Vereadora que mentiu ao chamar opositores de nazistas é cassada

Maria Tereza Capra

A vereadora petista Maria Tereza Capra foi cassada por quebra de decoro parlamentar ao acusar moradores de sua cidade de serem nazistas e mentir sobre gesto hitlerista em manifestação bolsonarista. Por 10 votos a favor e 1 contra, os vereadores da Câmara Municipal de São Miguel do Oeste cassaram o mandato. A petista publicou um vídeo em suas redes sociais em que acusava a saudação à bandeira nacional de “gesto nazista”. As declarações da parlamentar atribuídas aos cidadãos de São Miguel do Oeste são flagrantemente falsas. Além disso, Mari Tereza ainda afirmou, sem nenhuma prova ou indício, que a cidade é berço de uma célula neonazista. Como de costume, a petista tentou afirmar quer a reação às suas declarações eram fruto de machismo e misoginia. “É no parlamento onde é possível equilibrar as forças de representatividade da mulher, aqui estão 11 homens, uma mulher ausente e uma vereadora que vai ser cassada”, disse Capra em sua defesa desprezando completamente a gravidade de suas notícias falsas. Carlos Agostini, presidente da CPI que resultou na cassação da vereadora, afirmou que os cidadãos de São Miguel do Oeste se sentiram traídos pela vereadora. “Nós somos um município formado por diversas etnias, por isso não concordamos com o posicionamento dela, que em nenhum momento voltou atrás ou se arrependeu de ter acusado os cidadãos de São Miguel do Oeste de nazistas”, afirmou. Cassada após suas declarações mentirosas, Maria Tereza Capra recebeu acolhida do ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida. O ministro divulgou nota em que manifestou apoio à vereadora autora das declarações de Capra contra os moradores de São Miguel do Oeste. A vereadora foi incluída no Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH), para “garantir a proteção e a dignidade da parlamentar”. A inclusão da vereadora no PPDDH significa que ela poderá contar com escolta, segurança física, mapeamento de risco, rondas em local de trabalho, contato de emergência, ampliação da rede de proteção local e até botão do pânico, em casos de emergência.

Ataques esquerdistas contra a democracia no Peru já somam 46 mortos

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A onda de violência promovida por atos antidemocráticos desencadeados por apoiadores esquerdistas do ex-presidente Pedro Castillo está atingindo níveis críticos no Peru. Até agora já foram contabilizadas 46 mortes pelas autoridades locais. Os manifestantes exigem a libertação de Castillo, que está preso após tentar um golpe, o fechamento do Congresso Nacional e outras reivindicações. Os atos antidemocráticos começaram em dezembro após uma tentativa de golpe frustrada dada pelo ex-presidente Pedro Castillo. Após uma espécie de trégua durante as festividades de fim de ano, a onda de violência voltou com toda a força na última segunda (10). Apenas neste dia, dezessete pessoas morreram em confrontos com policiais na cidade de Juliaca, em Puno. Um bebê recém-nascido estava entre as vítimas após ficar presa em uma  estrada bloqueada por manifestantes esquerdistas. Antes da barbaridade da última segunda, oito pessoas haviam sido mortas em confrontos no dia 15 de dezembro. Além do retorno de Castillo, os manifestantes exigem a antecipação das eleições, a dissolução do Congresso, a convocação de uma Assembleia constituinte, a demissão de Boluarte do cargo de vice-presidente e a libertação de Castillo. Em Juliaca, informações dão conta de que 2 mil manifestantes iniciaram um ataque total contra a polícia após a tentativa de tomar o aeroporto da cidade. A maioria das pessoas mortas nos confrontos até agora são jovens que integram a linha de frente dos atos golpistas. O governo teme que a selvageria dos atos antidemocráticos afunde o país em uma guerra civil que eleve, ainda mais, o número de mortos pelas ruas do país.

Janja reprova instalações do Palácio da Alvorada e ordena reforma

Janja

As instalações do Palácio da Alvorada não agradaram à primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja. O local deve passar por uma ampla reforma, além de troca de mobília. Durante visita nesta semana, a equipe de Janja também tirou medidas e deve propor novas configurações de alguns cômodos. Em entrevista à GloboNews, Janja reclamou da condição de vidros de janelas, sofás, tapetes, tetos e piso. “Os pés dos móveis que são de latão, não estão polidos. Os móveis não são os originais. A gente vai tentar recuperar isso”, disse. Segundo Janja, o presidente Lula está “um tanto decepcionado” com o estado de conservação da residência presidencial. “O que a gente percebe é que não teve cuidado, manutenção”, disse. O Alvorada também passa por avaliação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que incluí, por exemplo, o rastreamento anti escutas. As reformas serão aceleradas e, ao que tudo indica, primeira-dama e presidente poderão desfrutar de novas instalações ainda no mês de janeiro.

