WhatsApp vai parar de funcionar em celulares antigos

MARANHÃO, 14 de agosto de 2026 — A partir de 8 de setembro de 2026, o WhatsApp vai parar de funcionar em celulares com Android 5.0 e 5.1. A Meta, dona do aplicativo, diz que a medida é necessária para acompanhar a tecnologia e garantir mais segurança. Aparelhos antigos da Samsung, Motorola, LG, Sony e Huawei estão na lista. Modelos como o Galaxy S4 e o Moto G de primeira geração podem ser afetados. A compatibilidade, porém, depende da versão do sistema instalada. Um modelo lançado com Android 5 pode funcionar se tiver recebido atualização para uma versão mais nova. Por isso, o usuário deve verificar qual Android está usando. Basta acessar “Configurações” e procurar por “Sobre o telefone” ou “Informações do software”. Se o celular tiver Android 5.0 ou 5.1, a pessoa precisa checar se há uma atualização disponível. Caso não exista, será necessário trocar de aparelho para continuar usando o WhatsApp. Antes disso, é importante fazer um backup das conversas, incluindo mensagens, fotos e vídeos. Além disso, a mudança também vale para iPhones. Em 30 de novembro de 2026, o WhatsApp vai exigir iOS 15.5 ou posterior. Quem estiver com versão mais antiga também perderá o acesso. O próprio aplicativo deve enviar avisos antes do fim do suporte. Portanto, mantenha o sistema atualizado para evitar surpresas.
Duarte escolhe Pastor Porto para suplência de Hilton Gonçalo

MARANHÃO, 14 de agosto de 2026 — O deputado Duarte Júnior indicou Pastor Porto para a primeira suplência de Hilton Gonçalo ao Senado. A escolha ocorreu após o Avante formalizar apoio à candidatura do ex-prefeito de Santa Rita. Duarte Júnior (Avante) indicou o ex-vice-governador Pastor Porto, de Imperatriz, para ocupar a primeira suplência de Hilton Gonçalo (Mobiliza). A decisão veio após a aliança entre os partidos. O Avante oficializou na sexta (7) a entrada na coligação majoritária “Tempo de Renovação”, liderada por Hilton. As articulações eleitorais da legenda no Maranhão estão sob comando do deputado federal. Com a adesão, a candidatura de Hilton Gonçalo também passou a contar com a participação do Avante na propaganda eleitoral. A legenda, portanto, terá presença na divisão do tempo de rádio e televisão.
Flávio Bolsonaro registra candidatura à Presidência pelo PL

BRASILIA, 14 de agosto de 2026 — O Partido Liberal (PL) registrou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República na noite de quinta (13). O pedido foi feito no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) será o vice na chapa. O registro só foi possível depois que a Justiça resolveu um problema. Mais cedo, o PL não conseguiu inscrever o senador porque ele aparecia como filiado a outro partido. Esse partido se chama Missão e é ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL). Renan Santos, do Missão, também disputa o Planalto. A equipe do PL chegou a suspeitar de ataque hacker ao sistema do TSE. Mas o tribunal descartou essa possibilidade. Em nota, o TSE explicou que a filiação de Flávio ao Missão foi feita por um representante do partido. Então, a Justiça Eleitoral agiu e, no meio da tarde, o presidente do TSE, Nunes Marques, determinou a anulação do vínculo com o Missão. Com isso, a filiação de Flávio ao PL foi restabelecida. O registro da candidatura pôde seguir normalmente. Além disso, Nunes Marques abriu um inquérito para investigar a falsa filiação. A Polícia Judiciária vai apurar o caso. O presidente do TSE também enviou uma representação à Procuradoria-Geral Eleitoral para que tome providências. Uma reportagem mostrou que a filiação indevida aconteceu por causa da automatização do Missão e do TSE. O partido aceita inscrições de qualquer eleitor e repassa os dados sem checar a identidade da pessoa. Outros partidos têm medidas de segurança. Por exemplo, o PL pede foto com documento. O União Brasil exige carta. O PT usa travas para bloquear ações suspeitas.
O jornalismo maranhense atravessa um momento que exige reação

