Lula é o candidato que mais recebeu recursos públicos na campanha

Lula Recursos Publicos

O ex-presidente Lula (PT) já declarou ter recebido mais de R$ 89 milhões de recursos públicos para a campanha. Originários de recursos partidários do PT e PSB, o montante gasto pelo petista é quase a soma de todos os outros recursos que serão gastos por todos os outros quatro principais candidatos. No outro lado da ponta está Jair Bolsonaro (PL), o candidato que menos recebeu recursos públicos entre os cinco principais que disputam a Presidência da República das eleições de 2022. Até agora, os cinco candidatos receberam R$ 195.397.977,92 (cento e noventa e cinco milhões, trezentos e noventa e sete mil, novecentos e setenta e sete reais e noventa e dois centavos). Os dados estão disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A maioria absoluta destes recursos é proveniente dos cofres públicos repassado aos candidatos pelos partidos. O limite de gastos autorizado pelo Tribunal no primeiro turno é R$88.944.030,80. Veja o quanto cada candidato recebeu até agora: Lula – R$ 89.143.207,18 Simone Tebet – R$ 36.500.000,00 Ciro Gomes – R$ 32.000.000,00 Soraya Thronicke – R$ 22.109.296,72 Jair Bolsonaro R$ 15.645.480,02 Os gastos dos candidatos se concentram na internet. O Facebook tem o maior faturamento com os candidatos até o momento: próximo de R$ 40 milhões. O segundo lugar é do Google: R$ 26 milhões, aproximadamente. Lula também libera nos gastos com o Google: por volta de R$ 2 milhões. Simone Tebet gastou praticamente o mesmo valor com o Facebook, ficando no topo de despesas com a empresa de Mark Zuckerberg.

Jair Bolsonaro tentava diminuir preço da gasolina desde 2020

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Apresentada por seus adversários como proposta eleitoreira, a diminuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do preço da gasolina é um objetivo antigo de Jair Bolsonaro (PL). Desde janeiro de 2020, cerca de um ano após tomar posse e antes da pandemia, o presidente constantemente publicava a proposta em suas redes sociais entrevistas. No dia 2 de fevereiro de 2020, o chefe do Executivo anunciou que encaminharia uma proposta ao Congresso e “lutaria pela sua aprovação”. Já naquele tempo Bolsonaro criticava a atitude dos governadores com a política fiscal do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). A tentativa do presidente de baixar o preço da gasolina ainda em 2020 foi recebida de forma enérgica por governadores que assinaram uma carta em defesa do ICMS. Os mandatários de 24 estados assinaram a carta. Apenas os governadores Ronaldo Caiado (Goiás), Mauro Carlesse (Tocantins) e Antonio Denarium (Rondônia) não assinaram a carta. Apesar da resistência de governadores, o presidente conseguiu sancionar a diminuição do ICMS vinte e seis meses depois de anunciar a ideia. Se tivesse tido apoio de seus opositores, talvez já em 2020 o brasileiro passasse a pagar gasolina mais barata. O preço da gasolina ficou mais de dois anos em preços elevados pela ação de governadores, deputados e senadores que fazem oposição ao governador.

Após pedido de Lula, TSE proíbe Bolsonaro de usar imagens do 7 de setembro

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi proibido de usar imagens do 7 de setembro em sua propaganda pela Justiça Eleitoral. A decisão atende a pedido coligação de Lula e foi tomada pelo ministro Benedito Gonçalves, do TSE. Na decisão, o TSE determinou a exclusão de trechos do vídeo da transmissão do ato em Brasília de 7 de setembro pela TV Brasil. Enquanto o vídeo não for editado, ele deve ser retirado do ar em até 24h sob pena de multa diária de R$ 10 mil. Além disso, “os candidatos Jair Messias Bolsonaro e Walter Souza Braga Neto devem, no prazo de 24 horas, cessar a veiculação de todo e qualquer material de propaganda eleitoral, em todos os meios, que utilizem imagens do Presidente da República capturadas durante os eventos oficiais de comemoração do Bicentenário da Independência, atos realizados em Brasília/DF e no Rio de Janeiro/RJ no dia 07/09/2022, sob pena de multa diária de R$ 10.000,00, devendo ainda se abster de produzir novos materiais que explorem as citadas imagens”.

