Simplício expõe problemas do Maranhão e questiona Carlos Brandão

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Após governo enviar para Assembleia decisão da redução do ICMS dos combustíveis, Simplício questionou se a resolução dos problemas do Ferry Boat, a pobreza, os baixos indicadores, a falta de emprego, será também “empurrada com a barriga para a Assembleia”.

Investigação liga vereador do PT ao PCC

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Uma investigação conduzida pela Polícia Civil paulista encontrou evidência de que o vereador Senival Moura (PT-SP) pode estar ligado ao PCC. O político exerce o cargo na capital, São Paulo. Durante as buscas nos imóveis ligados ao parlamentar, a Polícia Civil encontrou seis cheques assinados por Adauto Soares, ex-presidente da empresa de ônibus Transunião. A companhia teria sido usada pelo PCC para lavar dinheiro do tráfico. Soares foi assassinado em março de 2020. Os policiais suspeitam que ele foi colocado à frente da Transunião por Moura, de acordo com o portal R7. Ele seria uma espécie de testa de ferro do vereador, e os cheques encontrados provariam um fluxo mensal de pagamentos ao político. Além disso, em mensagens enviadas de um celular de Soares, Moura é tratado como “presidente” e autoriza os pagamentos da empresa. De acordo com as investigações, os traficantes da facção controlavam a empresa de ônibus com o político, em uma relação intermediada por Soares. O PCC supostamente ordenou o assassinato depois de descobrir um desfalque milionário nas contas da empresa, informou o jornal Folha de S.Paulo. Documentos da Polícia Civil trazem um testemunho informando que o vereador petista era quem realmente comandava a Transunião. O delator é Identificado pelo codinome “Guilherme”, por questões de segurança. No depoimento, ele também confirma a relação do político com Soares. “As pessoas que o sucederam no comando da cooperativa, e depois da empresa, sempre foram, em verdade, seus ‘laranjas’, porque a última palavra sempre foi dele”, disse o informante. “Neste contexto, Adauto Soares era, sim, mais um dos ‘laranjas’ que ao longo do tempo se postaram na condição de ‘representantes’ de Senival.” Facção chegou a ordenar a morte do político No depoimento, Guilherme disse que a facção queria matar Soares também. Contudo, ele disse que o vereador do PT só não foi morto pelo PCC porque ressarciu os prejuízos do grupo e ainda passou 13 ônibus para a facção. Segundo o delator, o político foi poupado graças ao intermédio de Leonel Moreira Martins, ladrão de bancos encarregado de organizar as execuções. Ele ainda afirmou que Jair Ramos de Freitas, o Cachorrão, assassinou Soares — versão confirmada pela polícia por meio dos vídeos gravados no local do crime.

Flávio Dino investigado por fraude de 1 bilhão e meio no ferryboat

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O ex-governador Flávio Dino (PSB) é investigado em um esquema de fraude licitatória estimada em estimado em R$ 1.568.570.346,00 (um bilhão, quinhentos e sessenta e oito milhões, quinhentos e setenta mil, trezentos e quarenta e seis reais). A denúncia foi feita pelo deputado estadual Wellington do Curso (PSC) na Procuradoria Geral da República (PGR). A denúncia aponta indícios de fraude no processo de licitação do ferryboat, da Concorrência Pública nº 1/2021 – CSL/MOB/MA – Processo Administrativo nº 0085837/2021 – da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB). As empresas Celte Navegação, do Pará, e Internacional Marítima, do Maranhão. Investigações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificaram movimentações financeiras pelos sócios das empresas consideradas suspeitas. A análise ainda revelou ligações entre os sócios da Internacional Marítima, Luiz Carlos Cantanhede Fernandes, Cristiano Barroso Fernandes e a cúpula do Governo do Maranhão. O atual governador Carlos Brandão (PSB) também é alvo das investigações por suposta relação com empresários vencedores da licitação bilionária. A notícia foi dada em primeira mão pelo BLOG DO NETO FERREIRA

