Ibama resgata dezenas de aves de cativeiro ilegal no MA

Ibama aves

MARANHÃO, 04 de maio de 2026 — O Ibama resgatou 32 aves silvestres mantidas ilegalmente em cativeiro no Maranhão durante o mês de abril. A operação ocorreu em áreas dos biomas Amazônia e Cerrado, com apoio do Batalhão de Polícia Ambiental. A ação combateu o tráfico e os maus-tratos, além de retirar os animais de condições consideradas irregulares pelos agentes. Durante a operação, equipes localizaram aves silvestres em diferentes municípios maranhenses. Entre as espécies apreendidas estavam papagaio, coleirinha e bigodinho, frequentemente visados pelo comércio ilegal. Os agentes identificaram situações de manutenção irregular. Após o resgate, as aves silvestres foram encaminhadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres, em São Luís. No local, os animais recebem atendimento veterinário e passam por processo de reabilitação. Além disso, a operação recebeu o nome de Operação Nêmesis e segue a Lei de Crimes Ambientais nº 9.605/1998 e o Decreto nº 6.514/2008. Essas normas estabelecem sanções para práticas como captura, venda e manutenção ilegal de aves silvestres.

Operação realiza milhares de abordagens no Maranhão, diz SSP

oPERAÇÃO Maranhão

MARANHÃO, 04 de maio de 2026 — A Operação Forças Integradas realizou 1.530 abordagens entre 1º e 3 de maio na Grande Ilha de São Luís, conforme a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão. A ação reuniu forças policiais em áreas estratégicas, com reforço do policiamento ostensivo, uso de tecnologia e intensificação do combate ao crime organizado, buscando ampliar o controle de atividades irregulares. Durante a Operação Forças Integradas, equipes executaram fiscalizações e monitoramento em São Luís e região metropolitana. Ao todo, foram feitas 336 vistorias em veículos e 201 inspeções em estabelecimentos comerciais. Além disso, as ações incluíram barreiras policiais e uso de sistemas de leitura de placas e análise de imagens. DESDOBRAMENTOS DAS AÇÕES Como resultado da Operação Forças Integradas, houve prisão em flagrante por tentativa de latrocínio e porte ilegal de arma no bairro Forquilha, na capital. Em São José de Ribamar, equipes prenderam um suspeito por tráfico de drogas e apreenderam entorpecentes, além de balança de precisão e materiais utilizados na comercialização. Além dessas ocorrências, a operação identificou e apreendeu um veículo utilizado em assalto com apoio de tecnologia de monitoramento. Também houve autuação de um condutor por embriaguez ao volante durante fiscalização de trânsito. A atuação integrada envolveu Polícia Militar, Polícia Civil, Centro Tático Aéreo, Corpo de Bombeiros Militar, Perícia Oficial e a Força Estadual Integrada de Segurança Pública.

Maranhão registrou mais de 200 conflitos no campo em 2025

Maranhão conflito

MARANHÃO, 04 de maio de 2026 — O Maranhão registrou 209 conflitos no campo ao longo de 2025, envolvendo 59.511 camponeses. Os dados integram o relatório “Conflitos no Campo Brasil 2025”, elaborado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT). O documento será lançado em 5 de maio, em São Luís. O evento ocorrerá no auditório do Sindicato dos Bancários, no Centro Histórico. Na mesma data, será apresentado o Caderno de Conflitos do Maranhão. A programação coincide com a abertura do Tribunal dos Povos do Maranhão. O Centro de Documentação Dom Tomás Balduino registrou 55 ocorrências de violência contra pessoas no estado. Ao todo, 51 indivíduos foram diretamente atingidos pelos episódios. A ameaça de morte lidera os casos, com 21 registros. Em seguida aparecem intimidação (13) e contaminação por agrotóxico (10). Também houve tentativas de assassinato (3) e casos de prisão, humilhação e ferimento (2 cada). Os conflitos por terra somam 190 ocorrências, o equivalente a quase 91% do total. Nesse eixo, 14.285 famílias foram impactadas em diferentes regiões do estado. Posseiros lideram entre os grupos atingidos, com 88 registros. Quilombolas aparecem em seguida, com 62, e indígenas somam 23 ocorrências. Outros grupos também foram afetados, em menor número. Fazendeiros são apontados como principais responsáveis, com 143 ocorrências. Também aparecem empresários, grileiros, madeireiros e agentes públicos em menor escala. O relatório contabiliza 8 conflitos relacionados à água em 2025. Cerca de 560 famílias foram impactadas por essas ocorrências no estado. A destruição ou poluição de recursos hídricos responde por metade dos casos. Também foram registrados impedimentos de acesso à água e contaminação por agrotóxicos. O levantamento aponta 11 casos de trabalho escravo no Maranhão em 2025. Ao todo, 135 trabalhadores foram resgatados nessas operações. A pecuária concentra a maior parte das ocorrências, com seis registros. Também aparecem atividades como extrativismo, produção de carvão e pesca. O relatório registra 40 manifestações no campo ao longo do ano. As mobilizações reuniram 9.340 participantes em diferentes regiões. Os povos indígenas lideram os atos, com 11 registros. Quilombolas e posseiros aparecem na sequência, seguidos por trabalhadores sem terra e outros grupos.

