Vice de Flávio e outros 11 não faltam a votações na Câmara

BRASÍLIA, 26 de agosto de 2026 — O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) não faltou a nenhuma votação na Câmara desde 2023. Ele é o candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento considerou os quase quatro anos de mandato. Foram 114 sessões em 2023, 87 em 2024, 121 em 2025 e 64 em 2026. Em todas elas, Gaspar marcou presença. Além dele, outros 11 deputados também têm frequência perfeita. A lista inclui Antonio Brito (BA), líder do PSD, e Bebeto (PP-RJ). Também aparecem Cabo Gilberto Silva (PL-PB), líder da oposição, e Carlos Veras (PT-PE), primeiro-secretário da Mesa. Daniel Agrobom (PSD-GO), Gilson Marques (Novo-SC) e Josenildo (PDT-AP) também estão na relação. Completam a lista Miguel Lombardi (PL-SP), Raimundo Santos (PSD-PA), Ricardo Ayres (Republicanos-TO) e Sargento Fahur (PL-PR). Eles são de partidos e estados diferentes. Os dados consideram apenas as sessões deliberativas do plenário. Nessas reuniões, a Câmara exige o registro presencial dos deputados. Por isso, faltas justificadas ou não são contabilizadas. Nenhum desses 12 parlamentares teve ausência. Porém, o desempenho de Gaspar nas comissões temáticas é outro. Nos últimos quatro anos, ele acumulou 125 ausências não justificadas. Essas faltas ocorreram em reuniões de colegiados dos quais ele faz parte. A presença total vale só para as votações no plenário principal da Câmara.
Duarte é eleito pela 4ª vez seguida melhor deputado federal do MA

MARANHÃO, 26 de agosto de 2026 — O deputado federal Duarte Júnior conquistou, pela quarta vez consecutiva, o prêmio de melhor deputado federal do Maranhão no Prêmio Congresso em Foco. Nas redes sociais, Duarte comentou o resultado e atribuiu a premiação ao trabalho desenvolvido durante o mandato. “Que orgulho do nosso trabalho. O reconhecimento do Prêmio Congresso em Foco reafirma uma certeza que já tenho no coração: o nosso mandato transforma vidas. Obrigado por acreditarem nesse propósito e caminharem comigo. Esse prêmio é nosso”, afirmou. O Prêmio Congresso em Foco é promovido pelo portal Congresso em Foco e reconhece a atuação de deputados federais e senadores em diferentes categorias. A escolha dos premiados envolve mecanismos como votação popular e avaliação de júris especializados. A iniciativa também busca estimular o acompanhamento da atuação do Congresso Nacional pela sociedade. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Duarte Jr 7070 🇧🇷 Deputado Federal Maranhão (@duartejr70)
Brasil tem 6,3 mil empresas em recuperação judicial

MARANHÃO, 26 de agosto de 2026 — O Brasil terminou o primeiro semestre de 2026 com 6.341 empresas em recuperação judicial ativa, segundo o Monitor RGF-BizDoc. O levantamento, elaborado pelas consultorias RGF e BizDoc com dados da Receita Federal e dos Tribunais de Justiça, mostra crescimento de 6,2% no número de empresas em recuperação em relação ao fim de 2025. O avanço foi mais expressivo entre as empresas de menor porte. Entre o primeiro trimestre de 2023 e o segundo trimestre de 2026, o número de microempresas em recuperação judicial cresceu 133%. Entre as pequenas empresas, a alta foi de 69%. Nas médias, o crescimento chegou a 31%. Entre as microempresas, a proporção passou de 0,03 para 0,07 empresa em recuperação judicial a cada mil negócios. No grupo das pequenas, o índice subiu de 0,52 para 0,87 por mil. As grandes companhias ainda apresentam índices proporcionalmente maiores de recuperação judicial. Segundo o levantamento, porém, essas empresas também recorrem a outros mecanismos de reestruturação, como negociações diretas e recuperações extrajudiciais. COMÉRCIO CONTRA MAIOR NÚMERO DE EMPRESAS O comércio tinha o maior estoque de empresas em recuperação judicial no fim do segundo trimestre, com 1.649 casos. A indústria aparecia na sequência, com 1.455 empresas, enquanto o agronegócio registrava 1.263. O agronegócio também foi o setor que mais acrescentou novos casos durante o segundo trimestre, com 111 entradas. O levantamento ocorre em um cenário de crédito mais caro e juros elevados. Esses fatores podem aumentar a pressão sobre empresas endividadas, mas os dados não atribuem o crescimento das recuperações judiciais a uma única causa. Questões relacionadas à estrutura financeira dos negócios também podem contribuir para dificuldades de pagamento, como endividamento elevado, margens reduzidas, despesas incompatíveis com a geração de caixa e crescimento financiado por dívida. O Monitor RGF-BizDoc mostra ainda uma mudança no perfil das empresas que recorrem à recuperação judicial. Embora as grandes companhias continuem representando uma parcela relevante dos processos, pequenas e microempresas registraram os maiores índices de crescimento desde 2023.
Mical Damasceno critica Lula por rejeitar valores cristãos

