FAZ TEMPO
Jair Bolsonaro tentava diminuir preço da gasolina desde 2020
Por José Linhares Jr • 15/09/2022
Compartilhe
Proposta apresentada como eleitoreira por adversários começou a ser defendida no início do 2º ano de mandato. Brasileiros pagaram mais caro por combustível por dois anos porque adversários atrapalharam proposta.

Apresentada por seus adversários como proposta eleitoreira, a diminuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do preço da gasolina é um objetivo antigo de Jair Bolsonaro (PL). Desde janeiro de 2020, cerca de um ano após tomar posse e antes da pandemia, o presidente constantemente publicava a proposta em suas redes sociais entrevistas.

No dia 2 de fevereiro de 2020, o chefe do Executivo anunciou que encaminharia uma proposta ao Congresso e “lutaria pela sua aprovação”. Já naquele tempo Bolsonaro criticava a atitude dos governadores com a política fiscal do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

A tentativa do presidente de baixar o preço da gasolina ainda em 2020 foi recebida de forma enérgica por governadores que assinaram uma carta em defesa do ICMS. Os mandatários de 24 estados assinaram a carta. Apenas os governadores Ronaldo Caiado (Goiás), Mauro Carlesse (Tocantins) e Antonio Denarium (Rondônia) não assinaram a carta.

Apesar da resistência de governadores, o presidente conseguiu sancionar a diminuição do ICMS vinte e seis meses depois de anunciar a ideia. Se tivesse tido apoio de seus opositores, talvez já em 2020 o brasileiro passasse a pagar gasolina mais barata.

O preço da gasolina ficou mais de dois anos em preços elevados pela ação de governadores, deputados e senadores que fazem oposição ao governador.

Compartilhe
09/01/2024
AJUSTE
Cuba anuncia aumento de 500% nos preços dos combustíveis
07/12/2023
TRIBUTOS
Combustíveis sofrerão aumento por retorno de impostos em 2024
27/10/2023
IMPOSTO
Maranhão vai aumentar alíquota do ICMS sobre combustíveis

1 Comentário

  1. Moisés Dias

    Linhares, no final do seu texto ficou “governador” mas, não seria “presidente*?

    Responder

Enviar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Propaganda