Anvisa manda recolher água mineral crystal com bactéria

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BRASIL, 03 de junho de 2026 — A Anvisa determinou o recolhimento de um lote da água mineral Crystal. A decisão saiu na quarta (3). O motivo é a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa. Ela causa infecções em pessoas com imunidade frágil. O lote contaminado é o P 200126. Ele foi fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda., em Luziânia (GO). Essa empresa faz parte do Sistema Coca-Cola. Ao todo, 374,4 mil garrafas de 500 ml foram vendidas. As garrafas foram para o Distrito Federal (230.443), Goiás (66.768), São Paulo (75.750) e Tocantins (1.439). Cidades como Sorocaba, Itu, Luziânia e Planaltina de Goiás receberam o produto. A validade é 20/01/2027. Se você tiver o produto, pare de usar. Confira se na embalagem está escrito: LZ1 VAL 200127 3 P 200126. Depois, peça troca ou reembolso pelo telefone 0800 061 5000 ou pelo e-mail contato@brasal.com.br. A investigação começou após coleta da vigilância do Distrito Federal. O Lacen-DF achou a bactéria. A empresa disse que já recolheu 99,2% das garrafas do lote. Ela fez mais de 300 análises, todas com resultado negativo.

Anvisa libera parte dos produtos Ypê

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BRASIL, 30 de maio de 2026 — A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) voltou a autorizar a comercialização, distribuição e uso de parte dos produtos da Ypê. Esses itens haviam sido alvo de restrições sanitárias nas últimas semanas. A decisão encerrou um dia de idas e vindas da agência. Nesta sexta (29), a Anvisa anunciou a liberação dos produtos com final de lote 1 fabricados a partir de 1º de abril de 2026. Cerca de uma hora depois, a agência divulgou uma nova nota. A nota informava que a proibição permanecia em vigor para todos os itens da Resolução 1.834/2026. Agora, a agência voltou a autorizar os produtos fabricados a partir de abril. A autorização alcança lava-roupas líquidos, lava-louças líquidos e desinfetantes. Esses produtos devem ter final de lote 1 e ter sido produzidos depois de 31 de março. Já os produtos fabricados até essa data continuam sob proibição de comercialização, distribuição ou uso. Segundo a Anvisa, esses itens devem permanecer armazenados em local seguro. A liberação deles dependerá da apresentação de laudos emitidos por laboratórios autorizados. FISCALIZAÇÃO A decisão ocorreu depois de uma reinspeção realizada pela Anvisa. O órgão atuou em conjunto com vigilâncias sanitárias de São Paulo, Campinas e Amparo. A fiscalização identificou avanços nas medidas corretivas adotadas pela Química Amparo, fabricante da marca Ypê. Essas medidas ocorreram depois da suspensão de duas linhas de produção da fábrica em Amparo, no interior paulista. O caso começou em maio. Na ocasião, a Anvisa determinou a interrupção das atividades de duas linhas da empresa. A agência também publicou a Resolução 1.834/2026, que restringiu a comercialização de detergentes lava-louças líquidos, sabões líquidos para roupas e desinfetantes com final de lote 1. Dias depois, a agência determinou o recolhimento desses produtos do mercado. PLANO DE AÇÃO A Química Amparo apresentou um plano de ação para atender 76 exigências sanitárias. Essas exigências foram apontadas durante inspeção realizada em abril. Segundo a Anvisa, a empresa implementou correções consideradas suficientes para a retomada das operações da fábrica. Apesar da nova autorização, parte dos produtos permanece sob restrição. A liberação definitiva dos itens fabricados até 31 de março dependerá da apresentação de laudos técnicos exigidos pela agência.

Anvisa manda suspender produtos Ypê por risco de contaminação

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BRASIL, 07 de maio de 2026 — A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (7), o recolhimento de produtos da marca Ypê por risco de contaminação. A medida vale para lotes de lava-louças (detergentes), sabão líquido e desinfetantes. A agência afirma ter detectado “falhas graves” na produção, mas a Ypê alega que a decisão é “arbitrária”, diz possuir laudos que garantem a segurança dos produtos e informa que irá recorrer da decisão. “A Ypê esclarece que possui fundamentação científica robusta, baseada em testes e laudos técnicos independentes, atestando que seus produtos das categorias lava-louças, lava-louças concentrado, lava-roupas líquido, e desinfetante são seguros e não representam qualquer risco ao consumidor”, afirmou a empresa em nota à Gazeta do Povo – veja a íntegra no fim desta reportagem. Os itens afetados são fabricados pela Química Amparo, em Amparo (SP). A Anvisa também suspendeu a fabricação, a comercialização, a distribuição e o uso desses produtos da Ypê. Segundo a órgão, a decisão foi tomada com base em avaliação técnica de risco sanitário. Durante a inspeção, a Anvisa constatou “descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo”. Entre eles, foram apontadas “falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade”. A suspensão foi determinada após procedimento de inspeção realizado pela agência, em conjunto com o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo (CVS-SP) e a Vigilância Sanitária de Amparo (Visa-Amparo), na última semana. Em nota, a agência afirma que os problemas identificados não atendem aos requisitos essenciais de boas práticas de fabricação (BPF) de saneantes e indicam “risco à segurança sanitária dos produtos, com possibilidade de ocorrência de contaminação microbiológica (presença indesejada de microrganismos patogênicos)”.

