IDENTIDADE DE GÊNERO

Plano nacional cobra política de gênero para menor infrator

Andre Reis
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Plano nacional aprovado pelo Conanda orienta estados e municípios a protegerem menores infratores trans e a treinarem funcionários sobre diversidade.

BRASÍLIA, 26 de junho de 2026  O novo Plano Nacional de Atendimento Socioeducativo começou a valer no dia 24 de junho. Ele foi aprovado em março pelo Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). A publicação aconteceu no Diário Oficial da União.

O documento recomenda que estados e municípios criem políticas para adolescentes trans que cometem atos infracionais. Esses jovens devem ser tratados como público prioritário.

O plano prevê regras claras para atender adolescentes trans. Além disso, ele pede treinamento dos profissionais do sistema sobre diversidade de gênero. O documento também orienta como combater a discriminação e a violência de gênero dentro das unidades.

O texto ainda pede que estados e municípios coletem dados sobre raça, gênero, identidade de gênero, deficiência, origem étnico-cultural e local de moradia dos jovens.

O plano também fala no combate ao racismo religioso, que é a discriminação contra religiões de matriz africana. Da mesma forma, inclui medidas contra a LGBTfobia, o capacitismo e outros preconceitos.

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