Maranhão cria 1,4 mil empregos em março, diz Novo Caged

Maranhão Caged

MARANHÃO, 02 de maio de 2026 — O Maranhão criou 1.430 empregos formais em março de 2026, conforme dados do Novo Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego na quarta (29). O resultado positivo decorre principalmente do desempenho do setor de Serviços. Além disso, mulheres e jovens concentraram a maior parte das contratações no período. O setor de Serviços liderou a geração de empregos formais, com 2.200 vagas criadas no estado. Em seguida, a Construção registrou saldo positivo de 223 postos. Por outro lado, Indústria (-88), Agropecuária (-144) e Comércio (-761) apresentaram resultados negativos no mês. DESEMPENHO NOS MUNICÍPIOS São Luís concentrou a maior criação de empregos formais, com 874 novas vagas em março. Além disso, municípios como Bacabal (365), Passagem Franca (148) e Paço do Lumiar (131) também registraram desempenho positivo. As mulheres ocuparam a maior parte das vagas de empregos formais no Maranhão, somando 1.046 postos. Já os homens responderam por 384 admissões líquidas. Dessa forma, o recorte por gênero indica maior participação feminina no mercado formal no período analisado. Jovens de 18 a 24 anos lideraram as contratações de empregos formais, com 1.387 vagas preenchidas. Além disso, trabalhadores com ensino médio completo foram os mais demandados, ocupando 1.010 postos.

MA soma 147 atendidos por programa de direitos humanos em 2025

Maranhão programa

MARANHÃO, 02 de maio de 2026 — O Maranhão registrou 147 pessoas sob proteção do Programa de Proteção a Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH) em 2025. A iniciativa é coordenada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e acompanha casos de risco. O estado se destaca nacionalmente pela demanda em direitos humanos, sobretudo em áreas rurais e territórios tradicionais. No total, o programa monitorou 1.524 pessoas em todo o Brasil ao longo de 2025. O Maranhão figura entre as unidades federativas com maior número de atendimentos. A maioria dos casos envolve conflitos fundiários, disputas territoriais e violações de direitos humanos contra indígenas, quilombolas e lideranças comunitárias. No estado, os atendimentos concentram-se em trabalhadores rurais e representantes de comunidades tradicionais. Esses grupos atuam na defesa do meio ambiente e do direito à terra. Por isso, enfrentam ameaças frequentes relacionadas à exploração de recursos naturais e à ocupação de territórios vulneráveis. Além disso, o PPDDH aplica medidas conforme o nível de risco identificado em cada situação. As ações incluem acompanhamento técnico, rondas e apoio psicossocial. Em casos mais graves, o programa pode oferecer proteção policial contínua, embora essa medida atenda um número reduzido de pessoas. Cada beneficiário recebe um plano de proteção individualizado. Esse planejamento considera análises técnicas de risco e envolve articulação com autoridades locais. Dessa forma, o programa busca garantir segurança sem interromper totalmente a rotina dos protegidos em situações de direitos humanos. No Nordeste, o programa atende 421 pessoas, sendo o Maranhão o segundo estado com maior número de casos, atrás apenas da Bahia. A atuação local ocorre por meio de convênio com o governo federal e integra uma rede com equipes estaduais, regionais e federais.

SEAP divulga lista de 19 foragidos da saidinha no Maranhão

SEAP Maranhão

MARANHÃO, 1º de maio de 2026 — A Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP) divulgou, por meio da Polícia Penal do Maranhão, a lista com 19 foragidos que não retornaram da última saída temporária no estado. A publicação ocorreu nas redes sociais oficiais do órgão, incluindo nomes e imagens para identificação. Segundo a SEAP, o caso não se trata de fuga coletiva do sistema prisional. Os detentos receberam o benefício da saída temporária, previsto em lei, porém não regressaram às unidades no período estabelecido. Por isso, passaram à condição de foragidos, conforme esclareceu a pasta em nota oficial divulgada junto à lista. As imagens divulgadas têm o objetivo de facilitar o reconhecimento dos foragidos pela população. De acordo com a secretaria, a colaboração dos cidadãos é considerada essencial para auxiliar na localização dos indivíduos. A SEAP orienta que, ao identificar qualquer um dos foragidos, a população não realize abordagens diretas. A recomendação busca evitar situações de risco, tanto para civis quanto para os próprios agentes envolvidos nas operações. Para denúncias anônimas, a secretaria disponibilizou canais de contato. Os cidadãos podem acionar a Polícia Militar pelo número 190 ou utilizar os telefones da Ouvidoria da SEAP: (98) 99101-5131 e (98) 99181-7012. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por SEAP Maranhão (@seap_ma)

