Brasil livre de Luciano Huck na política em 2022

Em entrevista exclusiva concedida ao jornalista Pedro Bial na madrugada desta quarta-feira (16), Luciano Huck confirmou que não será candidato à presidência da República nas eleições de 2022. O apresentador destacou que não é uma “retirada de candidatura” porque “nunca se lançou candidato”, ressaltando que sua melhor contribuição “é como cidadão e não como candidato”. Na oportunidade, Luciano garantiu que gosta da “arena do debate de ideias” e que deeve estar no “debate público para sempre”. Huck estabeleceu diálogo com diversos nomes da política nacional, sendo a segunda vez que foi cogitado para as disputas eleitorais já que, em 2018, também declinou. De acordo com o que já vinha sendo veiculado pelos rumores, o apresentador aceitou o convite para substituir o Faustão na principal faixa para programas de auditório da TV Globo, nas tardes e noites de domingo.
Brasil atinge marca de 50 milhões de vacinados

Nesta segunda-feira (7), o Brasil alcança marca de 50 milhões de vacinados com ao menos uma dose recebida. O país iniciou campanha de vacinação em 17 de janeiro, cujo número total de vacinados equivale às populações somadas de Paraguai e Argentina. O país é o quarto no mundo que mais imuniza, atrás dos maiores produtores de vacina no mundo, isto é, China, Estados Unidos e Índia.
Renan Calheiros e CPI pressionam por boicote à Copa América

O relator da CPI da Covid-19, senador Renan Calheiros (MDB-AL), encaminhou nota à Seleção Brasileira, neste domingo (6), exigindo boicote à Copa América de 2021 em território brasileiro. “Estamos vivendo um dos momentos mais críticos da doença, sob o risco concreto de uma terceira onda mais severa e, como constatado, com a população ainda não imunizada em percentuais seguros […] “para muito além da política, há uma discussão entre ciência em oposição ao negacionismo […] “Morrem em média cerca de 2 mil brasileiros todos os dias vitimados pela doença e o colapso do atendimento hospitalar se avizinha. Isso significa que a cada partida de futebol da Copa América, de 90 minutos, mais de 120 brasileiros estariam morrendo ao mesmo tempo.” No texto, Calheiros argumenta que é necessário trazer argumentos técnicos diante do interesse de setores em realizar a Copa América, por isso “técnicos da comissão” alertaram a comissão técnica e os atletas da Seleção para a situação pandêmica no Brasil.
PIB do Brasil cresce e volta ao patamar pré-pandemia

Dados anunciados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta terça-feira (1º) constatam que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,2% no 1º trimestre deste ano e voltou ao patamar pré-pandemia. Os números divulgados dizem respeito à comparação com os três meses anteriores. Com o resultado do primeiro trimestre vindo acima do esperado pelo governo federal, o PIB retornou ao patamar do quarto trimestre de 2019, quando ainda não havia a pandemia do novo coronavírus no Brasil. A expectativa era de crescimento de 0,7% na comparação com o 4º trimestre, e de 0,5% em relação ao 1º trimestre de 2020, segundo as projeções de consultorias e analistas financeiros. “Mesmo com a segunda onda da pandemia de Covid-19, o PIB cresceu no primeiro trimestre, já que, diferente do ano passado, não houve tantas restrições que impediram o funcionamento das atividades econômicas no país”, informou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE. A soma de todos os serviços e bens produzidos no Brasil totalizou R$ 2,048 trilhões. Referente ao 1º trimestre de 2020, o PIB teve alta de 1%, o primeiro crescimento depois de uma sequência de quatro quedas.
Bolsonaro diz que caos e pânico é promovido pela oposição

Nesta quinta-feira (27), Jair Bolsonaro, presidente da República, criticou novamente as medidas restritivas exigidas durante a pandemia da Covid-19. “Sabemos que não há muito o que comemorar, mas é preciso restabelecer a verdade do que foi e está sendo feito na prática, para que o pânico e o caos promovido pelos que desejam retomar o poder e suas práticas nefastas não triunfem […] Sempre existiram dois desafios: o vírus e a economia. E apesar da mídia e da esquerda terem negado esse e outros fatos, adotando um discurso pseudocientífico para disfarçar a demagógica politização do vírus, nós priorizamos ambas as questões. Afinal, não há saúde na miséria”, escreveu em suas rede social. A manifestação de Bolsonaro ocorreu por meio de publicação no Twitter, onde ele comemorou a criação de empregos este ano no Brasil, país que teve menor redução da atividade econômica no ano anterior.
Mais de 100 mil postos de trabalho já foram criados no Brasil

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Economia nesta quarta-feira (26), a quantidade de trabalhadores contratados com carteira assinada em abril deste ano foi superior ao de demitidos. Os dados integram parte de levantamentos mensais do Novo Caged, isto é, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, contabilizando que foram 1.381.767 contratações e 1.260.832 demissões no mercado formal de trabalho, ocasionando a criação de 120.935 empregos. O estoque de empregos formais no Brasil, ou seja, a quantidade total de vínculos empregatícios regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (C.L.T.), alcançou 40.320.857. De janeiro a abril, houve 6.406.478 admissões e 5.448.589 desligamentos, o que resultou um saldo de 957.889 postos de trabalho. O setor de serviços foi o destaque, que criou 57.610 empregos, tendo contratado, ao longo de abril, 614.873 pessoas, e 557.263 foram despedidas.
AstraZeneca se torna a vacina mais usada no Brasil em maio

De acordo com dados da plataforma do Ministério da Saúde, Localiza SUS, vacina AstraZeneca/Oxford ultrapassa CoronaVac (desenvolvida pela biofarmacêutica chinesa Sinovac) e se torna mais usada no Brasil nos 24 primeiros dias de maio. Neste mês, de cada 10 doses de imunizantes contra o novo coronavírus aplicadas no país, 7 foram da AstraZeneca, duas são da CoronaVac e a Pfizer responde por uma. No entanto, desde o começo do ano até agora, 65,6% de todas as doses aplicadas são da CoronaVac, 32,7% da AstraZeneca e 1,8% da Pfizer. As três vacinas são as únicas utilizadas no Brasil até o momento. Este é o primeiro mês que o imunizante AstraZeneca, cuja eficácia é de 80% quando o intervalo entre as duas doses é superior a 12 semanas, passa a CoronaVac, que detém eficácia de 50% após duas doses.
Brasil cumpre meta de vacinação contra a Covid-19

O Brasil atingiu e manteve a meta de aplicar um milhão de doses por dia contra o novo coronavírus entre segunda e sexta-feira, de acordo com o Programa Nacional de Imunizações. O objetivo foi uma promessa do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Embora o Reino Unido seja grande produtor de vacinas, o país europeu sequer chegou ao patamar de aplicação das doses contra a Covid-19 que o Brasil superou na semana anterior. Além do Brasil, somente China, Estados Unidos e Índia conseguiram chegar a marca de 1 milhão de doses por dia.

