Deputados federais do MA se dividem após janela partidária

Deputados maranhão

BRASÍLIA, 13 de abril de 2026 – A bancada do Maranhão na Câmara dos Deputados ficou distribuída em 12 partidos após o fim da janela partidária, encerrada no dia 3. Os 18 parlamentares do estado se dividiram entre diferentes legendas, com maior concentração no PL e no MDB. PL e MDB passaram a liderar a bancada do Maranhão, com três deputados federais cada. Pelo PL, permanecem Josimar de Maranhãozinho, Detinha Maranhãozinho e Pastor Gildenemyr. Já o MDB reúne Hildo Rocha, suplente de Roseana Sarney, além de Cleber Verde e Junior Lourenço. PP e União Brasil aparecem na sequência, com duas cadeiras cada na bancada do Maranhão. André Fufuca, que ocupou o Ministério do Esporte no governo federal, e Amanda Gentil seguem filiados ao PP. No União Brasil, ficam Pedro Lucas Fernandes e Josivaldo JP.

Brasil tem 24 partidos em formação longe de sair do papel

Partidos TSE

BRASIL, 04 de março de 2026 – Atualmente, 24 partidos políticos estão em processo de formação no Brasil, mas nenhum deles conseguiu, até agora, atingir os requisitos mínimos exigidos pela legislação para obter o registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para se formalizar, uma legenda precisa comprovar o apoio de, no mínimo, 547 mil eleitores, o equivalente a 0,5% dos votos válidos na última eleição para a Câmara dos Deputados. Além da quantidade total de assinaturas, a lei exige que os apoiamentos estejam distribuídos por pelo menos um terço dos estados brasileiros. Em cada uma dessas unidades da federação, o partido deve reunir mais de 0,1% do eleitorado que votou no local. Atualmente, o país conta com 30 partidos já registrados e aptos a participar do processo eleitoral. Dos 24 partidos que buscam a formalização, nove não registraram qualquer apoiamento no sistema do TSE. Os outros 15 conseguiram reunir assinaturas, mas os números ainda são muito baixos. A legenda com melhor desempenho é a Evolução Democrática, que conta com 9.433 apoiamentos distribuídos em 11 estados, quantia ainda distante das 547 mil necessárias. O Movimento Consciência Brasil (MCB) aparece em seguida, com 1.203 assinaturas em quatro estados. Já o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) registrou 1.176 apoiamentos, mas em 13 estados, o que demonstra uma maior capilaridade territorial. O Partido Conservador Brasileiro, por sua vez, reuniu 922 assinaturas em sete estados. Com números ainda mais modestos, a União Democrática Nacional (UDN) obteve 322 apoiamentos em dois estados, enquanto o Partido da Segurança Privada (PSP) soma 269 assinaturas em cinco estados. O Partido Democrático Afro-Brasileiro (PDA-B) registrou 155 apoiamentos em oito estados, e o Partido Ambientalista Animal tem 130 assinaturas concentradas em um único estado.

Partidos ameaçados lideram ações no Supremo Tribunal Federal

partidos STF

BRASÍLIA, 04 de julho de 2025 – Metade das ações apresentadas por partidos políticos no Supremo Tribunal Federal (STF) é de legendas com número reduzido de parlamentares, hoje ameaças pela cláusula de barreira. O acesso quase ilimitado de partidos à Corte foi questionado na quinta-feira pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que defendeu uma mudança nas regras. Entre janeiro de 2023 e julho de 2025, foram apresentadas 723 ações no STF, considerando três das classes mais utilizadas para questionar leis e outros regulamentos. Desse total, 196 foram protocoladas por 18 partidos políticos diferentes. Considerando as legendas com até 15 parlamentares, na soma de Câmara e Senado, o número passa para 96, ou 49%. Para 2026, o critério para um partido obter verba pública e tempo de TV será possuir ao menos 13 deputados federais distribuídos por um terço dos estados. O Novo lidera a lista dos partidos que mais acionaram o STF, com 25 processos apresentados, seguido pelo PSOL (22) e pelo PV (19). Os três apresentam baixo números de parlamentares: o Novo tem cinco deputados e um senador, enquanto o PV tem quatro deputados. O PSOL tem 13 deputados. Partidos maiores, contudo, também acionam o STF. O PT, por exemplo, que tem 76 parlamentares, é a quarta legenda que mais ingressou com processos na Corte nos últimos anos, com 18. O PP aparece em sétimo na lista, com 14 ações. O partido tem 58 parlamentares. O levantamento levou em consideração as ações diretas de inconstitucionalidade (ADI), arguições de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) e ações declaratórias de constitucionalidade (ADC). As ações não dizem respeito somente a ações do Congresso nem do Executivo federal e também envolvem normas estaduais e municipais. Alguns dos processos foram apresentados por mais de um partido em conjunto. Neste caso, foi considerado apenas o primeiro a assinar. A declaração de Alcolumbre ocorreu após o PSOL acionar o STF questionando a decisão do Congresso, tomada na semana passada, de derrubar um decreto do governo federal que tinha aumentado o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Sem mencionar esse caso, o presidente do STF reclamou que “todo mundo” pode acionar a Corte e que isso é preciso ser discutido “com urgência”.

Número de filiados a partidos no Maranhão ultrapassa 574 mil

Maranhão panorama

MARANHÃO, 07 de junho de 2025 – O Maranhão contabilizou 574.577 pessoas filiadas a partidos políticos em 2024, segundo relatório estatístico do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A atualização mais recente dos dados foi realizada em outubro do ano passado, durante o período das eleições municipais em todo o país. Em comparação ao pleito anterior, realizado em 2022, o número de filiações apresentou aumento. Naquele ano, foram registradas 551.881 pessoas filiadas no estado. No entanto, o maior número já registrado ocorreu em 2020, com 579.464 filiações. De acordo com o relatório, o partido com maior número de filiados no Maranhão em 2024 é o PRD, com 59.169 inscritos. Em seguida aparece o MDB, que registra 48.500 filiações, ocupando a segunda colocação no ranking estadual.