Janja quis vetar jornalistas no coquetel de Lula no Itamaraty

Janja

A primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, a Janja, 56 anos, tentou vetar por completo a presença de jornalistas no tradicional coquetel no Palácio do Itamaraty na noite da posse presidencial. No final, prevaleceu o entendimento que profissionais da mídia deveriam ser convidados, como é praxe nesses eventos. Para Janja, jornalistas no coquetel (o Poder360 apurou que foram cerca de 3.000 convidados) poderiam constranger parte dos presentes, que não se comportariam de maneira espontânea nesse tipo de evento. Esse tipo de cerimônia, no entanto, tem caráter político e não tem a ver com uma reunião entre amigos. Segundo apurou o Poder360, foram convidados cerca de 3 dezenas de jornalistas diretamente pelo comando da campanha de Lula. Todos os nomes foram levados a Janja, que quis saber com antecedência quem seriam os profissionais de mídia presentes. Nesses coquetéis, os ministros e outras autoridades têm influência para distribuir convites. No caso dos profissionais do Poder360 (jornal digital líder de audiência entre veículos especializados e nativos digitais), que não foram convidados pelo comando da campanha de Lula, os convites vieram por parte de outras autoridades que fazem parte do governo petista. A tentativa de Janja de limitar a participação de jornalistas no coquetel incomodou petistas e aliados. Seria inédito vetar a presença dos profissionais. Por isso, houve a reavaliação da decisão e optou-se por liberar a presença. Os incômodos com a influência de Janja no dia a dia político de Lula e no entorno do presidente surgiram já na pré-campanha eleitoral. Ela participa de reuniões políticas e ajuda a tomar decisões. Na semana anterior à posse, por exemplo, ela pressionou as forças de segurança pública de Brasília para que os bolsonaristas acampados em frente ao Quartel General do Exército, na capital, fossem retirados do local a qualquer custo. Houve, no entanto, a avaliação de que uma expulsão poderia piorar a situação e inflamar os manifestantes às vésperas da posse presidencial. Janja foi a coordenadora do grupo que planejou as cerimônias da posse presidencial. Ela centralizou as decisões e, com isso, acabou causando ruídos com outros envolvidos na organização. Foi dela a ideia do Festival do Futuro, shows realizados na Esplanada dos Ministérios com artistas que apoiaram a eleição de Lula. O evento ficou conhecido nas redes sociais como “Lulapalooza”, em referência ao tradicional festival Lollapalooza. Foi da primeira-dama também a ideia de que a faixa presidencial fosse passada a Lula por representantes da sociedade brasileira. A inovação foi um dos principais marcos da cerimônia de posse do petista. As duas iniciativas foram consideradas um sucesso por aliados de Lula.

Lula teve 80% dos votos entre presidiários do Brasil no 1º turno

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Levantamento do site O Antagonista mostrou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve 80,59% dos votos dos presos em situação carcerária com direito a voto no Brasil. Foram analisados resultados em 222 seções instaladas em presídios, totalizando 14.653. O candidato do PT teve 8.883 votos e venceu em 208 seções. Jair Bolsonaro (PL) teve 1.741 votos e levou a melhor em apenas 13 seções. Em uma seção houve empate entre os dois. Já Simone Tebet (MDB) teve 152, Ciro Gomes (PDT) 150, Soraya Thronicke (União Brasil) conseguiu 58, e Felipe D’Ávila (Novo) 21. Padre Kelmon (PDT) teve 10 e Vera Lúcia (PSTU) 6. Leo Péricles (UP) e Eymael (DC) tiveram 1 voto cada. Segundo a legislação brasileira, apenas presos em situação provisória, sem sentença transitada em julgado, têm o direito a voto. A proporção da votação, no entanto, pode servir como base para identificar a predileção dos demais presidiários pelo petista. Em Limoeiro (PE), maior seção destinada a presos provisórios, com 264 eleitores, Lula obteve uma vitória esmagadora. Foram 248 votos, ou 98,4% do total. Nas duas menores seções, em Manaus e Pimenta Bueno (RO), o petista também levou a melhor entre os sete votantes em cada máquina. Em 2018 o PT também foi o vencedor entre os votos dos criminosos do país. Levantamento do jornal O Globo, na ocasião, mostrou que, no segundo turno, Fernando Haddad venceu nos presídios com 82,4% dos votos.

