90% das mortes por Covid-19 acontecem em países com altas taxas de obesidade

Obesidade

Estudo divulgado pela Federação Mundial de Obesidade mostra que 90% das mortes por Covid-19 acontecem em países com altas taxas de obesidade. A pesquisa foi divulgada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Segundo os números, a taxa de mortalidade por Covid-19 é dez vezes maior em países onde mais de 50% da população está acima do peso. Além da Covid-19, o relatório aponta que pessoas com excesso de peso são muito mais suscetíveis a doenças respiratórias de forma geral. De 2,5 milhões de mortes pelo novo coronavírus no mundo, 2,2 milhões ocorreram em países com altos níveis de obesidade. O estudo chegou aos resultados após cruzar dados da Johns Hopkins University e do Observatório de Obesidade da Organização Mundial da Saúde. Casos da Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers) e H1N1 também tendem a ser mais letais para pessoas obesas. Sobre o estudo, o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde, Tedros Adhanom, ressaltou que deve ser um alerta para os governos em todo o mundo: “A correlação entre as taxas de obesidade e mortalidade de COVID-19 é claro e convincente“.

Flávio Dino vai demorar 4 anos e gastar R$ 200 milhões para entregar hospital

Hospital da Ilha

Em setembro de 2017 o Hospital da Ilha foi oficialmente anunciado pelo governador Flávio Dino (PCdoB). Apesar da necessidade da nova unidade, o que se observa é lentidão nas obras e um ralo de dinheiro público que deve consumir mais de R$ 200 milhões. Crítico frequente da gestão na saúde do governo Bolsonaro durante a pandemia, a lentidão no término das obras do Hospital da Ilha levanta suspeitas sobre a gestão comunista no setor. Se tivesse sido terminado em 2020, momento do início da pandemia, poderia ter ajudado a salvar milhares de vidas. Contudo, as obras se arrastam até hoje e dificilmente serão entregues antes de setembro. Apesar da demora, o Ministério Pùblico, aquele mesmo que pretende acabar com o Carnaval, ainda não se manifestou sobre as obras. Dessa forma, Flávio Dino iniciou dois anos antes da pandemia uma obra que irá ser entregue dois anos dois da crise. Competência? A tragédia administrava já rivaliza com desgraça promovida na Estrada do Araçagy. A obra já virou motivo de piada entre a população de São Luís e escancara o fracasso absoluto do governo na gestão da saúde e da infraestrutura na capital maranhense.

UDI Hospital conquista certificação hospitalar internacional de qualidade

UDI

O UDI Hospital, pertencente à Rede D’Or São Luiz, acaba de conquistar uma das mais conceituadas acreditações em saúde de nível internacional, a QMentum International. A unidade hospitalar, que completará 26 anos de serviços prestados em São Luís em janeiro, passou por um rigoroso processo de avaliação e conseguiu obter a certificação. Com a acreditação QMentum, o UDI Hospital comprova que segue práticas de gestão e assistência transparentes e seguras, com padrões de excelência internacionais, desde a identificação dos pacientes, administração de medicamentos, higienização, protocolos, entre outros procedimentos, até a alta hospitalar. Para o paciente do UDI, a acreditação significa que ele recebe serviços de excelência, assegurados por requisitos internacionais de boas práticas assistenciais, desde a sua entrada até a sua alta. Esta excelência age de forma positiva para o sucesso dos tratamentos. O diretor geral do UDI Hospital, Valace Portella, explica que, para a obtenção da certificação, há avaliações feitas por diversos segmentos, desde fornecedores, parceiros, empresas clientes e até mesmo familiares dos pacientes atendidos, o que dá ainda mais relevância ao processo de acreditação. Por isto, o processo não é rápido, nem fácil de ser conquistado, pois é exigida da unidade hospitalar uma série de padrões internacionais bem elevados a serem seguidos. Ele destacou que para a certificação contou muito o exitoso trabalho de toda a equipe do hospital. “Esta acreditação é resultado dos esforços individuais de cada pessoa que faz parte do UDI Hospital”, afirmou. “A segurança do paciente e a prestação de um serviço de qualidade são nossas prioridades e a certificação QMentum é mais um passo que damos para garanti-los. Este é o nosso compromisso”, acrescentou Valace Portella, diretor geral do UDI Hospital.

