Instituto Veritá vê queda de Braide após liderar em abril

MARANHÃO, 23 de julho de 2026 — O Instituto Veritá contratado pelo Blog Café Quente, divulgou nesta quinta (23), levantamento que mostra Orleans Brandão (MDB) com 48,7% das intenções de voto. Eduardo Braide (PSD) aparece em seguida, com 42,5%. A pesquisa também simulou um segundo turno e avaliou o governo Carlos Brandão. Depois dos dois primeiros colocados, aparecem Felipe Camarão (PT), com 2,9%, e Enilton Rodrigues (PSOL), com 0,3%. Os indecisos somam 3,2%. Já 1,6% disseram que pretendem votar em branco ou nulo, enquanto 0,9% não responderam. No início da semana, o instituto Inop também apresentou números parecidos e mostrou Orleans à frente, com 45,06%, contra 43,52% de Braide. Em abril, porém, o cenário era diferente. Naquele levantamento do Instituto Veritá, Eduardo Braide liderava com 53,4% das intenções de voto. Orleans Brandão aparecia em segundo lugar, com 19,2%, seguido por Lahesio Bonfim (Novo), com 18,9%. A época, a pesquisa ouviu 1.525 eleitores, tinha margem de erro de três pontos percentuais e foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MA-03916/2026. ATUALMENTE Na simulação de segundo turno divulgada agora, Orleans Brandão aparece com 51,4%, enquanto Eduardo Braide tem 44%. Os indecisos representam 2,8%, e 1,8% afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo. Além disso, 0,2% não responderam. O levantamento também avaliou a gestão do governador Carlos Brandão. Segundo a pesquisa, 70,9% aprovam a administração estadual, enquanto 27,8% desaprovam. Outros 1,3% não souberam ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre 17 e 21 de julho de 2026, ouviu 1.000 eleitores em municípios do Maranhão e foi registrada sob o número MA-02581/2026. A margem de erro é de 2,09 pontos percentuais, com 95% de confiança.
Governo Brandão supera Braide e Dino em promessas cumpridas

MARANHÃO, 22 de julho de 2026 — O governador Carlos Brandão cumpriu mais promessas de campanha do que o ex-governador Flávio Dino e o ex-prefeito de São Luís Eduardo Braide, segundo levantamento do portal G1. O estudo aponta que Brandão concluiu 63% das metas entre 2023 e 2026. Já Dino cumpriu 39%, enquanto Braide alcançou 43% das promessas. O levantamento coloca Brandão em primeiro lugar entre os governadores do Nordeste e na quarta posição do ranking nacional. Além das promessas concluídas, outras 19% das metas já foram iniciadas. O estudo também cita ações como o Maranhão Livre da Fome, a duplicação da Nova Litorânea, a refeição nas escolas estaduais e a Avenida Metropolitana. Brandão comemorou o resultado e afirmou que o índice mostra o trabalho realizado antes do fim do mandato. Segundo o governador, o planejamento da gestão permitiu ampliar as ações em todo o estado. Ele também disse que o Maranhão passou a ser referência nacional em diversos indicadores. No comparativo, o G1 aponta que Flávio Dino cumpriu 38% das promessas. Já Eduardo Braide concluiu 29 das 67 metas assumidas entre 2021 e 2024, o equivalente a 44%. O levantamento considera áreas como segurança pública, saúde, educação, habitação, infraestrutura e mobilidade urbana.
Pesquisa INOP indica disputa acirrada entre Braide e Orleans

MARANHÃO, 21 de julho de 2026 — Pesquisa do Instituto INOP, contratada pelo Jornal Pequeno, mostra Orleans Brandão na frente de Eduardo Braide na disputa pelo Governo do Maranhão. No entanto, os dois permanecem em empate técnico por causa da margem de erro de 3,02 pontos percentuais. O levantamento ouviu 2.610 eleitores entre os dias 8 e 16 de julho. No cenário estimulado, Orleans tem 45,06% das intenções de voto, enquanto Braide aparece com 43,52%. Felipe Camarão registra 3,41%. André Luís soma 0,34%, Saulo Arcangeli 0,27% e Enilton Rodrigues 0,08%. Além disso, 2,61% disseram que não votariam em nenhum candidato e 4,71% não souberam responder. Na pesquisa espontânea, Orleans também lidera com 32,18%, seguido por Braide, com 30,61%. Felipe Camarão aparece com 1,80%. Outros nomes lembrados foram Carlos Brandão, André Luís, Saulo Arcangeli, Flávio Dino, Roberto Rocha, Josimar Maranhãozinho e Lahesio Bonfim. Quando perguntados sobre quem será o próximo governador, 44,79% citaram Orleans e 42,34% apontaram Braide. O levantamento também mostrou que 61% aprovam a gestão do governador Carlos Brandão, enquanto 2,68% desaprovam. Na disputa pelo Senado, Roseana Sarney lidera com 24,67%, seguida por Lahesio Bonfim, Weverton Rocha, Duarte Júnior, André Fufuca, Roberto Rocha e Eliziane Gama. Números para o SenadoRoseana Sarney: 24,67%;Lahesio Bonfim: 12,30%;Weverton Rocha: 10,84%;Duarte Júnior: 8,12%;André Fufuca: 5,98%;Roberto Rocha: 5,17%;Eliziane Gama: 5,13%;Pedro Lucas: 2,87%;Dr. Hilton Gonçalo: 1,46%;Simplício Araújo: 0,65%;Antônia Cariongo: 0,15%;César Pires: 0,11%;Franklin Douglas: 0,08%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número MA-01555/2026.
Rildo Amaral se alia a Braide após articulação de Fufuca

