
BRASÍLIA, 04 de setembro de 2026 — O Supremo Tribunal Federal abriu 307 inquéritos sigilosos desde 2019. Naquele ano, a corte criou o Inquérito das Fake News (nº 4.781). Esse procedimento continua em andamento, sem data para acabar e sem alvo definido. O ministro Alexandre de Moraes é o relator.
Atualmente, o STF já chegou ao inquérito de número 5.088. O mais novo foi dado ao ministro Cristiano Zanin em 28 de agosto. Além disso, Moraes incluiu o ministro André Mendonça como investigado no caso das fake news.
Ele usou um relatório da Polícia Federal que o próprio documento diz ser “sem valor probatório”. As suspeitas são de improbidade, abuso de autoridade e crime de responsabilidade.
Então, o presidente do STF, Edson Fachin, retirou esse pedido contra Mendonça do inquérito das fake news. Ele colocou a apuração em outro procedimento que já mira Moraes. Por isso, no dia 4 de setembro, Fachin defendeu o fim do Inquérito das Fake News. Ele disse que isso é urgente, junto com um código de ética e a modernização da Justiça.
O inquérito já atingiu aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. A investigação é longa e gera críticas dentro e fora do tribunal. Na terça, 1º de setembro, Mendonça tirou o sigilo de um relatório da PF.
Esse relatório mostra 51 mensagens trocadas em 21 dias entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro. Essas mensagens agora fazem parte da crise entre os ministros.







