Maduro e aliados mantêm fortuna bilionária em 20 países

MARANHÃO, 13 de janeiro de 2026 – Relatórios de organizações internacionais identificaram US$ 3,8 bilhões em patrimônio ilícito acumulado por Nicolás Maduro e aliados durante mais de uma década, distribuído por ao menos 20 países. As entidades mapearam imóveis, contas bancárias, jatos, cavalos de corrida e objetos de luxo ligados ao grupo, ressaltando a dificuldade de rastreamento dos valores. A maior parte do patrimônio permanece fora da Venezuela e aparece oculta em esquemas de lavagem de dinheiro. A ONG Transparência Venezuela informou que os ativos rastreados representam apenas uma parte dos recursos desviados pelo regime. A organização localizou 745 bens suspeitos em nome de Maduro, avaliados em US$ 3,5 bilhões, além de € 218 milhões apreendidos em países europeus. BENS LOCALIZADOS Os relatórios destacam que os cálculos divulgados não incluem valores ainda sob investigação, pois muitos procedimentos seguem em andamento e não são públicos. Segundo a ONG, diversos países ainda identificam operadores e facilitadores envolvidos nos esquemas usados para movimentar o patrimônio em diferentes continentes. Boa parte dos recursos aparece em dinheiro vivo, fundos de investimento e contas bancárias internacionais. As autoridades financeiras da Suíça confirmaram o congelamento de ativos atribuídos ao ditador e a ministros do regime, com a intenção de impedir a saída de capitais vinculados ao patrimônio do grupo.
Trump anuncia captura de Maduro e ataque contra Venezuela

VENEZUELA, 03 de janeiro de 2026 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na madrugada deste sábado (03) que as forças norte-americanas realizaram um ataque em larga escala contra a Venezuela e que o ditador Nicolás Maduro, junto com sua esposa, foi capturado. O anúncio foi feito após uma madrugada em que explosões foram ouvidas em Caracas e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira. Os relatos dão conta de que infraestruturas estratégicas foram atingidas, incluindo o Forte Tiuna (complexo militar onde fica a sede do Ministério da Defesa) e a base aérea de La Carlota. A captura de Maduro ocorreu após um período de intensa pressão militar. O governo venezuelano confirmou a ação, mas não divulgou informações sobre possíveis mortos ou feridos.
Trump anuncia intervenção militar dos EUA na Venezuela

MUNDO, 28 de novembro de 2025 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que realizará uma intervenção militar terrestre na Venezuela. A declaração foi feita durante um telefonema com militares por ocasião do Dia de Ação de Graças, marcando uma nova escalada nas tensões entre Washington e o regime de Nicolás Maduro. “Provavelmente já se aperceberam que as pessoas já não querem entregar por mar, e nós vamos começar a impedi-las por terra. Além disso, por terra é mais fácil, e isso vai começar muito em breve. Avisámo-los para pararem de enviar veneno para o nosso país”, afirmou Trump, sem detalhar os moldes da operação. O presidente norte-americano acusa o regime chavista de operar redes de narcotráfico transnacional e sustentou que medidas serão adotadas para interromper o fluxo de drogas em direção aos Estados Unidos.
Lula e Maduro, únicos líderes sem diploma na América do Sul

MUNDO, 23 de outubro de 2025 – Um levantamento sobre a formação acadêmica dos líderes da América do Sul em 2025 mostra que a maioria tem graduação em Economia. Ao todo, cinco presidentes da América do Sul seguem essa linha: Javier Milei (Argentina), Luis Arce (Bolívia), Gustavo Petro (Colômbia), Irfaan Ali (Guiana) e Santiago Peña (Paraguai). Além da predominância de economistas, há presidentes com outras formações. Daniel Noboa (Equador) é graduado em Administração; Chan Santokhi (Suriname), em Ciências Policiais; Yamandú Orsi (Uruguai), em História; e José Jerí (Peru), em Direito.
Governo Lula quer manter diálogo com ditadura de Maduro

BRASIL, 27 de janeiro de 2025 – As eleições presidenciais realizadas na Venezuela em julho de 2024 resultaram em instabilidade política, com a vitória de Nicolás Maduro sendo amplamente contestada pela comunidade internacional, devido a suspeitas de fraude eleitoral. O governo brasileiro tem adotado uma postura de mediação entre Caracas e a comunidade internacional, buscando abrir espaço para o diálogo. Entretanto, as relações entre os dois países passaram por momentos de tensão, especialmente em outubro do ano passado, quando o Brasil impediu a entrada da Venezuela no bloco dos Brics.
Maduro legitima fraude e assume novo mandato na Venezuela

