Mariana Carvalho reúne chapa da direita no Maranhão

MARANHÃO, 04 de agosto de 2026 — A pré-candidata a deputada federal, Mariana Carvalho, anunciou a formação de um palanque da direita para as eleições no Maranhão. Em publicação nas redes sociais, a ex-candidata à Prefeitura de Imperatriz confirmou apoio ao ex-senador Roberto Rocha na disputa pelo Governo do Estado e apresentou os nomes que devem compor o grupo político. Roberto Rocha será o candidato ao governo e Josias Cardoso disputará a vice-governadoria. Mariana Carvalho vai concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados, enquanto Ulisses Gonçalves será candidato à Assembleia Legislativa e Cidônio Gonçalves disputará o Senado Federal. “Minha chapa está formada! A direita agora tem palanque no Maranhão! Roberto Rocha e Pastor Josias Cardoso estão prontos para liderar um novo tempo, com trabalho, desenvolvimento e compromisso para libertar o Maranhão da pobreza e devolver a esperança ao nosso povo”, publicou. Na oportunidade, a postulante a uma vaga na Câmara Federal declarou que o grupo está unido em torno de um projeto político para o estado, cuja chapa defenderá propostas voltadas ao trabalho, desenvolvimento e combate à pobreza. “Com a bênção de Deus, estarei na Câmara dos Deputados defendendo os maranhenses, Ulisses Gonçalves fará o mesmo na Assembleia Legislativa, e Cidônio Gonçalves no Senado Federal. Juntos, vamos construir um Maranhão mais forte, e cheio de oportunidades!”
Direita supera esquerda no Brasil, diz pesquisa Datafolha

BRASIL, 04 de julho de 2026 — Uma pesquisa Datafolha revelou que, pela primeira vez desde 2014, a direita tem mais apoiadores que a esquerda no Brasil. Foram 44% dos entrevistados contra 39%. O levantamento aconteceu nos dias 17 e 18 de junho, com 2.004 pessoas de 16 anos ou mais, em 139 cidades do país. Em 2022, a esquerda liderava com 49%, e a direita tinha 34%. Agora, os números se inverteram. Além disso, 17% dos entrevistados se dizem de centro. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Por isso, a diferença de cinco pontos é considerada significativa. O Datafolha não fez uma pergunta direta sobre ideologia. Em vez disso, o instituto analisou respostas sobre temas como pobreza, religião, impostos e leis trabalhistas. Assim, traçou o perfil político de cada um. Houve mudanças em opiniões importantes. Por exemplo, subiu de 22% para 40% o número de pessoas que acham que a pobreza vem da preguiça. Por outro lado, caiu de 76% para 58% a parcela que associa pobreza à falta de oportunidades. O apoio à posse de armas também cresceu: passou de 35% para 41%. Entre os evangélicos, a direita é ainda mais forte: 52% se identificam com ela, contra 30% da esquerda. Já entre católicos, há um empate técnico: 43% preferem a direita e 39% a esquerda, considerando a margem de erro de três pontos.
Direita assume governo na maior parte da América do Sul

MUNDO, 28 de junho de 2026 — O mapa político da América do Sul mudou. Colômbia e Peru elegeram presidentes de direita. Abelardo de la Espriella venceu na Colômbia no domingo (21). Keiko Fujimori abriu vantagem irreversível no Peru na madrugada de quarta (24), com votos de peruanos no exterior. Com esses resultados, sete dos doze países sul-americanos são governados por líderes de direita. Juntos, eles representam 58,3% da população. Do lado oposto, Brasil, Uruguai, Venezuela, Guiana e Suriname ficam com governos de esquerda. Na Colômbia, a disputa foi apertada. De la Espriella, de extrema direita, teve 49,66% dos votos contra 48,7% do senador de esquerda Iván Cepeda. A diferença foi de cerca de 250 mil votos. No Peru, Keiko Fujimori abriu 42 mil votos de diferença sobre o esquerdista Roberto Sánchez. Essa virada não é nova. Nos anos 2000, a esquerda dominava a região com a chamada “onda rosa”. Depois, a direita foi recuperando espaço. Em outubro de 2025, Rodrigo Paz venceu na Bolívia, tirando a esquerda do poder após quase 20 anos. Em dezembro, José Kast ganhou no Chile. Agora, Colômbia e Peru completam esse movimento. Especialistas explicam a mudança. O cientista político Rogério Pereira diz que crises econômicas, corrupção e promessas não cumpridas geram pressão por mudanças. Para Henrique Hellas, a rejeição à política tradicional, somada à insegurança e à frustração econômica, também ajudou a direita a crescer. Com essa nova configuração, o presidente Lula governa um continente majoritariamente de direita. Pereira acredita que o peso econômico do Brasil evita um isolamento total. Já Hellas vê mais dificuldade para o Brasil articular alianças regionais.
Keiko eleita no Peru e direita vira o jogo na América do Sul

