Corrupção no Governo Flávio Dino motivou assassinato na Ponta D’Areia

O assassinato de João Bosco Pereira Oliveira Sobrinho em plena luz do dia na porta do Edifício Tech Office foi causado por um possível esquema de corrupção no governo Flávio Dino. A informação foi dada em depoimento à polícia pelo próprio assassino, o empresário Gibson César Soares Cutrim. Além de confessar o crime, Gibson afirmou segundos antes de cometer o homicídio, vítima disse que iria sequestrar e matar seu filho de 9 anos. No último dia 19 de agosto, Gibson foi filmado pelas câmeras de segurança do edifício Tech Office, no bairro da Ponta d’Areia, assassinando João Bosco. O crime chocou a cidade pela circunstância: em plena luz do dia e em via pública. As imagens mostram que, antes do crime, o empresário conversava com João Bosco e com o vereador de São Luís, Beto Castro. Após fugir do flagrante, Gibson se apresentou na sede da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), confessou o crime e explicou a motivação. O empresário se disse vítima de um esquema de cobrança de propinas dentro da Secretaria de Educação do Estado (Seduc) intermediado pelo vereador Beto Castro. Segundo ele, Castro exigia 50% para a liberação de um pagamento no valor de R$ 778 mil que a empresa de Gibson tinha e um pagamento de R$ 778 mil da Seduc originados durante a gestão de Flávio Dino (PSB). Gilbson afirma que entrou no esquema após perder as esperanças em relação ao recebimento do pagamento. Ele foi apresentado ao vereador Beto Castro por um advogado chamado Jean. Na ocasião, ficou acertado que os dois ficariam com uma propina de 30% mediante atuação da Seduc para liberação dos recursos. Dois dias antes do crime, Gibson declarou que começou a ser assediado por Beto Castro que exigia 50% do valor e que iria receber o dinheiro de qualquer maneira. No depoimento, o empresária afirmou que as tentativas de extorsão aconteciam a cada meia hora por telefone neste dia. Em uma das vezes, o vereador passou o telefone para João Bosco, um conhecido capanga de Beto Castro que tinha fama de sequestrador e assassino. Bosco era cobrador pessoal de Beto Castro tendo, inclusive, recebido uma comenda na Câmara Municipal de São Luís, por indicação do próprio Beto Castro. No dia do crime, Gibson afirmou que voltou a ser importunado pelo próprio Beto Castro. Na conversa, o vereador voltou a ameaçá-lo e passou o telefone para Bosco. O capanga do vereador relatou que sabia tudo da vida do empresário, que ele tinha dois filhos, do seu endereço e onde as crianças estudavam. Na ligação, Bosco ameaçou sequestrar seu filho mais novo, de 9 anos de idade, caso o interrogado não pagasse. Diante das ameaças, principalmente contra seus filhos, o empresário entrou em pânico e marcou um encontro com os dois no Edifício Tech Office, na Ponta da Areia. Durante o encontro, Bosco voltou a ameaçar o empresário caso não pagasse a propina. Foi quando Gibson decidiu ir embora. No caminho, ele foi acompanhado por Beto Castro que reiterava as ameaças. “Resolve isso hoje, Esse cara (referindo-se a Bosco) vai fazer tudo que ele disse”, disse o vereador. O capanga do vereador então falou: “Beto, deixa de mão, deixa comigo; vou agarrar o filho dele hoje mesmo”. Nessa hora o empresário falou ter ficado transtornado, sacado a arma a matando o homem que ameaçava sequestrar e assassinar seu filho de nove anos. Toda esta parte do depoimento de Gibson (a conversa com Castro, a perseguição de Bosco e os disparos) é comprovada pelas imagens de vídeo. Após fugir do local, Gibson jogou a arma do crime de cima da ponte do Jaracati. Ao fim do depoimento, o autor confesso do crime foi recolhido ao xadrez da Superintendência de Homicídios. As informações foram dadas em primeira mão pelo site O INFORMANTE
Senado terá a eleição mais concorrida desde 1989