Imprensa esconde prisão de vereador que mandou matar bolsonarista

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A imprensa nacional evita noticiar a prisão do vereador lulista Jean Charles Alexandre nesta semana. Investigações da polícia confirmam que ele ordenou a morte de Marcello Leite Fernandes, em Ibotirama, na Bahia. O crime aconteceu em julho. Marcello usava uma camisa de Bolsonaro e estava em seu carro quando foi abordado por dois motociclistas que o executaram. Além da prisão do vereador, foram cumpridos ainda seis mandados de busca e apreensão. Segundo a Polícia Civil, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) trabalha com diversas linhas de investigação, a principal delas, é a de que o crime foi motivado por política. Foram apreendidos documentos que devem auxiliar a apuração sobre as circunstâncias do crime. “Gostaríamos de destacar a participação popular. Durante a apuração, pessoas noticiaram, de maneira informal, fatos que nos ajudaram”, destacou o delegado responsável pela ação. O crime ocorreu no dia 21 de julho na rodovia BA-160, na cidade de Ibotirama. Dois homens em uma moto pararam ao lado do automóvel da vítima e um deles atirou contra Marcello. Imagens de câmeras de segurança registraram a execução.

Interior do Maranhão adere em peso a atos pró-Bolsonaro

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Vídeos mostram que, pelo menos, 50 cidades maranhenses integraram em comemoração ao 7 de setembro e em apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Assim como no resto do país, não foram registrados incidentes de violência ou perturbação. As maiores manifestações acontecerem em: Arame, Bacabal, Balsas, Barra do Corda, Barreirinhas, Bom Jardim, Caxias, Chapadinha, Codó, Formosa da Serra Negra, Governador Luiz Rocha, Igarapé Grande, Imperatriz, Lago da Pedra, Maracaçumé, Mirador, Mirinzal, Pedreiras, Pinheiro, Pio XII, Porto Franco, Santa Inês, Santo Antônio dos Lopes, São Domingos do Maranhão, São Luís, São Mateus, Timbiras, Turiaçu, Tutoia, Viana e Vitorino Freire. Na maioria das cidades os atos foram realizados por meio de carreatas, caso de São Luís. Na capital maranhense o comboio registrou mais de 15 quilômetros de extensão. Em Barra do Corda, por exemplo, além da carretara os manifestantes fizeram a opção por uma caminhada. A variedade de músicas de apoio ao presidente Jair Bolsonaro evidenciou a falta de um comando central nas manifestações. O caráter espontâneo foi destaque em todos os movimentos que enalteciam a falta de financiamento da classe política e do “aluguel da presença”. Veja alguns vídeos abaixo. Todos os vídeos podem ser acessados AQUI: Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por José Linhares Jr (@joselinharesjr) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por José Linhares Jr (@joselinharesjr) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por José Linhares Jr (@joselinharesjr) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por José Linhares Jr (@joselinharesjr)

Guedes anuncia a “despedalada final” de erros fiscais na era petista

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou que o Governo Federal deve receber de volta R$ 90 bilhões que “emprestados” ao BNDES nos mandatos de Luís Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff (ambos do PT). Os recursos haviam sido usados para empréstimos a empresas que tinham entre seus donos Marcelo Odebrecht, Eike Batista e Joesley Batista. Era a chamada “política dos campeões nacionais”. A ação dos governos petistas consistia em injeções bilionárias de empréstimos do BNDES para empresas amigas dos governos petistas entre 2008 e 2014. O volume de recursos elevava o patamar das empresas e criava a impressão de que o Brasil passava por crescimento. Foi estabelecido um cronograma de devolução, mas o banco de fomento vinha “pedalando” a restituição dos valores aos cofres do Tesouro Nacional. A devolução destes recursos aos cofres públicos está sendo tratada como “a despedalada final” por Guedes. A negociação para a devolução dos recursos, que haviam sido injetados pelo Tesouro Nacional no banco estatal, foi intermediada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Com a devolução prevista, o Ministério da Economia prevê abater 1 ponto porcentual da dívida pública neste ano, fazendo com que ela feche 2022 ao redor de 77,6% do PIB. O valor corresponde ao patamar de endividamento encontrado pela atual equipe econômica quando assumiu a pasta, em janeiro de 2019. Além da questão econômica, o equacionamento dessa dívida tem também um valor político, uma vez que a crítica à gestão no BNDES na época dos campeões nacionais é parte do discurso de Jair Bolsonaro contra o PT. A administração do banco estatal resistia em fazer os pagamentos com o argumento de que, juridicamente, não poderia causar prejuízo à instituição, nem reduzir os parâmetros de segurança bancária de Basiléia, um acordo internacional que visa garantir solidez ao sistema financeiro. Por isso, Guedes recorreu à intermediação do TCU.

