TORNEIRA ABERTA

Pacote do desespero eleitoral de Lula chega a R$ 300 bilhões

Fonte: OESTE
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Lula pacote
Governo Lula anunciou um pacote de benefícios e subsídios que totaliza R$ 298,4 bilhões, conforme levantamento da Instituição Fiscal Independente (IFI).

BRASIL, 16 de outubro de 2026 — O governo Lula anunciou um pacote de benefícios e subsídios que totaliza R$ 298,4 bilhões, conforme levantamento da Instituição Fiscal Independente (IFI).

As medidas incluem ampliação de programas sociais e incentivos fiscais, com R$ 93,8 bilhões impactando diretamente as contas públicas. Entre as iniciativas estão a isenção do Imposto de Renda para rendimentos até R$ 5 mil e a ampliação do Minha Casa, Minha Vida.

O conjunto de benefícios, subsídios e medidas econômicas anunciados pelo governo Lula às vésperas das eleições presidenciais já soma R$ 298,4 bilhões, segundo levantamento da Instituição Fiscal Independente (IFI), vinculada ao Senado.

As iniciativas incluem ampliação de programas sociais, incentivos fiscais e linhas de crédito subsidiadas, em meio ao aumento da dívida pública.

Do total, R$ 93,8 bilhões correspondem a medidas com impacto primário nas contas públicas, enquanto R$ 185,7 bilhões envolvem programas de crédito cujos recursos deverão ser devolvidos à União. Portanto, o montante não representa integralmente despesas diretas do Tesouro Nacional.

Entre as medidas estão a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil, a ampliação do Minha Casa, Minha Vida para a classe média, subsídios aos combustíveis e novas linhas de financiamento.

Segundo a IFI, os programas de crédito criados ou ampliados desde 2024 devem gerar R$ 10,2 bilhões em subsídios implícitos em 2026.
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O governo também prepara novas iniciativas para 2027, como a gratuidade do transporte público aos fins de semana, com custo anual estimado entre R$ 7 bilhões e R$ 8 bilhões.

Outras propostas incluem elevar de R$ 81 mil para R$ 140 mil o limite de faturamento dos microempreendedores individuais (MEIs), perdoar dívidas de empreendedores e criar o chamado Pix MEI.

O diretor da IFI, Alexandre Seijas, ressaltou que a expansão das despesas e dos subsídios pode agravar o endividamento público, atualmente equivalente a 82,9% do Produto Interno Bruto (PIB).

Segundo ele, seria necessário um superávit primário de 2,1% do PIB para estabilizar a dívida, patamar superior à meta fiscal em vigor.

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