Coerção, autogoverno e democracia

Originalmente, tribos de famílias extensas e indivíduos com ideias semelhantes se uniram para criar uma comunidade. Elas eram associações de indivíduos autogovernadas e voluntárias, um todo unificado. O patriarca chefe agia como um rei, o chefe da comunidade, garantindo a justiça e liderando-os na defesa. Ele serviu ao povo e seus costumes; suas leis, representando seus ideais de governança, era a autoridade. Senhores e guerreiros defenderam a tribo da subjugação por forças externas. Agora imagine que uma tribo maior domina essa comunidade menor, obriga-os a trabalhar, explora seus recursos e os força a obedecer às suas leis. Todos nós podemos condenar tal ação imoral. Para evitar essas ocorrências, as tribos se reuniram em números mais significativos, construíram fortificações, investiram em armas e estabeleceram leis para proibir e punir tais atos hediondos. Em outras palavras, eles protegeram o desejo dos indivíduos e comunidades de serem governados como desejassem contra outros que usariam sua superioridade numérica para dominar comunidades menores.
Queda livre de Lula escancara a farsa do governo de esquerda

Não é novidade que o governo Lula é ruim – a novidade é que até os dados jogaram a toalha. A máscara caiu de vez, e agora Lula despenca nas pesquisas, arrastando junto a velha farsa de que a esquerda governa para os pobres. A rejeição crescente não é fruto de narrativa da oposição ou invenção da “elite”, como tentam gritar os militantes. Esse é o reflexo direto de um governo que prometeu reconstrução e entregou mais imposto, mais escândalo e mais enganação. Você deve ter visto nos últimos dias a pesquisa mostrando que 56% dos brasileiros já desaprovam o governo Lula, segundo o PoderData e Quaest. E olha que estamos no terceiro ano. Entre os idosos, que antes olhavam pra ele com simpatia, a aprovação despencou. Os católicos estão virando as costas. Os evangélicos já nem querem ouvir falar. Não é exagero dizer que o Brasil acordou.
Felipe Camarão jogou fora a chance de ser governador
Milícia armada invade terreno de família em Bom Lugar

BOM LUGAR, 5 de junho de 2025 – Policiais militares que integram uma milícia invadiram, sem mandado judicial, propriedade rural da família Reis. As invasões já duram meses e foram iniciadas em meados de maio de 2025. Localizada na zona rural do município de Bom Lugar, a área regularizada em 1985 é disputada por grileiros que contam com apoio da milícia para avançar loteamentos ilegais.
Felipe Camarão torna aliança com Brandão impossível

SÃO LUÍS, 2 de junho de 2025 – Não há mais condições para uma candidatura de Felipe Camarão ao governo do Maranhão com o apoio de Carlos Brandão. E a responsabilidade disso é exclusivamente dele, que, apresentado ao rito que fez todos os vices ascenderem ao cargo de substituto do governador, decidiu inovar demais, romper demais, aparecer demais, brigar demais e protagonizar demais. Felipe é uma vítima da própria vaidade inexperiente e da ganância e ressentimento dos outros. Hoje, 2 de junho de 2025, decidiu debochar de Carlos Brandão e assinar o atestado de que ainda é muito mimado e inconsequente para ter confiança. O COMEÇO DO FIM Caso tivesse optado pela reclusão após o fim das eleições de 2022, como todos os vices que assumiram o posto dos titulares sempre o fizeram, tudo indica que hoje Felipe Camarão estaria há poucos meses de uma eleição relativamente fácil. Jovem, inteligente, de perfil conciliador, “gente boa” e sem adversários, tudo indicava que ele seria o sucessor de Carlos Brandão. Só que não…
Paulo Victor quer criar 400 novos cargos na Câmara de São Luís

SÃO LUÍS, 23 de maio de 2025 – Em meio à desconfiança da gestão dos recursos públicos na Câmara de 5São Luís, o presidente da casa, Paulo Victor (PSB), articula a aprovação de uma resolução que deve criar 400 novos cargos. O aumento das funções vai de 167% a 220% em alguns casos. A movimentação é vista como forma de fugir de auditoria do Tribunal de Contas do Estado e criar uma forma paralela de drenar, ainda mais, os cofres da instituição. A resolução foi colocada na ordem do dia desta sexta (23). A resolução 012/2025 pretende alterar a resolução 07/2014, que dispõe sobre o quantitativo dos cargos em comissão. O cargo de Assessor Técnico Especial I terá um aumento de 60 para 310 vagas. Um crescimento de 417%. O vencimento neste cargo é R$ 10.000,00 mensais. O cargo de assessor Técnico Especial II irá aumentar 30 para 80 cargos. Assessor Técnico Especial III subirá de 30 para 80. E, finalmente, o cargo de assessor Parlamentar Especial I terá uma ampliação de 25 para 80 cargos.
Braide tenta abafar invasão de escola municipal por membro de facção

SÃO LUÍS, 23 de maio de 2025 – No dia 19 de março, uma segunda-feira, a escola municipal Amaral Raposo, em Pedrinhas, foi invadida por um membro de uma fação criminosa. A escola é de responsabilidade da Prefeitura de São Luís. Desde o acontecido, o prefeito Eduardo Braide e a secretária de Educação, Anna Caroline Salgado, tentam abafar o clima de insegurança nas escolas do município. Há semanas, uma disputa entre facções criminosas pelo controle territorial ocorre nas redondezas da escola. Por isso, professores já haviam feito várias reclamações e solicitado mais segurança à Prefeitura. No entanto, as autoridades municipais têm sido omissas em providenciar a proteção necessária para o local. Essa ausência de ação preventiva facilitou a entrada do criminoso na unidade de ensino. Relatos de funcionários confirmam que o invasor tinha um alvo específico durante a ação dentro da escola.
Paulo Victor afunda Câmara em crise e bomba-relógio avança

SÃO LUÍS, 20 de maio de 2025 – O presidente da Câmara de Vereadores de São Luís, Paulo Victor (PSB), decidiu bloquear parte da verba de gabinete dos vereadores para cobrir os mais variados rombos no orçamento da instituição desde 2022. A decisão foi comunicada no fim da semana passada e já começa a valer. A crise envolvendo um grande esquema de corrupção que drena os cofres da Câmara de Vereadores é antiga. No entanto, foi agravada com uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE), desencadeada no início de maio. Informações dão conta de que, apenas em relação a dívidas previdenciárias, o rombo nas contas ultrapassa R$ 3 milhões. Detalhe: os recursos foram recolhidos junto aos funcionários desde 2022, mas não foram repassados. O bloqueio nas verbas de gabinete seria uma tentativa de sanar, pelo menos, o débito previdenciário.