Apoiadores de Lula no Maranhão votaram por continuidade dos “saidões de presos”

Dos 18 deputados federais que representam o Maranhão em Brasília, apenas três decidiram votar contra o fim da saída temporária de presos aprovada ontem. Por coincidência, Bira do Pindaré (PSB), Rubens Júnior (PT) e Zé Carlos (PT) são apoiadores do ex-presidente Lula. O texto contou com articulação direta do deputado federal Aluísio Mendes e foi aprovado por 311 votos favoráveis e 98 contrários. O projeto segue para o Senado, que vai analisar as alterações dos deputados. André Fufuca (PP), Cleber Verde (Republicanos) e Márcio Jerry (PCdoB) não votaram. Jerry deveria acompanhar a orientação da bancada. Mas, muito provavelmente por saber da repercussão negativa da posição, deve ter decidido deixar a “batata-quente” nas mãos dos “companheiros”. Veja a lista completa de como votou a bancada do Maranhão: Aluísio Mendes (PSC) – votou pelo fim da saída temporáriaAndré Fufuca (PP) – não votouBira do Pindaré (PSB) – votou contra o fim da saída temporáriaCléber Verde (Republicanos) – não votouEdilázio Júnior (PSD) – votou pelo fim da saída temporáriaGil Cutrim (Republicanos) – votou pelo fim da saída temporáriaHildo Rocha (MDB) – votou pelo fim da saída temporáriaJoão Marcelo (MDB) – votou pelo fim da saída temporáriaJosivaldo JP (PSD) – votou pelo fim da saída temporáriaJúnior Lourenço (PL) – votou pelo fim da saída temporáriaJuscelino Filho (União) – votou pelo fim da saída temporáriaMárcio Jerry (PCdoB) – não votouMarreca Filho (Patriota) – votou pelo fim da saída temporáriaPastor Gil (PL) – votou pelo fim da saída temporáriaPaulo Marinho Júnior (PL) – votou pelo fim da saída temporáriaPedro Lucas Fernandes (União) – votou pelo fim da saída temporáriaRubens Pereira Júnior (PT) – votou contra o fim da saída temporáriaZé Carlos (PT) – votou contra o fim da saída temporária
Apoiador de Bolsonaro é assassinado em emboscada

Apoiador do presidente Jair Bolsonaro, Marcello Leite Fernandes foi executado em uma emboscada nesta semana em Ibotirama, na Bahia. Marcello estava em seu carro quando foi surpreendido por dois homens em uma moto que o assassinaram a tiros. No momento do crime, a vítima usava uma camisa com uma imagem do presidente estampada no momento do crime. O ex-secretário de Fomento à Cultura André Pociuncula, que é ex-policial militar e pré-candidato a deputado federal na Bahia, afirmou que entrou em contato com policiais da região de Ibotirama e afirmou que há indícios de crime político no assassinato. “Não há outros motivos aparentes para uma execução em praça pública a não ser divergência política”, disse. Porciuncula também cobrou explicações do governador da Bahia, Rui Costa (PT) sobre a investigação. De acordo com nota enviada pela Delegacia Territorial de Ibotirama, que é responsável pela investigação, as imagens da câmera de segurança foram analisadas e testemunhas já estão sendo ouvidas. A corporação diz que a apuração preliminar indica que não há indícios de motivação política para o crime.
Partido de Brandão consegue suspenção da pesquisa Exata

segundo a decisão do juiz Luís Fernando Guilhon Filho, do TRE-MA, o instituto Exata contratou um profissional de estatística que não possui registro no Conselho Profissional.
Petistas querem fraudar convenção de Bolsonaro

Petistas e opositores de Jair Bolsonaro (PL) articularam nas redes sociais um boicote a convenção do Partido Liberal que deve oficializar no próximo domingo (24 julho), no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, a candidatura do presidente da República à reeleição. Os ingressos para a convenção foram disponibilizados gratuitamente no Sympla, plataforma on-line de eventos. Os opositores resgataram várias entradas para o evento com objetivo de esvaziar a convenção. A organização surgiu em fóruns e em mensagens em grupos privados em aplicativos de mensagens durante o final de semana. A movimentação chegou no Twitter na manhã desta terça (19 julho). Para adquirir uma entrada, bastava o usuário criar uma conta na plataforma e fornecer dados como o Cadastro de Pessoa Física (CPF), endereço, e-mail e telefone. Porém para evitar dar os dados pessoais, usuários compartilharam maneiras de driblar o cadastro, como divulgar o CEP de endereços famosos, sites para a criação de e-mails temporários e geradores de CPFs aleatórios A tática é semelhante a que a oposição a Donald Trump adotou na campanha do ex-presidente americano à reeleição. Em junho de 2020, usuários das redes conseguiram esvaziar um comício em Tulsa, Oklahoma, ao confirmarem presença em massa e não aparecerem para participar. A campanha esperava encontrar um estádio lotado, mas só metade dele estava ocupado.
PT processa Bolsonaro por motociata no Maranhão

