Aliada de Lula no 2º turno, Simone Tebet reclamou de golpe do PT no 1º

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Uma das maiores entusiastas da campanha de Lula (PT) no 2º turno, Simone Tebet (MDB) reclamou de uma tentativa de golpe em sua candidatura antes da eleição. A declaração foi dada em julho deste ano em entrevista à Jovem Pan News na qual falou sobre uma tentativa de golpe em sua candidatura por infiltrados. “São os mesmos velhos parlamentares ou políticos do MDB que estiveram há 10 ou 12 anos atrás com o PT. E eles queriam levar o MDB para o PT. Foram ministros de Estado do Lula. E eu dizia ‘não’, não temos que ir pra lado, temos que ter candidatura própria”, disse. Naquele mesmo mês, o dirigente emedebista Hugo Wanderley Caju, ligado a Renan Calheiros (MDB-AL), recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a anulação da convenção que iria definir a candidatura de Tebet. Prefeito de Cacimbinhas, no interior alagoano, e delegado da convenção, Caju criticava o fato do evento partidário ser virtual, por meio da plataforma “Zoom” e argumentava que não havia como garantir que o voto fosse secreto nesse tipo de votação. Segundo os advogados de Caju na época, “grave irregularidade, notadamente relacionada à garantia do sigilo do voto, representando violação às disposições estatutárias do MDB”. Ao recorrer à Justiça Eleitoral, Caju afirmou que a plataforma virtual “não é capaz de atender ao sigilo das informações por ela veiculadas” e não é “recomendada para garantir a lisura das votações dessa natureza”. Além dele, outros 11 aliados de Lula tentaram no MDB sabotar a candidatura de Tebet ao declarar apoio ao petista em jantar. Tebet, que hoje apoia Lula, acusava o ex-presidente de ser o mentor da conspiração. “[Lula] Ele deu a senha, ele deu a senha quando disse para um jornal: ‘Olha, a Simone não é carta fora do baralho. Tem que ficar de olho’. Não passou uma semana e alguns dentro do partido resolveram que não podia ter mais candidatura própria. Ele deu a senha porque ele quer matar essa eleição no primeiro turno. Ele não vai matar essa eleição no segundo turno”.

Negros tiveram mais sucesso nas eleições de 2022 em partidos de direita

Negro direita

A maioria absoluta dos negros que devem ocupar vagas na Câmara Federal a partir de 2023 são de partidos considerados de “direita”. Os números evidenciam a mentira esquerdista em relação à representatividade. Aliás, o partido com a maior bancada de afrodescendentes é o PL, partido de Jair Bolsonaro. Dos 135 deputados negros que devem assumir vaga na Câmara Federal no ano que vem, 25 são do PL. O Republicanos, partido da base do presidente, elegeu 20 deputados. O União Brasil terá 17. O PT, partido que costuma levantar a bandeira da representatividade, ocupa o quarto lugar. São apenas 16.

New York Times: “Ficou claro que Bolsonaro estava certo”

Jair Bolsonaro

O primeiro turno das eleições brasileiras neste domingo (2) repercutiu internacionalmente. A eleição foi classificada como “duelo de titãs” pelos principais jornais do mundo, em referência à disputa acirrada entre Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O norte-americano The New York Times chegou a apontar que Bolsonaro “estava claramente certo” em desconfiar das pesquisas de intenção de voto. De acordo com o jornal, ainda que tenha ficado em segundo numericamente, foi o candidato à reeleição quem teve a melhor performance nas urnas. “Durante meses, pesquisadores e analistas disseram que o presidente Jair Bolsonaro estava condenado. Ele estava atrás por uma margem ampla e inabalável na disputa presidencial de alto risco do Brasil (…) e as pesquisas sugeriam que poderia até perder no primeiro turno”, diz trecho do veículo. “Os analistas subestimaram a força de candidatos conservadores em todo o país”, aponta outro trecho, tendo em vista o grande número de parlamentares conservadores, da base de Bolsonaro, eleitos para o Congresso. Já em relação a Lula, o veículo disse que ele está tentando realizar um “espantoso renascimento político que há poucos anos parecia impensável”. Da mesma forma os jornais argentinos La Nacion e Clarin apontaram erros significativos nas pesquisas eleitorais. O espanhol El País também afirmou que Bolsonaro contrariou os levantamentos. “Durante meses, Bolsonaro criticou pesquisas que o punham consistentemente 10 a 15 pontos atrás de Lula. Seus fiéis diziam que ele estava sendo subestimado tal como em 2018, e assim o foi. No momento da verdade, seu apoio real foi maior do que o previsto”, afirmou o veículo. O Wall Street Journal, dos Estados Unidos, foi mais contido em sua análise, mas destacou que “Bolsonaro se saiu bem melhor do que o previsto nas principais pesquisas”.