PERU, 24 de junho de 2026 — A apuração do segundo turno da eleição presidencial no Peru, realizado no último dia 7, indicou na madrugada desta quarta (24) que a candidata conservadora Keiko Fujimori já é matematicamente a vencedora da disputa. Com 99,8% das atas eleitorais contabilizadas, Fujimori detém 50,11% dos votos válidos, contra 49,88% do esquerdista Roberto Sánchez. A diferença entre eles é de cerca de 43 mil votos, uma margem que, segundo a agência EFE, não pode mais ser revertida, visto que restam apenas cerca de 26 mil votos a serem contabilizados. A vitória de Fujimori ocorreu em uma eleição tumultuada, em que os resultados oficiais do primeiro turno demoraram mais de um mês para serem anunciados, devido a problemas que resultaram na renúncia e prisão de membros do órgão eleitoral do país, na recontagem de atas eleitorais e em uma ordem da Justiça Eleitoral para que fossem auditados os sistemas digitais usados na eleição. A apuração do segundo turno também foi turbulenta, já que mais de 1,6 mil atas foram enviadas à Justiça Eleitoral do Peru para revisão por terem apresentado inconsistências, como erros de assinatura e discrepâncias aritméticas, e a esquerda tentou sem sucesso invalidar os votos no exterior, onde Fujimori teve vantagem. O grupo de Sánchez já havia adiantado antes da vitória matemática da conservadora que não reconheceria sua vitória. Fujimori é filha do ex-presidente Alberto Fujimori (1990–2000) e venceu na sua quarta tentativa de chegar à presidência, após ser derrotada nas eleições de 2011, 2016 e 2021, sempre no segundo turno. As vitórias da conservadora e de Abelardo de la Espriella na Colômbia, no último domingo (21), levam a direita a virar o jogo político na América do Sul. No início de 2023, quando Luiz Inácio Lula da Silva assumiu seu terceiro mandato no Brasil, o subcontinente tinha oito mandatários de esquerda (na Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Guiana, Suriname e Venezuela) e apenas quatro de direita (Equador, Paraguai, Peru e Uruguai). Três anos e meio depois, o jogo político foi revertido. Contando já os triunfos de Espriella e Fujimori, a América do Sul ficará dividida entre sete governos de direita (Argentina, Paraguai, Equador, Bolívia, Chile, Colômbia e Peru) e cinco de esquerda (Brasil, Venezuela, Guiana, Suriname e Uruguai).
Direita avança e pode virar maioria na América do Sul

AMÉRICA, 23 de junho de 2026 — O conservador Abelardo de la Espriella venceu a eleição na Colômbia. Por isso, a direita sul-americana ganhou mais força. Esse resultado mostra que a chamada “onda rosa” está perdendo espaço. A “onda rosa” foi o nome dado à chegada de líderes de esquerda ao poder na América Latina, nos anos 2000, como Hugo Chávez, Lula e Néstor Kirchner. O termo “rosa” foi usado para suavizar a palavra “comunismo”, que é vermelha. A vitória na Colômbia se soma à eleição de Keiko Fujimori no Peru. Então, a direita agora comanda a maioria dos governos sul-americanos. Ao todo, sete países têm governos conservadores: Argentina, Chile, Equador, Paraguai, Peru, Bolívia e Colômbia. A esquerda, por sua vez, ficou com Brasil, Uruguai, Venezuela, Guiana e Suriname. Essa mudança acontece em um momento de desgaste para os governos progressistas. Nos Estados Unidos, Donald Trump substituiu Joe Biden. No México, a população está insatisfeita com a segurança e a economia. Além disso, no Brasil, o presidente Lula vê sua aprovação cair. As críticas são sobre o custo de vida, a crise fiscal e, principalmente, a violência nas cidades. A eleição na Colômbia tem um peso especial. Em 2022, a chegada de Gustavo Petro ao poder foi vista como um marco histórico para a esquerda. Quatro anos depois, a derrota do seu grupo é considerada um grande revés para o campo progressista na América Latina. Analistas políticos acompanham essa nova configuração com atenção.
Direita vence eleição na Colômbia, diz apuração preliminar