Partidos com cargos no governo apoiam urgência da anistia

Partidos anistia

BRASÍLIA, 15 de abril de 2025 –  Deputados de partidos que integram a base aliada do presidente Lula assinaram o pedido de urgência para o projeto de lei que propõe anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro. O documento foi protocolado nesta segunda (14) com apoio de 264 parlamentares, superando as 257 assinaturas mínimas exigidas. Dos signatários, 55% pertencem a legendas com ministérios e 61% a partidos que ocupam cargos no segundo escalão do governo. O requerimento poderá levar o texto diretamente ao plenário, se o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidir incluí-lo na pauta. Até o momento, Motta tem buscado alternativas jurídicas junto ao STF. No Sul e Centro-Oeste, o apoio foi expressivo — mais de 70% dos deputados aderiram ao requerimento. Já no Nordeste, região onde o governo mantém forte presença, o entusiasmo com a proposta não foi o mesmo: só 33% dos parlamentares assinaram. No Sudeste, o placar ficou dividido. Destaque para Rondônia, onde os oito deputados federais endossaram a anistia. Em Alagoas e na Paraíba, o silêncio foi quase unânime. No PL, dois nomes chamaram atenção pela ausência: Antônio Carlos Rodrigues (SP), ex-ministro de Dilma Rousseff, e Robinson Faria (RN), que negocia sua saída do partido. Ainda assim, os demais 90 deputados da sigla assinaram. Entre os aliados com presença ministerial, o PP se destacou: 35 dos seus 48 deputados apoiaram o requerimento. O presidente da legenda, senador Ciro Nogueira (PI), atuou pessoalmente na articulação. No União Brasil, 40 dos 59 deputados assinaram. O partido também tenta garantir espaço no Ministério das Comunicações com o nome do deputado Pedro Lucas Fernandes (MA), após a saída de Juscelino Filho.

Adriano Sarney, do PV, lidera Federação com PT e PCdoB

Adriano partidos

SÃO LUÍS, 24 de março de 2025 –  Em reunião realizada nesta segunda (24), na sede estadual do PCdoB, Adriano Sarney, neto do ex-presidente José Sarney, assumiu a presidência da Federação Brasil da Esperança no Maranhão. A transição faz parte do rodízio estabelecido pela Federação, composta por PT, PCdoB e PV, e representa a passagem da liderança do PCdoB para o PV. A Federação unifica as ações políticas dos três partidos nos 217 municípios do Maranhão, focando em candidaturas conjuntas e estratégias eleitorais. Durante a posse, Adriano Sarney reforçou o compromisso com a continuidade do trabalho já realizado e destacou a importância de manter a articulação com lideranças locais.

Maioria das eleitas pertence a partidos de centro-direita

partidos prefeitas

BRASIL, 29 de outubro de 2024 – Na eleição municipal de 2024, das 728 mulheres eleitas prefeitas, 82,5% estão associadas a partidos de centro ou direita. O MDB liderou, elegendo 130 prefeitas, seguido pelo PSD, com 104, e o PP, com 89 eleitas. No segundo turno, 15 mulheres disputaram prefeituras em 13 cidades, com vitórias em cinco: Adriane Lopes (PP), em Campo Grande (MT), com 51,45%; Elizabeth Schmidt (União Brasil), em Ponta Grossa (PR), com 53,72%; Emília Correa (PL), em Aracaju (SE), com 57,46%; Elisa Araújo (PSD), em Uberaba (MG), com 55,60%; e Mirella (PSD), em Olinda (PE), com 51,38%. Nenhuma candidata de partidos de esquerda foi eleita nesse turno. No primeiro turno, partidos de direita e centro-direita elegeram 348 prefeitas, o que representa 47,9% do total. Partidos do “centrão” elegeram 251 mulheres, enquanto os de esquerda e centro-esquerda elegeram apenas 129. Em destaque, Campo Grande teve duas mulheres disputando o segundo turno. Adriane Lopes, reeleita, teve apoio da senadora Tereza Cristina (PP) e, após a eliminação de Beto Pereira (PSDB), que era apoiado por Jair Bolsonaro, recebeu também o suporte do ex-presidente. Sua adversária, Rose Modesto (União), perdeu por menos de 3%.

PSB, PP, MDB, PL e União Brasil se destacam no cenário do MA

União Maranhão

RIO DE JANEIRO, 11 de outubro de 2024 – O resultado das eleições de 2024 configurou um novo equilíbrio às forças partidárias no Maranhão. Agora, PSB, MDB, PL, PP e União Brasil assumem o protagonismo partidário com cerca de 70% das prefeituras e uma parcela significativa de vereadores. Juntas, as legendas elegeram 152 prefeituras. O número equivale a aproximadamente 70,05% do total de cidades do estado (217). O PL conquistou 40 administrações municipais, o MDB 37, PP 30, União 26 e o PSB 19 governos locais. Os números também se repetem em relação à votação, com uma leve variação. O PSB alcançou 553.400 votos nas eleições de prefeito, o PL 494.130, PP 487.680, PSD 466.520, MDB 448.850, e UNIÃO 359.367. Nas eleições deste ano foram 4.118.647 votos válidos. PSB, PP, MDB, PL e União Brasil conquistaram 2.343.427, o equivalente a 56,90% do total de eleitores para prefeito.

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