
SÃO LUÍS, 1º de setembro de 2026 — A Câmara Municipal de São Luís encerrou nesta terça (1º) uma sessão extraordinária sem votar 13 vetos da Prefeitura. A reunião foi convocada para analisar os projetos, mas apenas nove vereadores compareceram. Sem quórum suficiente, a votação não pôde ocorrer.
Os vetos atingem propostas de diferentes áreas, como saúde, educação, inclusão social, segurança, cultura e ocupação urbana. Entre elas está a criação de uma política municipal para proteger pacientes eletrodependentes, que precisam de equipamentos para tratamento ou manutenção da vida.
Além disso, os vereadores analisariam projetos voltados às pessoas com deficiência. Um deles cria uma cartilha digital com informações sobre políticas públicas municipais. Outro prevê apoio às famílias de recém-nascidos diagnosticados com deficiência.
Na educação, a pauta incluía a capacitação de profissionais da rede municipal para orientar alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Também havia uma proposta sobre a atuação de psicólogos e assistentes sociais nas escolas da capital.
Outros vetos tratam da ocupação social de imóveis ociosos no Centro Histórico, instalação de fraldários em praças e parques e incentivo a batalhas culturais. A Câmara ainda não informou uma nova data para analisar os 13 vetos.







