A solicitação foi feita pela Promotoria de Justiça de Igarapé Grande. O pedido exige que o município se abstenha de veicular material publicitário com nomes, imagens, slogans ou elogios que associem a realização de festas públicas aos agentes políticos da cidade. O promotor Lindemberg do Nascimento Malagueta Vieira também pediu a proibição de discursos e manifestações orais durante os eventos. Além disso, quer impedir que gestores ocupem espaços de destaque nas celebrações com o intuito de autopromoção. Segundo a Ação Civil Pública, o objetivo é garantir o cumprimento dos princípios constitucionais da moralidade e da impessoalidade na publicidade institucional da administração municipal. SHOW DE JOELMA E GASTO PÚBLICO O Ministério Público apontou que a prática de personalismo é recorrente. Um Termo de Adjudicação publicado em 3 de junho no Diário Oficial local mostra que a prefeitura contratou um show da cantora Joelma por R$ 500 mil, realizado em 2 de julho no arraial junino da cidade. Para o promotor, os eventos promovem o “culto à imagem” de autoridades, especialmente do prefeito e secretários. Ele argumenta que essa conduta fere a Constituição, que determina que os atos administrativos são executados pela entidade pública e não pelo agente político individualmente.

Cinco agências dominam 80% da verba de publicidade federal

Agências Propaganda

BRASÍLIA, 18 de março de 2025 – Cinco agências de propaganda concentram a verba de publicidade federal, que é controlada pelo governo Lula (PT). Dados da execução do Orçamento mostram que, em 2024, essas empresas receberam cerca de R$ 755 milhões destinados pelo governo para propagandas e campanhas de interesse público, como de estímulo à vacinação e contra a dengue. O valor representa 78% dos quase R$ 966 milhões empenhados (etapa que antecede o pagamento) no último ano para a promoção do governo na mídia. Menos de 1,5% do valor total das campanhas foi executado por órgãos de outros Poderes, como o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A Nacional Comunicação, destino de R$ 225 milhões, foi a maior beneficiada de 2024. Em seguida, ficaram as agências Calia (R$ 180 milhões), Nova (R$ 177 milhões), Propeg (R$ 111 milhões) e DeBrito (R$ 62 milhões). Essa concentração de verba em algumas agências também se deu no governo de Jair Bolsonaro (PL). Em 2022, cerca de 86% dos recursos ficaram nas mãos de cinco empresas, sendo que a Calia foi a que geriu a maior cifra —R$ 208 milhões dos R$ 806 milhões empenhados naquele ano. Em geral, a concentração ocorre porque essas empresas venceram as licitações dos órgãos federais com mais verba para publicidade, como a Secom (Secretaria de Comunicação Social) da Presidência e o Ministério da Saúde. Essas duas pastas respondem por mais de 70% do valor investido pela gestão Lula em campanhas no último ano. A verba é usada para a produção das campanhas publicitárias e para a inserção de anúncios em canais de TV, internet, jornais, outdoors e outros meios. Uma parcela vira lucro das agências. Os dados dos portais da transparência do governo federal mostram os valores distribuídos para publicidade pela Secom e ministérios. Os principais bancos públicos e estatais, por sua vez, não revelam quanto pagam para agências e veículos e não tiveram as despesas consideradas no levantamento da Folha. Os valores disponíveis (ou seja, sem somar campanhas do Banco do Brasil, Caixa, Petrobras e outros órgãos) mostram que a Nacional Comunicação assumiu a liderança em verbas de publicidade no governo Lula. Sob Bolsonaro, a empresa teve um crescimento em 2022, quando geriu campanhas de cerca de R$ 100 milhões.

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