Ex-trans processa hospital ter sido induzida a mudar de sexo aos 13 anos

EUA, 22 de junho de 2023 – A norte-americana, Kayla Lovdahl, está movendo um processo contra médicos e um hospital que realizaram a remoção de seus seios quando ela tinha apenas 13 anos de idade, sob a alegação de que ela era um homem trans. A notícia foi divulgada pelo The New York Times. Kayla Lovdahl, também conhecida como Layla Jane, afirma ter sido pressionada a “acalmar a crença equivocada de que era transgênero” aos 11 anos de idade, após ter sido exposta a influenciadores online. Ela abriu um processo no Tribunal Estadual da Califórnia contra os Hospitais da Fundação Kaiser e quatro médicos. A mulher relata que foi avaliada pelos médicos por apenas 75 minutos quando tinha 12 anos e que, em seguida, foi recomendado o tratamento que mudou sua vida permanentemente. De acordo com seus representantes legais, os médicos basicamente deram a Kayla uma prescrição médica e permitiram que suas emoções e sentimentos infantis e ingênuos ditasse o suposto “tratamento” que ela receberia. Kayla diz que seus pais buscaram ajuda profissional quando ela afirmou ser um menino, e os médicos confirmaram essa ideia porque estavam interessados em lucrar com a cirurgia de transição. Um ano antes da remoção dos seios, aos 13 anos, Kayla, erroneamente diagnosticada como trans, afirma que já estava tomando bloqueadores hormonais e testosterona sem uma avaliação psicológica adequada. Kayla alega ainda que os médicos disseram à sua família que “é melhor ter um filho vivo do que uma filha morta”. Ela iniciou sua destransição aos 17 anos e afirma que os médicos foram negligentes. Kayla Lovdahl também menciona ter sido vítima de “abuso médico ideológico e com fins lucrativos”.
Justiça obriga site “The Intercept Brasil” a remover reportagens

Rio de Janeiro, 02 de junho de 2023 – A Justiça do Rio de Janeiro emitiu uma ordem determinando que o site The Intercept Brasil retire do ar uma série de reportagens relacionadas à Lei de Alienação Parental. O descumprimento da decisão pode resultar em multa de até R$ 30.000. A decisão é só mais uma, entre inúmeras, investidas do Judiciário contra a imprensa brasileira. O assunto abordado nas reportagens não tem caráter político. A série de reportagens intitulada “Em nome dos pais” aborda a aplicação da Lei de Alienação Parental por parte de magistrados, promotores, psicólogos e assistentes sociais em casos de violência doméstica ou estupro. A AÇÃO A ação que resultou na retirada da reportagem foi movida por um homem que sequer foi identificado na reportagem. A juíza titular da 14ª Vara Cível do Rio de Janeiro foi responsável pela decisão, que está sob segredo de justiça. O autor alega que houve exposição de informações confidenciais de uma criança. Em resposta, o The Intercept Brasil afirmou que a reportagem preservou a identidade das crianças e dos familiares mencionados, inclusive os pais acusados. O site argumenta que o verdadeiro motivo para a remoção do material é a exposição dos nomes de juízes, desembargadores, promotores e outros profissionais acusados de aplicar a lei de forma favorável ao agressor. O The Intercept Brasil também alega que cumprir a ordem judicial vai contra os princípios do site, mas ignorar a decisão poderia resultar na prisão da jornalista Nayara Felizardo, responsável pela reportagem. Ironia da vida, o The Intercept Brasil foi um dos entusiastas da onda de censura a jornalistas/blogs/sites quando ela foi iniciada em 2019 e se alastrou pelos últimos quatro anos contra aliados de Jair Bolsonaro.
Escolas do Brasil começam a exibir shows de travestis para crianças

