Brandão confirma que está de saída do PSDB

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O vice-governador Carlos Brandão confirmou, nesta terça (25), que está deixando o PSDB. Na oportunidade, Brandão assegurou que o seu destino será um partido de esquerda, pois todo seu grupo político é de esquerda. Ele também afirmou que o martelo não foi batido quanto ao novo partido e que o PSB continua sendo uma possibilidade. Há poucos dias, Carlos Brandão esteve em Brasília com o presidente nacional do Cidadania, Roberto Freire. Ainda assim, o vice-governador descartou a legenda pois há uma negociação de fusão ao PSDB em andamento. O anúncio foi feito no lançamento da Expo Indústria, no Blue Tree Hotel, no bairro do Calhau, em São Luís.

“Revogaço” do PT agrada esquerda, mas afasta Lula do centro

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A sinalização do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que, se for eleito em outubro, vai revogar a reforma trabalhista e o teto de gastos e que vai rever privatizações foi comemorada por setores do PT e lideranças de outros partidos desse campo – como o Psol, por exemplo. No entanto, a medida estremeceu a possibilidade de Lula atrair aliados do centro para sua campanha. E também acendeu um alerta no ex-governador paulista Geraldo Alckmin (sem partido), cotado para ser vice na chapa do ex-presidente. No campo da esquerda, as sinalizações foram comemoradas, por exemplo, por lideranças do Psol, partido que já demonstrou resistência em apoiar o nome de Lula por causa da aproximação com Alckmin. “A sinalização de Lula pela revogação da reforma trabalhista é um passo importante. Que seja levada adiante e que vá além, com a revogação do igualmente desastroso teto de gastos”, disse Guilherme Boulos (Psol). Na mesma linha, o deputado Ivan Valente (Psol-SP), defendeu ser necessário Lula fazer sinalizações para a classe trabalhadora. “É uma sinalização muito positiva”, afirmou. Apesar dos aplausos de parte da esquerda, líderes petistas que defendem uma aproximação de Lula com partidos de centro admitem que o ex-presidente criou uma polêmica “desnecessária”. “Ele colocou em discussão um tema polêmico que não estava em pauta. Só serviu para provocar reação da mídia, do mercado e dos nossos adversários”, afirmou um integrante da bancada do PT. Sem uma pacificação dentro do PT e de movimentos de esquerda sobre a composição de Lula com Alckmin, entusiastas da chapa entraram em campo para tentar contornar a crise gerada pelo “revogaço” prometido pelo ex-presidente. Líderes petistas ouvidos pela Gazeta do Povo admitem que procuram aliados do ex-governador tucano para “aparar as arestas” dos últimos dias. Como forma de amenizar a crise, petistas argumentaram para os aliados de Alckmin que Lula ainda precisa explicar a proposta sobre as mudanças da reforma trabalhista diante dos políticos de centro e, principalmente, perante a sociedade. A promessa é enviar detalhes da proposta a Alckmin, para que o tema possa ser esclarecido. De acordo com essas lideranças petistas, Alckmin sinalizou que poderia ficar isolado e sem discurso para levar seus aliados do centro para o lado de Lula nas eleições com sinalizações como essa do revogaço. Lideranças de outros partidos do centro que também buscam aproximação com Lula, como o MDB, também demonstraram contrariedade com a guinada muito à esquerda nas propostas do ex-presidente – que, aliás, já havia causado polêmica em sua pré-campanha ao defender ditadores de esquerda, como Daniel Ortega, da Nicarágua. “[A chapa com Alckmin] é uma sinalização para a sociedade do que Lula pretende imprimir em seu governo. Será um governo de mudanças e de diálogo. Alckmin tem diálogo com alguns setores que nós já tivemos e perdemos”, disse recentemente o senador Humberto Costa (PT-PE). Lula participa de encontro sobre reforma trabalhista com espanhóis Um esboço das propostas do PT para mudanças na legislação trabalhista começou a ser discutido na terça-feira (11) durante um encontro de Lula, economistas e sindicalistas com representantes do governo espanhol, além do ex-primeiro-ministro da Espanha José Luis Rodríguez Zapatero. O país europeu começou a revisar alterações nos direitos dos trabalhadores feitas em 2012, e vem sendo usado como exemplo por Lula. No encontro com os espanhóis para conhecer mais profundamente a contrarreforma trabalhista da Espanha, Lula não defendeu abertamente a revogação da reforma brasileira. Mas, segundo relatos de pessoas que participaram da reunião, publicados pelo jornal Folha de S.Paulo, o ex-presidente encorajou a discussão do assunto e disse ser a favor de que, por exemplo, motoristas e entregadores de aplicativo tenham direitos trabalhistas. Alckmin defende mudanças na reforma trabalhista, mas não revogação Apesar do impasse envolvendo o revogado do PT, Geraldo Alckmin já sinalizou ser favorável a discutir mudanças pontuais na reforma trabalhista. No entanto, não pretende defender a revogação total do que foi aprovado pelo Congresso no governo do ex-presidente Michel Temer (MDB). A preocupação de Alckmin foi sinalizada durante um encontro nesta semana com o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP). O parlamentar, que já foi líder da Força Sindical, convidou Alckmin para se filiar ao partido e ser vice na chapa de Lula. De acordo com Paulinho da Força, Alckmin concorda que pontos da reforma trabalhista precisam ser revistas e ajustados. “O Alckmin concorda que alguns pontos precisam de ajustes. Tem mudanças que podem ser feitas por MP [medida provisória]”, afirmou Paulinho da Força. Aliados de Alckmin admitem que o ex-governador pretende discutir essas eventuais mudanças também com entidades patronais. No PT, a ideia dos aliados de Lula é apresentar uma proposta sobre as mudanças na reforma trabalhista em meados de maio, período em que os petistas já esperam ter consolidado a chapa com Geraldo Alckmin. Além do ex-governador, lideranças de partidos de centro acompanham as sinalizações de Lula antes de fechar um apoio formal a candidatura do ex-presidente. O objetivo de Lula é atrair o PSD e setores do MDB, partidos que integraram o governo de Michel Temer e defenderam a reforma trabalhista e o teto de gastos. Até uma consolidação das candidaturas, integrantes desses partidos admitem que pretendem manter um pragmatismo sobre as propostas do ex-presidente.

