Pedro Lucas critica aumento do IOF só numa canetada

BRASÍLIA, 29 de maio de 2025 – O governo Lula encontrou uma forma peculiar de “dialogar” com o Congresso Nacional: decidiu aumentar as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) por decreto, sem consultar os parlamentares. A estratégia, que dispensou debates e negociações, foi classificada pelo líder do União Brasil na Câmara, Pedro Lucas Fernandes (MA), como uma decisão tomada “só numa canetada”. “Foi feito numa canetada, sem conversar com o Congresso. Teria que pelo menos ser através de projeto de lei, já que ele quer aumentar. O governo tem que entender que ele tem que discutir a modernização dos gastos e a modernização da máquina como um todo. Tem que trazer uma proposta para o Congresso que possa modernizar a máquina pública. E eu acho que foi muito ruim a maneira como foi feita”, afirmou.
Deputado Pedro Lucas Fernandes se opõe a aumento de impostos

TOCANTINS, 27 de maio de 2025 – O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil-MA) usou suas redes sociais nesta segunda (26) para criticar propostas de aumento de tributação no país. O parlamentar, considerado um dos mais ativos da bancada maranhense, classificou a medida como “injusta” e contrária a políticas sociais efetivas. Em publicação oficial, o deputado argumentou: “Política social de verdade não se faz com aumento de imposto, e sim com responsabilidade e visão de futuro. Precisamos discutir o corte de gastos, modernizar o Estado e aprovar medidas estruturais que sustentem o crescimento do Brasil a longo prazo”.
União Brasil e PP selam federação nesta terça (29)

BRASÍLIA, 29 de abril de 2025 – União Brasil e Progressistas oficializam, nesta terça (29), na Câmara dos Deputados, a criação da Federação União Progressista. A aliança tem o objetivo de disputar as eleições de 2026 com candidatos a governador, vice-governador e senador em todo o país. Com a união, os partidos passam a representar um bloco expressivo: 1,3 mil prefeitos, cerca de 12 mil vereadores, 109 deputados federais e 14 senadores. A federação busca ampliar a força política local e nacional, fortalecendo suas bancadas e ampliando espaço nas eleições futuras. No Maranhão, a aliança fortalece os projetos políticos dos deputados federais Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) e André Fufuca (Progressistas). Ambos são cotados para disputar cargos majoritários em 2026, como o Senado ou o Governo do Estado. Além da projeção nacional, a Federação União Progressista reunirá no Maranhão dezenas de prefeitos, quatro deputados federais, quatro deputados estaduais e centenas de vereadores, consolidando sua capilaridade política no estado.
Pedro Lucas Fernandes não garante apoio a Lula em 2026

BRASÍLIA, 25 de abril de 2025 – O líder do União Brasil na Câmara, deputado Pedro Lucas (MA), traçou nesta semana os limites de seu apoio ao governo Lula: trabalhará pela aprovação de projetos do Planalto no Congresso, mas evita qualquer compromisso com a eventual reeleição do petista em 2026. A declaração ocorre duas semanas após o parlamentar maranhense recusar o convite para assumir o Ministério das Comunicações – cargo que acabou nas mãos de Frederico Siqueira Filho. Em entrevista ao GLOBO, o deputado adotou um discurso de “apoio crítico”. “O União Brasil é plural. Respeito quem pensa diferente, mas ajudarei o governo de forma transparente onde for possível”, afirmou, acrescentando que “2026 se discute em 2026”. O próprio Pedro Lucas admitiu que inicialmente aceitara o convite ministerial, mas recuou diante da guerra interna pela liderança da bancada – vaga que seria aberta com sua saída. “Houve disputa até o último minuto”, confessou.
Deputado controlará verba três vezes maior que Ministério

BRASÍLIA, 25 de abril de 2025 – O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União-MA), líder do União Brasil na Câmara, optou por permanecer no Legislativo após convite para assumir o Ministério das Comunicações. A decisão assegura ao parlamentar influência sobre um orçamento significativamente maior que o da pasta que poderia comandar. Enquanto o Ministério das Comunicações dispõe de R$ 263 milhões para investimentos em 2024, o deputado Pedro Lucas poderá indicar ou influenciar a destinação de até R$ 865 milhões em emendas parlamentares. Os dados são de levantamento do jornal O Globo. Grande parte dos valores sob influência do líder vem das chamadas emendas de comissão. Em 2023, o União destinou R$ 805 milhões nesse tipo de verba. Com nova lei complementar aprovada no fim do ano passado, a atribuição de indicar os recursos passou aos líderes, que devem ouvir suas bancadas. Neste ano, R$ 635 milhões foram apadrinhados por deputados do União e R$ 170 milhões assinados diretamente pela liderança. Pedro Lucas Fernandes teve direito a indicar R$ 27 milhões dessas emendas. Caso a média se mantenha, Pedro Lucas poderá gerir montante semelhante ao que esteve sob responsabilidade de Elmar Nascimento (BA) em 2023, também então líder do União: R$ 849 milhões em emendas. MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES TEM VERBA LIMITADA Apesar do orçamento total do Ministério das Comunicações chegar a R$ 1 bilhão em 2024, o valor engloba despesas correntes e operacionais. Para investimentos, o total disponível é de R$ 263 milhões, após cortes que reduziram os R$ 98 milhões disponíveis no ano anterior. Além das comissões, Pedro Lucas poderá indicar outros R$ 60 milhões em 2024. A previsão é que R$ 38 milhões venham de emendas individuais e R$ 22 milhões de emendas de bancada, considerando distribuição igualitária no Maranhão. Segundo fontes do governo, a recusa ao ministério gerou insatisfação no presidente Lula. A possibilidade de reduzir espaço do União na Esplanada foi considerada, mas descartada para evitar atrito com o presidente do Senado.
Rivalidade pesou para Pedro Lucas rejeitar ministério