Duarte Jr incentivou ação contra policiais militares em São Luís

Duarte Jr

Na manhã desta segunda (04 de junho) um pequeno grupo de vigilantes decidiu bloquear a avenida Marechal Castelo Branco em São Luís. Com a chegada da Polícia Militar para o desbloqueio da via, os manifestantes partiram para cima da polícia e, por muito pouco, o pior não aconteceu. O ato recebeu o apoio do deputado Duarte Jr (PSB) em suas redes sociais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Duarte Jr (@duartejr_) CAUSA CERTA, LUGAR ERRADO Os vigilantes em questão trabalham para a empresa Transporter Vigilância. Eles alegam estar há 3 meses sem receber salário. A empresa presta serviço para a Prefeitura Municipal de São Luís. não há vínculo empregatício entre prefeitura e vigilantes, mas um contrato com a terceirizada. A situação dos trabalhadores já é de conhecimento do Ministério Público do Trabalho que está mediando uma solução. As obrigações contratuais entre Prefeitura e empresa estão sendo cumpridas. Dessa forma, a falta de pagamento se dá por questões da empresa, não por culpa da Prefeitura. Daí a estranheza pelo protesto, ao invés de ser realizado na empresa, ter sido convocado para a porta da Secretaria Municipal de Educação. E pior inda: bloqueando o trânsito em uma das principais avenidas de São Luís. OPORTUNISTA O deputado estadual Duarte Jr tem sido presença garantida em todos os movimentos que visam tumultuar o funcionamento da Prefeitura de São Luís. A participação do deputado pode ter sido observada nas greves de ônibus e professores. O apoio declarado ao bloqueio que aconteceu na amanhã de hoje coloca o deputado, mais uma vez, em posição delicada. TRAGÉDIA EVITADA Com a chegada da PM, vigilantes reagiram à tentativa de desbloqueio da via e partiram para cima dos agentes de segurança. Por conta da paciência dos agentes o pior não aconteceu. Pouco tempo depois do embate, a vida foi desbloqueada. Por muito pouco a ação apoiada pelo deputado Duarte Jr não resultou em uma tragédia.

Programa de governo de Lula sugere menos rigor contra as drogas e reeducação de policiais

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Como parte dos preparativos para a campanha eleitoral que pretende dar um quinto mandato ao PT – o terceiro a Luiz Inácio Lula da Silva -, a equipe do petista lançou a primeira versão de seu programa de governo no fim de junho. No campo da segurança pública, as promessas são genéricas, mas permitem um vislumbre de como seria um novo mandato do petista. O documento foi lançado em um evento em 21 de junho. Embora a equipe de Lula afirme que o plano de governo ainda possa ser modificado, o material traz pistas importantes – e preocupantes: menos rigor no combate às drogas, mudanças na doutrina policial e acenos a grupos ideológicos cujos objetivos nem sempre se alinham com os da sociedade como um todo. O documento completo tem 34 páginas. A segurança pública ocupa uma parcela tímida do total: aproximadamente uma página. Um dos trechos mais importantes é o que trata da política sobre drogas. A campanha do petista indica que vai adotar uma postura menos agressiva. “O país precisa de uma nova política sobre drogas, intersetorial e focada na redução de riscos, na prevenção, tratamento e assistência ao usuário”. O termo “Redução de riscos” se refere a programas que, em vez de remover as drogas das mãos dos usuários, buscam tornar a experiência menos perigosa à saúde deles. Em muitos lugares, por exemplo, isso inclui a distribuição de seringas para usuários de heroína ou de cachimbos para usuários de crack, de forma a diminuir os riscos de contágio por doenças infecciosas. O texto prossegue afirmando que “O atual modelo bélico de combate ao tráfico será substituído por estratégias de enfrentamento e desarticulação das organizações criminosas”. É um sinal de que, no que depender de Lula, as incursões policiais em áreas controladas pelo tráfico tendem a diminuir. O documento fala ainda na “melhoria da qualificação técnica dos policiais”, incluindo a “reformulação dos processos de seleção” e a “atualização de doutrinas”. Em outra passagem, também menciona a modernização dos “mecanismos de fiscalização e supervisão da atividade policial”. Vindo de um partido que apoiou a decisão do STF que proibiu operações nas favelas e que com frequência acusa a polícia de promover o “genocídio da população negra”, a promessa parece indicar uma tentativa de restringir a atuação da polícia e de torná-la mesmo combativa. Enquanto se prepara para a campanha, o petista se vê diante de um dilema: se simplesmente repetir as propostas de campanhas anteriores (e que não trouxeram bons resultados), provavelmente se verá em uma posição de fragilidade. Ao mesmo tempo, se mudar de rumo e adotar uma estratégia mais efetiva contra o crime, admitirá indiretamente o fracasso da política de segurança pública petista contrariando o discurso ideológico do PT. Talvez por isso sua campanha tenha optado por um programa de governo genérico. ANÁLISE COMPLETA EM GAZETA DO POVO

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