André Fufuca explica decisão de caminhar com Braide

MARANHÃO, 22 de junho de 2026 — O deputado federal André Fufuca (PP) se posicionou sobre disputa por uma vaga no Senado nas próximas eleições e oficialização de apoio ao grupo liderado por Eduardo Braide (PSD). Segundo Fufuca, a decisão ocorreu após perceber um sentimento de mudança durante visitas a municípios maranhenses. Ele afirmou que participou de diferentes ciclos políticos ao longo dos últimos anos, ao lado dos governadores Flávio Dino e Carlos Brandão, além do presidente Lula. O parlamentar disse que a política é formada por ciclos e que os agentes públicos precisam compreender as demandas da população. Ao justificar a aliança, Fufuca afirmou que a escolha não foi baseada em interesses políticos ou sobrenomes, mas nas necessidades das famílias maranhenses. Apesar da mudança de posicionamento, o deputado agradeceu ao governador Carlos Brandão pela parceria construída nos últimos anos. Ele também manifestou o desejo de que as obras em andamento no estado tenham continuidade e agradeceu o apoio recebido de prefeitos de diferentes regiões. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por André Fufuca (@andre_fufuca)
Braide confirma Fufuca como seu pré-candidato ao Senado

MARANHÃO, 17 de junho de 2026 — O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Eduardo Braide, anunciou nesta quarta (17) o deputado federal André Fufuca como seu primeiro pré-candidato ao Senado nas eleições de 2026. O anúncio confirmou uma articulação que já era esperada nos bastidores políticos. Ao divulgar a aliança, Braide destacou a união entre os dois grupos para a disputa eleitoral. A definição ocorre após Fufuca deixar a base política do governador Carlos Brandão. O deputado participou do governo estadual, mas decidiu seguir o novo caminho político. A mudança também provoca reflexos na Federação União Progressista, formada por PP e União Brasil. Isso porque o deputado federal Pedro Lucas permanece na base governista e chegou a ser citado como possível candidato ao Senado. Além disso, a saída de Fufuca evidencia uma divisão entre lideranças dos partidos que compõem a federação. Nos bastidores, a tendência é que Pedro Lucas dispute a reeleição para a Câmara dos Deputados. Com isso, a deputada federal Roseana Sarney surge como possível segundo nome ao Senado na chapa do pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão. A outra vaga já está reservada para o senador Weverton Rocha.
Lahesio, o cavaleiro que desmonta do próprio cavalo

E lá vai Lahesio Bonfim, ex-xerife da direita maranhense, guardar as esporas depois de semanas jurando que Eduardo Braide tentou comprá-lo com um pix eleitoral vitaminado. Agora enche o peito para falar fino: “penso no Maranhão”, como quem troca a indignação por um vale-refeição. O problema? Quando se acusa o mercador de tentar comprar tapete e depois se deita no mesmo tapete, o público conclui rapidinho: ou a mercadoria era boa, ou o discurso era lorota. Quem acompanha Bonfim lembra das lives recentes inflamadas em podcasts: ele jurava ter resistido a “maletas de dinheiro” e “promessas indecentes” vindas do staff de Braide. Ora, se hoje o herói pendura a capa na mesma cabideira de quem acusou de corruptor, há duas versões possíveis: ou a oferta melhorou subitamente, ou a moral do cavaleiro era inflável desde o começo. O fato, meus caros e caríssimas, é que ambas ferem o eleitor que engoliu a narrativa da pureza ideológica. É aqui que o roteiro beira o pastelão: o eleitorado de direita vê seu antigo porta-bandeira abrir alas para um prefeito que desfilou ao lado da turminha de Flávio Dino nos últimos meses: Othelino Neto, Carlos Lula e Rodrigo Lago. É como passar o ano inteiro dizendo que sarapatel é água suja e, na hora da Ceia de Natal, botar um panelão de sarapatel na mesa. Mais grave: a desistência mata a pluralidade do pleito. Fica Braide (com Dino nos bastidores) de um lado e Brandão do outro, enquanto Roberto