De todos os candidatos que disputam uma das 27 vagas para o Senado nas eleições deste ano, apenas 12 parlamentares tentam a reeleição. Desta forma, pelo menos 15 das vagas serão ocupadas por novos senadores. A eleição para o Senado em outubro tem 237 candidatos registrados para 27 cadeiras em disputa, o que dá uma média de 8,7 postulantes por vaga. É a mais concorrida em pelo menos 30 anos, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral. Em alguns estados, a disputa é ainda mais acirrada do que a média. O Rio de Janeiro, por exemplo, tem 13 pretendentes ao Senado, seguido de Distrito Federal, Pará e Tocantins — com 12 candidatos cada. Os estados com menor concorrência são Alagoas e Maranhão, com 5 candidatos. Bahia, Ceará e Mato Grosso do Sul têm 6 pretendentes cada.
Flávio Dino chama 205 prefeitos e 15 deputados federais de corruptos

O ex-governador Flávio Dino (PSB) acusou prefeitos e parlamentares maranhenses de participarem do que, segundo ele, é o maior escândalo de corrupção da história do país. A generalização do comunista, que concorre a uma vaga ao Senado neste ano, atingiu tanto aliados quanto adversários que receberam as chamadas emendas do relator (RP9). As declarações foram feitas em entrevista ao jornalista Clóvis Cabalau durante a exibição do Bom Dia Mirante, na TV Mirante. Ao ser questionado sobre as razões que deveriam motivar o voto nele, Flávio Dino elencou três razões. Entre elas o combate ao que, segundo ele, é o maior escândalo de corrupção da história: as emendas do relator. Chamadas pela imprensa de oposição ao presidente Bolsonaro como “orçamento secreto”. Flávio Dino afirmou que as emendas do relator configuram o maior esquema de compra de apoio político pelo presidente. Os fatos contradizem a versão de Flávio Dino. Conhecida por sua lealdade canina ao ex-governador e pela oposição ferrenha ao presidente Jair Bolsonaro, a senadora Eliziane Gama (Cidadania) confirmou ao Imirante.com que indicou cerca de R$ 23 milhões dentro das emendas do relator. Fato que desmonta a versão de compra de apoio. Além disso, as emendas do relator sofreram oposição do presidente Jair Bolsonaro em 2020 e 2021. No ano passado, inclusive, Bolsonaro vetou o mecanismo que voltou para o Congresso nacional e teve o veto derrubado. Outro fato que expõe a má-fé de Flávio Dino em colocar o presidente como artíficie do RP9. FOGO AMIGO Além de ser desmentido pelos fatos, o governador também incorreu em acusações contra sua própria base. Dos 217 municípios do Maranhão, 205 receberam recursos provenientes das emendas RP9. A maioria absoluta faz parte da base de partidos que integra a “Coligação: Para o Bem do Maranhão”, formada por PSB, PCdoB, PT, MDB, PP, Podemos, PSDB, Cidadania, PV e, Patriota, recebeu recursos provenientes do RP9. Ironicamente, o partido em que mais prefeituras foram agraciadas com recursos do “maior escândalo de corrupção da história do país”, segundo o candidato, foi o PCdoB, com 20 prefeituras. Flávio Dino foi eleito governador pelo partido em 2014 e passou boa parte de sua vida política na legenda. Em segundo lugar vem o PP, com 16 prefeituras. Os partidos são seguidos por PSB (6), MDB (6), PSDB (4), Patriotas (4), Podemos (1), Cidadania (1), PT (1). A única legenda da coligação que não possui prefeitos que receberam recursos é o PV, presidido pelo deputado estadual Adriano Sarney no estado. INGRATIDÃO O Maranhão recebeu cerca de R$ 700 milhões em emendas RP9 entre 2020 e 2021. Mesmo governado por Flávio Dino, o estado foi o segundo que mais recebeu recursos. Perdendo apenas para Minas Gerais. Os recursos foram empregados principalmente em projetos nos setores de saúde, desenvolvimento regional, cidadania e agricultura. Indiscutivelmente os recursos ajudaram prefeitos do interior do estado a minimizar os efeitos da pandemia. O fato é que, na ânsia de enganar o eleitor e jogá-lo contra o presidente Jair Bolsonaro, o ex-governador Flávio Dino não sentiu-se constrangido em mentir, ocultar e colocar aliados como membros da quadrilha que promoveu “o maior escândalo de corrupção do país”.
Fracasso do governo faz Flávio Dino fugir dos debates para Senado