São Paulo, 21 de maio de 2023 – Prática muito disseminada nos EUA, os polêmicos shows de travestis para crianças nas primeiras séries finalmente chegaram ao Brasil. Recentemente o Centro Educacional Unificado (CEU) São Miguel, na zona leste de São Paulo, exibiu um show de travestis (drag queens) voltado para crianças de seis anos. O espetáculo foi intitulado “Alice no seu pequeno grande quarto das maravilhas”. Segundo relatos divulgados online, o CEU São Miguel não foi o único a receber a atração. O CEU Meninos, situado na zona sul, também exibiu a peça das drag queens para crianças. A peça ampliou a repercussão e a preocupação em relação a essa exposição à sexualidade em ambientes educacionais. DESPREZO E DEBOCHE A Secretaria Municipal de Educação, responsável pelos CEUs, foi procurada para comentar o caso, mas até o momento não se manifestou oficialmente. A falta de posicionamento por parte da pasta evidencia o desprezo em relação à opinião pública por parte de falsos educadores. O silêncio também aumenta a urgência de uma discussão sobre esse tema delicado que afeta o desenvolvimento das crianças expostas a uma abordagem questionável e prematura da sexualidade. A controvérsia envolvendo o show de drags para crianças revela um futuro de incertezas. Fica claro que, caso o Legislativo não se posicione, a doutrinação de crianças nas teses LGBTQA+ será comum em estabelecimentos pré-escolares. Ou seja, é preciso uma ação que impeça a exposição de crianças à sexualidade estabelecendo diretrizes claras e políticas adequadas para lidar com essas questões. Por outro lado, o debate sobre diversidade e tolerância deve ser conduzido de forma responsável. Portanto, levando em consideração as faixas etárias e a maturidade emocional das crianças e adolescentes. A exposição da sexualidade em um contexto de promiscuidade, ao invés de primar pela formação educacional, pode ter consequências negativas para o desenvolvimento infantil. Principalmente despertando dúvidas e inseguranças prematuras em relação a identidade e orientação sexual. eNFIM, simples realização deste evento importado dos EUA reforça a tese de urgência na criação de mecanismos de proteção dos direitos e o bem-estar das crianças. Com informações da Revista Oeste.
O que é uma mulher?

“O que é uma mulher?” Essa pergunta se tornou a criptonita dos políticos descolados do Ocidente nos últimos anos. Repita essas cinco palavras e veja qualquer um deles tremer e se contorcer diante dos seus olhos, enquanto tenta desesperadamente não dar uma resposta clara e exata. Chris Hipkins, o novo primeiro-ministro neozelandês, é o mais recente político a cair nessa armadilha. Em uma coletiva de imprensa, o jornalista Sean Plunket repetiu uma afirmação recente feita por Keir Starmer, líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, de que 99,9% das mulheres não têm pênis. “Como este governo define uma mulher?”, ele perguntou a Hipkins. A pergunta impressionantemente simples deixou o primeiro-ministro sem palavras. “Eu… para ser sincero… Essa pergunta me pegou um pouco de surpresa”, respondeu ele. Depois de uma longa pausa, Hipkins deu a seguinte definição: “A biologia, o sexo, o gênero… As pessoas definem a si mesmas. As pessoas definem o próprio gênero”. Quando insistiram na pergunta, ele deu a reveladora desculpa de que não estava esperando essa pergunta e, por isso, não tinha tido a oportunidade de “pré-formular” uma resposta. O que está acontecendo? Por que um político dessa estatura não consegue responder uma pergunta de biologia de nível escolar? Existem duas explicações possíveis. O mais provável é que Hipkins saiba exatamente o que é uma mulher, mas esteja assustado demais para dizer. Ele com certeza sabe que definir uma mulher como “indivíduo do sexo feminino”, a definição correta, é atrair acusações de transfobia. Isso pode levá-lo a ser incansavelmente caçado por extremistas da pauta trans e seus facilitadores na mídia. Essas mulheres foram constrangidas, silenciadas e atacadas, por estarem dispostas a afirmar o que o novo primeiro-ministro da Nova Zelândia se recusou a dizer. Ou talvez Hipkins de fato acredite no culto de gênero. É possível que o primeiro-ministro da Nova Zelândia acredite genuinamente que o sexo biológico é uma irrelevância antiquada. Lógico, o que significaria que os direitos das mulheres baseados no sexo também são uma irrelevância. A pergunta “o que é uma mulher” é especialmente pertinente na Nova Zelândia. Poucas semanas atrás, a militante pelos direitos das mulheres Kellie-Jay Keen (também conhecida como Posie Parker) foi agredida em um ato “Let Women Speak”, em Auckland. Ela foi atacada com sopa de tomate. E afirmou ter temido por sua vida, ao ser abordada por uma multidão de ativistas da pauta trans. Nessa mesma manifestação, uma idosa foi agredida. Essas mulheres foram constrangidas, silenciadas e atacadas, por estarem dispostas a afirmar o que o novo primeiro-ministro da Nova Zelândia se recusou a dizer: que as mulheres existem, e que seus direitos importam. Então, Hipkins é um covarde ou é membro do clube da ideologia de gênero? Seja como for, seus comentários ridículos não caem bem para os direitos das mulheres da Nova Zelândia. Fraser Myers é editor assistente da Spiked e apresentador do podcast da Spiked.Ele está no Twitter: @FraserMyers
Professor diz a alunos que Jesus era ‘vagabundo e idiota’