Luciano Hang associa estados com baixo IDH às gestões de esquerda

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O proprietário das lojas Havan, Luciano Hang, usou as redes sociais, neste domingo (02), para associar estados com baixo ÍDH às gestões de esquerda. Na oportunidade, o empresário destacou a situação de algumas unidades federativas que amargam números desfavoráveis, entre elas o Maranhão, e relacionou o desenvolvimento do país com a cor dos partidos políticos que o administram. “O desenvolvimento de um país, estado ou município tem tudo a ver com a cor dos partidos políticos que o administram. Veja o exemplo deste carrossel […] É lógica. Qual é a cor do prejuízo? Vermelho. Qual é a cor do perigo? Vermelho. E assim vai. Pense muito bem antes de votar em 2022: QUEM VOTA NO VERMELHO, FICA NO VERMELHO”, publicou. Luciano Hang destacou também que quem “vota errado, paga a conta”, pediu para que os eleitores pensem no que desejam para si e para o futuro das respectivas famílias e concluiu: “Toda escolha tem uma consequência”, disse Luciano Hang.

Petistas tentaram assassinar Ciro Gomes nas manifestações de sábado

Ciro Gomes

Por pouco as manifestações esquerdistas do dia 2 de outubro contra o presidente Jair Bolsonaro não terminaram em tragédia. Armados de paus, que com certeza não tinham como destino fazer carinho, militantes do PT emboscaram o pedetista Ciro Gomes. O presidenciável conseguiu fugir do local. Aparentemente os próprios organizadores do evento já imaginavam que a manifestação era perigosa. O trio elétrico que abrigou os líderes esquerdistas contou com barreiras de proteção que separavam os manifestantes por 3 metros. Apesar de apenas os ataques a Ciro serem noticiados, presidente municipal do PSDB, Fernando Alfredo, Paulinho da Força Sindical, além de vários outros, também foram vaiados ao discursar. Até mesmo líderes esquerdistas que enviaram áudios, como a herdeira do banco Itaú, Neca Setúbal, Fábio Trad (PSD) e Randolfe Rodrigues (REDE) também foram vaiados. Algumas figuras ilustres da oposição, como a deputada federal Tábata Amaral (PSB), sequer tiveram a coragem de participar. EMBOSCADA CONTRA CIRO As hostilidades contra Gomes já começaram durante o discurso dele na Avenida Paulista. Ele foi severamente vaiado e reagiu chamando os presentes de fascistas vermelhos. Na volta para o carro, Ciro foi vítima de uma emboscada por manifestantes da própria esquerda que diz representar. Foram atirados pedaços de pau e garrafa contra Ciro Gomes. Os petistas tentaram retirar Gomes do carro, que se evadiu. Não satisfeitos, os esquerdistas começaram uma briga generalizada entre si mesmo que foi dispersada pela Polícia Militar (PM). Para tentar minimizar o fato de que a selvageria e violência da esquerda não poupa nem mesmo seus membros, vários líderes estão noticiando falsamente que os atos de violência foram “de alguns”. A barricada entre o carro de som e os demais manifestantes mostra que eles não acreditam nisso.

