Marcas brasileiras mais valiosas ultrapassam R$ 144 bilhões em valor de mercado
Estudo revelou que as 25 marcas mais valiosas do Brasil ultrapassam o valor de R$ 144 bilhões. Segundo o levantamento foi feito pela Interbrand, consultoria global de marcas, o Itaú ocupa a 1ª posição, seguido de Bradesco e Skol. Veja o ranking Banco Itaú — R$ 40,5 bilhões Banco Bradesco — R$ 27,5 bilhões Skol — R$ 18,8 bilhões Brahma — R$ 12,7 bilhões Natura — R$ 10,2 bilhões Neste ano, duas novas marcas entraram no ranking: Claro, que ocupa a 14ª colocação, com valor de marca estimado em R$ 1 bilhão, e Hering, na 25ª posição, com valor de R$ 520 milhões. Ainda compõem a lista as empresas Magalu, Lojas Americanas, Havaianas, Assaí e Renner. O levantamento avaliou as marcas em parceria com a London School of Economics, que analisa performance financeira, percepção e influência das marcas junto aos consumidores. Há ainda uma análise de força de marca, apoiada por uma pesquisa quantitativa realizada pela Provokers.
Presidente do BC explica sobre a inflação acelerada no Brasil
O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, explicou em participação do Fórum Jurídico de Lisboa porque a inflação acelerou e teve piora tanto em quantidade quanto em qualidade em todos os aspectos. Ele ainda disse que será difícil o trabalho do Banco Central, devido o avanço da inflação, com expectativas em continuar subindo. Campos Neto destacou que o choque do preço de eletricidade e combustíveis este ano é o maior dos últimos 20 anos, e vem em seguida ao choque de alimentos do ano passado. Ele afirmou que esta é a primeira vez que o Brasil está passando por um problema de inflação interna e, ao mesmo tempo, está importando a inflação externa. Ele também reconheceu que o processo da alta de juros no mundo será um grande desafio para o Brasil, e defendeu que, entre as medidas para garantir a credibilidade do país, está a necessidade de seguir com reformas estruturantes.
Bolsonaro sobe o tom e fala em privatizar a Petrobras

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar a Petrobras. Segundo ele, a empresa trabalha para os acionistas não ter prejuízos. “Porque a Petrobras é um monstrengo, tem um monopólio e praticamente vive em função dela mesma. Ela vive para que, dada a legislação existente, os acionistas nunca tenham prejuízo”, afirmou Bolsonaro. O presidente tem criticado nos últimos dias a forma de distribuição de lucros da Petrobras a seus acionistas. Durante a entrevista, Bolsonaro disse que tentar privatizar a empresa é uma ação difícil. “Não tenho ingerência sobre a Petrobras. Tanto é que eu espero aí privatizar parte dela, que não é fácil. Já entrei em contato com a equipe econômica”, ressaltou. É necessário lembrar que a maior acionista e beneficiária dos dividendos pago pela estatal é a União.
Diretor-geral da OMS elogia andamento da vacinação no Brasil

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom, elogiou o andamento da vacinação no Brasil e ressaltou que, se a população seguir atenta ao uso de máscaras, não deverá passar por lockdowns. A resposta veio após o presidente Jair Bolsonaro criticar medidas de lockdown. Bolsonaro questionou o posicionamento da OMS sobre o passaporte da vacina e Tedros respondeu que, por enquanto, não há recomendação por causa da baixa taxa de vacinação em vários países. O presidente disse que, no Brasil, só não tomou vacina quem não quis e que ele respeita isso. Tedros explicou a importância da vacinação: prevenir mortes. Em outro momento, Bolsonaro questionou ainda sobre a vacinação de crianças, e o diretor da OMS respondeu que são necessárias mais evidências e que assim que a organização tiver mais dados científicos eles serão informados ao Brasil. Por fim, Bolsonaro perguntou, rindo, qual a origem do novo coronavírus, e Tedros disse que a ciência ainda está estudando a resposta para a pergunta.
Jornalista culpa privatização por disjuntor desligado em casa

A jornalista da GloboNews, Eliane Cantanhêde, passou uma grande vergonha no fim de semana. Em uma tentativa de manter sua militância esquerdista e tentar desacreditar as privatizações, ela usou a sua conta do Twitter para reclamar de um apagão que, segundo ela, teria sido resultado do processo de saída do serviço público do setor de energia. Sete horas depois, a Eliane Cantanhêde voltou a reclamar. “Agora são 12 horas sem luz em casa e sem atendimento. Apagão da Neoenergia.”, disse a jornalista. Eis a resposta da Neoenergia: “Nossas equipes estiveram no local às 1h30 da madrugada, mas não conseguiram contato. Foi constatado que a rede de energia não apresentava defeitos. Por volta das 7h20, retornaram e constataram que o disjuntor interno da residência estava desligado. Desculpe os transtornos”, escreveu a Neoenergia pelo Twitter. A “barrigada” de Eliane Cantanhêde reforça bem a ruína do jornalismo petista. Ávida por criticar as privatizações, a jornalista sequer se dá ao luxo de prestar atenção nas situações mais escancaradas.
Forças Armadas vão marchar em Brasília no dia da votação do Voto Impresso