Presidente da Anvisa gastou R$ 1 mi em viagens no 1º mandato

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BRASIL, 10 de julho de 2024 – O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, acumulou despesas de R$ 1 milhão em viagens durante seu primeiro mandato, entre 2020 e 2024. Os dados foram obtidos pelo Poder360 através do Portal da Transparência. Durante o período, Torres fez 45 viagens, passando 184 dias fora de sua base entre 1º de janeiro de 2022 e 22 de junho de 2024. As viagens, destinadas a reuniões, eventos e visitas técnicas, incluíram despesas de hospedagem, transporte e seguros, todas custeadas pela Anvisa, sob a supervisão do Ministério da Saúde. DESPESAS SIGNIFICATIVAS A viagem mais cara, de R$ 98,4 mil, ocorreu em junho de 2023, quando Torres foi aos Estados Unidos para uma convenção de biotecnologia e um evento da Drug Information Association (DIA) em San Diego, além de uma reunião da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) em Washington.

Sancionada lei que permite receita de remédios sem aval da Anvisa

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O presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei 14.313, de 2022, que permite ao Sistema Único de Saúde (SUS) receitar e aplicar remédios com indicação de uso diferente da aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A norma, apresentada originalmente pelo então senador Cássio Cunha Lima (PB), foi publicada no Diário Oficial da União desta terça (22). De acordo com a nova lei, a indicação de uso diferente só vale se for recomendada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). Ainda conforme o texto, devem ficar demonstradas evidências científicas sobre eficácia, efetividade e segurança do medicamento para o novo uso, com padronização em protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde. O projeto original (PLS 415/2015) foi aprovado pelo Senado em abril do ano passado, quando foi relatado pelo senador Fernando Bezerra (MDB-PE). A proposta havia passado pela Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) em 2016 e, em 2019, havia sido distribuída à Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde estava pronta para votação. Com a pandemia de covid-19 e a suspensão das reuniões das comissões, em 2021 o projeto foi levado diretamente ao Plenário para votação. Na Câmara, a matéria foi renumerada como PL 1.613/2021. O texto-base foi aprovado pelos deputados em dezembro do ano passado. Já em fevereiro deste ano, a Casa revisora rejeitou os destaques apresentados e concluiu a votação da proposição. Novas regras A lei detalha o procedimento administrativo necessário para a incorporação de medicamentos ou procedimentos pelo SUS. Na Conitec, a distribuição para a relatoria do processo deve respeitar a especialização e a competência técnica requeridas para a análise da matéria. O texto libera o uso de medicamento ou produto recomendados pela comissão e comprados por meio de organismos multilaterais internacionais, como a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). Eles podem ser usados em programas de saúde pública do Ministério da Saúde e de entidades vinculadas. A adoção do medicamento ou do procedimento pelo SUS depende de avaliação econômica. Nesse caso a tecnologia precisa demonstrar benefícios e custos economicamente comparáveis aos de outras terapêuticas já incorporadas. As metodologias empregadas devem ser amplamente divulgadas, inclusive em relação aos parâmetros de custo-efetividade.

Brasil recebe primeiro lote da vacina Pfizer para crianças

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O Brasil recebeu, nesta quinta (13) , a remessa com 1,248 milhão de doses referente ao primeiro lote da vacina Pfizer contra o novo coronavírus para crianças de 5 a 11 anos. O total de vacinas previstas para chegar neste mês deve passar de 3,7 milhões para 4,3 milhões. Desde o dia 16 de dezembro, a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a vacinação do público infantil. Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), o Brasil tem cerca de 20,5 milhões de crianças na faixa etária de 5 a 11 anos. Agora, cabe aos responsáveis aplicar ou não as doses.

Anvisa pede interrupção de embarques em cruzeiros no Brasil

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pediu a interrupção de embarques de passageiros em navios de cruzeiros nos próximos dias. A nota da agência foi divulgada na noite de domingo (2). Até o momento, são 174 casos confirmados de covid-19 desde a semana passada em navios. A medida deve ser tomada pelo Ministério da Saúde, cuja pasta afirmou, até o momento, que avalia a situação. “Em razão do grave risco à saúde da população, a Anvisa já recomendou ao Ministério da Saúde, desde o dia 31 de dezembro, que revisitasse a posição sobre a temporada de navios de cruzeiros”.

Bolsonaro proíbe vacinação de sua filha de 11 anos de idade

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Após o PT acionar o STF cobrando do Governo Federal um cronograma para imunizar crianças de 5 a 11 anos, o presidente Jair Bolsonaro (PL) deliberou pela não vacinação de sua filha Laura, de 11 anos, contra a Covid-19. A Anvisa já permitiu a aplicação da vacina da Pfizer em crianças desta faixa etária, cuja imunização já ocorre em países como Estados Unidos, França, China, Argentina e Alemanha, mas o Governo Federal não iniciou a imunização desse público. “Espero que não haja interferência do Judiciário. Espero. Porque minha filha não vai se vacinar. Deixar bem claro. Tem 11 anos de idade […] A questão da vacina para criança é muito incipiente ainda. Temos muito… Nós, não. O mundo ainda tem muita dúvida”, disse o Chefe do Executivo. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defende a vacinação através de prescrição médica e termo de consentimento do responsável legal. Inclusive, o Governo Federal disponibilizou uma consulta pública sobre o tema e vai divulgar o resultado em 5 de janeiro.

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