COLÔMBIA, 22 de junho de 2026 — Abelardo de la Espriella (Defensores de la Patria), candidato de direita, foi o vencedor das eleições presidenciais colombianas, apontou apuração preliminar, neste domingo (21). Venceu Iván Cepeda (Pacto Histórico, esquerda), aliado do atual presidente, Gustavo Petro (Colômbia Humana, esquerda). Com 99,99% das urnas apuradas preliminarmente, Espriella tem 49,66% contra 48,70% de Cepeda, segundo dados divulgados pelo CNE (Conselho Nacional Eleitoral) colombiano. Gustavo Petro disse neste domingo (21.jun) que todos devem esperar a contagem final das comissões eleitorais, que começam na 2ª feira (22.jun). “Ainda é impossível saber quem é o presidente, e há muitas irregularidades”, declarou. As urnas na Colômbia fecharam às 18h (horário de Brasília), e a apuração preliminar dos votos começou imediatamente para determinar o próximo presidente do país. A contagem é determinada por lei, a fim de assegurar resultados confiáveis depois da recontagem. Espriella ficou à frente no 1º turno, realizado em 31 de maio. Derrotou Cepeda por uma diferença de quase 3 pontos percentuais. A vantagem foi de 673 mil votos em um universo de mais de 41 milhões de eleitores aptos. RECONTAGEM OFICIAL A Colômbia realizará agora um processo de recontagem oficial dos votos, chamado de escrutínio. Por lei, ele começa no dia seguinte à eleição. O Registro Nacional leva as cédulas e os formulários da eleição para comissões de escrutínio compostas por juízes, tabeliães e outros funcionários. São responsáveis por revisar o trabalho realizado pelos mesários. Durante o processo, os partidos podem contestar resultados de seções eleitorais. Os escrutinadores revisam as cédulas individualmente e validam ou invalidam resultados de cada seção. Os dados finais podem ter diferenças em comparação com a contagem preliminar realizada neste domingo. No 1º turno, a diferença foi inferior a 0,1%.
Yglésio defende recomposição urgente da direita no Maranhão