Há sinais cada vez mais preocupantes de uma tentativa de desmoralizar a imprensa local, enfraquecer sua credibilidade e criar um ambiente de intimidação justamente quando nos aproximamos de um período eleitoral. O episódio envolvendo o jornalista Luís Pablo é apenas parte desse cenário. O problema não começa nele e certamente não termina nele. O que está em jogo é muito maior. Quando se constrói a ideia de que jornalistas são inimigos, de que denúncias são instrumentos criminosos e de que o exercício da imprensa precisa ser permanentemente colocado sob suspeita, cria-se o ambiente perfeito para deslegitimar antecipadamente tudo aquilo que vier a ser publicado. E isso precisa ser denunciado. Precisa ser combatido com mais jornalismo! Jornalistas respondem pelos seus atos como qualquer cidadão. Mas responsabilização individual é uma coisa. Transformar a imprensa em suspeita permanente é outra completamente diferente. Às vésperas de uma eleição, isso se torna ainda mais grave. É exatamente agora que jornalistas precisam ter liberdade para investigar governos, candidatos, contratos, patrimônio, relações de poder, uso da máquina pública e qualquer fato de interesse da sociedade. Uma imprensa intimidada interessa a quem não deseja ser fiscalizado. Uma imprensa desacreditada interessa a quem pretende transformar qualquer denúncia futura em “perseguição”, “chantagem” ou “crime” antes mesmo que seu conteúdo seja analisado. Por isso, faço uma convocação aos jornalistas, radialistas, blogueiros, comunicadores, veículos e entidades representativas do Maranhão: é hora de se manifestar. Não em defesa de um jornalista específico. Não em defesa de uma linha editorial. Muito menos em defesa de eventuais erros cometidos por qualquer profissional. É hora de defender uma instituição essencial à democracia: a imprensa livre. O ativismo judicial também ameaça a liberdade de imprensa quando decisões ultrapassam os limites da lei e passam a intimidar o exercício do jornalismo. Nenhum poder pode estar imune à críticanenhum poder pode estar acima do escrutínio da imprensa, nem mesmo o Judiciário. A liberdade de imprensa é garantia constitucional, não concessão de autoridades. Podemos disputar audiência, divergir politicamente e criticar duramente o trabalho uns dos outros. Mas não podemos assistir em silêncio à construção de um ambiente em que exercer o jornalismo se torne motivo de suspeita, constrangimento ou medo. A tentativa de desmoralizar a imprensa precisa encontrar resistência na própria imprensa. Que cada profissional se manifeste. Que cada veículo se posicione. Que nossas entidades abandonem o silêncio. Porque o alvo circunstancial pode mudar. O alvo permanente é o direito de informar.
Congresso aprova medidas de até R$ 1,2 bi para combustíveis

BRASÍLIA, 13 de agosto de 2026 — O Congresso Nacional aprovou um projeto que permite ao governo federal reduzir tributos sobre combustíveis. A votação ocorreu na quarta (12). O texto é o PLP 114/2026. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) criou a proposta original. Depois, a deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO) apresentou um substitutivo. Ela ampliou o projeto. A nova versão inclui biocombustíveis, fertilizantes e minerais estratégicos. Também prevê medidas para a Copa do Mundo Feminina de 2027. O projeto autoriza a queda de tributos federais sobre diesel, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação. Para compensar essa perda, o governo pode usar receitas extraordinárias da União. Entre elas estão royalties, participações especiais e dividendos de empresas. Além disso, o texto destina até R$ 1,2 bilhão em subvenção aos produtores de etanol hidratado. As cooperativas também entram no benefício. O período considerado vai de 25 de maio a 11 de agosto de 2026. Foi nessa época que houve subvenção à gasolina A. Porém, os critérios para o pagamento ainda vão ser definidos em regulamentação futura. O projeto também muda regras para empresas exportadoras. E inclui medidas para o setor agropecuário e de fertilizantes. A Câmara dos Deputados e o Senado Federal já aprovaram a matéria. O texto segue agora para a sanção do presidente da República.
Colômbia pede ajuda militar dos EUA contra narcotráfico