MARANHÃO, 26 de agosto de 2026 — A candidata a deputada federal Mical Damasceno criticou uma declaração do presidente Lula sobre religião. Em publicação de campanha, ela reproduziu um trecho da fala e afirmou que o petista demonstra rejeição a valores cristãos. “A boca fala do que o coração está cheio. Olha só o que o descondenado Lula falou: — Eu quero que você saiba que eu estarei empenhado de corpo e alma para que você tenha a oportunidade de dar sequência… porque a gente, que não acredita em Deus, a gente tem que lembrar de uma coisa…” Depois, Mical Damasceno relacionou a declaração às posições políticas que atribui ao presidente. “Você quer conhecer uma pessoa? Deixa ela falar. Sempre que Lula fala, ele deixa claro o quanto ele rejeita os valores cristãos: Deus, pátria, família e liberdade.” Além disso, a candidata afirmou que continuará defendendo suas posições mesmo diante de críticas. “Podem falar, podem criticar, podem tentar nos intimidar, mas nós vamos permanecer de pé. A Deus seja a glória!”
Mariana Carvalho critica impostos sobre cidadão e empreendedor

MARANHÃO, 26 de agosto de 2026 — A candidata a deputada federal Mariana Carvalho, ex-candidata à Prefeitura de Imperatriz, criticou o cenário econômico e o aumento dos preços enfrentados pelas famílias. Por meio de vídeo publicado em suas redes sociais, ela afirmou que os efeitos da economia são percebidos no consumo e na renda dos trabalhadores. “O maranhense está sentindo no bolso o peso da promessa da picanha. A crise econômica não aparece apenas nos números. Ela está na mesa das famílias, no comerciante que luta para manter as portas abertas e no trabalhador que vê o salário render cada vez menos com o preço dos alimentos, que só aumentam a cada dia.” Mariana também citou a situação das Casas Bahia como exemplo das dificuldades enfrentadas por empresas. “As grandes empresas também enfrentam dificuldades e estão tomando medidas extremas, como por exemplo, as Casas Bahia, que fecharam quase 300 lojas e 3 mil pais e mães de família estão desempregados.” Além disso, a candidata defendeu redução da carga tributária e medidas voltadas à geração de empregos. “O Brasil e o Maranhão precisam voltar a valorizar quem trabalha, produz e gera empregos. Quero ser sua voz em Brasília para lutar contra os altos impostos que sufocam o cidadão e o empreendedor, e por uma economia que devolva a esperança às famílias.” Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Mariana ✨ (@marianacarvalho.ma)
Só em 2027 julgamento de Marcola por morte de PM em 2006

SÃO PAULO, 26 de agosto de 2026 — A Justiça de São Paulo marcou o julgamento de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, para os dias 11, 12 e 13 de maio de 2027. Ele é acusado de mandar matar o policial militar Nelson Pinto e de tentar matar outro PM, Marcelo Henrique dos Santos Moraes. Os crimes aconteceram em 12 de maio de 2006, em Jundiaí (SP). Naquele dia, criminosos atiraram contra os dois policiais durante um patrulhamento na Rua Senador da Fonseca. Nelson Pinto morreu no local. O outro policial sobreviveu. Os ataques faziam parte da onda de violência do PCC, ocorrida depois que líderes da facção foram transferidos para o Regime Disciplinar Diferenciado. O processo está na Justiça desde setembro de 2006. Em 2009, os acusados foram pronunciados. Em 2019, o caso foi transferido de comarca por motivos de segurança. Em 2023, a própria Justiça reconheceu que o prazo já era excessivo. A defesa de Marcola criticou a demora. O advogado Bruno Ferullo disse que o julgamento vai ocorrer cerca de 21 anos depois do crime. Ele afirma que esse tempo prejudica a preservação das provas e os depoimentos das testemunhas. Marcola nega ser o mandante e confia na presunção de inocência para ser absolvido no Tribunal do Júri.
Larissa DP e Túlio Rezende participam de encontro em Ribamar

