Maranhão vai receber R$ 45 milhões do Fundo Amazônia

Maranhão fundo

MARANHÃO, 08 de abril de 2025 –  O Maranhão será contemplado com R$ 45 milhões do Fundo Amazônia para ampliar a estrutura de prevenção e combate a incêndios florestais. O estado integra a lista de oito unidades da Amazônia Legal beneficiadas com o total de R$ 405 milhões. Segundo o governador Carlos Brandão, os recursos viabilizarão a instalação de sete novas unidades do Corpo de Bombeiros em Alto Parnaíba, Buriticupu, Colinas, Cururupu, São Domingos do Azeitão, São Mateus do Maranhão e Zé Doca. O objetivo é ampliar a presença territorial e acelerar o tempo de resposta às ocorrências. Dados do Monitor do Fogo, da plataforma MapBiomas, indicam que o Maranhão foi o quinto estado mais atingido por incêndios em 2024, com mais de 2,1 milhões de hectares queimados.

Degradação na Amazônia aumenta quase 500% no início de 2025

Amazônia incêndios

BRASIL, 02 de abril de 2025 –  A Amazônia Legal registrou um aumento de 482% na degradação florestal nos primeiros três meses de 2025, alcançando 33,8 mil km². No mesmo período de 2024, a área degradada foi de 5,8 mil km², conforme dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), divulgados na última quinta (27). Esse é o maior índice já registrado pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD). Queimadas e extração de madeira são apontadas como os principais fatores da degradação, comprometendo a vegetação e facilitando o desmatamento. A área degradada equivale à extensão de Porto Velho (RO), maior capital brasileira em território, com 34 mil km². Em fevereiro de 2025, a degradação florestal atingiu 211 km², um aumento de 1.407% em relação ao mesmo mês de 2024. O Estado do Pará concentrou 75% da área degradada, seguido pelo Maranhão, com 14%. Entre os municípios mais impactados, sete estão no Pará e dois no Maranhão.

Degradação da Amazônia por queimadas é a maior em 15 anos

Queimadas 2024

BRASIL, 27 de novembro de 2024 – A floresta amazônica registrou um recorde alarmante de degradação por queimadas em 2024. De janeiro a setembro, a área afetada chegou a 26.246 km², o maior índice em 15 anos de monitoramento pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), do instituto Imazon. Para se ter uma ideia da dimensão, essa extensão equivale ao tamanho de 17 cidades de São Paulo. No mesmo período de 2023, a degradação foi de 1.922 km², representando um aumento impressionante de 1.265%. O termo “degradação” refere-se aos impactos na floresta causados por queimadas e exploração de madeira, diferente do desmatamento, que implica o corte completo de áreas antes preservadas. Segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o aumento das áreas degradadas está ligado aos incêndios florestais, intensificados pela crise climática e pela pior seca na região nos últimos 45 anos.

Queimadas na Amazônia em 2024 já superam total de 2023

Amazônia Incêndio

BRASIL, 27 de setembro de 2024 – A Amazônia já contabilizou mais queimadas em 2024 do que em todo o ano de 2023, conforme relatório do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Até quarta (25), foram identificados 102.993 focos de calor, superando os 98.646 de 2023. Setembro já é o mês com o maior número de queimadas em 2024, com 39.804 focos registrados, ultrapassando a média histórica de 32,2 mil.

Pantanal e Amazônia têm piores incêndios em quase 20 anos

Incêndio Queimadas

BRASIL, 23 de setembro de 2024 –Os incêndios que devastam o Pantanal e a Amazônia neste ano atingiram a pior intensidade em quase duas décadas, afetando a qualidade do ar em boa parte da América do Sul. De acordo com o relatório do Observatório Europeu Copernicus, divulgado nesta segunda (23), os focos de incêndio, a extensão das áreas atingidas e as emissões de carbono atingiram níveis alarmantes. O Serviço de Monitoramento da Atmosfera do Copernicus (CAMS) revelou que as queimadas na região estão acima da média histórica. Até 19 de setembro, as emissões de carbono no Brasil somaram 183 megatoneladas (Mt CO₂), número comparável ao recorde de 2007, quando 65 megatoneladas foram emitidas apenas em setembro. Nos Estados de Amazonas e Mato Grosso do Sul, onde fica o Pantanal, as emissões também atingiram marcas recordes. Foram emitidas 28 e 15 megatoneladas de carbono, respectivamente, o maior valor nos 22 anos de monitoramento do CAMS.

Queimadas na Amazônia em agosto atingem recorde em 14 anos

Amazônia recorde

AMAZONAS, 02 de setembro de 2024 – A Amazônia apresentou, em agosto, o maior número de queimadas dos últimos 14 anos, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Foram registrados 33.116 focos de incêndio, o que representa um aumento de 68% em comparação à média histórica para o mês. No Brasil, 55,5% dos focos de incêndio ocorreram na região. O país já acumulou mais de 127 mil focos de incêndio entre janeiro e agosto deste ano. Esse número representa um crescimento de 94% em relação ao mesmo período de 2023. As informações foram divulgadas pela Gazeta do Povo. Pesquisadores apontam que o aumento das queimadas pode estar relacionado ao desmatamento e à intensificação da atividade agrícola na Amazônia. A falta de políticas eficazes de controle agrava ainda mais a situação, exigindo medidas urgentes.

Governo fecha contrato com empresa envolvida em garimpo ilegal

Garimpo ilegal

AMAZÔNIA, 11 de março de 2023 – O governo petista de Lula, por meio do Ministério da Saúde, sob a gestão de Nísia Trindade, firmou contratos milionários com a Piquiatuba Táxi Aéreo, empresa envolvida em garimpo ilegal na Reserva Biológica Maicuru, na Amazônia. A reportagem do Estadão revelou que o valor total dos contratos assinados em 2023 é de R$ 14,4 milhões. A empresa já responde na Justiça desde 2021 por usar aeronaves para auxiliar o garimpo ilegal. A ligação com o governo e o ministro do Turismo, Celso Sabino, é destacada, revelando conexões familiares e políticas.

Queimadas na Amazônia disparam 286% em fevereiro

Amazônia queimadas

BRASIL, 27 de fevereiro de 2024 – O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou dados alarmantes sobre a ocorrência de queimadas na Amazônia durante o mês de fevereiro deste ano, revelando um aumento expressivo de 286% em comparação com o mesmo período de 2023. Até o momento, foram identificados 2.838 focos de calor na região amazônica, em contraste com os 734 registrados em fevereiro do ano anterior.

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