Jair Bolsonaro elegeu todos os aliados para o Senado em três regiões

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Todos os aliados do presidente Jair Bolsonaro que disputaram as eleições para o Senado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste foram eleitos. Ao todo, foram eleitos 11 senadores nos estados destas regiões. Aliados de Lula foram maioria nas outras duas regiões, mas em nenhuma eles conseguiram fazer todos. Foram eleitos na Região Sul: Hamilton Mourão (Rio Grande do Sul), Jorge Seif (Santa Catarina) e Sergio Moro (Paraná). Na Região Sudeste: Magno malta (Espírito Santo), Cleitinho (Minas Gerais), Romário (Rio de Janeiro) e Marcos Pontes (São Paulo). No Centro Oeste: Damares Alves (Distrito Federal), Wilder Moraes (Goiás), Tereza Cristina (Mato Grosso do Sul) e Wellington Fagundes (Mato Grosso). No Nordeste a hegemonia dos aliados de Lula foi impedida pelo ex-ministro Rogério Marinho (Rio Grande do Norte) e por Laércio Oliveira (Sergipe). No Norte, Bolsonaro ajudou a eleger Professora Dorinha (Tocantins), Dr Hiran (Roraima) e Jaime Bagattoli (Rondônia). Presidente viu aliados vencerem eleições para Senado em mais de 60% de todos as disputas no país. Resultado é visto como trunfo para o 2º turno.

Mega-carreata em apoio a Bolsonaro acontece na Havan neste sábado (1)

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Eleitores e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro devem realizar uma carreata pelas ruas da capital maranhense neste sábado (1 de outubro). A concentração do evento deve acontecer por volta das 14h. Além de apoio ao presidente, o movimento deve enaltecer os valores cristão, da família e liberdade. Nas últimas duas manifestações, em 7 de setembro de 2021 e 7 de setembro de 2022, mais de 30 mil pessoas participaram dos atos. Os atos são considerados as maiores manifestações com adesão popular da história da capital maranhense. Bem como em edições anteriores, os organizadores esperam um clima pacífico e familiar. “Todas as vezes tudo acontece com civilidade e sem nenhum tipo de problema. Muito ao contrário da esquerda, que só se reúne para promover uso de drogas e quebra-quebra”, disse um dos organizadores. Os manifestantes devem sair da Havan e seguir pelas avenidas Daniel de La Touche, Litorânea, Holandeses, Colares Moreira e passar pela ponte do São Francisco.

Bolsonaro lidera corrida eleitoral com 44,9% das intenções de voto

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Pesquisa divulgada nesta sexta (23 de setembro) aponta para a reeleição de Jair Bolsonaro com 44,9% dos votos no primeiro turno. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 31% das intenções de voto. Na sequência, Ciro Gomes marcou 6,5% e Simone Tebet 4,5%. Os demais aparecem com menos de 1% dos entrevistados e pontuaram da seguinte forma: Soraya Thronicke 0,7%, Felipe D’avila 0,4%, Padre Kelmon <0,1%, Constituinte Eymael <0,1%, Sofia Manzano <0,1%, Léo Péricles 0,0%, Vera 0,0%. Brancos/nulos somaram 6,2%, não sabem/sem resposta 5,7%. Foram entrevistadas 2.400 pessoas em 504 cidades, entre os dias 18 e 20 de setembro. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo BR-00580/2022.

MELHOROU: Brasil tem o maior número de pessoas trabalhando dos últimos 10 anos

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Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o número brasileiros ocupados é de 98,7 milhões. Este foi um recorde da série histórica do IBGE, iniciada em 2012. Já a taxa de desemprego no trimestre encerrado em julho é a menor dos últimos sete anos no Brasil. O número de desempregados caiu para 9,1%. Com isso, o indicador chegou ao menor nível desde o trimestre encerrado em dezembro de 2015. O ministro da Economia, Paulo Guedes, antecipou que o Brasil deve fechar 2022 com a taxa de desocupação mais baixa dos últimos 15 anos, por volta de 8%. Guedes ainda afirmou que  que outra marca histórica deve ser atingida em 2022: pela primeira vez, o Brasil deve atingir 100 milhões de pessoas empregadas. “Todos os setores, em todas as regiões, criaram empregos”, disse. O ministro da Economia afirmou o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país deve chegar a 3%, bem acima das expectativas do primeiro semestre. “Voltamos em ‘V’. O Brasil bateu no fundo e voltou rápido. Esse ano, que diziam que seria de recessão, já estão revendo para cima o tempo inteiro. Diziam que o Brasil iria crescer 1%, agora já está em 2,7%. Eu acho que vamos chegar a 3%”, afirmou. Ainda de acordo com o ministro, o Programa Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Pronampe), criado em 2020 para ajudar micro, pequenos e médios empresários e empreendedores brasileiros a manterem e investirem em suas empresas, deve se tornar uma política permanente.

Pedidos de hipotecas crescem nos EUA; taxa é a mais alta desde 2008

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Os pedidos de hipotecas aumentaram 3,8% nos Estados Unidos na semana encerrada em 16 de setembro ante a semana anterior, informou nesta quarta-feira Mortgage Bankers Association (MBA). “As taxas de hipotecas seguiram o exemplo na semana passada, aumentando em todos os níveis, com a taxa fixa de 30 anos saltando 24 pontos base, para 6,25% – a mais alta desde outubro de 2008”, disse Joel Kan, vice-presidente associado de previsão econômica e industrial da MBA. “Assim como as oscilações nas taxas e outras incertezas em torno do mercado imobiliário e da economia em geral, os pedidos de hipoteca aumentaram pela primeira vez em seis semanas, mas permaneceram bem abaixo dos níveis do ano passado, com pedidos de compra 30% mais baixos e atividade de refinanciamento 83%”, afirmou Kan. A Reuters lembra que o aumento das taxas de hipotecas está pesando cada vez mais no setor habitacional, que é bastante sensível às taxas de juros, à medida que o Federal Reserve pressiona agressivamente os custos de empréstimos para domar a alta inflação.

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