Senadores do Partido dos Trabalhadores (PT) foram ao Ministério Público do Maranhão (MPMA) denunciar o presidente Jair Bolsonaro (PL) por suposta infração de trânsito durante uma motociata em Imperatriz. O grupo petista enviou um documento ao órgão público pedindo investigação sobre eventual omissão de órgãos de fiscalização e de policiamento. Os senadores Paulo Rocha (PA), Humberto Costa (PE), Fabiano Contarato (ES), Jaques Wagner (BA), Jean Paul Prates (RN) e Rogério Carvalho (SE) e a senadora do Pros Zenaide Maia (RN) alegam que tanto o presidente quanto o passageiro na garupa de sua motocicleta não usaram capacete, o que configuraria infração de trânsito gravíssima. A representação junto ao Ministério Público ressalta “a falta” de atuação de autoridades e de órgãos fiscalizadores que deveriam zelar pelo Código de Trânsito Brasileiro. “É possível observar que estas autoridades ficam inertes durante esses eventos, não sendo lícito nem correto que o presidente da República e seus apoiadores presentes se beneficiem da omissão desses agentes públicos”, diz.
Alexandre de Moraes quer esconder ligações do PT com PCC

Decisão do ministro do STF atende pedido do PT e ameaça com multa parlamentares ligados ao governo Bolsonaro.
PSC não irá admitir oposição a Roberto Rocha no partido

Nesta quarta (13 de julho), o presidente estadual do PSC, deputado Federal Aluísio Mendes, reagiu aos contrários ao apoio do partido à pré-candidatura à reeleição do senador Roberto Rocha (PTB). Em suas redes sociais, Mendes afirmou que “aqueles filiados do PSC que não se sentirem confortáveis com a decisão da executiva estadual, estão liberados para procurar outro partido”. A fala de Aluísio é uma reação direta ao comportamento do pré-candidato ao governo do Maranhão, Lahesio Bonfim. Nos últimos meses, apesar do acordo selado entre o PSC, PSD, PROS, PL, Avante, Patriota, PDT, Agir, PMN e PTB por uma frente ampla de apoio a Roberto Rocha em oposição ao ex-governador Flávio Dino, o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes tem manifestado publicamente apoio à candidatura de Heber Waldo Silva Costa, mais conhecido como Pastor Bel, na disputa pela única vaga de senador nas eleições de 2022. Ocorre que Bonfim foi de acordo com o apoio a Rocha. As divergências políticas no partido levaram Aluísio Mendes a convocar Lahesio Bonfim para prestar explicação. O ex-prefeito sempre pede desculpas e promete que a situação não se repetirá. Contudo, sempre após algumas semanas das tratativas com Mendes, Lahesio sempre retorna a manifestar apoio a Bel. Pessoas ligadas ao partido afirmam que a postura de Lahesio coloca a sua própria pré-candidatura em risco. Interlocutores do PSC explicam que Mendes não está confortável pelas decisões/acordos no partido serem frequentemente desprezadas por Bonfim. A ruptura com o PSC é improvável, mas o rompimento definitivo não é descartado. Porém, de acordo com as fontes, ainda há a esperança de que Lahesio corrija seus erros e abdique da aventura de apoiar Pastor Bel.
Bolsonaro liga para família de petista morto em tiroteio

O presidente da República, Jair Bolsonaro, ligou para a família do tesoureiro do PT de Foz de Iguaçu, Marcelo Arruda, morto após troca de tiros com um eleitor do presidente no último domingo (10 julho). Bolsonaro, na tarde desta terça (12 junho), disse aos familiares de Arruda que nada justifica à violência. Afirmou ainda que a esquerda está tentando politizar o assassinato. O presidente, em tom de respeito, convidou os familiares para participarem de um encontro. “Estamos ainda definindo se vamos para Brasília ou se vamos pedir para o presidente vir a Foz “, afirmou o irmão de Marcelo ao GLOBO. Os irmãos do petista, procurados pelo presidente, são apoiadores de Bolsonaro. José Arruda afirmou ao GLOBO que Bolsonaro estava “sensibilizado” pelo acontecimento e que lamentou não poder acompanhar a visita do deputado Otoni de Paula, que intermediou a conversa entre o presidente e os familiares. Arruda defendeu o presidente e afirmou que ele não “aceita” violências como a que aconteceu com seu irmão. “Ele não aceita esse tipo de coisa, essa violência. As pessoas estão usando o nome dele, e ele não aceita esse tipo de atitude”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Guilherme Amado (@guilhermeamado)