MARANHÃO, 23 de abril de 2025 – A “tempestade perfeita” que levou o líder do União Brasil na Câmara, Pedro Lucas Fernandes, a rejeitar o convite do presidente Lula para assumir o Ministério das Comunicações incluiu um cálculo político regional. Aliados do deputado ouvidos pela Coluna do Estadão dizem que ele não quis ficar na “rebarba” de Juscelino Filho, que deixou a pasta após ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em investigação sobre desvio de emendas, revelado pelo Estadão. Os dois são rivais no Maranhão, e a comparação entre as gestões seria inevitável. Esse contraste com Juscelino, dizem integrantes do União, seria desfavorável para Pedro Lucas porque ele teria menos tempo no ministério. O ex-ministro ficou mais de dois anos no cargo, enquanto o líder da sigla teria menos de um ano, já que até abril de 2026 teria de se descompatibilizar do cargo para concorrer nas eleições. Além disso, a equipe da pasta foi nomeada por Juscelino e vários programas já foram colocados em prática no setor. O nome de Pedro Lucas para o ministério chegou a ser anunciado publicamente pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Mas aliados de Pedro Lucas afirmam que ele deixou claro a Lula que para assumir o posto precisava pacificar a bancada. Ao recusar o cargo, após uma reunião com o presidente do partido, Antonio de Rueda, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a avaliação foi de que sua saída da liderança abriria uma “disputa fraticida” por sua sucessão, em um partido que há muito tempo vive rachado. PERFIL TÉCNICO Sem consenso interno, o União Brasil avalia indicar um nome técnico para o Ministério das Comunicações. A ideia, que tem sido avaliada por integrantes da cúpula do partido, é vista como alternativa para colocar panos quentes no embate interno e não correr o risco de perder a pasta. Como à CNN divulgou, uma opção seria Miguel Matos, presidente do Conselho de Comunicação Social.
Governo Lula cobra definição de deputado sobre ministério

BRASÍLIA, 22 de abril de 2025 – O anúncio do deputado Pedro Lucas Fernandes (União Brasil-MA) como futuro ministro das Comunicações parecia resolvido no início de abril. Porém, passados quase 15 dias, o líder do União na Câmara ainda não confirmou se assumirá o cargo — e esse compasso de espera já provoca desconforto no Palácio do Planalto. Interlocutores do presidente Lula (PT) consideram que o impasse extrapola as negociações políticas e classificam a postura do partido como um sinal de desorganização interna. A hesitação de Pedro Lucas, que teria aceitado o convite em reunião com Lula e a ministra Gleisi Hoffmann no Alvorada, reabre discussões sobre o espaço do União Brasil no governo. A nomeação foi anunciada após o então ministro Juscelino Filho — também do União — ter sido denunciado pela PGR por corrupção passiva e outros crimes ligados ao uso de emendas parlamentares. Pedro Lucas surgia como nome de consenso, indicado pelo senador Davi Alcolumbre (AP) e respaldado pela cúpula do partido. No entanto, um dia depois da reunião com Lula, o deputado soltou nota afirmando que ainda precisaria ouvir a bancada antes de aceitar oficialmente. Desde então, Pedro Lucas sinaliza a aliados que deve permanecer na liderança da legenda na Câmara — posto estratégico em ano pré-eleitoral. A indefinição surpreendeu membros do governo, que não foram comunicados formalmente da possível desistência. Nos bastidores, o episódio é tratado como um revés para a articulação política do Planalto, que agora discute alternativas para o comando da pasta. A permanência de Pedro Lucas na liderança também evidencia o valor político do cargo que ocupa. O União Brasil, apesar de integrar a base aliada, tem divergências internas constantes. A legenda, formada da fusão entre DEM e PSL, abriga tanto quadros governistas quanto parlamentares da oposição. Para auxiliares de Lula, a situação abre margem para rediscutir o espaço da legenda na Esplanada.
Pedro Lucas pode recusar Ministério das Comunicações

BRASÍLIA, 22 de abril de 2025 – O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil-MA) indicou a aliados próximos que deve recusar o convite do presidente Lula para assumir o Ministério das Comunicações. A decisão deve ser confirmada após reunião da bancada do União Brasil na Câmara, marcada para esta terça (22). Segundo a Folha de S.Paulo, o parlamentar já informou integrantes da sigla sobre sua intenção de permanecer na liderança do partido na Câmara dos Deputados. A decisão busca evitar divisões internas e manter a coesão do grupo liderado pelo vice-presidente do União Brasil, Antônio Rueda. Desde a saída do ex-ministro Juscelino Filho, o Ministério das Comunicações está sob comando interino da secretária-executiva Sônia Faustino Mendes. Juscelino foi exonerado após ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República por suspeita de desvio de recursos de emendas parlamentares.