Em mais um exemplo da lavagem cerebral e discurso de intolerância nas escolas do Brasil, um professor esquerdista do ensino médio da escola estadual Telina Barbosa da Costa, em Fortaleza, escreveu na lousa: “Jesus é vagabundo e idiota”. Os alunos registraram o momento e denunciaram o docente aos pais. O professor alegou que o ataque contra a fé cristã e insultar o maior símbolo da religião era de “provocar discussões pertinentes ao conteúdo”. A Secretaria Estadual de Educação do Ceará informou que a Superintendência das Escolas Estaduais de Fortaleza, responsável pelas escolas da região, está apurando o ocorrido. Como em casos passados pelo país, é muito provável que o ataque receba a impunidade como sanção. O Ministério Público, que sempre toma a iniciativa quando símbolos esquerdistas sofrem ataques semelhantes, precisou ser acionado para manifestar-se. Sempre incisivo em outras circunstâncias, dessa vez a instituição manteve a cautela e afirmou que analisará as ofensas do professor. O ataque foi denunciado na Assembleia Legislativa do Ceará pela deputada Dra. Silvana (PL). “Nunca vi um conteúdo tão asqueroso e terrível”, disse a parlamentar. “Esse professor é um infeliz, um desqualificado, que não pode afrontar a fé de toda uma classe. Não existe nenhuma justificativa lógica para um professor escrever algo assim.”, segundo Silvana.
Cachorro é nomeado para ocupar diretoria na OAB

O cachorro Beethoven Fernandes Moreira foi nomeado Diretor Estadual da Coordenadoria Fiscal de Combate aos Maus-Tratos da Comissão de Direitos dos Animais da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Minas Gerais. A portaria entrou em vigor no último dia 5 de fevereiro de 2023. No comunicado, que foi veiculado nas redes sociais da Comissão de Direitos dos Animais, é exaltado o fato de Beethoven ser “um animal não humano da raça Shih Tzu que perdeu um dos olhinhos por negligência de um pet shop”. Segundo a nota, Beethoven é o primeiro animal não humano no país a ser nomeado em uma Comissão da OAB. O animal é apresentado ainda como “filho bichológico” de Idamara Fernandes Oliveira. Segundo Fernanda São José, presidente da comissão, “atualmente, existem inúmeras pesquisas científicas comprovando que animais não humanos são seres sencientes assim como nós, animais humanos, e que estudos realizados demonstram que alguns animais possuem a maturidade e o discernimento de uma criança com 8 anos de idade”. Nas redes sociais da comissão, os internautas receberam a notícia da nomeação de um cachorro para uma diretoria da OAB com desdém. “Nada de novo !!! Calígula nomeou Incitatus, seu cavalo, como Senador e posteriormente Consul Romano. Porque um cachorro não pode ser membro de comissão?”, disse um. “Por isso que nossa classe de advogados e a OAB perde casa vez mais o respeito. Banalização total da instituição que deveria atuar de forma séria. Lamentável.”, afirmou outro internauta. Alguns dos comentários foram feitos por um perfil chamado @bethovem_monocular que representa o cachorro. O perfil agradeceu ao apoio de alguns pelo apoio incansável.
Documentos mostram que Lula espalha fake news sobre dívidas de ditaduras com o BNDES