ELEIÇÕES 2020: Apenas os otários respeitarão o isolamento social no MA

Flavio Dino

Imagine correr uma maratona descalço, participar de uma corrida de carros caminhando ou entrar em um tiroteio armado com uma xícara. Deve ser difícil, certo? Agora imagine correr uma maratona em que um dos adversários irá de bicicleta, uma corrida de carros em que o favorito usará um helicóptero ou um tiroteio que será vencido pelo espertalhão que tem um tanque de guerra? Tarefa muito mais dificultosa do que essa será enfrentada pelos candidatos à Prefeitura de São Luís que optarem por respeitar o isolamento social. A participação do secretário de Saúde, Carlos Lula, em aglomerações e a história recente do PCdoB no estado, que respeita a legislação eleitoral com o mesmo empenho que promove viagens a Marte, mostra que apenas os otários irão respeitar os protocolos de isolamento social. Quem fizer a opção por uma campanha de distanciamento fará papel de palhaço. Enquanto estiver em casa fazendo transmissões para 30 pessoas, Rubens Pereira Jr e outros candidatos do PCdoB pelo interior irão estar na rua beijando, abraçando e, se possível, lambendo milhares de eleitores. O PCdoB não irá respeitar o isolamento social que prega publicamente. Isso não é uma suposição, é um fato já atestado pela ação de Carlos Lula. Colocar secretário de Saúde rebolando em cima de um palco foi, na linguagem da bandidagem, uma espécie de “salve”. E a mensagem é clara: nós não teremos limites. E apenas otários irão seguir a lei, perder recursos e depois perder as eleições. Apenas otários irão seguir a lei e reclamar de quem não segue. – Linhares, você pode estar errado? – Sim, posso. Isso só ficará claro se Carlos Lula for demitido até sexta-feira

Bolsonaro manda mais R$ 8,4 milhões para a Saúde do Maranhão

jan o presidente jair bolsonaro assina decreto que modifica a regulamentacao para posse de arma de fogo no brasil  v x e

O Ministério da Saúde reservou neste mês R$ 8,425 milhões para a ampliação do acesso de pacientes às cirurgias eletivas realizadas no SUS no Maranhão. No total, em todo o país, foram R$ 250 milhões. O objetivo é diminuir as filas para 53 tipos de procedimentos que incluem catarata, varizes, hérnia, vasectomia e laqueadura, além de cirurgia de astroplastia de quadril e joelho, entre outras com grande demanda. Em 2018, segundo o Ministério da Saúde, foram realizadas pelo SUS cerca de 2,4 milhões de cirurgias eletivas em todo o país. Esses procedimentos cirúrgicos são os que não precisam ser realizados em caráter de urgência, podendo assim serem agendados. Em 2019, até outubro, foram registrados no sistema de informação do SUS 2 milhões de cirurgias em todos os estados brasileiros. Os procedimentos de cirurgias eletivas fazem parte da rotina dos atendimentos oferecidos à população nos hospitais de todo o país, de forma integral e gratuita, por meio do SUS. As três cirurgias mais demandadas são oftalmológicas (para tratamento de catarata e de suas consequências e para tratamento de doenças da retina). Além dessas, também estão na lista cirurgias tais como aquelas para correção de hérnias e retirada da vesícula biliar. Com o valor extra de R$ 250 milhões mais cirurgias eletivas poderão ser realizadas em 2020. Os gestores estaduais, municipais e do Distrito Federal, responsáveis pela organização e a definição dos critérios regulatórios que garantam o acesso do paciente aos procedimentos cirúrgicos eletivos, podem contar e se programar para utilização dos recursos de acordo com a população per capita de cada estado. O valor total será disponibilizado no orçamento por meio do componente Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC). O incentivo somente será liberado para os gestores após a apresentação de produção executada no sistema de informação do SUS e para aqueles que ultrapassarem o teto MAC (Média e Alta Complexidade) do município. Do período de janeiro de 2017 a outubro de 2019, foram disponibilizados por meio de recursos do FAEC, o valor aproximado de R$ 1,1 bilhão para cirurgias eletivas. Além disso, as unidades federativas contam também com o valor do teto MAC (Média e Alta Complexidade) para realização das cirurgias nos municípios.

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