
ESTADOS UNIDOS, 10 de julho de 2026 — A Fifa espera faturar US$ 3 bilhões (R$ 16 bilhões) com a venda de ingressos e pacotes VIP da Copa do Mundo de 2026. Esse valor é três vezes maior que o arrecadado no Mundial de 2022, no Catar. O recorde vem da expansão do torneio, que terá 48 seleções e 104 partidas.
Pela primeira vez, o evento sai do formato antigo de 64 jogos. Então, mais partidas significam mais bilheteria. Além disso, a Fifa adotou preços dinâmicos: o valor do ingresso sobe ou desce conforme a procura.
Jogos mais disputados, como a abertura e a final, ficam mais caros. A entidade também ampliou os pacotes de hospitalidade, com áreas exclusivas e serviços premium para empresas e torcedores.
A Copa de 2026 acontece em três países: Estados Unidos, Canadá e México. Por isso, o número de sedes e de jogos aumenta a expectativa de público recorde.
Porém, a estratégia gerou reclamações. Torcedores criticam os preços elevados, principalmente nas partidas mais procuradas. Nos EUA, o sistema de preços dinâmicos virou alvo de investigações. As apurações analisam se a política de vendas prejudica os consumidores.
Apesar das críticas, a Fifa considera este o maior Mundial da história. A entidade aposta no novo formato para impulsionar as receitas comerciais.







