
UCRÂNIA, 16 de outubro de 2026 — O maranhense Adevaldo Rocha, natural de Estreito, perdeu parte de um dos braços durante um confronto na guerra entre Rússia e Ucrânia. Nesta quinta (15), ele informou nas redes sociais que também sofreu ferimentos por estilhaços. Adevaldo está internado em um hospital militar ucraniano.
Ele viajou para a Europa em julho deste ano para integrar a Legião Internacional, formada por voluntários estrangeiros que combatem ao lado das forças ucranianas. Segundo relatos divulgados, Adevaldo estava na linha de frente quando a posição do grupo foi atingida por disparos de artilharia pesada.
O ataque teria atingido seis voluntários. Conforme as informações disponíveis, Adevaldo e outro integrante teriam sobrevivido. O maranhense precisou de atendimento hospitalar e segue em recuperação. Nas redes sociais, ele agradeceu pelas orações e procurou tranquilizar familiares e amigos.
Outros maranhenses também foram atingidos pelo conflito. Leotan Vieira Abreu, de Imperatriz, teve a morte em combate confirmada à família. Segundo relato de um companheiro, ele morreu após a explosão de uma mina terrestre. Os parentes tentam trazer o corpo ao Brasil.
A família de Mateus Sandyel da Costa Campos, de Açailândia, também recebeu relatos de que ele morreu na guerra, mas o Itamaraty não confirmou oficialmente a morte. Já Rafael Paixão, de Imperatriz, sobreviveu após pisar em uma mina em 2025. Ele precisou amputar parte da perna esquerda.