COLÔMBIA, 13 de agosto de 2026 — O governo da Colômbia pediu ajuda militar aos Estados Unidos para combater o narcoterrorismo. O secretário de Guerra americano, Pete Hegseth, confirmou o pedido na quarta (12). O presidente colombiano, Abelardo de la Espriella, lidera o país. Ele é de direita. A Colômbia resolveu entrar na “Coalizão Américas Contra o Cartel”. Essa coalizão faz parte do programa “Escudo das Américas”. Os EUA lançaram essa iniciativa em março. O objetivo é unir países para impedir interferência estrangeira no hemisfério. Além disso, o grupo quer combater gangues, cartéis e imigração ilegal em massa. O governo americano organizou o lançamento da iniciativa. Donald Trump, presidente dos EUA, convidou governantes aliados. Porém, o ex-presidente colombiano Gustavo Petro não foi convidado. O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva também ficou de fora. O Ministério da Defesa da Colômbia disse que a adesão reafirma o compromisso do país com a segurança da região. A partir de agora, a Força Pública colombiana vai trabalhar com o Departamento de Guerra dos EUA. Então, os dois países vão compartilhar informações e coordenar esforços. Isso deve aumentar a eficácia contra organizações criminosas. Inclusive, a Colômbia ofereceu sua experiência para liderar ações no oceano Pacífico e no mar do Caribe. O país quer ajudar outras nações da coalizão. O acordo aprofunda uma parceria que já dura décadas. O governo colombiano afirma que a medida protege o Estado e a população.
TCE vê irregularidades nas contas da Prefeitura de Penalva

PENALVA, 13 de agosto de 2026 — O TCE-MA emitiu parecer pela desaprovação das contas de 2024 da Prefeitura de Penalva, durante a gestão do então prefeito Ronildo Campos. O tribunal apontou dez irregularidades no período analisado. Entre os problemas está o gasto com pessoal. O município usou 54,79% da Receita Corrente Líquida para pagar servidores, acima do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. O TCE também registrou aumento das despesas nos últimos 180 dias do mandato. O tribunal encontrou ainda falhas no planejamento orçamentário. Houve atraso no envio do PPA, da LDO e da LOA à Câmara Municipal, além de problemas na publicação desses documentos. Na contabilidade, os técnicos identificaram diferenças nos saldos de caixa e omissões em registros financeiros. Além disso, o município teria registrado restos a pagar sem comprovar recursos suficientes para quitar os valores. Na educação, Penalva não comprovou a aplicação do mínimo exigido dos recursos do VAAT na educação infantil. Também não demonstrou o investimento mínimo de 15% em despesas de capital na área. O TCE apontou ainda a falta do relatório de auditoria interna. A decisão foi unânime e teve como relator o conselheiro substituto Melquizedeque Nava Neto. Após o trânsito em julgado, o processo seguirá para a Câmara Municipal de Penalva e para a Procuradoria-Geral de Justiça, que receberão os autos para as providências previstas.
TSE exige que filiação de Flávio ao PL seja restabelecida

MARANHÃO, 13 de agosto de 2026 — O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nunes Marques, decidiu que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao PL deve voltar a valer. A medida foi tomada nesta quinta (13). O partido quer lançar o senador como pré-candidato à Presidência da República. O problema começou porque a equipe de campanha não conseguiu registrar a candidatura no sistema do TSE. Isso aconteceu porque o nome de Flávio aparecia ligado ao partido Missão. O PL, então, pediu a desfiliação dele do Missão. O ministro aceitou o pedido. Agora, o PL pode fazer o registro da candidatura no sistema da Corte. O prazo final para isso é sábado (15). Mais cedo, Flávio Bolsonaro disse que o registro de filiação ao Missão foi “fraudado”. O TSE, porém, negou que o sistema tenha sido hackeado. Segundo o tribunal, alguém que tinha as senhas e credenciais do partido Missão fez a filiação de forma indevida. Por isso, o caso ainda está sendo investigado. A decisão de Nunes Marques desbloqueou a situação. Assim, o PL conseguiu regularizar a ficha do senador. O tribunal acompanha o caso de perto para evitar novas irregularidades.