Após receber R$ 2 milhões do partido, Duarte Jr pede dinheiro a eleitores

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No final da semana passada o candidato a deputado federal Duarte Jr (PSB) iniciou uma campanha de doação em benefício de sua campanha. Em sua defesa o candidato diz que tem uma campanha “enxuta feita pelas pessoas”. Ocorre que o candidato já recebeu R$ 2 milhões para gastar em sua campanha de seu partido, o PSB. A informação sobre o montante de recursos enviados ao deputado pela direção estadual do PSB pode ser acessada aqui Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais (tse.jus.br). No site pode ser identificado (até o dia 13 de setembro) um repasse de R$ 2.100.000,00 (dois milhões e cem mil reais) ao deputado pela Direção Estadual do seu partido. O montante equivale a 99.20% das receitas registradas pelo deputado até esta data. Os outros 0.80% equivale a R$ 17.000,00 (dezessete mil reais) empregados pelo próprio Duarte em sua campanha. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Duarte Jr (@duartejr_) Apesar de afirmar que sua campanha é “humilde” na peça, Duarte Jr já tem quase 70% do total de gastos permitido pela Justiça Eleitoral. No caso dele, o valor é de R$ 3.176.572,53 (três milhões, cento e setenta e seis mil, quinhentos e setenta e dois reais e cinquenta e três centavos). EMPODERAMENTO FEMINO DE MENTIRINHA O PSB é um dos partidos da ala que defendem a igualdade entre homens e mulheres na política. Para os candidatos a deputado federal foram distribuídos, até a presente data, cerca de R$ 7.5 milhão. A diferença entre repasses feitos a mulheres e homens é arrasadora. Três homens (Bira do Pindaré (R$ 2.5 milhão, Duarte Jr R$ 2.1 milhão, Clayton Noleto R$ 1 milhão) concentram quase 50% dos recursos. As três mulheres somadas chegam a míseros R$ 600 mil. Ao todo o partido de Duarte Jr já distribuiu para os candidatos já ultrapassa R$ 7 milhões. Abaixo a lista dos candidatos e q quantidade de recursos (que podem ser oriundos da direção nacional, ou direção estadual do PSB) Bira do Pindaré (Direção Nacional) R$ 2.5 milhões Duarte Jr (Direção Estadual) R$ 2 milhões Clayton Noleto (Direção Estadual) R$ 1 milhão Higor (Direção Estadual) R$ 900 mil Conceição Marques (Direção Nacional) R$ 200 mil Dr Max (Direção Estadual) R$ 200 mil Professora Iris (Direção Nacional) R$ 200 mil Rosana Lima (Direção Nacional) R$ 200 mil Aruilton (Direção Estadual) 100 mil Saldanha de Rosário (Direção Estadual) R$ 100 mil Silvio BemBem (Direção Estadual) R$ 99.990

Imprensa esconde prisão de vereador que mandou matar bolsonarista

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A imprensa nacional evita noticiar a prisão do vereador lulista Jean Charles Alexandre nesta semana. Investigações da polícia confirmam que ele ordenou a morte de Marcello Leite Fernandes, em Ibotirama, na Bahia. O crime aconteceu em julho. Marcello usava uma camisa de Bolsonaro e estava em seu carro quando foi abordado por dois motociclistas que o executaram. Além da prisão do vereador, foram cumpridos ainda seis mandados de busca e apreensão. Segundo a Polícia Civil, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) trabalha com diversas linhas de investigação, a principal delas, é a de que o crime foi motivado por política. Foram apreendidos documentos que devem auxiliar a apuração sobre as circunstâncias do crime. “Gostaríamos de destacar a participação popular. Durante a apuração, pessoas noticiaram, de maneira informal, fatos que nos ajudaram”, destacou o delegado responsável pela ação. O crime ocorreu no dia 21 de julho na rodovia BA-160, na cidade de Ibotirama. Dois homens em uma moto pararam ao lado do automóvel da vítima e um deles atirou contra Marcello. Imagens de câmeras de segurança registraram a execução.

Jornalista usa mãe morta e ex-esposas para atacar Bolsonaro em entrevista

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A jornalista Amanda Klein acusou de corrupção a mãe falecida do presidente Jair Bolsonaro durante sabatina realizada na Jovem Pan n manhã desta terça (06 de setembro). Além de Olinda Bonturi Bolsonaro, Klein ainda acusou duas ex-esposas do presidente de integrar um esquema de corrupção. Em sua defesa, Bolsonaro pediu respeito pela memória de sua mãe e afirmou que as duas ex-esposas já estão casadas e que não possui relação com elas. As acusações contra o presidente são baseadas em uma reportagem que catalogou todas as compras de imóveis, por qualquer pessoa com o sobrenome Bolsonaro, realizadas em todo o Brasil nos últimos 32 anos. O levantamento identificou dezenas de pessoas e 107 patrimônios que variam entre compra, venda e/ou herança. Todas as movimentações de todos os parentes do presidente são retratadas como oriundos de um esquema de corrupção que envolve a mãe morta de Jair Bolsonaro e ex-esposas. Klein também aderiu à narrativa que tenta transformar “moeda corrente” em dinheiro vivo, já desmentida amplamente por vários profissionais da área de cartórios do Brasil após a publicação da matéria do Uol que fundamentou as acusações da jornalista da Jovem Pan. Em um momento de revolta, Bolsonaro pediu à jornalista que deixasse sua mãe de fora da entrevista e que dirigisse seus ataques diretamente a ele. O clima de constrangimento entre os demais jornalistas, após os ataques contra a mãe falecida do presidente, era visível entre os demais jornalistas.

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