A ausência do ex-governador Flávio Dino (PSB) em sabatinas e debates chamou a atenção nas primeiras semanas da campanha. Sempre tão assertivo nas redes sociais e, em muitas vezes, criticando adversários que fogem destas situações, o comunista simplesmente decidiu não ir ao primeiro debate e em uma sabatina de uma emissora da capital maranhense. Observadores e analistas das eleições ouvidos pelo site acreditam que a quebra das promessas nas eleições de 2014 e 2018 são as principais justificativas para a fuga. Segundo eles, o candidato teme que seus adversários o questionem sobre o roubo de R$ 9 milhões de reais de respiradores durante sua gestão, do suicídio de Mariano de Castro Silva (envolvido em um grande escândalo de corrupção no governo Dino), do caos no ferryboat, do saque de mais de R$ 1 bilhão do Fundo Especial de Pensão e Aposentadorias dos funcionários do estado ou dos escândalos de corrupção na Secretaria de Infraestrutura. Anos atrás, inclusive, Flávio Dino criticou políticos que faltam a debates.
Flávio Dino comemora operação contra empresário Luciano Hang

O ex-governador Flávio Dino (PSB) comemorou em suas redes sociais a operação orquestrada pelo Supremo Tribunal Federal contra Luciano Hang, proprietário da Havan. O empresário teve suas contas bloqueadas, telefone apreendido e algumas de suas redes sociais suspensas após conversas em um grupo de whatsapp serem vazadas. O ministro Alexandre de Moraes considerou as mensagens uma ameaça e ordenou a operação. Em 2021 a Havan foi oficialmente instalada em São Luís. O número de empregos gerados, direta e indiretamente no estado mais pobre da federação, superou as mil vagas. Ocorre que no ano passado o Maranhão bateu o recorde máximo de desemprego em toda a sua história. Se não fosse pelo investimento milionário do empresário, a situação seria ainda mais catastrófica. Ao comemorar a perseguição de um empresário, Flávio Dino escancara sua preferência pela política e perseguição ao invés do bem-estar do povo de seu estado. Se pudesse fechar a Havan pela opinião do seu dono e colocar centenas de maranhenses na fila do desemprego, ele assim o faria sem pestanejar. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Flávio Dino (@flaviodino)
“Carta de Flávio Dino ao Povo de Deus” é ato de desespero

O ex-governador Flávio Dino está amedrontado com a descrença dos evangélicos do Maranhão com sua candidatura. Com o avanço da internet e descentralização da informação, cristãos começam a ter acesso a informações que colocam a ideologia comunista como antagonista da fé cristã. Negação da existência de Deus, negacionismo espiritual, defesa do materialismo, aborto, idolatria do Estado, perseguição religiosa e tantas outras características que despertaram a desconfiança de políticos sabidamente de esquerda. Flávio Dino teme que os sentimentos despertados pela ideologia que ele sempre defendeu, o comunismo, o prejudiquem. DESPERTAR A cada dia que passa cresce entre cristão, principalmente entre evangélicos, a certeza de que cristianismo e esquerdismo não são comportamentos que podem ser colocados em harmonia. Por muito tempo, inclusive, o cristianismo foi perseguido por comunistas que consideravam a religião “o ópio do povo”. Contudo, com o monopólio dos meios de comunicação, muitos fatos eram esquecidos e escondidos do grande público. Situação que sofreu um revés com a democratização da informação causada pela internet. Hoje qualquer cristão sabe que é impossível equalizar cristianismo com esquerdismo. E este é o motivo do desespero de Flávio Dino. Sempre garantido na vassalagem de alguns líderes religiosos que tratavam de alienar seus fiéis em troca de cargos no governo, Flávio Dino nunca demonstrou a preocupação que tem nas eleições de 2022. DECADÊNCIA A ascensão de líderes políticos que verdadeiramente defendem o cristianismo deixou muito dificultosa a tarefa de apontar comunistas como melhores opções eleitorais por vendilhões da fé. Isso tem preocupado Dino. O ex-governador sabe que poucos minutos na internet são suficientes para, até o mais leigo dos cristãos, entender que as vitórias das bandeiras defendidas por Flávio Dino em outros países representaram a consolidação da perseguição e decadência cristã. A “Carta de Flávio Dino ao Povo de Deus” é ato de desespero.
“Orçamento secreto” de Carlos Brandão na mira da Justiça Eleitoral