As Forças Armadas deverão realizar amanhã um desfile com blindados pela Esplanada dos Ministérios antes de uma operação de treinamento militar em Formosa, que está prevista para o dia 16 de agosto. O pedido do presidente foi feito ao ministro da Defesa, Braga Netto, foi na última quinta (5). Braga neto deve levar ao presidente o convite para a participação dele na operação do dia 16. O desfile, que traz os blindados usados na operação de pacificação no Rio de Janeiro, representa uma oportunidade para as forças armadas mostrarem-se atentas ao cenário político do país. A operação com os blindados será realizada no mesmo dia que os deputados devem votar em plenário a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do voto impresso. A proposta, reprovada na comissão especial que tratava do tema na última quinta (5), vai ser pautada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL), para votação no plenário da Casa nesta terça (10). A operação Formosa acontece desde 1988 e, pela primeira vez, além da Marinha, o Exército e a Aeronáutica vão participar do treinamento. Serão mais de 2500 militares envolvidos na operação.
Flávio Dino defende aumento de impostos em live

O governador Flávio Dino (PSB) promoveu uma verdadeira aula de ignorância econômica e um festival de fake news em uma live promovida pelo canal Outras Palavras no Youtube. Já no início da transmissão o governador enalteceu sua política tributária no Maranhão. Segundo o próprio, gestão tributou os mais ricos e eximiu os mais pobres. Como é de conhecimento público, Flávio Dino cortou impostos da maior empresa doe estado, o Grupo Mateus. Além disso, promoveu seguidos aumentos de ICMS que transformaram a gasolina e a energia elétrica cobradas no estado nos mais caros do país. DESCONHECIMENTO Flávio Dino defendeu que a economia deve ser subjugada ao estado em diversas ocasiões durante a live. Para Flávio Dino, “gastar apenas o que se arrecada é uma mentira de economistas”. A fala é corroborada pelo aumento da dívida no estado após 6 anos de gestão comunista, quando o estado viu sua dívida quase que dobrar. Além disso, Flávio Dino também afirmou que “liberais de verdade” não defendem menos poder do governo em relação à economia. A defesa de impostos também foi ferrenha durante a live. Em certa medida o governador ainda defendeu a impressão de moeda indiscriminadamente pelo Banco Central. A medida, como qualquer economista ainda no início dos estudos sabe, faz explodir a inflação. O modelo foi seguido pela Venezuela que vê o índice alcançar absurdos 9.585,5% anuais e na Argentina, que em piucos meses de governo esquerdista, já tem mais de 50% de inflação ao ano. RESULTADO Muito mais do que uma prova da total ignorância do governador em relação à economia, a entrevista de Flávio Dino serve para mostrar o que trouxe o Maranhão ao mais completo desastre econômico após a passagem dele pelo governo. O ponto positivo da entrevista é que o governador Flávio Dino não esconde sua orientação ideológica na economia: o estado serve para tirar o seu dinheiro. Inclusive, Flávio foi categórico ao afirmar que “imposto não é roubo”. VEJA O CONTEÚDO DA LIVE:
Brasil teve melhores condições de compra do que outros países

A representante farmacêutica da vacina indiana anunciou, em documento enviado à imprensa nesta quarta-feira (30), que o Brasil contou com condições melhores do que outros países na aquisição do imunizante. Conforme a multinacional, além de o país brasileiro pagar a menor faixa de preço do que outras nações, entre US$ 15 e US$ 20, o governo federal não pagou valores antecipados como aconteceu com outros mercados. Em comunicado global, a Bharat Biotech lembra que a Covaxin tem como característica o transporte e armazenamento de longo prazo, sem condições de armazenamento congelado, o que dimunui os custos locais de infraestrutura, distribuição e logística, com temperatura entre 2ºC e 8ºC. Os recipientes multidoses também reduzem o desperdício de frascos abertos, como pode ocorrer com outros imunizantes. A Covaxin tem um portfólio de 20 produtos que são exportados para mais de 123 nações, já distribuiu mais de 4 bilhões de doses do imunizante em todo o mundo, tem acordos em andamento com outros países e recebeu autorização para uso emergencial em 16 nações. A Covaxin tem eficácia de 78% contra doença sintomática e 100% contra casos grave do novo coronavírus.