Rocha (que foi enganado por Lahesio) decide se vira tapete persa ou capacho de aeroporto. A chamada terceira via de direita vira beco sem saída, pintado de cinza. Quem buscava uma opção de verdade agora olha a mesa e só encontra ou um tapete puxado a qualquer momento ou uma carne assando sem tempero. E antes que alguma bobão afirme que Braide é de direita assim como Lahesio, bora lá! Braide nunca foi de direita e nunca fez questão sequer de demonstrar isso! Quem duvidar que procure. O irmão Fernando faz dobradinha com a turma do PCdoB na Assembleia, e o próprio Eduardo foi líder do primeiro governo Flávio Dino. Ligar-se a Braide é pendurar retrato na galeria do ministro do STF que, dia sim outro também, dispara adjetivos radiativos contra a direita perseguida que Lahesio dizia representar. É como prometer suco detox de cupuaçu e, na hora de servir, entornar um copão de tiquira quente: o freguês engasga, mas a piada é só do vendedor. Imaginar que os dinistas permitirão a um direitista ocupar uma cadeira no Senado é acreditar em boto-cor-de-rosa em pleno Rio Anil: bonito na lenda, mas ninguém prova que existe. Dino move peças como quem joga dominó numa mesa que já conhece de cor; quando a última pedra cai, só sobram espaços para aliados de confiança: Eliziane, Roseana ou na pior das hipóteses, Fufuca e Weverton. Qualquer um serve! Menos nunca um “outsider” que passou a vida chamando o ministro de tirano. Lahesio apostar nessa reviravolta soa como o inocente que leva cuscuz para trocar por carro na feira do Nhozinho Santos (ainda existe?). Volta para casa de mãos abanando e ainda paga o estacionamento. Quanto à promessa de cargos, posição e participação em um futuro governo Braide, vale tanto quanto nota de três reais passada na feirinha da João Lisboa: colorida, cheia de conversa, mas ninguém troca nem por um punhado de farinha. O histórico do ex-prefeito inclui demitir secretário por mensagem de WhatsApp! Imagine o zelo que dedicará a um “aliado” incômodo para a todo poderoso ministro com ambição de Senado? Resta a dúvida que fede mais que peixe esquecido no sol: esse súbito acesso de inocência de Lahesio, que não percebe que essa aliança é “caracu”, é genuíno ou vem com recibo dobrado no bolso? Porque, no Maranhão, a linha entre “fui convencido” e “fui convencido… em dinheiro” é pequena como indumentária de índia no São João. E onde fica Roberto Rocha, o parceiro de chapa que sonhava vestir a faixa de senador ao lado de um governador direitista? Fica na sala de espera, segurando o bolo de casamento enquanto o noivo escapa pela janela. Traição tamanho família: Lahesio larga o aliado e ainda entrega de bandeja ao grupo de Dino a chance de impedir que qualquer adversário sério atravesse a porta do Senado. Para completar a ópera, Felipe Camarão faz o papel de candidato “laranja” do PT para disputar o governo só para que Brandão perca a companhia de Lula. Tudo arranjado por vocês sabem quem visando beneficiar vocês também sabem quem. Enquanto isso, Braide desfila sozinho, sorridente, embalado pelo vácuo eleitoral criado por Dino ao perseguir Brandão por dois anos e, agora, pela desistência que Bonfim lhe oferece. Se Braide ficar gigante e vencer com a bênção dinista, Lahesio vira figurante decorativo em governo que já nasce apadrinhado pelo ministro-ex-governador. E os quase 900 mil eleitores de 2022 finalmente devem entender que compraram ingresso para ver faroeste e ganharam novela de conspiração. No fim, o mais cruel é o espelho: Lahesio, que sacudiu o estado com cara de outsider, pode acabar como nota de rodapé na biografia de quem elegeu a esquerda por tabela. E se Braide tropeçar, sobrará para Bonfim o carimbo de “traíra” sem cargo para exibir na moldura. Moral da história? Trocar o cavalo selvagem da coerência pelo velocípede da conveniência faz chegar mais rápido, sim. Só que com direito ao paredão do descrédito, onde o eleitor joga tomates e a história pendura a plaquinha de “vendido, traíra”.