Petistas culpam Jair Bolsonaro por atentado contra Cristina Kirchner

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Apoiadores e simpatizantes do ex-presidente Lula (PT) tentam imputar a Jair Bolsonaro (PL) a responsabilidade pelo atentado contra Cristina Kirchner. Ela foi alvo de um ataque por Fernando Andrés Sabag Montiel, de 35 anos. O fato de ter nascido no Brasil está sendo utilizado como justificativa de participação no grupo político do presidente. Contudo, o criminoso nasceu no Brasil, mas é filho de pai chileno e mãe argentina. Além disso, ele vive no país vizinho desde 1993 e não tem qualquer ligação política com o país. Após o episódio, perfis de apoiadores do ex-presidente Lula começaram a espalhar notícias falsas, ao tentar ligar o suspeito ao presidente Jair Bolsonaro (PL). A deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ), chegou a dizer que o brasileiro havia atirado na cabeça da vice-presidente Cristina Kirchner, o que não é verdade. A parlamentar apagou a publicação. O jornalista petista Lucas Rohan, também publicou a fake news em seu perfil do Twitter, mas diferente da deputada Talíria Petrone, ele não removeu o conteúdo. Sabag Montiel é registrado como motorista de aplicativo na Argentina e, em 2021, foi preso com uma faca enquanto dirigia um carro sem placa no ano passado. Segundo o jornal argentino, Clarín, o brasileiro tem várias tatuagens com símbolos nazistas e acessava perfis de grupos extremistas nas redes sociais. Ainda conforme o Clarín, Sabag Montiel usava o codinome “Salim” nas redes sociais e era seguidor de grupos como “Comunismo Satânico”, “Ciências Ocultas Herméticas” e “Coach Antipsicopata”. Contudo, não informação nenhuma que comprove que Sabag Montiel, é apoiador do presidente Jair Bolsonaro. Não há registros e nem notícias de encontros ou ligações do criminoso com Jair Bolsonaro ou apoiadores. Desta forma, toda notícia que o liga ao presidente é falsa.

Mais uma pesquisa mostra virada de Bolsonaro contra Lula

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Uma pesquisa eleitoral divulgada nesta quinta (1º de setembro) mostra Jair Bolsonaro com 40,1% e Lula com 36,9%. Esta é a segunda pesquisa de âmbito nacional que aponta liderança do presidente. Os dados fazem parte de pesquisa estimulada, na qual os entrevistadores apresentam uma lista de candidatos ao eleitor. Em janeiro deste ano, Lula aparecia com 36% das intenções de voto e Bolsonaro com 31%. Na última sondagem, feita em julho, os dois apareciam empatados tecnicamente. Jair Bolsonaro tinha 37,5% e Lula 36,9%. No cenário em que 12 candidatos disputam o pleito, Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro lugar com 10,1% das intenções de voto. Em seguida, Simone Tebet (MDB) pontua 2,2%. Outros nomes da terceira via também pontuaram, como Vera Lúcia (PSTU) e Pablo Marçal (PROS), cada um com o,4%, Roberto Jefferson (PTB) com 0,2%, Sofia Manzano (PCB) e Léo Péricles (UP) com 0,1% cada. A pesquisa também registra que 4,6% pretendem votar branco ou nulo e que 4,6% não sabem ou estão indecisos sobre em quem votariam. Em eventual segundo turno entre os dois candidatos na liderança, Lula tem 45,3% das intenções de voto, ante 43,8% de Jair Bolsonaro. A parcela dos que votariam branco ou nulo é de 9,0%, enquanto 1,9% não sabem/não responderam. Já na espontânea, na qual os eleitores não recebem a lista de candidatos, Bolsonaro lidera com 38,8% ante a parcela de 37,7% do eleitorado que pretende votar em Lula. Apesar de liderar as intenções de voto, Bolsonaro registra a maior rejeição do eleitorado com 40,7%, ante Lula, com 38,9% A pesquisa da Futura, encomendada pelo banco digital Modalmais, está registrada na Justiça Eleitoral sob número BR-07639/2022. Foram consultadas 2 mil pessoas em todo o território nacional. A margem de erro máximo estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, e a confiabilidade é de 95%.

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