IMPERATRIZ, 17 de julho de 2026 — O prefeito de Imperatriz, Rildo Amaral (PP), anunciou apoio à pré-candidatura de Eduardo Braide (PSD) ao Governo do Maranhão para as eleições de 2026. A articulação foi conduzida pelo pré-candidato ao Senado André Fufuca (PP). O acordo amplia a base política de Braide no estado e fortalece sua presença na segunda maior cidade maranhense. A aliança marca uma mudança no cenário político. Nas eleições municipais de 2024, Rildo disputou a Prefeitura de Imperatriz contra Mariana Carvalho, que recebeu apoio de Eduardo Braide. Então, menos de dois anos depois, os antigos adversários passam a integrar o mesmo grupo político na disputa estadual. O novo alinhamento também afasta Rildo Amaral do grupo do governador Carlos Brandão (PSB). Durante a campanha municipal de 2024, Brandão apoiou a candidatura do prefeito em Imperatriz. Agora, Rildo passa a integrar o grupo que pretende disputar o governo contra o candidato apoiado pelo atual governador. Imperatriz é o segundo maior colégio eleitoral do Maranhão. Por isso, o apoio de Rildo é considerado importante para ampliar a articulação política de Eduardo Braide na Região Tocantina. Além disso, o movimento reforça a estratégia de André Fufuca de reunir novos aliados antes das convenções partidárias para as eleições de 2026.
Braide fecha chapa majoritária com Lahesio para o Senado

MARANHÃO, 09 de julho de 2026 — O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Eduardo Braide, anunciou na noite de quinta (9) o apoio ao ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (Novo), para disputar o Senado nas eleições de 2026. Antes do anúncio, Braide já havia declarado apoio ao ex-ministro dos Esportes, André Fufuca (PP), como primeiro candidato ao Senado. Além disso, a empresária Elaine Carneiro segue como pré-candidata a vice-governadora. A aliança reúne Braide e Lahesio, que estão entre os principais nomes da oposição no Maranhão. Lahesio desistiu da pré-candidatura ao Governo do Estado e, então, passou a disputar uma vaga no Senado.
Yglésio associa Braide a Flávio Dino e faz apelo à direita

MARANHÃO, 03 de julho de 2026 — O deputado estadual Yglésio Moyses afirmou, nesta quinta (2), na Assembleia Legislativa do Maranhão, que o ex-prefeito de São Luís Eduardo Braide representa o projeto político do ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino no estado. O parlamentar fez a declaração ao defender a união da direita em torno da pré-candidatura de Lahesio Bonfim ao Senado. Segundo Yglésio, parte do eleitorado conservador estaria apoiando Braide sem identificar, na avaliação dele, a proximidade política do ex-prefeito com aliados de Flávio Dino. “Tem gente se iludindo que esse cidadão representa a Direita. Ele não representa, 70% da Direita está com ele porque não entendeu que ele representa hoje o projeto de Flávio Dino no Estado, não é Felipe Camarão. Os Prefeitos aqui de Deputados da Casa, do Deputado Othelino, eles não votam em Felipe Camarão, eles votam em Eduardo Braide: Raimundo Lídio, de Paulino Neves, o grupo do Carlinhos Barros. Eles não estão com Felipe Camarão”, afirmou. Para sustentar o argumento, o deputado exibiu uma fotografia no plenário e afirmou que lideranças ligadas ao grupo do ex-governador estariam direcionando apoio a uma possível candidatura de Braide ao Governo do Maranhão. Durante o discurso, Yglésio declarou que “o candidato de Flávio Dino é aquele de camisa branca”. Além disso, afirmou que prefeitos e outras lideranças do campo de oposição ao governador Carlos Brandão estariam migrando para o projeto político de Eduardo Braide, e não para uma eventual candidatura do vice-governador Felipe Camarão. O deputado também pediu que os eleitores de direita concentrem apoio na eleição de Lahesio Bonfim para o Senado e de candidatos alinhados ao campo conservador para a Câmara dos Deputados. “Quem quer ser o futuro da Esquerda é Flávio Dino, por isso que nós temos obrigação de sepultar politicamente tudo que seja projeto dele no Maranhão, porque ele vai utilizar isso para tentar ser Presidente do Brasil. Então, amigos da Direita, não se enganem, olhem para o futuro. Vamos eleger Flávio Bolsonaro e vamos sepultar politicamente todos os aliados de Flávio Dino.” Segundo Yglésio, essa estratégia é necessária para impedir o fortalecimento político de Flávio Dino no Maranhão.
Dino é acusado de chantagear Josimar por apoio a Braide