MARANHÃO, 15 de junho de 2026 — Pré-candidato a deputado federal pelo PRD, Dr. Yglésio afirma que a saída de Lahesio Bonfim confirma o esvaziamento de uma candidatura que vinha em declínio e defende articulação para garantir palanque competitivo a Flávio Bolsonaro no estado. A saída de Lahesio Bonfim da disputa pelo Governo do Maranhão reacendeu o debate sobre os rumos da direita no estado. Para o médico, advogado, deputado estadual e pré-candidato a deputado federal pelo PRD, Dr. Yglésio, a decisão não chega a surpreender, porque a pré-candidatura de Lahesio já vinha apresentando sinais claros de desgaste. Segundo Dr. Yglésio, o declínio de Lahesio era resultado direto da falta de posicionamento político firme, da ausência de uma estratégia clara para o campo conservador e da dificuldade de dialogar com os diferentes grupos da direita maranhense. “A saída de Lahesio não criou a confusão. Ela apenas confirmou um processo de esvaziamento que já vinha acontecendo. A candidatura dele vinha em declínio constante, principalmente pela falta de posicionamento. A direita precisa de liderança, clareza, coragem e capacidade de articulação”, afirmou Dr. Yglésio. Para o pré-candidato, a decisão de Lahesio abre uma lacuna importante no campo conservador, especialmente no debate sobre a construção de uma candidatura majoritária capaz de representar a direita e oferecer um palanque forte para Flávio Bolsonaro no Maranhão. “Agora há uma lacuna evidente. E essa lacuna precisa ser recomposta com urgência. O eleitor conservador do Maranhão não pode ficar sem rumo, sem projeto e sem palanque. É preciso construir uma alternativa que una o campo, dialogue com os municípios e represente de verdade a direita no estado”, declarou. Dr. Yglésio também revelou que houve diálogo com o ex-senador Roberto Rocha, que avalia a possibilidade de entrar na disputa pelo Governo do Estado diante do novo cenário. “Conversamos hoje com o ex-senador Roberto Rocha, que está avaliando com responsabilidade essa possibilidade. O momento exige grandeza, diálogo e senso de missão. A prioridade deve ser aglutinar o campo conservador e garantir uma candidatura com densidade política para defender nossas bandeiras e dar sustentação a Flávio Bolsonaro no Maranhão”, destacou. O deputado avaliou que a direita maranhense precisa evitar a fragmentação e construir uma frente com coerência programática, foco em segurança pública, liberdade econômica, defesa da família, combate à pobreza e enfrentamento ao crime organizado. “Não basta lançar um nome por lançar. O Maranhão precisa de alguém com capacidade de enfrentar o sistema, mas também com preparo para governar, montar equipe, dialogar com lideranças e apresentar soluções reais para os problemas do povo”, completou. Enquanto acompanha as articulações majoritárias, Dr. Yglésio afirmou que sua pré-campanha a deputado federal segue em ritmo acelerado em todo o estado. Filiado ao PRD, ele é apontado como um dos nomes mais competitivos da legenda para a eleição proporcional de 2026. “Nossa pré-campanha segue em ritmo acelerado. Estamos percorrendo o Maranhão, conversando com lideranças, fortalecendo nossa base e ampliando o diálogo com o eleitor de direita, conservador e independente. Dentro do PRD, sou hoje um dos favoritos para a disputa de deputado federal, e vamos trabalhar com muita intensidade para construir uma candidatura forte, limpa e competitiva”, disse. Dr. Yglésio ressaltou que sua atuação política seguirá voltada à defesa de pautas conservadoras, ao fortalecimento da direita e à construção de um projeto que represente o eleitor que se sente abandonado pela política tradicional. Para o pré-candidato, a direita maranhense segue viva, forte e exigente, mas precisa de lideranças com firmeza, posicionamento e coragem para ocupar o espaço deixado pela indefinição no campo majoritário.
Manobra da esquerda derrubou ofensiva do PL pela escala 4×3

BRASÍLIA, 28 de maio de 2026 — Na votação da PEC que acaba com a escala 6×1, aconteceu uma disputa política nos bastidores da Câmara dos Deputados. O texto principal da proposta prevê diminuir aos poucos a jornada de trabalho para 40 horas semanais e acabar com a escala 6×1. A mudança seria feita de forma gradual, para dar tempo de empresas e setores econômicos se adaptarem. Mas a oposição, liderada pelo PL, tentou mudar isso. O deputado Sóstenes Cavalcante apresentou uma proposta para que a nova escala 4×3 começasse imediatamente. Ou seja: quatro dias de trabalho e três de folga, sem tempo de transição. A ideia colocava pressão sobre a esquerda e os deputados do governo. Isso porque, se votassem contra a proposta, poderiam parecer contra uma regra mais vantajosa para os trabalhadores. Por outro lado, se apoiassem, poderiam ser acusados de aprovar algo considerado difícil de aplicar economicamente. Para evitar essa situação, a base do governo fez uma manobra regimental. Os governistas apresentaram uma nova versão do texto praticamente igual à original. As mudanças foram apenas de palavras. Por exemplo, trocaram “60 dias” por “dois meses” e “12 meses” por “um ano”. Mesmo sem mudar o conteúdo principal da PEC, essa troca teve um efeito importante: as propostas separadas da oposição e do Psol deixaram de poder ser votadas. Na prática, isso impediu que a proposta da escala 4×3 fosse analisada separadamente pela comissão sem precisar rejeitá-la explicitamente.

