
ESTREITO, 02 de setembro de 2026 — O Ministério Público Eleitoral pediu que o TRE-MA mantenha a cassação do prefeito de Estreito, Léo Cunha (PL), e da vice Irenilde da Silva (PT).
A chapa responde por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024 e tenta reverter decisão da 82ª Zona Eleitoral.
A Procuradoria Regional Eleitoral apresentou parecer nesta segunda (31) pelo desprovimento dos recursos. Além disso, o órgão defendeu que não haja execução imediata da decisão, já que a legislação eleitoral prevê efeito suspensivo enquanto o processo tramita nas instâncias ordinárias.
A sentença também anulou os registros de candidatura e declarou Léo Cunha inelegível por oito anos. Irenilde havia mantido a elegibilidade, mas o procurador Tiago de Sousa Carneiro pediu que a punição também seja aplicada à vice.
O desembargador Sebastião Bonfim é o relator do caso no TRE-MA.