PSDB deve perder até 30% da bancada na Câmara Federal

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A decadência do PSDB a cada dia se torna mais notória. Antes um dos partidos mais influentes do Brasil ao lado do PT, a sigla passa por uma crise inédita em sua história. O partido já trabalha com a possibilidade encolher na próxima janela partidária. Membros do comando do partido acreditam que a bancada federal deve encolher de 31 para, até, 21 deputados na próxima janela partidária. A tragédia partidária é creditada a duas situações: o partido não consegue mais manter a versão enganosa de que se trata de um partido de direita e dificuldades dos deputados para se reelegerem. Já são dadas como certas as desfiliações de Célio Silveira (GO), Shéridan (RR), Mara Rocha (AC) e Tereza Nelma (AL), de Alagoas. Luiz Carlos, que se licenciou para assumir a Secretaria de Cidades no governo do Amapá, também deve deixar o PSDB. O senador maranhense Roberto Rocha é outro parlamentar que deve sair do partido. A lei eleitoral possibilita aos parlamentares a troca de partido sem sofrer punições a seis meses para a realização das eleições. A janela dura 30 dias. Ao contrário dos demais, o maranhense não precisa esperar a janela por ser senador.

Partido Novo se une a PT e PSOL por impeachment de Bolsonaro

CAPADEFINITIVA

O Partido Novo embarcou definitivamente no bloco esquerdista que faz oposição ao presidente Jair Bolsonaro e decidiu apoiar formalmente o impeachment. Como justificativa, o partido afirma que Bolsonaro é culpado pelo avanço da pandemia da Covid-19. “Na avaliação do Novo, alguns dos crimes cometidos são omissões e péssimas ações na gestão da pandemia, descaso com a aquisição das vacinas e possível prevaricação em denúncia de esquema de corrupção na compra do imunizante Covaxin”, diz nota divulgada pelo partido. Segundo o presidente do partido, Eduardo Ribeiro, as recentes suspeitas com relação à compra de vacinas pesaram na decisão. “Não bastasse o descaso com a compra das vacinas, surge então a suspeita de um grande esquema de corrupção, o que é completamente inaceitável”, diz Ribeiro.

Agências bancárias são depredadas em manifestações pró-Lula

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Agências dos bancos Santander (nº 2.104) e Itaú (nº 2.265) foram depredadas no último sábado (19) durante atos pró-Lula, no centro da cidade de São Paulo. O grupo de manifestantes também pichou ônibus, a um estabelecimento comercial que ganhando frases como “Marielle vive” e “chega de extermínio” em sua sua vidraça enquanto funcionava, e quebrou pontos de parada. Uma loja de carros da Hyundai também foi alvo dos vândalos e recebey uma foice e um martelo em spray vermelho na sua fachada. A informação foi confirmada pela Polícia Militar de São Paulo no início da noite.

Protestos da esquerda se tornam alvos de piadas na internet

PROTESTO

Neste sábado (29), movimentos de esquerda realizaram protestos contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, nas ruas em alguns estados e cidades. Vários registros mostram baixa adesão popular. De acordo com esquerdistas, o distanciamento social foi uma regra, e se pandemia não estivesse em vigor, os movimentos poderiam ser maiores. A maioria dos participantes dos protestos vestiam camisas vermelhas com o símbolo do PT, colocando em dúvidas se os movimentos seriam, de fato, em prol do Brasil. Confira algumas publicações:

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