Empresa da obra da Forquilha fez ponte que desabou no Acre

SÃO LUÍS, 08 de junho de 2026 — A empresa contratada pela Prefeitura de São Luís para construir o Elevado da Forquilha é a mesma apontada pelo Governo do Acre como responsável pela Ponte Frei Paolino Baldassari, que desabou na última sexta (5), em Sena Madureira. A Construtora Cidade Ltda., sediada em Porto Alegre (RS), firmou contrato de R$ 67,3 milhões com a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) para elaborar os projetos e executar a obra viária na capital maranhense. A relação entre os dois empreendimentos ganhou destaque após o Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre) e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) anunciarem medidas judiciais para responsabilizar a empresa pelo desabamento da estrutura sobre o Rio Iaco. Segundo o governo acreano, a construtora foi responsável pelos estudos, projetos e execução da ponte entregue em janeiro de 2024. Em São Luís, a Construtora Cidade venceu a Concorrência Eletrônica nº 90008/2025 para implantação do Elevado da Forquilha. O empreendimento prevê a construção de uma via em desnível no cruzamento da Avenida Guajajaras com a MA-201, além de intervenções urbanísticas no entorno para melhorar a mobilidade da região. O Contrato nº 1.055/2025 foi firmado em novembro de 2025 pela Semosp. Assim como ocorreu no Acre, a contratação ocorreu na modalidade integrada. Dessa forma, a empresa assumiu a responsabilidade pela elaboração dos projetos básico e executivo, além da execução completa da obra. O valor global do contrato é de R$ 67.333.486,21 e o prazo previsto para conclusão é de 12 meses. De acordo com nota divulgada pelo governo do Acre, a construtora desenvolveu todas as soluções técnicas que resultaram na construção da Ponte Frei Paolino Baldassari. Por isso, a administração estadual entende que a responsabilidade pela concepção e execução da estrutura foi integralmente da empresa. Além disso, o Estado informou que a obra permanece dentro do prazo legal de garantia previsto no artigo 618 do Código Civil, que estabelece responsabilidade do construtor pela solidez e segurança da edificação durante cinco anos após sua entrega. Em razão do desabamento, a Procuradoria-Geral do Estado pretende acionar a Justiça para exigir a reconstrução da ponte ou a apresentação de alternativa para restabelecer a travessia da população. As primeiras análises realizadas pelas autoridades acreanas apontam que a elevação do nível das águas do Rio Iaco e o fenômeno conhecido como “terras caídas” podem ter contribuído para o colapso da estrutura. Ainda assim, o governo destacou que a empresa possui experiência em obras na região amazônica e deveria ter considerado essas condições durante o planejamento e a execução do empreendimento. VERSÃO DA CONSTRUTORA Em nota oficial, a Construtora Cidade afirmou que a ponte foi construída de acordo com as normas técnicas de engenharia e recebida pelo Deracre no fim de 2023. Segundo a empresa, a estrutura operou regularmente desde então e não apresentou registros anteriores de problemas estruturais. A construtora informou ainda que identificou sinais de instabilidade no terreno próximo à ponte dias antes do desabamento. Conforme a nota, equipes técnicas verificaram rachaduras, deslocamentos de solo e desníveis em uma área superior a 16 mil metros quadrados. A empresa declarou que encaminhou recomendação formal para interdição total da ponte ao Deracre na quinta-feira, 4, um dia antes da ocorrência. Segundo a versão apresentada pela construtora, os indícios observados seriam compatíveis com o fenômeno geotécnico denominado “terras caídas”, caracterizado pela movimentação de grandes massas de solo provocada por erosão e pelas variações naturais do nível dos rios. A empresa sustenta que esse processo teria sido determinante para o colapso da estrutura.
