CHAPA ABALADA

Procuradoria defende manter cassação de Léo Cunha em Estreito

Andre Reis
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Estreito cassação
Parecer da Procuradoria Eleitoral defende manter a cassação da chapa em Estreito e pede que vice Irenilde da Silva também seja declarada inelegível por 8 anos.

ESTREITO, 02 de setembro de 2026 — O Ministério Público Eleitoral pediu que o TRE-MA mantenha a cassação do prefeito de Estreito, Léo Cunha (PL), e da vice Irenilde da Silva (PT).

A chapa responde por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024 e tenta reverter decisão da 82ª Zona Eleitoral.

A Procuradoria Regional Eleitoral apresentou parecer nesta segunda (31) pelo desprovimento dos recursos. Além disso, o órgão defendeu que não haja execução imediata da decisão, já que a legislação eleitoral prevê efeito suspensivo enquanto o processo tramita nas instâncias ordinárias.

A sentença também anulou os registros de candidatura e declarou Léo Cunha inelegível por oito anos. Irenilde havia mantido a elegibilidade, mas o procurador Tiago de Sousa Carneiro pediu que a punição também seja aplicada à vice.

O desembargador Sebastião Bonfim é o relator do caso no TRE-MA.

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