O repasse de R$ 63.219.000,00 via “orçamento secreto” do governo Carlos Brandão (PSB) foi cancelado pela juíza Joseane de Jesus Corrêa Bezerra. Os recursos iriam ser retirados do Fundo Estadual de Saúde e enviados a prefeituras às vésperas das eleições de outubro. Caso descumpra a decisão, o governador e candidato a reeleição receberá multa diária no valor de R$ 50 mil. A juíza responsável pela decisão integra a Comissão de Propaganda do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão. A sentença foi emitida neste sábado (21 de agosto) cancelando parte da transação considerada ilegal. As movimentações foram denunciadas pelo jornalista Clodoaldo Correa em julho deste ano. Naquela ocasião, o jornalista noticiou a transferência de mais R$ 100 milhões para prefeituras consideradas aliadas após o início do período vedado pela lei. Ao conceder pedido de tutela cautelar, a magistrada admitiu a tese para “suspender imediatamente os efeitos de parte das nomeações e das transferências voluntárias e para determinar que CARLOS ORLEANS BRANDÃO JÚNIOR se abstivesse de praticar qualquer ato relativo à execução dos atos impugnados, sob pena de multa diária”. “Trata-se de transferência de um volume elevado de recursos com a potencialidade de causar desequilíbrio entre todos os candidatos, e não apenas entre os envolvidos nesta demanda, culminando com a possibilidade de mudar os destinos da eleição que se aproxima, pela potencialidade lesiva vinculada ao ato. Noto, ainda, que nenhuma das transferências se mostra dentre as constitucionalmente vinculadas, por se tratarem de transferências voluntárias, fato não negado em sede de contestação. A jurisprudência eleitoral é pacífica em concluir que inexistindo causa anterior, obra, ou finalidade preexistente declarada para a transferência, trata-se de conduta vedada”, disse. “É justamente para preservar a igualdade de chances que a legislação veda, no trimestre anterior ao pleito, a entrega voluntária de recursos, sem causa anterior àquele período ou motivo relevante que a justifique. Segundo o caderno processual colhido dos autos não houve a transparência consubstanciada, diante do Princípio da Publicidade, que norteia a administração pública. Por esta razão, entende que estão presentes os requisitos da concessão da cautela pleiteada, tendo em vista que há perigo de dano à igualdade de chances entre os concorrentes das próximas eleições. Por fim, cumpre notar que, em que pese a legislação contemplar a vedação de “realizar transferência voluntária de recursos da União aos Estados e Municípios, e dos Estados aos Municípios, sob pena de nulidade de pleno direito”, já havendo transferências concretas, a determinação de restituição prejudicaria os entes municipais recebedores, eis que os valores já poderiam ter sido aplicados, causando transtornos àqueles que não fazem parte da presente relação processual. Ante o exposto, e de acordo em parte com o Parecer do Ministério Público Eleitoral Auxiliar, julgo procedente parcialmente o pedido cautelar apresentado, determinando a imediata suspensão dos efeitos das transferências voluntárias publicadas nos Diários Oficiais de nº. 120, 121 e 122, que ocorreram efetivamente em 04/07/2022 e 05/07/2022, no valor total de R$ 63.219.000,00 (sessenta e três milhões, duzentos e dezenove mil reais), medida que deve perdurar até o fim das eleições. Determino a CARLOS ORLEANS BRANDÃO JUNIOR que se abstenha de praticar qualquer ato relativo à execução dos atos impugnados, sob pena de multa diária individual de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), conforme art. 73, § 4º, da Lei 9.504/97”, completou.
Candidatos a governador do Maranhão iniciam oficialmente campanha eleitoral

O dia começou movimentado e promete uma intensa disputa por votos na região Sul, pois o atual governador Carlos Brandão e o senador Weverton Rocha realizam caminhada na região Tocantina.