VENEZUELA, 10 de janeiro de 2025 – Nicolás Maduro foi empossado nesta sexta (10) para um terceiro mandato como ditador da Venezuela, mantendo o chavismo no poder até o final de 2030. A cerimônia ocorreu na Assembleia Nacional da Venezuela, em Caracas, e reuniu autoridades locais e estrangeiras. Ao prestar juramento, Maduro prometeu um regime marcado por “paz, prosperidade e uma nova democracia”. Em discurso, exaltou a sua retórica anti-imperialista e disse, outras coisas, que sua vitória veio “da vontade popular”. “Eu não fui eleito pelo governo dos Estados Unidos, nem pela oligarquia. Venho do povo, sou do povo, e meu poder emana da história e do povo, e ao povo devo minha vida completa”, declarou. Desde as eleições de julho de 2024, a legitimidade da vitória de Maduro tem sido questionada. A oposição e grande parte da comunidade internacional acusam o governo de não apresentar atas eleitorais que comprovem os resultados das urnas.
Maduro prestes a assumir terceiro mandato na Venezuela

VENEZUELA, 10 de janeiro de 2025 – O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, toma posse nesta sexta (10) para seu terceiro mandato consecutivo, em meio a acusações de fraude e isolamento internacional, mas com o apoio dos militares e dos demais poderes do Estado. A investidura acontece um dia depois de uma marcha da oposição ter terminado com a denúncia de uma breve prisão de sua líder María Corina Machado, que o governo negou, enquanto o plano de Edmundo González Urrutia de tomar posse torna-se cada vez mais improvável. Maduro mobilizou seus apoiadores na quinta-feira, pedindo que eles “saíssem às ruas aos milhões” para sua posse. “No dia 10, juro com Maduro pelo futuro”, diz um de seus slogans. O ato está marcado para o meio-dia (13h em Brasília) na sede do Parlamento, controlado pelo chavismo. Centenas de agentes de segurança fortemente armados foram mobilizados ao redor do Legislativo e de outros poderes públicos no centro de Caracas, como parte do plano de “defesa” nacional de Maduro. As autoridades anunciaram nesta sexta que a fronteira com a Colômbia ficaria fechada até segunda em resposta a supostas “informações sobre uma conspiração internacional para perturbar a paz dos venezuelanos”, disse Freddy Bernal, governador do estado fronteiriço de Táchira. Denúncias de planos para derrubar Maduro são frequentes, sendo a Colômbia e os Estados Unidos geralmente os acusados. Washington, que nega qualquer conspiração, apoiou Gonzalez Urrutia, que visitou a Casa Branca esta semana. O presidente eleito americano Donald Trump se referiu a ele na quinta-feira como “presidente eleito”.
Lula se distancia de Maduro e pagamento da dívida é suspenso

VENEZUELA, 16 de novembro de 2024 – Após a escalada de tensão entre Brasil e Venezuela, o governo brasileiro não pretende reatar a boa relação com o regime de Nicolás Maduro. Enquanto o relacionamento entre os dois países passa por um esfriamento, a dívida que Caracas tem com o Brasil segue sem previsão de ser quitada. O débito, que supera a casa de US$ 1,6 bilhão, teve os pagamentos suspensos desde 2017. A relação entre a Lula (PT) e o ditador Nicolás Maduro ficou estremecida nos últimos meses e, conforme apurou a Gazeta do Povo com membros do Itamaraty, não há interesse, neste momento, em “reconstruir as pontes rompidas” com o país. O autocrata venezuelano escalou o tom contra o Brasil após o governo brasileiro se opor à adesão da Venezuela aos Brics. Quando assumiu para seu terceiro mandato, Lula tentou reatar as negociações da dívida com a Venezuela, apostando em sua aproximação com o chavismo. O petista defendia a ideia de que os pagamentos, suspensos desde 2017, não haviam sido retomados nos últimos anos porque o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) havia cortado as relações bilaterais com Maduro durante seu mandato. “Vamos ser francos. Os países que não pagaram, seja Cuba ou Venezuela, é porque o [ex-]presidente [Bolsonaro] resolveu cortar relação internacional com esses países e para não cobrar e poder ficar nos acusando, deixou de cobrar e tenho certeza que no nosso governo esses países vão pagar, porque são todos amigos do Brasil e, certamente, pagarão a dívida que têm com o BNDES”, disse Lula em fevereiro de 2023. Mas nem mesmo sua aproximação de Maduro destravou os pagamento.