Maranhão registra 3,7 mil casos envolvendo animais silvestres

Maranhão animais

MARANHÃO, 30 de abril de 2026 — O Maranhão registrou 3.773 ocorrências envolvendo animais silvestres em 2025, segundo dados oficiais. Desse total, 2.326 foram em São Luís. As cobras lideram os registros, com 2.769 casos, seguidas por jacarés (245) e iguanas (113), além de outras espécies. Entre janeiro e março de 2026, o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão contabilizou 183 capturas e resgates. As cobras também predominaram nesse período. Após o atendimento, os animais são encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres para avaliação e reabilitação. Um caso em Imperatriz ilustra a prática de criação irregular. Um morador adquiriu uma píton-bola e uma cobra-do-milho por meio da internet. Os animais foram apreendidos após fiscalização, pois não havia autorização legal para a posse. Segundo especialista em veterinária, manter animais silvestres fora do habitat natural pode causar alterações comportamentais, estresse e problemas de saúde. A alimentação inadequada e a falta de acompanhamento técnico também podem gerar distúrbios e dificultar o tratamento de doenças. Além disso, há risco de transmissão de zoonoses, como raiva, leptospirose, toxoplasmose e leishmaniose. A criação sem autorização é considerada crime ambiental, conforme a Lei nº 9.605/1998, com previsão de multa, detenção e apreensão dos animais. Em abril de 2026, a Polícia Rodoviária Federal resgatou cinco aves silvestres mantidas ilegalmente em cativeiro durante fiscalização na BR-010, nos municípios de Açailândia e Cidelândia. Os órgãos ambientais orientam que a população evite contato com animais silvestres e acione as autoridades em caso de ocorrência.

MA entre 3 estados com maior proporção de mortes no trabalho

Maranhão mortes

MARANHÃO, 30 de abril de 2026 — O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou, em 28 de abril, um estudo sobre acidentes de trabalho no Brasil e apontou o Maranhão entre os três estados com maior proporção de mortes. O levantamento reúne dados de 2016 a 2025, com base em registros do INSS e do eSocial. O estudo mostra que o Maranhão apresenta índices elevados de letalidade em acidentes de trabalho. Além disso, o país registrou 6,4 milhões de ocorrências e 27.486 mortes no período analisado. Em 2025, o Brasil registrou 806.011 acidentes de trabalho e 3.644 mortes, estabelecendo o maior número da série histórica. O crescimento ocorre após a retração observada em 2020, período marcado pela pandemia e redução das atividades econômicas. Entre 2020 e 2025, os acidentes cresceram 65,8%, enquanto os óbitos aumentaram 60,8%. No entanto, a taxa de incidência caiu ao longo da década, passando de 29,39 para 17,94 casos por 100 mil trabalhadores, indicando ampliação do emprego formal. Apesar disso, o volume total de registros reforça a necessidade de ações preventivas. O estudo também aponta mais de 106 milhões de dias de trabalho perdidos e cerca de 249 milhões de dias debitados no período. A análise indica que o setor de saúde concentra o maior número de acidentes, com quase 633 mil registros. Por outro lado, o transporte rodoviário de cargas lidera em número de mortes, somando 2.601 óbitos ao longo dos anos analisados. Entre as ocupações, técnicos de enfermagem registram mais acidentes. Já motoristas de caminhão concentram o maior número de mortes, com 4.249 óbitos no período. O estudo também destaca riscos em atividades como vigilância e acidentes de trajeto. Além disso, houve aumento na participação feminina, que passou a representar 34,2% dos registros. O crescimento foi de 48% ao longo da série, com maior presença nos setores de saúde e serviços. Regionalmente, estados como São Paulo concentram maior número absoluto de casos. No entanto, Maranhão, Mato Grosso e Tocantins apresentam maior proporção de mortes em acidentes de trabalho. O levantamento aponta que o Mato Grosso combina alta incidência e elevada letalidade, associado a setores como agronegócio, transporte e construção. Já o Maranhão aparece entre os estados com indicadores mais elevados de mortalidade. O estudo foi produzido por auditores-fiscais do Trabalho e destaca a importância dos dados para orientar políticas públicas. Segundo o diretor de Segurança e Saúde no Trabalho, Alexandre Scarpelli, as informações contribuem para aprimorar ações de prevenção.

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