Pesquisa INOP aponta empate técnico entre Orleans e Braide

MARANHÃO, 27 de maio de 2026 — Pesquisa INOP/Jornal Pequeno divulgada nesta terça (26) mostra Orleans Brandão (MDB) com 40,38% das intenções de voto para o Governo do Maranhão no cenário estimulado. Eduardo Braide (PSD) aparece com 40,27%, configurando empate técnico dentro da margem de erro. Na sequência estão Lahesio Bonfim (Novo), com 9,04%, Felipe Camarão (PT), com 4,95%, e André Luis, com 0,37%. Nulos somam 0,86%, enquanto 4,13% não souberam ou não responderam. No cenário espontâneo, Eduardo Braide registra 29,32% e Orleans Brandão aparece com 27,45%, também em situação de empate técnico. Lahesio Bonfim tem 6,11%, seguido por Felipe Camarão, com 2,81%. O senador Weverton Rocha (PDT) foi citado por 0,04%. Não souberam ou não responderam somam 34,27%. Em comparação com o levantamento anterior do INOP, Orleans Brandão tinha 41,27% das intenções de voto no cenário estimulado, enquanto Braide registrava 38,60%. Lahesio Bonfim aparecia com 10,39% e Felipe Camarão com 4,17%. SENADO Na disputa para o Senado, Roseana Sarney lidera com 23,25% das intenções de voto, seguida por Weverton Rocha, com 13,80%. Também foram citados Duarte Junior (12,75%), André Fufuca (10,65%), Roberto Rocha (9,49%), Eliziane Gama (6,04%), Pedro Lucas (3,11%), Dr. Hilton Gonçalo (2,32%), Simplício Araújo (0,67%) e Antonia Coriongo (0,15%). Um total de 8,81% não soube ou não respondeu. A pesquisa INOP/Jornal Pequeno, registrada sob o protocolo MA-09910/2026, ouviu 2.667 pessoas entre os dias 18 e 26 de maio de 2026. A margem de erro é de 2,98 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
TRE-MA barra propaganda eleitoral antecipada de Braide

MARANHÃO, 26 de maio de 2026 — O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) determinou, nesta terça (26), a remoção de uma publicação no Instagram do pré-candidato Eduardo Braide por configuração de propaganda eleitoral antecipada. A decisão liminar, assinada pelo desembargador Sebastião Joaquim Lima Bonfim, atende a pedido do MDB em representação que pede a exclusão do conteúdo em até 24 horas. O processo aponta irregularidades em evento realizado na Praça Zeca Penha, em Paulino Neves. Segundo a decisão, a ação teve características de comício, com palco, som e convocação pública, o que é proibido antes do início oficial da campanha, previsto para 16 de agosto. O caso envolve o uso de chamadas “palavras mágicas”, expressão usada na análise do tribunal. De acordo com o entendimento do TRE-MA, embora não tenha havido pedido explícito de voto, falas atribuídas a participantes e ao próprio Eduardo Braide foram interpretadas como equivalentes a pedido de sufrágio. Entre os trechos citados, há menções a “próximo governador” e a compromissos futuros em eventual gestão estadual. A decisão também destaca que a manutenção do vídeo nas redes sociais pode comprometer a “paridade de armas” entre pré-candidatos. Por isso, o desembargador determinou a retirada imediata do conteúdo e proibiu nova publicação do material por Eduardo Braide e Raimundo de Oliveira Filho. Além da remoção, foi fixada multa de R$ 1 mil por cada descumprimento ou repetição da conduta. Os citados foram notificados e têm prazo de dois dias para apresentar defesa. Após isso, o caso será encaminhado à Procuradoria Regional Eleitoral.
