
SÃO LUÍS, 26 de junho de 2026 — A deputada Mical Damasceno enfrentou uma grande confusão na sede da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), em São Luís, após visitar o órgão para defender a realização de cultos evangélicos nos terminais de integração.
Segundo denúncia feita pelo tribuna 98, agentes bloquearam seu carro quando deixava o local.De acordo com a parlamentar, ela foi à secretaria para gravar um vídeo e reivindicar a continuidade das atividades religiosas nos terminais e em outros espaços públicos.
“A gente veio é gravar um vídeo e vem reivindicar, né? Porque a SMTT, ela simplesmente vetou o direito de trabalhos evangélicos dentro dos terminais de integração e também nas grandes avenidas e, quando, às vezes, é liberado praças com muita dificuldade.”
Ela afirmou que a SMTT restringiu esses eventos e que a equipe foi informada de que não poderia fazer gravações dentro do órgão. Então, segundo seu relato, houve uma discussão durante a abordagem.
Mical disse que agentes da SMTT impediram a saída do veículo ao posicionarem viaturas à frente do carro. Além disso, policiais militares e integrantes da Guarda Municipal permaneceram no local durante a ocorrência. A deputada afirmou que considerou a medida um desrespeito ao direito de ir e vir.
“A gente estava gravando o vídeo ali, de repente, o pessoal foi uma abordagem que nós não podíamos gravar, e eles vieram com maior é confusão, desrespeito conosco. E nós estamos aqui, né, agora impedidos.”
A parlamentar também declarou que tem o direito de fiscalizar órgãos públicos por exercer mandato eletivo. Além disso, responsabilizou a prefeita Esmênia Miranda e a secretária da SMTT, Manoela Fernandes, pelas restrições aos cultos evangélicos e pela situação ocorrida na sede da secretaria.
“Eu só vim reivindicar porque mexeu com o meu povo, mexeu com o segmento evangélico, meu irmão, eu vou pra cima, entendeu? A prefeita Esmênia é responsável por isso. Se se a se a secretária da SMTT, a senhora Manoela Fernandes está fazendo tudo isso obstruindo, por exemplo, atrapalhando os trabalhos evangélicos dentro da capital de São Luís, tem o aval da prefeita Esmênia”, finalizou.







