PETISTA
Vereadora que mentiu ao chamar opositores de nazistas é cassada
Por José Linhares Jr • 05/02/2023
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Maria Tereza Capra mentiu ao afirmar que gesto de saudação à bandeira do Brasil era hitlerista e que os moradores de São Miguel do Oeste abrigavam uma célula nazista na cidade.

A vereadora petista Maria Tereza Capra foi cassada por quebra de decoro parlamentar ao acusar moradores de sua cidade de serem nazistas e mentir sobre gesto hitlerista em manifestação bolsonarista. Por 10 votos a favor e 1 contra, os vereadores da Câmara Municipal de São Miguel do Oeste cassaram o mandato. A petista publicou um vídeo em suas redes sociais em que acusava a saudação à bandeira nacional de “gesto nazista”.

As declarações da parlamentar atribuídas aos cidadãos de São Miguel do Oeste são flagrantemente falsas. Além disso, Mari Tereza ainda afirmou, sem nenhuma prova ou indício, que a cidade é berço de uma célula neonazista.

Como de costume, a petista tentou afirmar quer a reação às suas declarações eram fruto de machismo e misoginia. “É no parlamento onde é possível equilibrar as forças de representatividade da mulher, aqui estão 11 homens, uma mulher ausente e uma vereadora que vai ser cassada”, disse Capra em sua defesa desprezando completamente a gravidade de suas notícias falsas.

Carlos Agostini, presidente da CPI que resultou na cassação da vereadora, afirmou que os cidadãos de São Miguel do Oeste se sentiram traídos pela vereadora. “Nós somos um município formado por diversas etnias, por isso não concordamos com o posicionamento dela, que em nenhum momento voltou atrás ou se arrependeu de ter acusado os cidadãos de São Miguel do Oeste de nazistas”, afirmou.

Cassada após suas declarações mentirosas, Maria Tereza Capra recebeu acolhida do ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida. O ministro divulgou nota em que manifestou apoio à vereadora autora das declarações de Capra contra os moradores de São Miguel do Oeste. A vereadora foi incluída no Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH), para “garantir a proteção e a dignidade da parlamentar”.

A inclusão da vereadora no PPDDH significa que ela poderá contar com escolta, segurança física, mapeamento de risco, rondas em local de trabalho, contato de emergência, ampliação da rede de proteção local e até botão do pânico, em casos de emergência.

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2 Comentários

  1. ylana

    Kkkkkk só bobagem

    Responder

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