Documentos provam que a justificativa do presidente Lula (PT) para garantir a volta dos empréstimos do BNDES a ditaduras da América Latina é mentirosa. Segundo o presidente, Venezuela e Cuba não pagaram suas dívidas porque Bolsonaro “deixou de cobrar para ficar nos acusando”. As mentiras do presidente foram expostas pela jornalista Malu Gaspar, de O Globo. Assim que assumiu o governo, Bolsonaro manteve as cobranças. A informação é comprovada por documentos dos quais a jornalista teve acesso. As cobranças foram enviadas à representação da Venezuela no Brasil pela Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia. Em novembro de 2022, mesmo após ter perdido a eleição, Bolsonaro seguiu com as cobranças. Carta datada do dia 21 de novembro mostra que a Venezuela já tinha um débito acumulado de mais de R$ 6 bilhões em valores atualizados. Lula também mentiu sobre Cuba durante discurso no BNDES. O governo Bolsonaro não rompeu laços diplomáticos com a ditadura dos Castro. Cuba e Venezuela possuem, juntos, possuem uma dívida de 2,1 bilhões de dólares (valor que supera R$ 11 bilhões) com o BNDES. O valor corresponde a 20% dos 10,5 bilhões de dólares distribuídos por governos brasileiros de orientação esquerdista. Atrás dos dois países em montantes da dívida com o BNDES estão a República Dominicana (154 milhões de dólares), Gana (104 milhões de dólares), Guatemala (98 milhões de dólares), Moçambique (53 milhões de dólares), Equador (49 milhões de dólares), Argentina (47 milhões de dólares), Honduras (37 milhões de dólares) e Costa Rica (15 milhões de dólares). O BNDES não fica sem receber os recursos do calote. Quando firmados os contratos, há a garantia por parte do Governo Federal de pagamento em caso de atraso. O povo brasileiro figura como uma espécie de fiador dos contratos por meio do Fundo Garantia à Exportação (FGE), do tesouro nacional. Até o ano passado, o pagador de impostos nacional já havia arcado com 750 parcelas em atraso dos empréstimos contraídos por Cuba e Venezuela que Lula quer reativar.
Bilionária, Luiza Trajano reclama da desigualdade social

A bilionária e presidente do Conselho do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, reclamou da desigualdade social no Brasil. Segundo ela, o combate à desigualdade é uma responsabilidade de todos, e não apenas de políticos. As declarações da bilionária foram dadas em Lisboa, na Europa. Ela participava da Brazil Conference. Preocupada com a desigualdade, a dona de uma das maiores empresas de venda de eletrodomésticos mostrou preocupação com o fato de apenas 15% dos domicílios do Brasil terem máquina de lavar automática. “Só 15% dos lares têm máquina de lavar automática, um país que tem 214 milhões de habitantes. Tem muita oportunidade.” A bilionária também repetiu o chavão batido e cansativo de magnatas e grã-finas sobre educação. “Por favor, vamos sair do diagnóstico. Há 30 anos eu sei que a educação é tudo. Temos que partir para fazer acontecer. Erra, redireciona. Acerta, multiplica.”, disse. Paralelamente à sua preocupação com a desigualdade no Brasil, Luiza Trajano afirmou que sua empresa, o Magazine Luiza, vai continuar com a sua estratégia de vendas digitais aliadas às lojas físicas. Segundo ela, 37 milhões de pessoas acessam o aplicativo na internet, a empresa tem 36 milhões de clientes ativos e 1.426 lojas físicas no País, 216 mil vendedores (sellers) no marketplace e 23 centros de distribuição.