SÃO JOSÉ DE RIBAMAR, 26 de agosto de 2026 — A candidata a deputada federal Larissa DP (MDB) esteve, nesta terça (25), em São José de Ribamar, onde participou de um encontro com o líder Mendes e o candidato a deputado estadual Túlio Rezende. Durante o encontro, Larissa DP falou sobre a participação de lideranças locais na campanha e destacou a importância de manter contato com moradores dos municípios. “Estou muito feliz de estar aqui em Ribamar ao lado do líder Mendes e do meu amigo Túlio Rezende. São momentos como esse que mostram a importância de estarmos perto das pessoas, escutando e somando forças. Juntos, podemos construir um caminho de mais trabalho e desenvolvimento para o nosso povo”, afirmou Larissa DP. A agenda em São José de Ribamar integra os compromissos de campanha realizados pela candidata em municípios do Maranhão.
Entenda como o caso Casas Bahia pesa nas suas compras caras

BRASIL, 26 de agosto de 2026 — “Não tem quase nada no meu carrinho e foram R$ 400.” “Metade do mês e o dinheiro acabou.” Ou “Mas como oito itens custaram R$ 100?” Se você nunca falou algo parecido, certamente já ouviu. Os índices e os números podem parecer confusos e o governo jurar que o país vai bem, mas na boca do caixa o brasileiro sabe: compramos cada vez menos e com mais dinheiro. “A verdade é que estamos sobrevivendo”, desabafa Helena Ribeiro, de 46 anos. “A pessoa leva duas horas para chegar ao emprego, trabalha o dia inteiro e encara mais duas horas para voltar, e o salário não paga nem as contas básicas.” O choque de quanto as coisas custam e o desespero de o salário não cobrir o mês se tornaram rotina. Uma pesquisa da Serasa Experian divulgada nesta semana mostra que 53% dos trabalhadores brasileiros chegam ao fim do mês sem dinheiro suficiente para pagar todas as despesas depois de receber o salário. Ainda foi melhor do que em 2025, com 54%. “Os dados mostram que a dificuldade de equilibrar o orçamento não é uma situação pontual para uma parcela relevante dos trabalhadores”, diz Délber Lage, diretor de soluções para RH da Serasa Experian. “Além de comprometer a capacidade de lidar com imprevistos, essa falta de margem pode levar à busca por alternativas para complementar a renda ou financiar despesas do dia a dia.” CASAS BAHIA E OS NÚMEROS NÃO MENTEM O ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirma sempre que pode que a alta de preços no país é causada principalmente pelos impactos da guerra no Oriente Médio e não só da política fiscal praticada pelo governo federal. Mas é justamente no governo que começa o problema que vai fazer a Helena comprar pouco gastando muito. O governo tem um Orçamento que estipula o limite de gastos do ano (chamado de arcabouço fiscal). Mas, para driblar esse teto, ele consegue autorização para gastos extras por meio do Congresso e do Supremo Tribunal Federal. Na prática, as contas ficam maior do que o resultado oficial. Essas despesas não somem. Por isso que, entre tantos índices, a melhor referência é a Dívida Bruta do Governo Geral em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) do país. Nela estão as despesas teóricas e reais do que o governo gasta. A dívida do Brasil atingiu o montante histórico de R$ 10,8 trilhões, o equivalente a 81,9% do PIB. Os dados são do Banco Central. Estimativas do mercado apontam para mais de 100% do PIB até 2032. Quando um governo gasta mais do que pode, provoca um efeito dominó na economia: o mercado passa a duvidar de sua capacidade de pagamento e exige mais garantias, como juros mais altos. A taxa básica de juros, a Selic, que serve de referência para contratos e financiamentos de pessoas e empresas, subiu de 2% em 2020 para 14% em 2026. O acúmulo de anos com juros em patamares elevados compromete a renda familiar. Com isso, as pessoas não só compram menos como aumenta a inadimplência de quem tem parcelas a vencer. O Brasil registrou o maior patamar de inadimplência de sua história em julho: são quase 84 milhões de pessoas endividadas. O valor médio é $ 7 mil por pessoa. Um país onde as pessoas passaram a parcelar pizza e comida não está bem. Eis aqui outro recorde pelo qual que o ministro passou batido: mais de 9 milhões de CNPJs negativados. A dívida acumulada passa de R$ 230 bilhões. Além disso, nunca se registrou pedido de recuperação judicial de tantas empresas. Somente nesta semana foram as grandes varejistas Casas Bahia e Marabraz e a Estrela (marca de brinquedos fundada há quase 90 anos). É um sinal vermelho para todos. Continue lendo…