MARANHÃO, 25 de junho de 2026 — O deputado estadual Dr. Yglésio Moyses afirmou, durante sessão na Assembleia Legislativa do Maranhão, que o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino estaria conduzindo uma perseguição contra o deputado federal Josimar de Maranhãozinho. O parlamentar fez as declarações ao criticar a atuação de Dino em processos que envolvem políticos maranhenses, mencionando Juscelino Filho e Roberto Rocha, e defendeu que o ministro se declare impedido de atuar nesses casos. “O Código de Processo Civil no 144 e 145, ele configura impedimento de suspeição do magistrado, amizade íntima com qualquer das partes ou interesse indireto no julgamento. O artigo 21 do Regimento do STF também diz a mesma coisa. Compartilhamento de advogado é pior do que beijo na boca no trisal. Ele não está literalmente no rol de impedimento, mas ele está no coração da doutrina chamada Imparcialidade”, declarou Yglesio. Segundo Yglésio, a relação política e institucional mantida ao longo dos anos entre Flávio Dino e Josimar comprometeria a imparcialidade necessária para o julgamento de ações envolvendo o parlamentar federal. Além disso, ele exibiu fotografias e registros de encontros públicos entre os dois durante o período em que Dino ocupou cargos políticos no Maranhão e no Governo Federal. Durante o pronunciamento, Yglésio afirmou ter identificado elementos que, em sua avaliação, caracterizariam impedimento ou suspeição. Entre os pontos citados, ele mencionou reuniões institucionais, aparições públicas conjuntas e a atuação de um advogado que teria representado interesses ligados aos dois em momentos distintos. O deputado também citou dispositivos do Código de Processo Civil e do Regimento Interno do STF para sustentar seu entendimento. Segundo ele, a legislação prevê situações em que magistrados devem se afastar de processos para preservar a imparcialidade do julgamento. Yglésio argumentou ainda que o princípio da imparcialidade objetiva exige não apenas neutralidade efetiva, mas também a ausência de circunstâncias que possam gerar dúvidas sobre a independência do julgador. Por isso, defendeu que os fatos apresentados deveriam ser analisados pelas instituições competentes.
Ex-secretário associa sobrecarga neonatal a plano de Braide

SÃO LUÍS, 25 de junho de 2026 — O ex-secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes, questionou decisões adotadas durante a gestão do ex-prefeito Eduardo Braide na área da saúde. As declarações ocorreram durante debate promovido pelo UQ! Podcast, em São Luís. Segundo ele, algumas medidas administrativas teriam sido influenciadas pelo projeto político de Braide de disputar o Governo do Maranhão. Durante a discussão, Tiago afirmou que Braide já se preparava para a eleição estadual enquanto administrava a capital, apontando mudanças realizadas no Hospital da Criança após a reinauguração da unidade. Para o ex-secretário, a interrupção do atendimento destinado a recém-nascidos de até oito dias de vida gerou impactos na rede pública de saúde. Segundo Tiago, a retirada de um serviço de uma unidade faz com que a demanda seja absorvida por outros hospitais e maternidades. Por isso, ele questionou os motivos que levaram ao encerramento de um atendimento que, de acordo com seu relato, era oferecido há anos. “Quando um serviço é interrompido, alguém deixa de ser atendido. Quando uma porta se fecha, a pressão aparece em outro lugar da rede. Por que um atendimento que foi mantido por anos deixou de existir de forma tão abrupta? As disputas políticas passam. Mas os impactos das decisões ficam pra quem mais precisa”, afirmou. No debate com o ex-secretário municipal de Saúde, Dr. Joel Nunes, Tiago também defendeu o princípio da universalidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Ele destacou que São Luís recebe pacientes de outros municípios porque concentra serviços de média e alta complexidade e recebe recursos para esse atendimento. Ao concluir, o ex-secretário afirmou que mudanças na assistência à saúde produzem efeitos diretos na população. Segundo ele, os impactos dessas decisões devem ser discutidos, principalmente quando envolvem serviços voltados ao público infantil e a pessoas em situação de maior vulnerabilidade.