Orleans Brandão e Braide empatam em pesquisa Econométrica

MARANHÃO, 24 de maio de 2026 — A pesquisa Econométrica, divulgada neste domingo (24), apontou empate técnico entre os pré-candidatos Orleans Brandão e Eduardo Braide na disputa pelo Governo do Maranhão. No cenário estimulado, Braide aparece com 39,6% das intenções de voto, enquanto Orleans soma 39,1%. No mesmo cenário, Lahesio Bonfim registra 8,6% e Felipe Camarão aparece com 4,6%. Além disso, 1,7% disseram que votarão nulo e 6,3% afirmaram não saber ou não responderam. Na pesquisa espontânea, Eduardo Braide aparece com 32,5%, enquanto Orleans Brandão registra 29,7%. Em seguida, Lahesio Bonfim soma 4,9% e Felipe Camarão alcança 2,9%. Já 0,9% afirmaram votar nulo e 28,9% disseram não saber ou não responderam. O levantamento também comparou os números atuais com pesquisa realizada em maio do ano passado. Na época, Orleans Brandão aparecia com 17,9% no cenário estimulado, enquanto Eduardo Braide registrava 33,8%. DISPUTA PELO SENADO Na corrida pelo Senado, Roseana Sarney lidera no cenário estimulado com duas opções de voto, somando 15,3%. Em seguida, aparece Weverton Rocha, com 11,8%. Depois, surgem Roberto Rocha com 11%, André Fufuca com 9,6%, Duarte Júnior com 8,8% e Eliziane Gama com 7,8%. Pedro Lucas tem 5,1%, Simplício Araújo registra 2,3% e Hilton Gonçalo soma 2%. No cenário espontâneo, Roseana Sarney aparece com 9,2%, seguida por Weverton Rocha, com 5,8%. Na sequência, aparecem Roberto Rocha com 5%, Eliziane Gama com 4,8%, Duarte Jr. com 4,4% e André Fufuca com 3,3%. AVALIAÇÃO DO GOVERNO Segundo a Econométrica, o governo Carlos Brandão tem aprovação de 58,1%, enquanto 38,1% disseram desaprovar a gestão. A pesquisa foi encomendada pelo jornal O Imparcial. O instituto ouviu 1.607 pessoas entre os dias 11 e 14 de maio de 2026. O levantamento possui intervalo de confiança de 95%.
Secretário ligado a Braide gasta R$ 610 mil em viagens aéreas

Registros de despesas da Secretaria de Turismo de São Luís indicam gastos com passagens aéreas, agenciamento e diárias entre 2022 e 2026, sob gestão municipal, incluindo administração do secretário Saulo Santos, indicado em gestão de Eduardo Braide. O total informado soma R$ 610.000 em passagens e R$ 213.989,46 em diárias. As informações são do jornalista Jadson Pires. Segundo o Observatório da Blogosfera, em 2025, a Secretaria de Turismo de São Luís registrou empenhos de R$ 180.000 em passagens aéreas, com pagamentos distribuídos ao longo do ano, incluindo valores de R$ 35 mil em abril, R$ 27 mil em maio, R$ 10 mil em junho e R$ 26 mil em julho, além de outras parcelas ao longo do período, totalizando R$ 177.023,67. Em 2026, a Secretaria de Turismo de São Luís recebeu um Termo Aditivo de R$ 45.000 ao contrato de viagens e registrou novo processo com reserva de R$ 388.939,40 para passagens e serviços relacionados. O acumulado das despesas com viagens ultrapassa R$ 610.000 em pouco mais de 16 meses. Os registros de diárias vinculadas à Secretaria de Turismo de São Luís indicam pagamentos entre 2022 e 2026, com valores de R$ 29.702,25 em 2022, R$ 56.372,25 em 2023, R$ 60.590,00 em 2024, R$ 42.725,00 em 2025 e R$ 24.600,00 em 2026, totalizando R$ 213.989,46 no período. Os dados indicam ainda que os valores foram acumulados ao longo de diferentes exercícios administrativos, dentro do mesmo período de gestão municipal, com registros contínuos de contratos, renovações e pagamentos vinculados à área de turismo da capital. O secretário permanece no cargo desde 2021, com registros de contratos e despesas ao longo de quatro anos consecutivos. Mais informações em Observatório da Blogosfera.